

Para acompanhar a nova transmissão, o também avançado motor 2.0 biturbo TDI passou por melhorias. Graças a ajustes no software nos turbocompressores, a potência aumentou de 163 cv para 180 cv a 4.000 rpm. O torque acompanhou o crescimento, atingindo 42,8 kgfm a 1.750 rpm, mas apenas na versão automática. As unidades equipadas com câmbio manual continuam entregando 40,8 kgfm à mesma rotação. Na configuração equipada com apenas um turbo, o propulsor não sofreu alterações e continua rendendo 122 cv a 3.750 rpm e 34,7 kgfm a 1.750 rpm.

Por fim, a Volkswagen reposicionou a caminhonete no mercado, com a criação de novas versões e implementação de mais itens de série. A configuração básica agora é denominada S e está disponível com cabine simples ou dupla e tração 4×2 e 4×4, mas apenas com o motor de 122 cv. A intermediária SE, anteriormente com venda restrita a frotistas, agora é disponibilizada para compradores individuais. A maior novidade, contudo, é a adoção do motor biturbo, sempre acoplado ao câmbio manual e à tração 4×4. O para-choque dianteiro na cor da carroceria também foi incorporado ao pacote.
Todas as versões da Amarok trazem de série airbags frontais, freios ABS com função off-road e bloqueio eletrônico do diferencial, chamado de ELD. Entretanto, o controle eletrônico de estabilidade, assim como controle automático de descida e o assistente para partida em subida são opcionais tanto na Trendline quanto na Highline.
Fotos | Volkswagen/Divulgação
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