Unidades da picape terão que passar por atualização de software
A Ram realiza recall para suas picapes 2500 e 3500 para a verificação e se necessário atualização do Software do Módulo de Controle do Motor (ECM). Os clientes podem agendar o serviço de reparo a partir do dia 3/11.
As unidades das picapes Ram 2500 e 3500 afetadas pelo recall são ano modelo 2023 e 2024.
Chassis
Confira no quadro abaixo a relação dos chassis das unidades da Ram afetadas pelo recall:
CARRO
ANO MODELOS
CHASSIS ENVOLVIDOS (NÃO SEQUENCIAIS)
2500
2023 e 2024
PG527056 a RG369319
3500
2023 e 2024
PG532579 a RG384122
Falha
De acordo com comunicado oficial da Ram, foi identificada uma não conformidade na calibração do software do módulo de controle do motor (ECM), que poderá gerar falha na coleta de dados de monitoramento da performance do sistema de diagnose de bordo, resultando em uma possível situação de não conformidade com as normas de regência.
O serviço será realizado mediante agendamento prévio. Por esse motivo, é importante que o proprietário contate a concessionária Ram de sua preferência para ser informado sobre a previsão de atendimento. O tempo estimado de reparo é de, aproximadamente, 1 (uma) hora.
Para consultar os números dos chassis envolvidos e/ou obter mais informações, o cliente deve acessar o site www.ram.com.br ou contatar a Central de Serviços ao Cliente Ram pelo WhatsApp (31) 2123 8000 ou pelo telefone 0800 730 7060.
Foto principal | Ram/Divulgação
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Conceito apresentado em 2010 marcou a primeira experiência de co-criação automotiva no Brasil e antecipou tendências que hoje estão nos carros da marca
Há 15 anos, a Fiat apresentava no Salão do Automóvel de São Paulo um projeto que romperia paradigmas na indústria: o Fiat Mio, primeiro carro brasileiro desenvolvido por meio da colaboração direta com o público. Lançado em 2010, o conceito reuniu mais de 17 mil participantes de 160 países em uma plataforma aberta, onde foram enviadas quase 12 mil ideias sobre design, tecnologia, materiais e soluções de mobilidade.
Desenvolvido pelo Fiat Stile Center, em Betim (MG), o Mio tinha como propósito criar o carro do futuro a partir de ideias coletivas. O projeto usava licenças Creative Commons, permitindo que suas criações fossem compartilhadas livremente — algo inédito para a indústria automotiva global. Essa abordagem tornou o processo de desenvolvimento transparente e participativo, antecipando discussões sobre inovação aberta e mobilidade sustentável.
O conceito trazia quatro motores elétricos, um em cada roda, priorizando materiais ecológicos e design futurista. Mais do que um automóvel, o Mio simbolizou uma mudança cultural, ao mostrar que o consumidor podia participar desde as primeiras etapas de criação de um veículo.
Embora nunca tenha sido produzido em série, o Fiat Mio serviu de laboratório para tecnologias e tendências que se tornaram realidade na linha atual da marca. Entre as ideias que surgiram no projeto estavam a integração com smartphones, o uso de telas touchscreen e a conectividade com media players — recursos hoje presentes em todos os modelos da Fiat, com sistemas Android Auto, Apple CarPlay e a plataforma Fiat Connect////Me.
O visual do conceito também influenciou o design de futuros modelos. As assinaturas luminosas em LED, sugeridas pelos participantes, inspiraram a linguagem visual que estreou na Fiat Toro em 2016 e permanece na identidade atual da marca.
A eletrificação, outro tema levantado pelos colaboradores, também antecipou o caminho que a Fiat vem trilhando com veículos híbridos e elétricos, tanto no Brasil quanto no exterior.
Quinze anos após sua estreia, o Fiat Mio segue como um marco da inovação automotiva brasileira. Mais do que um protótipo, tornou-se um símbolo de como a tecnologia e a colaboração podem moldar o futuro da mobilidade — um futuro que o projeto ajudou a prever e inspirar.
Picape média compacta chegará entre o fim de 2026 e começo de 2027 com sistema híbrido leve de 48 volts
A Volkswagen anunciou ontem (31/10) que todos os novos projetos a partir de 2026 terão alguma nível de eletrificação. O primeiro modelo será a picape do Projeto 247 ou Udara, mas o Autos Segredos aposta que o nome será Therion.
