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Fiat Strada Sporting já é estocada nos pátios da fábrica

Antecipada há mais de um ano pelo Autos Segredos a Fiat Strada Sporting (veja aqui, aqui e aqui). Na época o fabricante montou protótipos com motores 1.4 Fire e 1.8 Powertrain. Sendo que inclusive o fabricante apresentou em dezembro a versão equipada com o antigo propulsor 1.8. Mas, como o motor estava perto de seu fim nos modelos Fiat o fabricante alterou o cronograma de desenvolvimento.

Agora um ano depois finalmente a versão deverá ser lançada no fim de agosto com o motor E.torQ 1.8 16V. Algumas unidades são montadas com o 1.6 16V, que provavelmente deverão ser para o Mercosul. As principais alterações são spoliers nos para-choques dianteiro e traseiro, saias nas laterais, farol de máscara negra e rodas de liga leve aro 16. No interior os bancos terão os mesmos revestimentos usados no Palio 1.8R com direito aos cintos de segurança vermelhos.

Foto Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Fiat Linea já é equipado com motor E.torQ

No dia 9 de dezembro de 2009 fiz um post afirmando que o motor 1.9 16V do Linea estava com os dias contados. O post rendeu muitos comentários, dos quais muitos duvidavam de tal substituição, dizendo que a notícia era baseada em suposições (veja aqui). Na época tinha apurado que a Fiat já não encomendava componentes para a produção dos propulsores.

Agora quase 8 meses depois, a notícia que muitos achavam que era suposição, se confirma. O Linea já é equipado com motor E.torQ. Algumas unidades saem para testes para finalizar os últimos acertos conforme flagra. O lançamento da linha 2011 deve ocorrer nas próximas semanas.  As versões tops usarão o motor 1.8 16V. Entretanto, especula-se que a versão LX possa vir equipada com o propulsor 1.6 16V.

Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Novo flagra do Fiat Uno Sporting

O Fiat Uno Sporting foi antecipado com exclusividade pelo Autos Segredos (veja aqui), depois ele apareceu aqui em projeção (veja aqui) e por último em flagra (veja aqui). Agora novamente flagrado pela reportagem o protótipo já mostra algumas semalhanças com a bela projeção feita pelo João Kleber do Amaral do site Garagem do João.

No protótipo já se observa as furações para as molduras  nas caixas de roda, que seguirão o mesmo estilo do Punto T-Jet.   A princípio o o modelo de testes usa pneus Goodyear Eagle NCT 5 186/60 aro 15.

As principais alterações serão os spoliers laterais, saias nos para-choques dianteiros e traseiros, aerofólio na tampa traseira. As lanternas serão fumês e os faróis terão máscara negra.
No interior apenas novos grafismos no painel e revestimentos dos bancos com tecidos diferenciados.

MOTOR Na motorização o motor 1.4 Fire deverá ser mesmo o de oito válvulas. Porém, acredito que a potência poderá ser revista. Na apresentação que a Fiat fez para um pequeno grupo de jornalistas na fábrica em Betim, dos quais eu fazia parte. O diretor de Engenharia de Produto da FPT Mercosul,João Irineu Medeiros, deixou claro que o 1.4 poderia ter mais potência, mas, como a prioridade deles era a economia e o baixo nível de emissões de poluentes, optou-se pela potência atual. Mas, com o apelo esportivo do Sporting o fabricante poderá recalibrar o motor 1.4 EVO para que ele tenha mais potência.

Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
Projeções João Kleber Amaral/Garagem do João

Renault Duster será apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo

Além das baixas vendas a saída da Renault Scénic tem outro forte motivo que é para abrir espaço para se produzir o Duster. O jipe já está praticamente pronto para chegar ao mercado nacional, ele já está inclusive em fase final de acabamento e preparação.

O Duster será uma das atrações da marca de origem francesa ao lado do sedã Fluence.No desenvolvimento do modelo o fabricante usou como mula de testes diversos Logans, isso, justifica o fato de não ter aparecido flagras dos protótipos nas estradas do Paraná.

O Duster tem a missão de conquistar os consumidores que compravam a Scénic e a Mégane Grand Tour.Na motorização o Duster terá os motores 1.6 16V Flex e o 2.0 16V da Nissan, o mesmo que equipa o Sentra. Sendo que o 2.0 ainda terá a opção de câmbio automático. Pelo menos por enquanto uma opção 4×4 do Duster está descartada.

