Estreia será em 2026, mas SUV continuará vindo importado da China
A GWM Brasil confirmou durante o Summit Futuro da Mobilidade, realizado por Autoesporte e Valor Econômico realizado em setembro, que o Tank 300 teria sistema híbrido Plug-in Flex. Agora, nosso leitor Rodrigo Ziemath flagrou um protótipo em testes, provavelmente com algum fornecedor para desenvolver a tecnologia flex para o SUV 4×4.
A estreia será no primeiro semestre de 2026, o GWM Tank 300 Híbrido Plug-in Flex, continuará a ser importado da China.
O conjunto motriz do GWM Tank 300 Hi4T atualmente combina o motor 2.0 turbo a gasolina com um propulsor elétrico, entregando potência combinada de 394 cv e torque de 76,4 kgfm. A transmissão é automática 9HAT de nove marchas, desenvolvida exclusivamente para versões híbridas. Com a futura adoção do sistema flex, é esperado um ganho adicional na potência e torque combinados.
O sistema híbrido é alimentado por uma bateria de 37,1 kWh, que garante autonomia de até 75 quilômetros no modo totalmente elétrico.
A recarga pode ser feita em carregadores do tipo AC (6,6 kW) ou DC (50 kW). No primeiro, o tempo estimado para carga completa de 5% a 100% é de cerca de 6,5 horas. Já em corrente contínua (DC), a recarga de 30% a 80% é concluída em aproximadamente 24 minutos.
Segundo dados do padrão Inmetro, o consumo médio é de 18,4 km/l na cidade e 18,7 km/l na estrada, isso para o GWM Tank 300 com sistema híbrido atual, mas com o flex, as médias devem mudar um pouco.
O modelo oferece três modos de condução — EV (Elétrico), HEV (Híbrido) e Inteligente — além de três níveis de regeneração de energia (Baixo, Padrão e Alto). Há ainda a possibilidade de configurar a reserva de energia entre 30% e 80%.
Foto principal | Rodrigo Ziemath
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Iniciativa busca jovens talentos com perfil de liderança e oferece imersão de três anos nas operações da companhia
A General Motors anunciou a abertura das inscrições para o TRACK 2026, programa de trainee criado para formar futuros líderes e acelerar o desenvolvimento de profissionais no início da carreira. A iniciativa é voltada a recém-formados e graduados entre dezembro de 2022 e dezembro de 2025, com interesse em atuar em diferentes áreas da montadora.
“O TRACK oferece uma oportunidade estruturada e consistente para quem deseja construir carreira na GM. É uma jornada que combina vivência real do negócio, desenvolvimento técnico e de liderança, com forte conexão à cultura de transformação da companhia”, afirma Andreia Stern, Talent Acquisition Specialist da General Motors.
Com duração de três anos, o programa combina experiências práticas, treinamentos, mentorias e rotações em diversas áreas, garantindo uma visão ampla das operações da empresa. Os candidatos devem ter inglês a partir do nível intermediário e disponibilidade para trabalhar em São Caetano do Sul (SP).
Entre os diferenciais do TRACK estão mentorias com lideranças da GM, desenvolvimento de habilidades de gestão e comunicação, acesso a tecnologias avançadas e práticas globais, além da entrega de um projeto estratégico na área de atuação final.
As oportunidades contemplam setores como Cadeia de Suprimentos (Compras, Logística e Supply Chain), Finanças, Manufatura, Vendas, Pós-Vendas e Marketing e Engenharia.
Mais do que um programa de entrada, o TRACK tem como meta fortalecer a retenção de talentos e preparar profissionais alinhados à visão de futuro da GM, pautada em inovação, eficiência e integração de processos.
Motoristas parceiros poderão comprar o Chevrolet Spark EUV com descontos, financiamento facilitado e cashback
A General Motors e a Uber anunciaram uma parceria inédita para facilitar o acesso de motoristas parceiros a veículos elétricos no Brasil. O acordo prevê condições especiais para aquisição do Chevrolet Spark EUV, novo SUV compacto 100% elétrico da marca, e integra a estratégia das duas companhias de promover a mobilidade sustentável nas grandes cidades.
Pelo programa, motoristas que atuam pela plataforma poderão adquirir o modelo com descontos de até 10% ou financiamento com taxa a partir de 0% ao mês. Além disso, a Uber oferecerá cashback de até R$ 6.840 para os 300 primeiros compradores.