A picape média compacta será produzida em São José dos Pinhais (PR) entre o fim de 2026 e começo de 2027. Inicialmente, ela dividirá as linhas de produção com o atual T-Cross e o Virtus. Mas, na nova geração, o SUV será produzido em São Bernardo do Campo (SP).
A engenharia alemã e seus fornecedores seguem usando o Tiguan Allspace como mula de testes. A frente ostenta para-choque, grade e faróis que devem ser próximos a versão final da picape. Na traseira, a tampa do porta-malas está com abertura até a base do para-choque, já simulando uma caçamba de picape.
A mula como são chamados os protótipos nessa fase de desenvolvimento de um projeto, já contam com todas as medidas do modelo final, como altura, entre-eixos, largura e comprimento.
De lado, o protótipo da nova picape VW tem as linhas da antiga geração do SUV com os retrovisores apoiados nas portas. A única diferença gritante é o tamanho da porta traseira. A porta traseira bem larga deixa evidente o enorme entre-eixos da VW Therion. Nossa aposta é que a picape monobloco será a concorrente que mais se aproximará em porte em relação à Fiat Toro.
Outro detalhe importante revelado pelas imagens é a suspensão com eixo rígido com feixe de molas, o sistema é similar ao da Fiat Strada. Neste quesito, ao adotar uma suspensão mais robusta, a VW indica quer que sua picape tenha boa capacidade de carga.
Por dentro, a VW Therion pode se inspirar no Tera e contar com revestimentos texturizados em forrações de porta e painel principal.
A picape terá sistema híbrido leve de 48 volts. Therion terá o motor 1.5 eTSI que conta com o sistema híbrido leve de 48 Volts que juntos fornecem 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. O câmbio será o automatizado de dupla embreagem de sete marchas.
Assim como o sistema híbrido leve de 12 volts usado nos Fiat Pulse e Fastback, o de 48 volts da Volkswagen troca o motor de arranque e alternador por um dispositivo multifuncional que atua cumprindo as duas funções. Entretanto ele pode ajudar o motor a combustão com potência adicional.
Já a bateria de lítio de maior capacidade também pode cuidar de mais sistemas.
O sistema de 48 volts da Volkswagen pode desligar o motor a combustão em velocidade de cruzeiro para reduzir o consumo, já que a assistência da direção, dos freios e demais periféricos para o deixar o carro em movimento são geridos por ele.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Marca dá continuidade ao primeiro chamado realizado em janeiro de 2024
A Jeep realiza recall para o Grand Cherokee, ano modelo 2014 e 2015 para análise e, se necessária, a atualização do software do módulo PCM. O atendimento começará na segunda-feira (3/11).
A campanha é continuidade da convocação realizada em 5 de janeiro de 2024.
Chassis
Confira os chassis das unidades do Jeep Grand Cherokee afetadas pelo recall:
CARRO
ANO / MODELO
CHASSIS ENVOLVIDOS (NÃO SEQUENCIAIS):
Grand Cherokee
2014 e 2015
EC270484 a FC909951
Falha
De acordo com comunicado oficial da Jeep,foi identificada a possibilidade de perda de potência do motor com o veículo em movimento devido a inconsistência no envio do sinal eletrônico do eixo do virabrequim para a central de comando motor (PCM).
Por conta do feito, as chances de acidentes serão potencializadas com riscos de danos materiais, danos físicos ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo e/ou a terceiros.
O tempo estimado de reparo é de, aproximadamente 1 (uma) hora.
Para consultar os números dos chassis envolvidos e/ou obter mais informações, o cliente deve entrar em contato com a Central de Serviços ao Cliente Jeep pelo telefone 0800 703 7150, consulte o site www.jeep.com.br ou envie uma mensagem pelo WhatsApp (31) 2123 4000.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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VW confirmou que a partir de 2026 todo projeto novo desenvolvido na América do Sul terá versão eletrificadas
A Volkswagen anunciou que no próximo ano, todos os novos carros em desenvolvimento para a América do Sul e Brasil terão versões eletrificadas. A primeira será a picape Therion, cujo nome interno é Projeto Udara, conforme antecipamos em fevereiro deste ano. A picape estreará entre o fim de 2026 e começo de 2027.
