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Exclusivo: Volkswagen Tukan é flagrada com carroceria final

Foto | Raphael Alves

Picape Tukan será produzida em São José dos Pinhais (PR) em 2027, sua apresentação pode ocorrer ainda em 2026

Temos motivos para acreditar que o Autos Segredos tem os melhores leitores do mundo. Pois graças a um deles temos, em primeira mão, o flagra da nova Volkswagen Tukan em sua carroceria final. A picape intermediária da VW foi clicada por Raphael Alves em São Bernardo do Campo (SP).

Segundo apuração do editor-chefe Marlos Ney Vidal, a picape herdará as atuais versões da Saveiro. Isso significa que, possivelmente, as versõees de cabine simples usarão o mesmo motor 1.6 MSI aspirado. As versões cabine dupla, entretanto, receberão o motor 1.5 eTSI que conta com o sistema híbrido leve de 48 Volts, que juntos fornecem 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque.

Especula-se que o modelo deva ter duas opções de suspensão, sendo uma voltada para o uso civil e outra em uma versão de trabalho, com eixo traseiro rígido (tipo ômega). Por dentro, a VW Tukan pode se inspirar no Tera e contar com revestimentos texturizados em forrações de porta e painel principal.

O modelo marcará a estreia da eletrificação da marca no país. O modelo será desenvolvido com forte participação da indústria local, já que cerca de 76% de seus componentes terão origem nacional. Autos Segredos antecipou a informação a respeito da estreia do conjunto híbrido na picape em fevereiro de 2025.

A Tukan também servirá como ponto de partida para uma nova estratégia da fabricante na América do Sul. A partir desse modelo, todos os futuros veículos da Volkswagen desenvolvidos e fabricados na região deverão contar com versões eletrificadas. O modelo será fabricado na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2027.

Foto principal: Raphael Alves/Reprodução

GAC GS3 anda bem e tem espaço interno como trunfo frente ao rivais

SUV compacto chinês entrega 170 cv, câmbio de dupla embreagem e dimensões próximas de SUVs médios para conquistar consumidores que ainda preferem motor somente a gasolina

A chegada do GAC GS3 ao mercado brasileiro marca mais um movimento das marcas chinesas para ganhar espaço entre os SUVs compactos. Durante o primeiro contato ao volante, o modelo mostrou bom desempenho quando utilizado no modo Sport, além de surpreender pelo espaço interno e pelo pacote de equipamentos.

VEJA TAMBÉM:

O utilitário esportivo chega equipado com motor 1.5 turbo movido apenas a gasolina, estratégia que pode atrair consumidores que ainda têm receio de eletrificação. O conjunto entrega 170 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, trabalhando em conjunto com um câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas banhadas a óleo.

Conforto e ergonomia no posto de comando

Ao assumir o volante, o GS3 mostra uma cabine bem resolvida. A posição de dirigir é fácil de ajustar e todos os comandos ficam ao alcance das mãos e dos olhos do motorista.

O volante possui regulagem de altura e profundidade, enquanto os bancos dianteiros contam com ajuste elétrico, favorecendo o conforto em viagens mais longas. O banco também oferece bom apoio ao corpo do condutor.

Desempenho melhora no modo Sport

Durante o teste realizado majoritariamente em rodovias paulistas, o SUV foi conduzido inicialmente no modo normal, que prioriza economia de combustível. Nesse modo, o desempenho fica mais contido.

Ao acionar o modo Sport, porém, o comportamento muda. O motor passa a responder com mais rapidez e o SUV fica mais ágil nas acelerações.

O câmbio de dupla embreagem de sete marchas contribui para essa sensação de agilidade, com trocas rápidas e praticamente imperceptíveis.

Suspensão bem calibrada

Outro ponto positivo observado no primeiro contato foi o acerto da suspensão. O conjunto parece bem calibrado para o uso em estrada.

Mesmo em curvas feitas em velocidade mais alta, a rolagem de carroceria é mínima, transmitindo sensação de estabilidade. Vale lembrar que o teste foi realizado em rodovias bem pavimentadas, o que naturalmente reduz a exigência sobre o conjunto.

Dimensões próximas de SUVs médios

Embora posicionado entre os SUVs compactos, o GAC GS3 apresenta dimensões que o aproximam de modelos de categorias superiores.