A expectativa é colocar entre 300 e 500 unidades elétricas em circulação até o fim de 2025, com projeção de alcançar cerca de 2,5 mil veículos em operação até 2026. Segundo as empresas, a iniciativa busca democratizar o acesso à mobilidade elétrica e acelerar a transição para uma frota de emissão zero no país.
Carlos Eduardo Casagrande, diretor da GM Envolve América do Sul, afirmou que a parceria reforça o papel da montadora na inovação e sustentabilidade. “Essa parceria com a Uber reflete exatamente esse propósito: ampliar o acesso às nossas soluções elétricas e acelerar a transição energética nas cidades brasileiras, unindo duas empresas comprometidas com um futuro mais limpo, eficiente e inclusivo”, destacou.
Para Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, o acordo também beneficia diretamente os motoristas. “Essa parceria reforça o compromisso da Uber em apoiar nossos parceiros no acesso a tecnologias mais limpas, econômicas e inovadoras, contribuindo para uma mobilidade cada vez mais sustentável nas cidades brasileiras”, afirmou.
O anúncio ocorre em meio a uma agenda internacional voltada à sustentabilidade, que inclui eventos como a COP30 e a Cúpula do C40, além do Earthshot Prize — prêmio global de inovação ambiental do qual a Uber é patrocinadora e membro fundadora. Pela primeira vez, a cerimônia será realizada na América Latina, reforçando o protagonismo do Brasil na pauta climática global.
Chevrolet Spark EUV
Desenvolvido para o uso urbano e ideal para motoristas de aplicativo, o Spark EUV é equipado com motor elétrico de 102 cv e bateria de íons-lítio de 42 kWh, com autonomia de até 258 km segundo o ciclo do Inmetro. O modelo pode ser recarregado de 0 a 80% em cerca de 35 minutos em estações de recarga rápida (DC).
Entre os principais recursos, o SUV compacto traz o sistema de conectividade myChevrolet, que permite monitoramento remoto via smartphone, e o pacote Chevrolet Intelligent Driving, com itens como Frenagem Automática de Emergência, Alerta de Colisão Frontal, Assistente de Permanência em Faixa e Controle de Cruzeiro Adaptativo.
O Chevrolet Spark EUV estará disponível nas categorias Uber Black, Comfort, X e Electric, conforme a disponibilidade da modalidade em cada cidade.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Nova modalidade amplia opções de planejamento financeiro e pode impulsionar o crescimento do setor em 2026
A CAIXA Consórcio anunciou a expansão de seu portfólio com o lançamento do plano Parcela Reduzida para Veículos Leves, que amplia para esse segmento uma modalidade já oferecida desde 2024 aos clientes de consórcio de imóveis. A novidade reforça o foco da companhia em oferecer maior flexibilidade no planejamento financeiro e facilitar o acesso à aquisição de bens.
De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o setor de veículos leves registrou mais de 955 mil novas cotas vendidas no primeiro semestre de 2025, um avanço de 12% em relação ao mesmo período de 2024. A CAIXA Consórcio espera que a introdução do novo plano estimule ainda mais o crescimento em 2026.
O CEO da CAIXA Consórcio, Elerson Leris, destacou a importância da iniciativa:
“O lançamento do Parcela Reduzida para o Consórcio de Veículos Leves consolida nossa presença em um mercado em expansão. Desde que disponibilizamos essa oferta no segmento, alcançamos resultados expressivos, garantindo um portfólio de soluções que atende às necessidades dos consumidores e do mercado, alinhando-se à nossa missão de democratizar o acesso ao crédito e fortalecer nossa posição no setor.”
Com o Parcela Reduzida, o cliente paga apenas 30% do valor das parcelas até a contemplação ou até a 30ª prestação, o que ocorrer primeiro. A modalidade mantém as vantagens do consórcio tradicional — como a ausência de juros — e pode ser usada tanto para veículos novos quanto seminovos com até oito anos de uso, além de permitir a quitação de financiamentos em andamento.
A contratação já está disponível no site da CAIXA Consórcio, no Internet Banking CAIXA (IBC), em agências da CAIXA, parceiros CAIXA Aqui e unidades lotéricas. Mais informações estão no portal oficial: www.caixaconsorcio.com.br.