A picape que será produzida em São José dos Pinhais terá sistema híbrido leve de 48 volts. Therion terá o motor 1.5 eTSI que conta com o sistema híbrido leve de 48 Volts que juntos fornecem 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. O câmbio será o automatizado de dupla embreagem de sete marchas.
Assim como o sistema híbrido leve de 12 volts usado nos Fiat Pulse e Fastback, o de 48 volts da Volkswagen troca o motor de arranque e alternador por um dispositivo multifuncional que atua cumprindo as duas funções. Entretanto ele pode ajudar o motor a combustão com potência adicional.
Já a bateria de lítio de maior capacidade também pode cuidar de mais sistemas.
O sistema de 48 volts da Volkswagen pode desligar o motor a combustão em velocidade de cruzeiro para reduzir o consumo, já que a assistência da direção, dos freios e demais periféricos para o deixar o carro em movimento são geridos por ele.
A nova geração do T-Cross será maior e há quem diga que ele terá linhas inspiradas no novo T-Roc europeu ou até uma versão nacional do SUV. Sua estreia está prevista para 2027. Ele será o primeiro HEV da marca produzido no Brasil. O SUV terá em versões mais caras o motor 1.5 eTSI associado a um motor elétrico, em potência combinada, o sistema HEV terá potências entre 170 e 180 cv.
Já a nova geração do VW Nivus chegará ao mercado brasileiro em 2028 e contará com um sistema híbrido leve de 48 volts. O SUV Coupé deverá ter suas versões eletrificadas associadas ao motor 200 TSI. O sistema híbrido de 48 volts troca o motor de arranque e alternador por um dispositivo multifuncional que atua cumprindo as duas funções. Entretanto ele pode ajudar o motor a combustão com potência adicional
Foto | Volkswagen/Divulgação – Confirmado: produção do 1º veículo com a Plataforma MQB37 será na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), com sistema de propulsão HEV flex
A Volkswagen também confirmou que os novos modelos do Projeto Saga serão construídos a partir da plataforma MQB37. Essa plataforma será restrita a São Bernardo do Campo (SP) inicialmente.
Para impulsionar as exportações e o desenvolvimento de novas tecnologias de eletrificação em seu portfólio, com foco na breve estreia dos modelos híbridos em todas as suas modalidades possíveis – híbridos leves, híbridos e híbridos plug-in -, a Volkswagen do Brasil adquiriu linhas de crédito de R$ 2,3 bilhões junto ao BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Cada um dos híbridos é pensado para atender às diferentes necessidades dos consumidores brasileiros e para aproveitar ao máximo o potencial dos biocombustíveis nacionais. É a união da sustentabilidade, autonomia e performance! O aporte também inclui o desenvolvimento de tecnologias de ADAS (Advanced Driver Assistance Systems, em português Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor) e de conectividade (infotainment).
“Tem início uma nova era de eletrificação da Volkswagen do Brasil. A partir de 2026, todo novo Volkswagen desenvolvido pela nossa Engenharia e fabricado na Região América do Sul terá versões eletrificadas! Vamos oferecer híbridos em todas as modalidades possíveis: híbridos leves, híbridos e híbridos plug-in, que representam nosso compromisso com o futuro da mobilidade sustentável. Teremos uma solução completa, democratizando a eletrificação e o acesso a tecnologias avançadas de segurança, conectividade e inteligência artificial. O aporte de R$ 2,3 bilhões, viabilizado pelo BNDES, acelera a transição energética e tecnológica da Volkswagen do Brasil e fortalece ainda mais a nossa Engenharia. Estamos atuando para impulsionar a indústria nacional, que desenvolve e produz carros aqui, gerando empregos e acelerando a economia”, afirma o presidente e CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom.
A Volkswagen acredita na força do Brasil e da Região América do Sul e segue como uma das protagonistas do maior ciclo de investimentos do setor para construir o futuro da mobilidade sustentável. A Volkswagen está investindo R$ 20 bilhões na Região América do Sul até 2028, com uma ofensiva de 21 novos veículos para a região, dos quais 10 já foram lançados. Desse total, são R$ 16 bilhões de investimentos no Brasil, até 2028, com uma ofensiva de 17 novos veículos no País, dos quais oito foram lançados com sucesso (Novo T-Cross, Nova Amarok, Novo Nivus, Nivus GTS, Tera, Golf GTI, Novo Jetta GLI e Novo Taos). A breve estreia dos híbridos está entre os destaques.
