Marca reúne pela primeira vez todas as gerações da SuperVan e domina a subida de montanha com picape elétrica de 1.400 cv

O Festival da Velocidade de Goodwood 2025, realizado nos jardins de uma propriedade aristocrática inglesa com mais de 300 anos, foi palco de uma celebração histórica para a Ford. Além de apresentar modelos como o Raptor T1+, o Mustang GTD e a picape elétrica F-150 Lightning SuperTruck, a marca reuniu pela primeira vez as cinco gerações da icônica SuperVan, em homenagem aos 60 anos da Transit.

Lançada em 1965, a Transit revolucionou o segmento ao oferecer comportamento dinâmico semelhante ao de um carro — característica rara entre as vans da época e que refletia o DNA de competição da Ford. “Só a Ford seria capaz de unir dois mundos aparentemente tão desconexos – o das vans de trabalho e do automobilismo – ao longo de mais de meio século com as SuperVans, porque só a Ford tem uma história tão rica em ambos”, afirma Jay Ward, diretor de Comunicação da Ford Performance.

Criada em 1971, a primeira SuperVan usava o mesmo motor V8 central do Ford GT40, com mais de 240 km/h de velocidade máxima. Já a SuperVan 2, de 1983, vinha com um V8 Cosworth de mais de 590 cv, capaz de atingir 280 km/h. A terceira geração, lançada em 1994, elevou ainda mais a potência, com um Cosworth F1 de 650 cv.

A revolução elétrica veio em 2022 com a SuperVan 4: quatro motores, 2.000 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em menos de dois segundos. No ano seguinte, a SuperVan 4.2 venceu a tradicional subida de Pikes Peak e, em 2024, conquistou o título do Hillclimb Shoot-Out de Goodwood, pilotada pelo francês Romain Dumas.

Em 2025, Dumas voltou à montanha de Goodwood ao volante do novo Ford F-150 Lightning SuperTruck, que derrotou todos os competidores, elétricos e a combustão, com um tempo impressionante de 43,23 segundos. A picape é equipada com três motores elétricos que entregam 1.400 cv de potência e soluções aerodinâmicas desenvolvidas para maximizar o desempenho em curvas.

“Protótipos como nossos SuperVans e o SuperTruck servem para testar novas tecnologias e ampliar nossa compreensão do que é possível”, explica Jay Ward. “Cada vez que levamos aos seus limites, descobrimos algo novo sobre a capacidade dos motores elétricos, sobre o desempenho da bateria ou a captura e uso de dados em tempo real para aprimorar nossa próxima geração de veículos.”

Foto principal | Ford/Divulgação

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