FLUENCE O susbstituto do Mégane usará o propulsor 1.6 16V Flex e também o 2.0 16V do Sentra. O novo sedã será produzido somente na planta da Argentina.

PERUA O Logan MCV flagrado em testes por um leitor do Autos Segredos no Brasil (veja aqui), pode estar com o passaporte carimbado para o mercado nacional. Como o projeto da picape morreu, o MCV poderia ser fabricado e seria concorrente de Peugeot 207, Volkswagen SpaceFox e similares, porém, com uma  boa vantagem no tamanho interno. A favor da nacionalização do modelo é que o MCV usa a mesma plataforma da Nissan Livina, o que reduziria o custo de sua produção.

Foto Renault/Divulgação

Atualizações sobre a nova Chevrolet Montana

Confirmado a nova Chevrolet Montana terá uma versão esportiva e o nome de batismo será Sport. As principais diferenças em relação a versão normal serão faróis de máscara negra, spoiler lateral, lanterna fumê, rack no teto e possívelmente rodas aro 16, sendo que o interior deverá ser igual ao do Agile LTZ.

Além da versão esportiva a picape terá uma versão simplificada voltada para o trabalho, ambas chegam em setembro. A versão aventureira ainda não está confirmada, mas, a marca não ficará de fora desse segmento. Prova disso, é que o fabricante testa protótipos com um diferencial blocante, no estilo do usado nos modelos aventureiros da concorrente Fiat. O sistema inclusive deverá ser do mesmo forncedor da Fiat a Eaton. A versão deverá ser lançada posteriormente com o sobrenome de Off Road.

A picape terá um visual dianteiro diferente do Agile, como adiantado em duas ocasiões pelo Autos Segredos (veja aqui e aqui). Confira projeção que foi atualizada com base em desenhos da dianteira que a reportagem teve acesso.

Os novos para-choques terão farois de neblina diferenciados, além de novas entradas de ar, sendo que ele ainda ficará mais pronunciado simulando quebra-matos. Todas as versões terão o mesmo para-choque, o que muda são os apliques que a versão aventureira terá para deixar o desenho mais encorpado.

Na traseira a placa fica na tampa, emoldurada por uma régua que fica na parte de superior. Nas lanternas, nossa primeira projeção cometemos o equivoco de colocar que elas teriam extensão na tampa. O que corrigimos com base em novas informações.

A picape do Agile deverá ser comercializada em três versões, sendo uma normal, uma aventureira e outra esportiva e todas serão equipadas com o propulsor 1.4 EconoFlex. No teto da picape ela terá um ressalto no centro do começo ao fim, simulando uma entrada de ar, cujo seu formato começa baixo e termina alto com perfil de triângulo. O santantonio terá uma barra no teto como o da picape Peugeot Hoggar.

Na lateral o step side será mantido no mesmo formato da Montana, porém, um pouco maior e  ficará disposto um pouco mais para trás. O modelo não terá cabine estendida e o vidro vigia será mais reto do que o da Montana, sendo que a parte que vai de encontro a porta será levemente arredondada, mesmo assim o seu formato ainda lembra o da antiga picape. Já a porta é a mesma do Agile. O modelo terá um porte menor do que a Montana, ficando mais curta, sendo que a caçamba é mais rasa, porém, com a largura do Agile.

Projeções João Kleber Amaral/Garagem do João/Especial para  o Autos Segredos

Nostalgia: Pequeno sedutor

A união entre a mecânica Volkswagen e uma carroceria arrojada resultou em um dos mais cativantes esportivos nacionais, cultuado até hoje no Brasil e no exterior

Alexandre Carneiro Soares (*)
Especial para o Autos Segredos

Na época do lançamento, nome oficial do pequeno cupê projetado e produzido no Brasil era Puma GT 1.500. Com o passar do tempo, a sigla foi alterada para GTE, GTI, e finalmente, AM3. O conversível, inicialmente chamado de 1.600 Spyder, virou GTS, GTC e AM4. Mas, nas ruas, é difícil ouvir alguém referindo-se a eles com as nomenclaturas estabelecidas pelo fabricante. No mercado, ambos são conhecidos como “Puminha”. O apelido faz sentido: o carro tinha 3,96 metros de comprimento, 1.58 de largura e apenas 1,16 de altura. O peso, em torno de 700 quilos, era igualmente reduzido, graças ao uso de fibra de vidro na confecção da carroceria, no lugar das tradicionais chapas de aço. Com um corpinho tão esbelto, o confiável propulsor Volkswagen refrigerado a ar era suficiente para proporcionar desempenho compatível com o de outros esportivos da época. O chassi era compartilhado com o Karmann Ghia, mas tinha o entre-eixos encurtado para 2,15 metros. A suspensão passou por ajustes, com resultados bastante positivos para o comportamento dinâmico. Surgia assim a fórmula do mais desejado esportivo fora de série já concebido em solo nacional.