Parceria inédita entre as marcas celebra o São Paulo Grand Prix 2025 e marca o Méqui como novo race partner da Oracle Red Bull Racing
Aquecendo os motores para o São Paulo Grand Prix 2025, o McDonald’s e a Red Bull anunciam uma parceria inédita que promete conquistar os fãs de automobilismo. O Méqui é o novo race partner da Oracle Red Bull Racing e, para celebrar o início dessa colaboração, lança uma miniatura colecionável do carro RB21, inspirado no modelo pilotado por Max Verstappen nesta temporada da Fórmula 1.
A réplica traz a pintura oficial da equipe e os tradicionais arcos dourados do McDonald’s posicionados na frente do halo. A ação integra a parceria entre as duas marcas no Brasil e acompanha outra novidade: a partir de outubro, o McDonald’s passa a oferecer o Red Bull Energy Drink em seus restaurantes, ampliando o portfólio de bebidas da rede.
As miniaturas chegam aos restaurantes participantes em duas etapas de distribuição. Para garantir o colecionável, os clientes devem acessar o aplicativo do Méqui, resgatar um dos cupons disponíveis — limitados a um por CPF — e gerar um QR Code para apresentação nas unidades participantes.
Serão disponibilizados dois tipos de cupons:
Cupom 1: compra de uma McOferta (Big Mac, Quarterão Cheddar McMelt, McChicken ou McNuggets 10 unidades), um Red Bull Energy Drink e o carrinho colecionável, a partir de R$ 139,90.
Cupom 2: compra de um carrinho individual, a partir de R$ 119,90.
A novidade estará disponível a partir de 4 de novembro nos restaurantes selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Distrito Federal. A compra poderá ser feita no balcão, totens de autoatendimento ou Drive-Thru, conforme disponibilidade.
Mais informações sobre as unidades participantes e demais ações promocionais estão disponíveis nas redes sociais e no site oficial do McDonald’s.
Foto principal | Fabio Piva
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Coleção inédita celebra a história da marca francesa e a estética do streetwear brasileiro em peças que mesclam tradição, funcionalidade e criatividade
Guiadas pela mesma essência criativa, a Peugeot e a marca brasileira de streetwear Piet anunciaram uma colaboração inédita que chega ao mercado em 31 de outubro de 2025. A coleção Peugeot x Piet marca o encontro entre tradição e vanguarda, conectando o design automotivo da fabricante francesa à energia da cultura urbana.
A parceria nasce da convergência entre o projeto “Drive to Create”, da Peugeot — que aproxima a marca do universo das artes visuais — e a proposta estética da Piet, criada por Pedro Andrade e reconhecida por seu olhar contemporâneo sobre a moda brasileira. A coleção reflete o DNA das duas marcas, unindo design, funcionalidade e autenticidade em peças que simbolizam movimento e expressão criativa.
O ponto de partida da collab foi o início da história da Peugeot, quando a empresa ainda era uma fundição de metais e produzia objetos de aço, entre eles as bicicletas — símbolo de mobilidade e inovação. Essa fase inspirou a narrativa visual da coleção, que revisita diferentes momentos da trajetória da marca sob a ótica da Piet.
O processo criativo envolveu uma pesquisa detalhada sobre a iconografia da Peugeot, desde os primeiros logotipos até a evolução de seus automóveis. A partir disso, a Piet construiu uma linha narrativa dividida em capítulos, reinterpretando elementos do design automotivo — como as linhas e costuras internas do Peugeot 2008 — em peças de vestuário.
O mix de produtos inclui a Jaqueta Workwear, inspirada na clássica jaqueta azul usada por trabalhadores franceses, além de camisetas gráficas, jerseys de ciclismo, jeans com costuras inspiradas nos bancos do Peugeot 2008, bonés e bolsas. A paleta de cores combina azul, preto, cinza e off-white, com toques de verde e vermelho.
