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Exclusivo: Fiat e Jeep manterão câmbio AT6 no sistema híbrido de 48 Volts

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Grupo Stellantis lançará em 2026 a Fiat Toro e os Jeep Commander e Renegade com sistema híbrido leve

O Autos Segredos apurou que a Stellantis não usará o câmbio DCT automatizado de dupla embreagem em seu sistema híbrido leve de 48 Volts nos modelos da Fiat e da Jeep. Nossas apurações apontam na manutenção do câmbio automático AT6 Aisin. 

O sistema híbrido de 48 Volts dos Jeep Commander e Renegade e também da Fiat Toro trabalhará em conjunto com o motor 1.3 Turbo 270 Flex.

O motor elétrico adicional gera 28 cv de potência e torque de 5,6 kgfm. No entanto, o sistema MHEV de 48 Volts permite dois caminhos, agregar potência e torque a Fiat Toro 2027 e também aos Jeep Commander e Renegade 2027 ou economia de combustível. Seguindo a lógica do sistema de 12 Volts, o de 48 Volts deverá ser batizado de T270 Hybrid.

A bateria de 48 Volts com 0,9 kWh de capacidade dá suporte ao sistema, sendo alimentada também pelos dois motores. Assim como no sistema 12 Volts dos Pulse e Fastback, a bateria fica alojada sob o banco do motorista. Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia. 

O que muda com a troca do câmbio DCT pelo automático convencional?

Tomando como base de análise o conjunto atualmente aplicado pela Stellantis nos Fiat Pulse e Fastback e nos Peugeot 208 e 2008 híbridos, que é composto por um motor elétrico auxiliar de 12 Volts e um câmbio automático tradicional (epicíclico), a aplicação de um câmbio de dupla embreagem acarretaria em uma menor perda de potência.

Isso ocorre porque as embreagens são mais eficientes que os conversores de torque – e eventualmente de peso, dado que as transmissões DCT costumam ser mais leves que suas concorrentes tradicionais de mesmo porte.

Trazendo esta mesma análise para a simples troca do conjunto de 12 para 48 Volts, a história se mantém: a diferença é que, para o espaço físico que o motor elétrico irá ocupar, haverá mais potência no motor que opera no sistema de maior potencial elétrico.

Essa potência, por sua vez, chegaria às rodas com maior eficiência por um eventual câmbio DCT do que um automático comum, em que pese os maiores custos tanto do câmbio de dupla embreagem quanto do sistema elétrico de maior voltagem.

Ou seja, na prática, o sistema híbrido entregará potência e torque a mais. Mas a força extra não será entregue de imediato no automático com conversor de torque, como ocorre num câmbio DCT.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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