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Pesquisa Autos Segredos
Hyundai Sonata já recebe leve face-lift na Coreia
RAM 2500 finalmente voltará a ser vendida no Brasil

A reestilização da RAM aconteceu em 2009, mas só chegará neste semestre. Presente no Salão do Automóvel do ano passado, a picape voltará a ser exibida no 15º Rio Preto Rodeo Country Bulls, evento que acontece de 20 a 24 de julho em São José do Rio Preto (SP). Segundo a marca, agora ela será oferecida com motor turbodiesel Cummins de 6,7 litros, com 310 cavalos de potência e absurdos 83 Kg de torque, que foge ao downsing, já que o 5.9 usado anteriormente gerava 330 cv e o mesmo torque.
Fonte | Dodge
Chery lança pedra fundamental de fábrica no Brasil
A Chery lançou hoje a pedra fundamental de sua fábrica em Jacareí, SP, e se tornou a primeira marca chinesa a se estabelecer industrialmente no Brasil. As instalações estão sendo erguidas em um terreno próximo à BR-116, mais conhecida como Via Dutra. A fábrica terá 400 mil metros quadrados, mas o projeto prevê expansões até a marca de 1 milhão de metros de área construída.
Quando a primeira fase da obra for concluída, em 2013, serão criados 1,5 mil empregos diretos e produzidos cerca de 50 mil veículos ao ano. Posteriormente, quando as instalações forem integralmente implantadas, os postos de trabalho chegarão a 3 mil e a capacidade produtiva saltará para 150 mil unidades anuais. O investimento total é de 400 milhões de dólares.
Na planta paulista, a Chery fabricará quatro veículos derivados de duas plataformas diferentes. Os primeiros deverão ser o Fulwin e o S18. A fábrica de Jacareí começará a operar com um índice de aproximadamente 30% de nacionalização, mas o número chegará aos 50% com o passar do tempo. O mercado interno consumirá de 80% a 85% da produção.
Foto | José Luis da Conceição/Governo do Estado de São Paulo
E assim ficou o Toyota SW4 2012

Nova geração do Hyundai Santa Fe é flagrada e chega em 2013

Já é possível notar que o utilitário passará a adotar o design ”escultura fluida”, que o deixou com cortes mais arrojados e cheio de vincos marcantes na lataria. Para nãotamanho ficará próximo do atual e seu motor, um 3.5 V6 de 285 cavalos adotado recentemente, será mantido. Sendo assim, tudo indica que seus preços serão mantidos no patamar atual, pelo menos lá fora…
Fonte | Joke For Blog
Há 108 anos, Ford vendia o primeiro carro
A primeira venda de um carro com a marca Ford está completando 108 anos. O negócio foi fechado na cidade norte-americana de Chicago, entre o médico E. Pfennig e Henry Ford em pessoa, pelo valor de 850 dólares. O veículo, um “Modelo A”, tinha a primazia do êxito comercial, mas não era o primeiro projeto do engenheiro, que construía quadriciclos motorizados desde 1896.
Henry usou, consecutivamente, várias letras do alfabeto para batizar seus automóveis. Entre veículos produzidos em série e outros experimentais, ele avançou ate a consoante “S”. O mais famoso, o “Modelo T”, foi lançado em 1908 e atingiu o posto de mais vendido do mundo, até ser desbancado pelo Fusca décadas depois. Coincidência ou não, o carismático carrinho da Ford foi substituído em 1927 por outro “Modelo A”, que além do nome e da marca, nada tinha em comum com o xará comercializado em Chicago em 1903.
A primeira fábrica da Ford fora dos Estados Unidos entrou em operação em 1911, na cidade de Manchester, Inglaterra. Em 1919, a marca inaugurava a primeira linha de montagem do Brasil, localizada em um galpão no bairro Bom Retiro, em São Paulo. Naquela época, porém, os carros eram apenas montados no país, com peças importadas. A empresa só começou, de fato, a produzir veículos por aqui no fim da década de 1950, quando a indústria automobilística nacional foi estimulada pelo ex-presidente Juscelino Kubitscheck.
Foto | Ford/Divulgação
MINI Cooper S John Works Cabrio chega este mês por R$149.950

Volkswagen SpaceFox será montada também no Paraná
A SpaceFox, que até agora era produzida apenas na Argentina, ganhará dupla nacionalidade em breve. Segundo a diretoria da marca no Brasil, a perua sairá das linhas de montagem de São José dos Pinhais, no Paraná, dentro de três ou quatro meses, mas não abandonará a planta de Pacheco, no país vizinho, que continuará fabricando a carroceria.
O plano da empresa é produzir 100 unidades da SpaceFox por dia no Brasil. A decisão de transferir parte da produção da SpaceFox teve motivação técnica. A planta argentina precisa de espaço para fabricar mais unidades da picape Amakok, que ganhará novas versões em breve.
Foto | Volkswagen/Divulgação
Ao Volante: Prazer ao dirigir é o foco do Ford Focus
Hatch médio da Ford mantém a dirigibilidade como maior virtude. A versão Titanium, avaliada pelo Autos Segredos, é top de linha e traz muitos equipamentos, mas tem preço elevado
Eu tinha quase 17 anos quando a Ford lançou a primeira geração do Focus no Brasil, em julho de 2000. Lembro-me que, desde o início, a mídia especializada fez muitos elogios à dirigibilidade do hatch, mas o estilo New Edge adotado na época me causava estranheza. O tempo fez com que eu me acostumasse ao design e passasse até a gostar dele. Em 2008, quando o modelo atual chegou ao país, a história se repetiu apenas em parte: a imprensa automotiva continuava a destacar as mesmas virtudes, mas as formas da carroceria foram suavizadas, seguindo a linguagem Kinetic, que o fabricante emprega agora. O resultado é um carro capaz de agradar aos olhos de mais pessoas e que tem conseguido melhores números de vendas.
Já na fase adulta, tive a oportunidade de experimentar as duas gerações do Focus, e posso afirmar que os elogios dos colegas jornalistas são justos. A sensação é que a Ford priorizou o motorista quando estava desenvolvendo o projeto do veículo. Os passageiros, por outro lado, não foram esquecidos: ficam bem acomodados e contam com bastante espaço, proporcionado pelo entre-eixos de 2,64 m. O acabamento interno também satisfaz, com arremates corretos e materiais emborrachados nos revestimentos das portas e do painel. O porta malas, porém, é apenas razoável, com 328 litros de capacidade. Pelo menos o vão de acesso ao compartimento é grande, o que permite a entrada de volumes maiores.




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