O utilitário mede:

  • 4,41 metros de comprimento
  • 1,85 metro de largura
  • 1,60 metro de altura
  • 2,65 metros de entre-eixos

Com esse porte, o modelo acaba oferecendo bom espaço para os passageiros, especialmente no banco traseiro.

Porta-malas é ponto fraco

O bom espaço interno cobra seu preço no compartimento de bagagens. O porta-malas tem 341 litros de capacidade, volume menor do que o de vários concorrentes do segmento.

Apesar disso, os ocupantes do banco traseiro ficam bem acomodados graças ao entre-eixos generoso.

Preço coloca o SUV na disputa direta com HR-V e Kicks

Com preço promocional de R$ 129.990, o GAC GS3 entra na disputa direta com SUVs compactos consolidados no Brasil.

Entre os rivais diretos estão:

  • Honda HR-V
  • Nissan Kicks
  • Nissan Kait
  • Fiat Pulse
  • Volkswagen Tera
  • Renault Kardian
  • Jeep Renegade
  • VW T-Cross
  • Chevrolet Tracker

Um dos diferenciais do modelo é justamente o motor turbo mais potente, que supera os motores aspirados presentes em alguns concorrentes.

Estratégia mira consumidores que ainda desconfiam da eletrificação

Outro ponto interessante da estratégia da GAC é oferecer o GS3 apenas com motor a gasolina, sem eletrificação.

Em um momento em que muitas marcas chinesas apostam fortemente em híbridos e elétricos, a escolha pode atrair consumidores que ainda preferem um conjunto mecânico mais tradicional.

Com bom desempenho no modo Sport, dimensões generosas e preço competitivo, o GAC GS3 tenta se posicionar como uma alternativa interessante no disputado mercado de SUVs compactos.

Bajaj investe R$ 15 milhões em centro de distribuição de peças no Brasil 

Bajaj investe R$ 15 milhões em centro de distribuição de peças no Brasil 
Foto | Bajaj/Divulgação

Estrutura logística em Barueri (SP) concentra cerca de 1,5 milhão de componentes e acompanha expansão da marca no país

A Bajaj segue ampliando sua estrutura no Brasil e acaba de reforçar o pós-venda com a criação de um novo centro de distribuição de peças. Localizado em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, o armazém reúne aproximadamente 1,5 milhão de peças em estoque, distribuídas em 3.408 itens diferentes, com o objetivo de garantir maior agilidade no atendimento à rede de concessionárias e aos clientes da marca.

Com 750 m² de área e investimento de cerca de R$ 15 milhões, o centro foi estruturado para oferecer maior eficiência logística, assegurando disponibilidade de componentes e rapidez no envio de peças. A operação conta atualmente com 1.082 posições de estoque, o que permite localizar e separar pedidos com maior agilidade.

Hoje, a estrutura opera com 10 colaboradores dedicados, mas a montadora já prevê uma expansão de aproximadamente 40% na equipe nos próximos dois meses, acompanhando o crescimento das operações da marca no país.

Segundo Waldyr Ferreira, managing director da Bajaj do Brasil, fortalecer a distribuição de peças é fundamental para a estratégia da empresa no mercado nacional.

“O fortalecimento da estrutura de distribuição de peças é um dos pilares da estratégia da Bajaj no Brasil. Além de oferecer produtos de excelente qualidade e custo-benefício, a excelência no atendimento pós-venda é essencial para o nosso trabalho.”

Logística estruturada para atender todo o Brasil

O abastecimento do estoque ocorre por meio de importações regulares vindas da matriz da Bajaj, na Índia. Em média, chegam dois contêineres por mês via transporte marítimo e quatro embarques mensais por via aérea.

O transporte marítimo leva cerca de 40 dias de trânsito, enquanto o modal aéreo reduz o prazo para aproximadamente três dias. Este último é utilizado principalmente em situações prioritárias, como peças relacionadas a processos de garantia ou motocicletas imobilizadas.

Já a distribuição para concessionárias no país acontece principalmente por transporte rodoviário, com prazos variáveis conforme a região.

Internamente, a operação trabalha com SLA de até 72 horas para os processos de separação, conferência e expedição dos pedidos. As concessionárias realizam as solicitações por meio de uma plataforma digital, que permite consultar disponibilidade de peças, realizar pedidos e acompanhar o status das entregas.

