InícioCaminhõesVolvo caminhõesVolvo FH B100 Flex pode cortar 370 toneladas de CO₂ por ano

Volvo FH B100 Flex pode cortar 370 toneladas de CO₂ por ano

- publicidade -
- publicidade -

Caminhões a biodiesel passam a operar em rotas longas para abastecer fábrica de Curitiba e ampliam estratégia de descarbonização da Volvo no Brasil

A Volvo deu mais um passo concreto em sua estratégia de descarbonização industrial no Brasil. A marca colocou em operação três novos Volvo FH B100 Flex na logística de peças que abastecem sua fábrica em Curitiba (PR). Movidos a biodiesel 100% renovável, os caminhões podem evitar a emissão de até 370 toneladas de CO₂ por ano.

VEJA TAMBÉM:

O movimento não é isolado. Desde 2024, a operação já utiliza modelos elétricos como o Volvo FM Electric em rotas de média distância. Agora, o foco são os trajetos mais longos — onde a eletrificação ainda enfrenta limitações operacionais.

“Esse é mais um avanço na jornada da sustentabilidade da Volvo. Além de oferecer ao mercado produtos com baixas emissões de CO₂, estamos ampliando cada vez mais a descarbonização dos nossos próprios processos industriais”, afirma Bettina Konig, head de operações de transporte de manufatura da Volvo.

Biodiesel como solução imediata para rotas longas

Os novos FH B100 Flex foram adquiridos pela Transdotti Transportes após o “Logistics Suppliers Day 2025”, evento voltado aos fornecedores da marca. A estratégia é clara: enquanto caminhões elétricos ainda não são viáveis para longas distâncias com alta carga, o biodiesel surge como alternativa imediata.

Classificados como NEVs (New Energy Vehicles), os modelos contam com tecnologia que permite rodar tanto com Biodiesel B100 quanto com diesel convencional. Segundo a fabricante, quando abastecidos com biodiesel puro, a redução nas emissões de CO₂ “do poço à roda” pode chegar a 90%, dependendo da origem do biocombustível.

Na prática, os caminhões irão transportar peças de fornecedores de São Paulo até o Paraná, percorrendo cerca de 10 mil quilômetros por mês cada. Para viabilizar a operação com 100% biodiesel, a transportadora instalou um tanque exclusivo de abastecimento em sua unidade de Colombo (PR).

Flexibilidade garante segurança operacional e valor de revenda

Um dos pontos estratégicos do FH B100 Flex é justamente sua versatilidade. Em caso de necessidade, os veículos podem ser abastecidos com diesel comum disponível nos postos. Isso reduz riscos operacionais e preserva liquidez no mercado de usados — fator relevante para transportadoras.

Até então, caminhões movidos a biodiesel eram mais comuns em empresas que produzem o próprio combustível. A Transdotti está entre as primeiras fora desse ecossistema a adotar o modelo em operação regular.

Estratégia industrial vai além dos caminhões

A adoção dos FH B100 Flex integra um plano mais amplo da Volvo no Brasil. Desde o ano passado, a logística com caminhões elétricos já reduz cerca de 738 toneladas de CO₂ por ano. Além disso, o uso do Diesel Verde R5 no primeiro abastecimento dos veículos na linha de produção evita outras 400 toneladas anuais de emissões.

A fábrica de Curitiba opera com energia 100% renovável e já deixou de destinar mais de 50 mil toneladas de resíduos a aterros desde 2008.

O cenário mostra que, enquanto a eletrificação total ainda evolui em infraestrutura e autonomia, o biodiesel aparece como solução de transição altamente estratégica. Para a Volvo, a descarbonização não está apenas no portfólio vendido ao cliente — mas também dentro de casa.

Foto principal | Rodolfo Buhrer/Volvo/Divulgação

(*) Texto produzido com auxílio de inteligência artificial.

Se inscreva no canal do Autos Segredos no YouTube!

Stellantis aposta na economia circular e dá nova vida a veículos e motores:

- publicidade -
- publicidade -

ARTIGOS RELACIONADOS

- publicidade -

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

SEGREDOS

- publicidade -