O carro surgiu no ano de 1967 apenas na configuração cupê com teto rígido, com o primeiro nome, de Puma GT 1.500. Era o segundo automóvel produzido pela marca paulista. O primeiro, chamado simplesmente de Puma GT, foi descontinuado porque a DKW-Vemag, que fornecia toda a base mecânica para o modelo, havia sido comprada e desativada pela Volkswagen.

Para substituir o bloco de três cilindros e dois tempos proveniente da Vemaguet e do Belcar, era escolhido o maior propulsor que Vokswagen disponibilizava no Brasil naquele período, com 1,493 litro e 60CV de potência bruta. No Karmann-Ghia e na Kombi, o motor gerava potência bruta menor, de 52CV. Os números cresciam porque a Puma instalava um kit para otimizar o rendimento, dotado de dois carburadores, que substituíam o original único, além de um cano de escape esportivo.

SUCESSO As linhas do novo esportivo impressionavam, e o “Puminha” logo virou objeto de desejo. O capô baixo e os faróis recuados lembravam bólidos ingleses e italianos. Como o motor era traseiro, as entradas de ar foram posicionadas nas colunas posteriores, logo atrás das janelas. O formato das aletas de refrigeração lembrava guelras de animais marinhos, o que rendeu ao veículo o apelido de “Tubarão”. Sem a tradicional grade do radiador, a dianteira parecia ainda mais limpa e fluida. Nas laterais, os elementos mais marcantes eram as portas, cujo recorte das janelas era claramente inspirado no Lamborghini Miura.

No fim do ano de 1969, a Volkswagen passou a oferecer um motor mais potente em sua linha, com 1,584 litro e 60 cv. A Puma adotou o novo propulsor já em 1970, com a potência ampliada para 70 cv. O salto devia-se, novamente, ao emprego dos dois carburadores. De qualquer forma, se o cliente não estivesse satisfeito com o desempenho do carro, era possível, opcionalmente, aumentar a cilindrada, começando com 1,7 litro e culminando em generosos 2,1 litros. No ano seguinte, o cupê ganhava um irmão, que se tornaria tão ou até mais carismático que ele: o modelo conversível, batizado como GT Spyder. Em 1973, a primeira mudança nas nomenclaturas fazia com que o veículo fosse chamado de Puma GTS. A versão com teto rígido também trocava de identidade, e tornava-se GTE.

O ano de 1976 trazia mais novidades. Os “Puminhas” passavam a utilizar o chassi da Brasília, mais largo, o que fez com que a carroceria também ganhasse alguns centímetros nas laterais. O GTE ganhava uma vigia na coluna lateral traseira, que por sua vez perdia as entradas de ar. O desenho das portas também era alterado, abandonando o estilo Lamborghini. Um ano depois, a traseira do GTS sofreria mais uma mudança, e ficaria mais alta. A entrada na década de 80 foi marcada por mais uma reestilização, que introduziu pára-choques maiores e com proteção de borracha. As lanternas de Brasília substituíam as de Kombi. As versões eram novamente rebatizadas, e o cupê e o conversível passavam a ser conhecidos, respectivamente, como GTI e GTC. Mas o futuro reservaria surpresas desagradáveis…