Estrutura acompanha crescimento da Bajaj no Brasil

A ampliação da estrutura logística acompanha a consolidação da operação da Bajaj no país. Diferentemente de outros mercados sul-americanos, onde a marca atua por meio de importadores, no Brasil a empresa opera com subsidiária própria desde dezembro de 2022.

Em junho de 2024, a fabricante inaugurou sua primeira fábrica fora da Índia, localizada em Manaus, no Amazonas. A unidade iniciou as atividades com capacidade produtiva de 20 mil motocicletas por ano, mas recebeu novos investimentos em 2025 para elevar esse volume para até 48 mil unidades anuais.

A planta funciona no sistema CKD (Completely Knock Down), realizando processos que incluem montagem de motores, montagem das motocicletas, controle de qualidade, embalagem e expedição.

Atualmente, seis modelos da marca são montados no Brasil:

  • Bajaj Pulsar N150
  • Bajaj Dominar NS160
  • Bajaj Dominar NS200
  • Bajaj Dominar 250
  • Bajaj Dominar 400
  • Bajaj Dominar NS400Z

Desde o início das vendas no mercado brasileiro, a empresa já registrou mais de 50 mil motocicletas emplacadas.

Além disso, a rede de concessionárias também vem crescendo rapidamente. Em 2024, a Bajaj triplicou sua rede em relação a 2023, e atualmente conta com 66 endereços espalhados pelo Brasil, com presença em diversas capitais e cidades estratégicas.

Com o reforço na logística de peças, a marca busca sustentar o avanço no mercado nacional e garantir maior confiabilidade no pós-venda, ponto considerado essencial para consolidar a presença da fabricante no país.

Foto principal | Bajaj/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o GAC GS3 Elite 2027:

Peugeot faz recall do Boxer 2026 por falha em tubulação de combustível

Novo Peugeot Boxer 2026
Foto | Peugeot/Divulgação

Unidades do veículo comercial da marca francesa são modelos 2026. Atendimento já pode ser agendado nos concessionários oficiais

A Peugeot realiza recall para o Boxer ano modelo 2026 para a verificação e, se necessário, a substituição do tubo de retorno de combustível. A falha já atingiu outros modelos das marcas da Stellantis, como os Fiat Ducato e Toro, Ram Rampage e Citroën Jumper

Chassis

Confira a numeração não sequencial dos chassis do Peugeot Boxer envolvidos no recall:

CARROMODELOCHASSIS NÃO SEQUENCIAIS
Boxer2026TMB46506 a TMB73894

Falha

Em comunicado oficial, a Peugeot diz que foi identificada a possibilidade de falha na conexão da tubulação de retorno de combustível (diesel) de unidade do Boxer 2026, que poderá, em casos extremos, ocasionar vazamento. 

Riscos

Nas unidades em que o combustível entrar em contato com as partes quentes do motor pode causar um princípio de incêndio, aumentando o risco de danos materiais, lesões físicas graves ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo e/ou a terceiros.

Informações

Para mais informações, os clientes devem acessar o site www.peugeot.com.br ou entrar em contato com SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) da Peugeot, pelo telefone 0800 703 24 24, de segunda a sexta-feira das 8h às 20h.

O tempo médio para o reparo da falha é de duas horas.

Foto principal | Peugeot/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o GAC GS3 2027:

Volvo EX60 estreia com alta demanda e produção ampliada

Volvo/Divulgação

SUV elétrico da Volvo supera expectativas na Europa e chega ao Brasil no segundo semestre de 2026

O novo Volvo EX60 começou sua trajetória com forte demanda na Europa. Lançado recentemente, o SUV elétrico já soma milhares de pedidos iniciais apenas na Suécia, o que levou a Volvo Cars a rever o ritmo de produção na fábrica de Torslanda para dar conta do interesse acima do esperado. A chegada ao Brasil está prevista para o segundo semestre de 2026.

Para atender à procura, a marca estuda até manter a planta ativa por mais tempo durante o verão europeu — algo inédito em sua operação. O modelo surge como a versão 100% elétrica do Volvo XC60 e estreia com números de destaque: até 810 km de autonomia no ciclo WLTP e capacidade de recuperar cerca de 340 km de alcance em apenas 10 minutos, utilizando carregadores ultrarrápidos.

