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Estado sólido ainda vai demorar: GWM projeta adoção gradual nos elétricos

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GWM aposta em baterias semissólidas como solução intermediária enquanto indústria enfrenta desafios de custo e escala para viabilizar a nova tecnologia

A GWM avalia que as baterias de estado sólido ainda estão a alguns anos de se tornarem comuns nos carros elétricos. Segundo a liderança da empresa, a adoção em larga escala deve demorar cerca de cinco anos, refletindo um consenso crescente na indústria de que, apesar dos avanços, ainda há obstáculos relevantes a superar, especialmente em custos e viabilidade produtiva.

Consideradas uma evolução importante frente às atuais baterias de íon-lítio, as células de estado sólido prometem ganhos significativos em autonomia, tempo de recarga e segurança. Mesmo assim, transformar esse potencial em produção em massa exige amadurecimento tecnológico e processos industriais mais eficientes, algo que deve acontecer de forma gradual ao longo dos próximos anos.

GWM Wey 07
Foto | GWM/Divulgação – GWM Wey 07

Diante desse cenário, a montadora tem apostado em alternativas mais imediatas, como as baterias semissólidas. Essa solução híbrida, que combina componentes líquidos e sólidos, permite avanços progressivos em desempenho e confiabilidade, além de ser mais compatível com as estruturas produtivas atuais.

Na CES 2026, a empresa revelou uma bateria semissólida de 140 Ah equipada com ânodo de silício e técnicas de fabricação aprimoradas, focadas em elevar a densidade energética e melhorar o controle térmico. A expectativa é que esse tipo de tecnologia comece a aparecer em veículos já a partir de 2026, servindo como etapa intermediária até a consolidação do estado sólido.

Analistas do setor reforçam essa visão mais cautelosa. Embora os primeiros modelos com baterias totalmente sólidas possam surgir entre 2026 e 2027 em aplicações restritas, a popularização global ainda deve levar mais tempo.

Assim, o caminho mais provável no curto e médio prazo é de transição gradual, com soluções híbridas ganhando espaço antes que o estado sólido se torne dominante no mercado automotivo.

Foto principal: GWM/Divulgação

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