COMEÇO DO FIM A chamada década perdida não deixou a Puma passar incólume. A empresa começou a passar por sérias dificuldades nos anos 1980, e enfrentou uma inundação e um incêndio, que só acrescentaram mais números às dividas que já começavam a se acumular. Um dos maiores credores era a própria Volkswagen, que fornecia os componentes mecânicos. A produção diminuiu de forma gradual até 1985, quando a fábrica encerrou as atividades. Outras empresas tentaram dar continuidade à fabricação dos pequenos esportivos. Primeiro foi a Araucária Veículos, situada no Paraná, que comprou os direitos de produção e voltou a montar as carrocerias. Já em 1988, a AMV, Alfa Metais Veículos, localizada no mesmo estado, assumiu os negócios. Chegou a apresentar mudanças de etilo na carroceria e a adoção de um novo motor, o AP 1800, também da Volkswagen, que proporcionava desempenho nitidamente superior nas retas, mas atrapalhava a estabilidade nas curvas, devido ao maior peso. Os cupês dessa safra receberam o nome de AM3, e os conversíveis, de AM4. Estima-se que apenas 40 exemplares saíram das linhas de produção com tais características. Apesar dos esforços, o “Puminha” não retomou o sucesso de outrora. A abertura do mercado de automóveis às importações fez com que a situação piorasse, e na década de 90, a produção do pequeno esportivo
chegou ao fim.

PELO MUNDO As belas linhas e o ótimo comportamento do “Puminha” não seriam apreciados apenas pelos brasileiros. Ao longo de sua trajetória, o veículo foi exportado para 50 países. A carreira internacional começou em 1970, quando um GT 1.500 foi exposto na cidade de Sevilha, Espanha, durante uma feira. Na África do Sul, a aceitação foi tamanha que uma empresa local, a Bromer Motor Assemblies, licenciou junto à Puma os direitos de fabricação. Vários cupês e conversíveis saíram da linha de montagem estrangeira. Durante a carreira internacional, aconteceram alguns tropeços. No fim da década de 70, um lote exportado para os Estados Unidos, com 200 unidades, foi mandado de volta, já que não atendia à rígida legislação de segurança veicular daquele país. No fim dos anos 80, durante o período em que a Puma era controlada pela Araucária Veículos, aconteceu um episódio incomum: as instalações da fábrica foram visitadas pelo príncipe árabe Al Fassi, acompanhado por ninguém menos que o ex-boxeador Muhammad Ali.  Al Fassi pretendia vender o carro na Arábia Saudita, e a imagem de Muhammad Ali seria associada ao modelo. As negociações estavam adiantadas, mas pouco depois da visita o príncipe árabe foi alvo de investigações internacionais por contrabando de armas, o que sepultaria o acordo com a marca nacional. No fim das contas, é possível dizer que o carrinho agradou por onde passou. Atualmente, existem clubes formados por proprietários do Puma em vários dos países onde foi comercializado. Os clubes costumam promover encontros, que além de servirem de confraternização, são úteis para conhecer melhor o esportivo.

MODELO FOTOGRÁFICO O “Puminha” cupê que ilustra a matéria foi fabricado em 1972. O proprietário reside em Belo Horizonte, e mantém o carro em excelente estado de conservação. A sessão de fotos aconteceu em um condomínio na cidade de Nova Lima, Região Metropolitana da capital mineira, durante um encontro de carros antigos promovido pelo Veteran
Car Club
.

FICHA TÉCNICA
Puma GTE 1.600 1977

Motor: Traseiro, longitudinal, 4 cilindros opostos, 2 válvulas por cilindro, gasolina, 1.584cm³, potência máxima de 70CV a 4.700rpm e torque máximo de 12,3kgfm a 3.000rpm
Transmissão: Câmbio manual de quatro velocidades, tração traseira Direção: Setor e rosca sem-fim, mecânica
Freios: Disco na dianteira e tambor na traseira
Pneus: 185/70 R 14 (dianteiros) e 195/70 R 14 (traseiros)
Carroceria: Cupê, duas portas, 2 passageiros
Dimensões (metros): Comprimento 4; largura 1,665; altura 1,2; entre-eixos 2,15
Peso: 730 kg
Capacidades: tanque de combustível: 46l; porta-malas: N/D

(*)  O autor do texto é arquiteto e jornalista

Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Leitor fotografa novo Fiesta Sedan que chega em 16 de agosto

O leitor Rafael Hidalgo fotografou o New Ford Fiesta que no Brasil terá o sobrenome Premium. O modelo será lançado no dia 16 de agosto e será equipado com o motor sigma 1.6 16V Flex. A versão vendida no Brasil será a SE e s preços sugeridos são R$ 49.900 e viria com de série com ar-condicionado, direção elétrica, rodas de liga aro 15, computador de bordo, alarme e CD player com entrada auxiliar. Por R$ 51.150 o modelo ganha freios ABS. Numa  configuração mais equipada, o Fiesta Sedan Premium traz ainda bancos de couro e sete airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 de cortina e um para os joelhos do motorista), por R$ 54.900.