Construído sobre a nova plataforma SPA3, o EX60 traz uma arquitetura elétrica inédita, com foco em eficiência e escalabilidade. Entre os destaques técnicos estão a integração estrutural da bateria, novos motores elétricos e processos industriais mais avançados, como a megafundição, que reduz o número de peças e contribui para menor peso e maior autonomia.

A Volvo posiciona o EX60 como um divisor de águas na sua linha. Além de ser o modelo com maior alcance já produzido pela marca, também apresenta um dos tempos de recarga mais rápidos do segmento, aproximando a experiência de uso à de um carro a combustão em termos de conveniência.

No design, o SUV segue a identidade mais recente da marca, vista em modelos como o Volvo EX90, com linhas limpas e aerodinâmica eficiente (Cx de 0,26). O interior aposta em tecnologia e sofisticação, com sistema de som premium da Bowers & Wilkins, integração com Apple Music em Dolby Atmos e suporte ao assistente de IA Gemini.

Em termos de motorização, a versão mais potente entrega 680 cv e cerca de 80,4 kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos. Há ainda outras opções com diferentes níveis de potência e autonomia, incluindo variantes com tração traseira e integral.

foto principal: Volvo/Divulgação

Fiat transforma Toro em show car futurista para o Lollapalooza

Picape ganha visual exclusivo para celebrar 50 anos da Fiat no Brasil e antecipar tendências de design

A Fiat decidiu transformar a picape Toro em peça de destaque no Lollapalooza Brasil 2026. Para celebrar os 50 anos da marca no país, a picape ganhou uma versão conceitual criada para chamar atenção e antecipar ideias de design para o futuro.

O modelo recebeu uma pintura roxa com efeito degradê e elementos em pixels, alinhados à nova identidade visual da marca. Nas laterais, os grafismos formam o mapa da América do Sul, reforçando a conexão com a trajetória da Fiat no continente. Na dianteira, a grade foi redesenhada com blocos mais marcantes, enquanto a barra frontal combina materiais como resina e aço, dando um visual mais robusto.

Fiat/Divulgação

A iluminação também evoluiu, com LEDs revisados e luzes integradas à barra no teto, criando uma assinatura visual ainda mais chamativa. O conjunto se completa com rodas exclusivas e pneus de uso misto, reforçando o estilo aventureiro.

Por dentro, a cabine segue a mesma proposta ousada. O acabamento aposta em tons de verde, com base esmeralda e detalhes em verde vibrante, criando um ambiente futurista. Os painéis de porta trazem referências à história da marca no Brasil, desde a inauguração da fábrica de Betim, em 1976.

Fiat/Divulgação

Desde seu lançamento, a Toro se consolidou como referência entre as picapes intermediárias, somando mais de 550 mil unidades vendidas ao combinar conforto de SUV com a versatilidade da caçamba, compartilhando base com modelos como Jeep Compass e Jeep Renegade.

A unidade especial fica em exibição durante o festival, realizado no Autódromo de Interlagos, entre os dias 20 e 22 de março. Trata-se de um exemplar único, mas que pode indicar caminhos para os próximos projetos da marca.

Foto principal Fiat/Divulgação

Toyota RAV4 Hybrid Plug-in 2026 estreará motor que será flex nos Corolla Coupé e picape

Toyota RAV4 Hybrid Plug-in 2026
Foto | Toyota/Divulgação

Nova geração do SUV médio será vendida em duas versões e mantém motorização híbrida 2.5 com mais de 220 cv combinados

A Toyota do Brasil confirmou oficialmente a chegada da nova geração do Toyota RAV4 ao mercado nacional. O SUV médio será apresentado oficialmente no mês de abril e já inicia sua campanha de pré-lançamento no país, permitindo que clientes se cadastrem no site da marca para demonstrar interesse e garantir prioridade na lista de espera.

No exterior, o sistema de propulsão combina um motor 2.5 a gasolina aspirado com um ou dois motores elétricos, configuração que varia conforme o tipo de tração adotado. Nas versões com tração dianteira, o conjunto entrega 268 cv, enquanto as variantes com tração integral chegam a 304 cv de potência combinada. Para o mercado brasileiro, a Toyota deverá realizar adaptações para permitir o funcionamento do sistema também com etanol.

O conjunto eletrificado utiliza uma bateria de 22,7 kWh, capacidade superior aos 18,1 kWh da geração anterior. Com isso, segundo medições no ciclo WLTP, o SUV pode rodar cerca de 100 km apenas no modo elétrico, ampliando a autonomia em relação aos aproximadamente 75 km do modelo anterior. De acordo com dados divulgados pela fabricante, a versão mais potente acelera de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos.