Foto principal | CAIXA Consórcio/Reprodução
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Nova categoria oferece componentes originais com preços mais acessíveis e produção nacional, começando pelas pastilhas de freio do Creta
A Hyundai Mobis anunciou o lançamento da nova Linha PL2 de peças genuínas, criada para atender veículos Hyundai com mais de três anos de uso. A iniciativa reforça o compromisso da marca em oferecer soluções de manutenção com qualidade original e preços competitivos, evitando que os clientes recorram a componentes paralelos.
O primeiro produto da nova linha é o jogo de pastilhas de freio para o Hyundai Creta (2017–2024), disponível a partir de 28 de outubro em toda a rede de concessionárias Hyundai no Brasil. Em breve, a linha será ampliada com a versão para o HB20 1.0 (2012–2018), cuja data de lançamento ainda será confirmada.
Produzidas no Brasil, as peças da linha PL2 seguem os mesmos padrões de qualidade e segurança das peças genuínas Hyundai, com foco em custo-benefício e durabilidade. Segundo a marca, o portfólio será ampliado nos próximos meses com novos componentes voltados a modelos fora do período de garantia.
“Com a nova linha PL2 vamos oferecer uma alternativa genuína para manutenção e reposição de componentes. Com isso, buscamos reaproximar esses clientes da rede de concessionárias Hyundai, oferecendo produtos que se encaixem melhor em seu perfil de consumo atual”, explica Mauro Borges Jr, Gerente Comercial da Service Parts Division da Hyundai Mobis Brasil.
A Linha PL2 está disponível para compra e instalação em todas as concessionárias Hyundai do país. A marca alerta que o uso dessas peças em veículos com menos de três anos pode acarretar perda da garantia do sistema em que forem instaladas.
SUV híbrido pleno da Kia promete consumo de até 27,2 km/l e aposta no design ousado para conquistar quem busca eficiência e estilo
A Kia Brasil iniciou a comercialização do Niro ano/modelo 2025/2026 em duas versões — EX e SX Prestige — com bônus promocional de R$ 20 mil por tempo limitado. Com isso, o preço da versão EX cai de R$ 214.990 para R$ 194.990, enquanto a SX Prestige passa de R$ 239.990 para R$ 219.990.
Equipado com um conjunto híbrido pleno (HEV), o Niro combina o motor a gasolina Kappa PE 1.6 16V com um motor elétrico alimentado por bateria de polímero de lítio-ion de 240V. O conjunto entrega potência combinada de 141 cv e torque de 27 kgfm. Segundo o Ranking Folha-Mauá, o SUV faz 27,2 km/l na cidade e 24,6 km/l na estrada, alcançando autonomia de até 1.142 km com seu tanque de 42 litros.
Foto | Kia/Divulgação – Kia anuncia início de venda do Niro 2026 com bônus promocional de R$ 20 mil
“Com esses dados de consumo e de autonomia do Niro, a Kia vislumbra conquistar consumidores brasileiros que levam em conta a economicidade como um dos pilares de decisão de compra”, afirma Gustavo Gandini, diretor de Operações da Kia Brasil.
O design do Niro reforça o estilo moderno da marca, com o tradicional “tiger nose”, faróis em LED e lanternas em formato de bumerangue que avançam pela coluna C — que pode ter cor contrastante na versão SX Prestige. O modelo mede 4,42 m de comprimento, 1,82 m de largura e 1,54 m de altura, com entre-eixos de 2,72 m.
A cabine oferece conforto e bom espaço interno, com porta-malas de 425 litros (1.419 litros com os bancos rebatidos). As rodas são de liga leve aro 18”, e a plataforma K3 utiliza 51% de aço de alta resistência, garantindo mais rigidez e segurança.
O Niro traz suspensão dianteira independente tipo MacPherson e traseira Multilink, além de modos de condução Eco e Sport. O pacote de segurança inclui seis airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e sistema Isofix.
Entre os recursos de assistência ao condutor (ADAS), estão alerta de fadiga, assistentes de permanência e centralização em faixa, alerta de colisão frontal, controle automático de farol alto e câmera de ré com guias dinâmicas.
O SUV é oferecido em 17 combinações de cores, incluindo opções exclusivas com a coluna C contrastante na versão SX Prestige.