A Ford estuda também trazer o hatch, sendo que sua chegada ao mercado nacional só depende da capacidade  de produção da fábrica mexicana da Ford. Tanto o sedan quanto o hatch serão nacionalizados até 2012 e seriam fabricados na planta de Camaçari (BA), conforme antecipado em abril (veja aqui). E, o Fiesta nacionalizado já viria com a primeira reestilização programada para o modelo europeu em 2012.

Agradeço ao Rafael Hidalgo pelo envio da foto.

Foto Rafael Hidalgo/Especial para o Autos Segredos

Volkswagen irá colocar airbag e ABS de série em algumas versões de Fox, Gol, Voyage, Saveiro, Polo e Golf

A Volkswagen passará a adotar airbag e ABS de série para o Fox 1.6 Prime, Fox 1.6 Prime I-Motion, Golf Sportline 1.6 e Golf Sportline 2.0 Tiptronic, Polo Sportline 1.6 e Polo 1.6 Sportline I-Motion, Polo Sedan 1.6 Confortline, Polo Sedan 1.6 Confortline I-Motion e Polo Sedan 2.0 Confortline. As unidades faturadas em agosto já terão o equipamento, as demais se for confirmada a inclusão deverá ocorrer nás próximas semanas.

Além dos modelos acima, o  fabricante deverá estender a medida para outras versões de seus modelos como a Saveiro Cross, Crossfox, Voyage Confortline, Gol Power. Podendo ainda incluir os equipamentos em outras versões.

Foto Volkswagen/Divulgação

(*) Texto alterado às 17h40.

Leitor flagra Renault/Dacia Logan MCV sendo testado em Santa Catarina

O leitor Fábio Zulmar da Silva flagrou uma unidade do Renault/Dacia Logan MCV em testes na  cidade São Joaquim na serra Catarinense. Ainda não há confirmação se é uma mula de testes do Duster ou se o fabricante de origem francesa tem outros planos para o modelo, uma vez que a Scénic sairá de linha nos próximos dias. As placas do modelo eram de São José dos Pinhais (PR) onde fica a fábrica da Renault.

De acordo com Fábio Zulmar da Silva a unidade  tinha no porta malas duas caixas de ferramentas,bateria, jogos de velas, bomba de combustivel. É provavél que o modelo estava em testes de partida a frio, pois, o leitor ainda relata que a região é muito fria. Agradeço ao Fábio Zulmar da Silva pelo belo flagra. Assim como ele quem quiser colaborar com o Autos Segredos entre em contato pelo e-mail marlos.vidal@gmail.  Aproveito para pedir ajuda aos meus amigos da Renault para ajudar a desvendar o mistério sobre o MCV.

O Logan MCV foi apresentado em 2006 e sua comercialização nos países europeus em 2007.  Inspirado no protótipo Logan Steppe, o modelo tem um design que se situa entre a Mégane Break da primeira geração e o Kangoo.  A grande aposta do modelo é o espaço interno.

Fotos Fábio Zulmar da Silva/Especial para o Autos Segredos

Preços oficiais do novo Fiat Idea 2011

A Fiat acaba de liberar os preços oficiais do Idea 2011.  Agora são sete versões disponíveis no mercado: três motorizações (Fire 1.4, E.TorQ 1.6 16V e 1.8 16V), quatro níveis de acabamento (Attractive, Essence, Sporting e Adventure) e dois câmbios – mecânico de cinco marchas ou Dualogic Automatizado.

O novo design deixou o Idea com um ar mais sofisticado e linhas mais harmoniosas. Na traseira, novas lanternas iluminadas por LEDs. O que chama mais a atenção são os novos faróis polielípticos de dupla parábola. Eles ficaram maiores e mais inclinados, com formato semelhante ao de um triângulo inclinado com cantos arredondados.

Confira abaixo o preço sugerido para cada versão:

  • Fiat Idea Attractive 1.4 – R$ 43.590
  • Fiat Idea Essence 1.6 16V – R$ 45.610
  • Fiat Idea Essence 1.6 16V Dualogic – R$  47.720
  • Fiat Idea Sporting 1.8 16V – R$ 54.280
  • Fiat Idea Sporting 1.8 16V Dualogic – R$ 56.390
  • Fiat Idea Adventure 1.8 16V – R$ 56.900
  • Fiat Idea Adventure 1.8 16V Dualogic – R$ 59.010

Foto Fiat/Divulgação

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