Este conjunto deverá ser tonar flex para equipar as novas gerações do Corolla e Corolla Cross e também a inédita picape monobloco da marca

O modelo chegará ao país em duas configurações e reforça atributos já consolidados no mercado brasileiro, ampliando a oferta para atender diferentes perfis de consumidores. Globalmente, o RAV4 segue como um dos SUVs mais vendidos do mundo e um dos pilares da gama da marca japonesa.

A nova geração mantém proporções típicas do segmento. O utilitário esportivo mede 4,60 metros de comprimento, 1,85 metro de largura, 1,68 metro de altura e possui 2,69 metros de entre-eixos, além de porta-malas com 580 litros de capacidade e tanque de combustível de 55 litros.

A principal novidade na gama brasileira é a introdução da versão S, inédita no portfólio local. Nessa configuração, o SUV aposta em um design atualizado e mantém características reconhecidas do modelo anterior, como a condução eficiente e o interior focado em conforto e funcionalidade. O habitáculo também promete bom aproveitamento de espaço, aliado a tecnologias de conectividade e recursos de segurança voltados ao uso cotidiano.

Foto principal | Toyota/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o GAC GS3 2027:

Fiat Mobi sobe de preço e encosta nos R$ 86 mil em março

Fiat Mobi Trekking 2026 de frente na cor vermelha
Foto | Fiat/Divulgação

Hatch tem aumentos de até R$ 1.000 em março; Mobi ainda aparece com descontos nas concessionárias

O Fiat Mobi ficou mais caro na virada de março. A marca italiana aplicou reajustes nas duas versões do hatch, elevando os preços oficiais no configurador, embora ainda seja possível encontrar ofertas mais agressivas nas concessionárias, por exemplo.

A versão Like 1.0 agora parte de R$ 83.490, aumento de R$ 930 sobre o valor anterior (R$ 82.560). Já a Trekking 1.0 subiu R$ 1.000, passando de R$ 84.990 para R$ 85.990. Apesar disso, algumas lojas trabalham com condições promocionais, com preços a partir de cerca de R$ 69.990 e facilidades como financiamento com taxa zero.

Fiat Mobi Trekking 2026 de traseira na cor vermelha
Mobi Trekking | Fiat/Divulgação

Na parte mecânica, nada mudou. O modelo segue equipado com o motor 1.0 Firefly flex, que entrega 75 cv e cerca de 10,7 kgfm de torque, sempre acoplado ao câmbio manual de cinco marchas.

Tabela atualizada:

  • Like 1.0: R$ 83.490 (+ R$ 930)
  • Trekking 1.0: R$ 85.990 (+ R$ 1.000)

Foto principal: Fiat/ Divulgação

GAC GS3 2027 estreia no Brasil com motor 1.5 turbo de 170 cv 

SUV compacto da marca chinesa chega em duas versões, Premium e Elite, com dimensões generosas, bom pacote tecnológico e preço para brigar com SUVs de entrada

O GAC GS3 2027 chega para marca a estreia da marca chinesa com um modelo à combustão. Até então, o fabricante vendia modelos eletrificados. O SUV compacto que chega importado em duas versões de acabamento e aposta em preço agressivo para conquistar espaço no disputado segmento.

O modelo é vendido inicialmente na versão Premium por R$ 129.990 em condição promocional até 31 de março ou enquanto durarem os estoques. Após esse período, o preço sobe para R$ 139.990. Já a versão topo de linha Elite tem preço sugerido de R$ 159.990.

Com dimensões generosas, motor turbo e bom pacote tecnológico, o SUV chinês chega para disputar clientes de modelos como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse, mas com porte próximo de SUVs médios.

Design aposta em linhas marcantes e iluminação em LED

O GS3 estreia no Brasil com visual bastante anguloso, marcado por vincos profundos na carroceria e elementos de design recortados. A dianteira traz faróis full LED em ambas as versões, além de uma grade com desenho tridimensional.

Na versão Elite, o modelo acrescenta:

  • Rodas de liga leve de 19 polegadas
  • Teto solar panorâmico
  • Sensores de estacionamento dianteiros
  • Pacote completo de assistentes de condução (ADAS)

Já a versão Premium utiliza rodas menores, mas mantém boa parte do conjunto visual.