Os tecidos tradicionais, como denim e piquê, ganham novos contornos com bordados manuais, etiquetas exclusivas e acabamentos contemporâneos. Voltada a um público que valoriza design, história e autenticidade, a coleção Piet x Peugeot está disponível a partir de hoje na Piet Flagship Store, em São Paulo, e no sitepiet.com.br.
Museu Gandini, em Itu (SP), guarda exemplares raros que contam a trajetória da marca coreana no país desde 1992, incluindo a primeira nota fiscal da Kia e modelos que marcaram época como a Besta e o Sportage.
A história da Kia no Brasil começou oficialmente em 1992, quando a marca coreana iniciou a importação de veículos para o país. Um dos primeiros modelos trazidos foi o caminhão da série Besta, símbolo do início das operações da marca em território nacional. O documento da primeira nota fiscal emitida pela Kia no Brasil permanece guardado no Museu Gandini, em Itu (SP), mantido pela família Gandini, representante da marca no país.
Além de inaugurar uma nova fase das importações no início dos anos 1990, a Kia acabou ganhando destaque cultural. Um de seus veículos apareceu na novela Renascer, da TV Globo, em 1993, quando um modelo da série foi usado em uma das cenas mais marcantes da trama.
No museu, é possível acompanhar a evolução da marca por meio de exemplares preservados da linha Besta, que se popularizou no país como opção moderna frente à Volkswagen Kombi. Entre as unidades em exposição estão modelos 0 km das gerações de 1997, 2000 e 2005, todos equipados com motores a diesel, direção hidráulica e ar-condicionado — itens de conforto incomuns na época para veículos de transporte escolar e comercial. Ao longo de sua trajetória, a Besta emplacou cerca de 60 mil unidades no Brasil.
Outro destaque da coleção é o Kia Sportage, SUV que estreou no mercado nacional em 1995. O museu abriga versões raras, como a Sportage Targa, da qual apenas duas unidades foram importadas para o país. O modelo de duas portas com teto em lona faz parte do acervo da família Gandini e foi completamente restaurado.
A trajetória do Sportage é apresentada em ordem cronológica no museu, com unidades das cinco gerações do SUV. A segunda geração, vendida entre 2003 e 2010, já contava com equipamentos como controle de tração, estabilidade e assistente de partida em rampa — tecnologias que só se tornariam obrigatórias anos depois no Brasil.
A terceira geração marcou o auge do modelo, tornando-se o carro importado mais vendido do país na época, com motor 2.0 flex de até 178 cv e câmbio automático de seis marchas. A quarta geração manteve o conjunto mecânico, mas evoluiu em acabamento e tecnologia interna. Já a quinta geração, exibida no museu, introduziu o sistema híbrido leve e um design mais sofisticado.
Foto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapoFoto | Felipe Boutros/AutoPapo
O passeio pela história da Kia termina com o EV9, o SUV elétrico mais caro da marca vendido no país. O modelo, com preço de R$ 749.990, tem dois motores elétricos que somam 385 cv de potência e autonomia superior a 400 km. É também o atual porta-estandarte da marca coreana em tecnologia e design, coroando mais de três décadas de presença da Kia no mercado brasileiro.
Modelos chegam com tecnologia híbrida SHS e reforçam a aposta da marca em eficiência, conectividade e desempenho
A OMODA & JAECOO anunciou a estreia dos SUVs híbridos Omoda 5 HEV e Omoda 7 SHS no mercado brasileiro. Os modelos ampliam o portfólio eletrificado da marca, que já inclui o Omoda 5 elétrico e o Jaecoo 7, consolidando a estratégia da empresa em oferecer opções com tecnologia avançada e alta eficiência energética.
Ambos utilizam o sistema SHS (Super Hybrid System), que combina motor a combustão e propulsor elétrico para otimizar o consumo, reduzir emissões e melhorar a experiência de condução.
Omoda 7 SHS
O novo Omoda 7 estreia no segmento de SUVs híbridos plug-in premium. O modelo combina motor 1.5 TGDI de 99 kW com um sistema elétrico que resulta em potência total de 205 kW (278 cv). Segundo a marca, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos e pode rodar até 1.200 km com um tanque, sendo até 60 km apenas em modo elétrico, conforme dados do Inmetro.
