

O segmento do futuro parece ser o de subcompactos. Pesquisas apontam grande potencial de vendas para os veículos de dimensões reduzidas e preços idem, em vários mercados do mundo. Assim sendo, não seria estranho se a Nissan desenvolvesse um produto com tais características: o presidente da marca, Carlos Ghosn, disse ontem, 11, durante uma entrevista ao jornal Estado de São Paulo que outro carro compacto será produzido no Brasil em 2014. Ele não revelou detalhes, tampouco citou o modelo mais barato do fabricante atualmente, o March. Mas tudo indica que a novidade atuaria em um segmento mais abaixo.

Durante 2011, os automóveis comercializados pelas marcas filiadas à Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) responderam por 23,3% do mercado brasileiro. A parcela não parece grande, principalmente se comparada ao volume restante, de 76,65%, que ficou as empresas instaladas no Brasil. Porém, basta tomar outro parâmetro de comparação para perceber que os resultados foram significativos: em relação a 2010, os fabricantes associados à entidade tiveram um crescimento comercial de nada menos que 87,4%. Em termos de indústria automobilística, o ano passado foi dos importados.


