

Os vidros elétricos são de série nas quatro portas e o motorista os controla por botões instalados na porta. A posição seria correta se os comandos estivessem localizados um pouco mais à frente. Onde estão, tornam-se desconfortáveis ao uso, pois a posição é muito recuada. Além do mais, nenhuma janela, sequer a do condutor, conta com iluminação e função um toque.

Por falar em bancos, os do Cobalt são revestidos em tear conjugado com tecido aveludado, que já foi mais comum nos automóveis brasileiros, mas virou raridade nos últimos tempos. Esse tipo de material tem a desvantagem de acumular poeira, mas é muito macio e agradável ao toque. As demais forrações, presentes nas portas e no painel, são confeccionadas em plástico rígido, na média do mercado. As peças têm diferentes texturas e não são ásperas ao tato, mas encontramos irregularidades em alguns encaixes.

O rádio-cd player merece só elogios. Dotado de bluetooth e leitor MP3, o aparelho pode ser comandado por botões no volante e a entrada USB fica no console, local que permite fácil acesso sem chamar a atenção. Além do mais, a reprodução sonora é de boa qualidade.
A avaliação completa do Chevrolet Cobalt será publicada em breve. Acompanhe e fique por dentro de nossa análise detalhada sobre o sedã.
Fotos | Alexandre Soares e Marlos Ney Vidal/Autos Segredos