O conjunto mecânico é composto por transmissão híbrida dedicada (1DHT) e motor elétrico de 150 kW e 310 Nm de torque, com eficiência mecânica de até 98%. O modelo também oferece recarga rápida em corrente alternada (AC) e contínua (DC).
O interior do Omoda 7 traz uma tela central flutuante de 15,6 polegadas em resolução 2.5K, alimentada pelo chip Qualcomm Snapdragon 8155. Há ainda carregador sem fio de 50W, head-up display colorido e sistema de comando de voz inteligente.
O design segue a filosofia “Art in Motion”, com grade sem bordas, faróis Full LED e traseira marcada por lanternas em formato de faixa. O acabamento interno é refinado, com até 256 cores de iluminação ambiente, bancos dianteiros com massagem e sistema de áudio com 12 alto-falantes.
Em segurança, o SUV dispõe de oito airbags, incluindo o central dianteiro, e carroceria com mais de 72% de aços de alta resistência. A bateria de íon-lítio tem certificação IP68 contra água e poeira.
O Omoda 7 será oferecido nas versões Luxury (R$ 254.990) e Prestige (R$ 279.990).
Omoda 5 HEV
O Omoda 5 HEV chega como uma alternativa híbrida mais acessível, focada em eficiência e tecnologia. O modelo utiliza o mesmo sistema SHS, com motor 1.5 TGDI de quinta geração, eficiência térmica de 44,5% e motor elétrico de 150 kW e 310 Nm de torque. O conjunto entrega potência combinada de 165 kW (224 cv).
O SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e pode ultrapassar 1.000 km de autonomia total, com emissões de CO₂ reduzidas para 120 g/km. O funcionamento é prioritariamente elétrico, o que proporciona condução silenciosa e linear.
No interior, o Omoda 5 conta com duas telas curvas de 12,3 polegadas, acabamento esportivo Black Sport e seletor eletrônico de marchas. O sistema multimídia também utiliza o processador Qualcomm 8155, com inicialização rápida e comandos de voz em português. O modelo ainda oferece carregador sem fio de 50W e iluminação ambiente configurável.
O pacote de segurança inclui 14 assistentes de condução (ADAS), entre eles controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e frenagem autônoma de emergência. A estrutura tem 78% de aços de alta resistência e airbag central dianteiro.
Os preços partem de R$ 159.990 na versão Luxury e R$ 184.990 na Prestige.
Com os novos lançamentos, a OMODA & JAECOO reforça sua presença no mercado brasileiro e aposta em eletrificação, design moderno e tecnologia de conectividade como pilares para crescimento no país.
SUV médio começa a ser distribuído pela rede Renault; pré-venda já está aberta com preços a partir de R$ 179.990 e motor 1.3 turbo flex
A Renault iniciou o envio das primeiras unidades do Boreal para as concessionárias de todo o país, marcando o início efetivo da chegada do novo SUV médio ao mercado brasileiro. Com pré-venda iniciada em 14 de outubro, o Boreal tem preços a partir de R$ 179.990.
Ele será oferecido em três versões de acabamento — Evolution, Techno e Iconic. Todas são equipadas com o motor TCe 1.3 turbo flex, que entrega 270 Nm de torque, associado ao câmbio automático EDC de dupla embreagem úmida e seis marchas. O conjunto mecânico é o mesmo utilizado no Kardian e já soma mais de um milhão de unidades vendidas na Europa.
Durante a pré-venda, as reservas podem ser feitas pelo site prevenda-boreal.renault.com.br, por meio do programa Boreal R Pass, com sinal de R$ 1.000 — valor que será abatido do preço final na compra. Os participantes do R Pass terão prioridade na entrega, prevista para começar em 21 de novembro.
Entre os benefícios adicionais, a Renault sorteará 30 pares de ingressos para Roland-Garros, tradicional torneio de tênis realizado em Paris, além de enviar um kit de boas-vindas com itens exclusivos da linha Boreal a todos os compradores do programa.
Para o lançamento, a marca também oferece bônus de até R$ 12 mil no usado ou financiamento com taxa zero por meio da Mobilize Financial Services.
O Boreal é o segundo modelo do International Game Plan 2027 no Brasil — plano estratégico global da Renault para mercados internacionais, apresentado em outubro de 2023 pelo CEO da marca, Fabrice Cambolive.
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