Marca americana fará aporte de US$ 170 milhões na fábrica de Pacheco, na Argentina.
Depois de confirmar a fabricação da Ranger Cabine Simples na Argentina, a Ford agora anuncia que sua picape média será híbrida Plug-in em 2027. Com a novidade, a marca americana vai dificultar ainda mais a vida da Toyota Hilux.
Esse montante se soma aos US$ 700 milhões já aplicados no período de 2021-2025 na planta, que foi totalmente transformada para o lançamento da nova geração da Ranger, incluindo uma nova fábrica de motores e a introdução das versões cabine simples da picape. Com isso, o investimento total foi elevado a US$ 870 milhões.
O anúncio foi feito por Jim Farley, CEO da Ford, na Fábrica de Pacheco, durante uma visita de revisão de negócios na América do Sul. “Estamos orgulhosos do nosso crescimento na América do Sul e entusiasmados em trazer esta nova tecnologia com a Ranger Híbrida Plug-in produzida na Fábrica de Pacheco, que demonstra o nosso profundo compromisso com a região”, comentou o executivo.
“Este novo investimento é mais um passo na consolidação da Fábrica de Pacheco como um centro regional de produção de picapes, adicionando uma versão eletrificada de altíssima tecnologia para potencializar o sucesso da Ranger”, disse Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul. “Ela faz parte da nossa estratégia de dar poder de escolha aos clientes, com liberdade de optar pelo tipo de propulsão que melhor se adapta às suas preferências.”
A Ranger Híbrida Plug-in vai oferecer o melhor de dois mundos aos clientes: a experiência de condução de um veículo elétrico com zero emissões, combinada com a autonomia estendida de um veículo híbrido, tornando-se uma aliada ideal tanto para o trabalho quanto para o lazer.
A chegada da nova geração praticamente dobrou a participação de mercado da Ranger na América do Sul. Neste ano, a picape celebra 30 anos no mercado sul-americano e caminha para registrar um novo recorde histórico anual de produção, com 76.000 unidades. Para atender à evolução da demanda, a Ford anunciou recentemente um aumento na velocidade da linha para atingir um ritmo anual de produção superior a 80.000 unidades em 2026, além do lançamento de novas versões de trabalho da picape.
Marca japonesa confirma que o velho Kicks Play passará a ser chamar Kait no próximo, após passar cirurgia plástica
Em evento realizado no Japão, a Nissan confirmou o nome Kait para seu novo SUV. Mas que de novo, terá somente o nome e mudanças visuais na dianteira e traseira, mas em sua essência tem corpo, alma e coração do Kicks Play.
O teaser revela que o Kait terá nova traseira com desenho moderno para tentar distanciar qualquer associação com o Kicks Play. A placa de identificação será deslocada para o para-choque.
A Nissan não diz sobre qual plataforma o Nissan Kait será produzido, se limitando a dizer que ele é fruto de parte dos investimentos de R$ 2,8 bilhões que a ela está realizando no Brasil
A marca japonesa diz que o Kait atenderá o mercado brasileiro e mais 20 países, onde ele entrará no lugar do Kicks Play.
“Estamos muito entusiasmados para o início da produção do novo Nissan KAIT em nosso Complexo Industrial de Resende, no Brasil. Este projeto representa uma clara demonstração do nosso compromisso com a América Latina. É um novo SUV pensado para a região, feito por mãos latino-americanas e que ganhará o mundo”, afirma Guy Rodriguez, presidente da Nissan América Latina.
Em comunicado oficial, a Nissan diz que detalhes e especificações serão divulgados no momento do seu lançamento oficial. Mas na realidade, a marca está apenas postergando para confirmar que o seu velho novo SUV, manterá o conjunto mecânico do Kicks Play.
Ou seja, virá equipado com o motor 1.6 Flex que seguirá entrega potências de 113 cv com etanol e 110 cv com gasolina a 5.600 rpm. Já o torque com etanol fica em 15,2 kgfm e 14,9 kgfm com gasolina a 4.000 rpm. O câmbio é o automático CVT.
Foto principal | Nissan/Divulgação
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Montadora patrocina competição estudantil em Camaçari e contrata seis novos estagiários após o evento
A Ford reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento de novos talentos da engenharia ao patrocinar, pelo 18º ano consecutivo, a etapa Nordeste do Baja SAE Brasil, realizada no último fim de semana no Cimatec Park, em Camaçari (BA). O evento, que é um dos mais tradicionais no calendário estudantil de engenharia, contou com cerca de 350 estudantes de 17 equipes universitárias, que desenvolveram e testaram veículos off-road desde o projeto até a prova final de resistência.
O Cimatec Park, sede do Centro de Desenvolvimento e Tecnologia da Ford, foi o palco ideal para a disputa. Lá, mais de 1.500 especialistas da marca atuam em projetos de inovação global, criando soluções para os carros e a mobilidade do futuro.
Como parte das ações do evento, a Ford também realizou o Ford Day, que recebeu 80 estudantes para conhecer as áreas de Engenharia, Benchmark, Software, Realidade Virtual e Plataformas. A iniciativa rendeu frutos imediatos: seis participantes foram contratados como estagiários da companhia.
A 18ª Competição Baja SAE Brasil – Etapa Nordeste teve como vencedoras as equipes Cactus Baja (UFERSA Mossoró), Caraubaja (UFERSA Caraúbas) e Car-Kará Baja SAE (UFRN Natal), todas do Rio Grande do Norte. Além da corrida de endurance, os times foram avaliados em provas de tração, velocidade, manobrabilidade e apresentação técnica dos projetos.
“É uma grande satisfação para a Ford apoiar o Baja SAE Brasil, evento que aproxima a indústria e o mundo acadêmico e abre portas para futuros talentos da engenharia, acelerando a sua preparação para o mercado de trabalho”, afirma Paulo Oliveira, engenheiro-chefe de Powertrain e Eletrificação da Ford.
SUV compacto derivado do Polo tem semelhança com o hatch, mas capô alto paralelo ao chão e a traseira diferenciam o estilo. Versão topo de linha é bem equipada e preço, elevado. Leia o teste
Por Paulo Eduardo
Chama atenção à primeira vista o capô alto e paralelo ao chão também por questões de segurança e a coluna C (traseira) bem larga no estilo Golf. Esteticamente diferente para marcar o estilo Tera, além da traseira alta.
Tera obteve nota máxima no teste de impacto do Latin NCAP. Usa a arquitetura MQB de alto nível de resistência, que é aplicada em todos os modelos a combustão do grupo VW independentemente das dimensões.
Internamente, o painel central tem desenho bem diferente e marca o estilo Tera. Usa plástico duro, mas a textura torna o visual agradável. Forros de porta também têm apliques de outra cor para quebrar a monotonia na versão topo de linha.
Os bancos dianteiros do VW Tera High Outfit têm apoio de cabeça integrado e assentos no limite do apoio ideal para pernas. Forração dos bancos é em material sintético (opcional) que não transpira. O contato do corpo com tecido ou tear fino é mais agradável do que o couro natural ou material sintético equivalente.
Espaço no banco traseiro é para dois ocupantes com conforto. Acesso requer abaixar para não esbarrar a cabeça. Passageiro de 1,80 m se acomoda sem esbarrar a cabeça no teto. Há duas portas USB atrás. Encosto do banco fracionado possibilita transportar bagagem e ocupante.
Porta-malas do VW Tera High Outfit tem boa capacidade (350 litros), e pega de fechamento centralizada, que facilita para canhoto e destro. Ergonomia correta. Porém, o assoalho fundo, abaixo da linha de fechamento da tampa traseira, exige posicionamento inadequado para colocar e retirar bagagem mais pesada. Falha em ergonomia.
Motorista fica bem posicionado ao volante, que tem coluna de direção regulável em altura e distância, assim como regulagem de altura do banco. Volante tem muitos comandos, que complicam a ergonomia, e está revestido com material rugoso que evita deslize involuntário das mãos. Ponto em ergonomia.
Somente cinto dianteiro do motorista tem regulagem de altura, o do passageiro não. Economia de palito, pois o passageiro dianteiro de estatura menor viaja sem o mesmo conforto.
Há muitas funções na tela tátil de 10,1 polegadas do sistema multimídia, inclusive de estações de rádio. Comandos físicos são mais bem adequados e ergonomicamente corretos. Dirigir e tatear a tela ao mesmo tempo compromete a segurança.
Espelhamento sem fio para Android e Apple, baixa aplicativos na tela do sistema multimídia e acesso ao aplicativo da marca com mais de 15 funcionalidades na tela do celular.
Quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas tem três possibilidades de configuração. Acabamento interno é bom com encaixes e arremates benfeitos. Sob o forro do porta-malas, acabamento destoa com prime em vez de tinta. A maioria dos fabricantes economiza ali.
Retrovisores do VW Tera High Outfit estão bem dimensionados e câmera de ré tem boa definição de imagem que compensam a visão traseira limitada pela largura da coluna C. Limpadores e lavadores do para-brisa cumprem bem a função.
Faróis em LED iluminam bem, mas facho baixo deveria ter mais alcance para não acionar o alto e provocar ofuscamento em outros motoristas. O facho alto tem bom alcance. Não há faróis auxiliares.
O motor turbo de três cilindros tem a mesma potência do up!, mas o câmbio é automático de seis marchas com conversor de torque. O conjunto está bem calibrado. Ocorre redução de marcha com diminuição da velocidade e as trocas são perceptíveis e sem trancos.
Desempenho não é estonteante como no up!, que pesa cerca de 200 quilos a menos, mas satisfaz. Fabricante declara 11,7 segundos para atingir 100 km/h com etanol e um décimo a mais com gasolina. Consumo de gasolina foi de 11 km/l na estrada e de 6 km/l na cidade.
Retomada (ultrapassagem) requer atenção por que a reação não é imediata à aceleração. Vai bem depois do ligeiro retardo inicial. A direção está bem calibrada e é comunicativa, apesar de o ponto central carecer de melhor definição. Diâmetro de giro de 10,8 metros não é pequeno, mas não complica manobra por causa do comprimento menor.
A suspensão mais elevada em 1,2 cm em relação ao Polo Track (17,8 cm contra 16,6 do Track), torna o rodar mais áspero sobre piso irregular, principalmente pelos pneus de perfil baixo (55) nessa versão. Ocorre transferência mais intensa para dentro sobre ondulação.
A maior altura do solo possibilita trafegar em caminho ruim sem esbarrar com frequência nas imperfeições. Carroceria se movimenta pouco em curva, apesar da altura. O ajuste mais firme da suspensão é que garante a boa estabilidade, mas penaliza um pouco o conforto.
Os freios a disco nos dois eixos garantem imobilização do VW Tera High Outfit em simulação de emergência e sem desvio de trajetória, e frente se abaixa muito pouco. A frenagem automática de emergência de série funciona muito bem e detecta pedestre. Controle adaptativo de velocidade também é de série.
O VW Tera High Outfit é bom de dirigir, tem comportamento previsível, direção agradável. Difícil não gostar.
Está equipado com seis airbags, controles de tração e de estabilidade, bloqueio eletrônico de diferencial, detector de fadiga, sensor de pressão dos pneus, ar digital, acesso sem chave, partida por comando, assistente de partida em rampa, sensores de estacionamento traseiro, entre muitos outros.
Pode ser equipado com pacote ADAS: alerta de ponto cego no retrovisor, assistente de permanência na faixa com interferência no volante e câmera multifuncional. Custa R$ 2.879.
O pacote OutFit inclui pintura preta em diversas partes e revestimento dos bancos e custa R$ 2.330. O preço sugerido é de R$ 141.890 e com todos opcionais, de R$ 148.849. Garantia é de três anos sem limite de quilometragem. Custa mais de R$ 13 mil em relação ao Polo High.
Motor De três cilindros em linha, dianteiro, transversal, 999 cm³ de cilindrada, flex, turbo, de 116 cv (etanol) e 109 cv (gasolina) de potências máximas a 5.000 rpm e torques máximos de 16,8 kgfm (e) de 1.750 a 4.500 rpm e de 16,8 kgfm (g) de 1.750 rpm a 4.250 rpm
Transmissão Tração dianteira e câmbio automático de seis marchas com conversor de torque
Direção Tipo pinhão e cremalheira com assistência eletromecânica; diâmetro de giro, 10,8 metros
Freios Disco ventilado na dianteira, e disco sólido na traseira
Suspensão Dianteira, independente, do tipo McPherson, barra estabilizadora; traseira, eixo de torção; altura do solo, 17,8 cm
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