Na traseira, o SUV traz lanternas em LED, tampa do porta-malas com desenho vincado e acabamento inferior em preto com elementos que simulam extratores aerodinâmicos.

Outro destaque é a abertura elétrica do porta-malas, item presente nas duas versões. O compartimento oferece 341 litros de capacidade.

Dimensões colocam o GS3 próximo de SUVs médios

Apesar de disputar clientes no segmento de SUVs compactos, o GAC GS3 2027 tem dimensões que o aproximam de modelos maiores.

Principais medidas:

  • Comprimento: 4,41 m
  • Entre-eixos: 2,65 m
  • Largura: 1,85 m
  • Altura: 1,60 m

O entre-eixos de 2,65 m é um dos destaques e garante bom espaço interno, rivalizando inclusive com SUVs médios como o Jeep Compass.

Motor 1.5 turbo entrega 170 cv

Sob o capô, o SUV da GAC aposta em um motor 1.5 turbo a gasolina, que entrega:

  • 170 cv de potência
  • 25,5 kgfm de torque

O propulsor trabalha sempre com câmbio automatizado de dupla embreagem banhado a óleo.

Segundo a fabricante, o consumo médio é de:

  • 10,2 km/l na cidade
  • 11,6 km/l na estrada

Interior aposta em telas grandes e bom acabamento

O interior do GS3 segue a tendência dos carros chineses recentes, apostando em telas grandes e acabamento acima da média do segmento.

Entre os principais destaques estão:

  • Painel digital de 7 polegadas
  • Central multimídia de 14,6 polegadas
  • Android Auto e Apple CarPlay sem fio
  • Carregador de celular por indução
  • Ar-condicionado digital
  • Freio de estacionamento eletrônico
  • Console central com porta-copos

O acabamento do painel utiliza materiais emborrachados e revestimento em couro, com detalhes em black piano e acabamento que simula aço escovado.

O banco do motorista tem ajuste elétrico, enquanto a coluna de direção possui regulagem de altura e profundidade.

Segurança completa desde a versão de entrada

Mesmo na versão Premium, o GAC GS3 2027 chega bem equipado em segurança.

Entre os principais itens estão:

  • 6 airbags
  • Controle de estabilidade e tração
  • Freios a disco nas quatro rodas
  • Assistente de partida em rampa
  • Fixação ISOFIX para cadeirinhas
  • Cintos de três pontos para todos os ocupantes
  • Câmera 360°
  • Na versão Elite, o SUV adiciona o pacote ADAS, que inclui:
  • Frenagem automática de emergência
  • Piloto automático adaptativo
  • Assistentes avançados de condução
  • Espaço interno é um dos destaques

Graças ao entre-eixos de 2,65 m, o GS3 oferece bom espaço para os passageiros do banco traseiro. O assoalho praticamente plano ajuda na acomodação de três ocupantes.

Os passageiros de trás contam ainda com:

  • Saídas de ar-condicionado
  • Entrada USB para carregamento
  • Apoio de braço central com porta-copos

O espaço para cabeça também é adequado, embora o teto solar da versão Elite reduza um pouco a altura disponível.

Estratégia de preço mira SUVs compactos

O posicionamento de preço do GS3 pode ser um de seus principais trunfos no mercado brasileiro.

Com preço promocional de R$ 129.990, o SUV entra na faixa de SUVs compactos de entrada, mas entrega dimensões e equipamentos mais próximos de modelos maiores.

Essa estratégia pode colocar uma “pulga atrás da orelha” do consumidor que pretende gastar até R$ 150 mil, oferecendo um carro maior e mais potente que vários rivais diretos.

A garantia é total de cinco anos sem limite de quilometragem. Para uso comercial, a garantia é de cinco anos ou 150 mil quilômetros rodados.

Resta saber se a GAC conseguirá repetir no Brasil o sucesso que outras marcas chinesas vêm obtendo ao apostar em mais equipamento por menos dinheiro.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Estado sólido ainda vai demorar: GWM projeta adoção gradual nos elétricos

GWM amplia infraestrutura de recarga com sete novos pontos e 32 carregadores instalados
Foto | GWM/Divulgação

GWM aposta em baterias semissólidas como solução intermediária enquanto indústria enfrenta desafios de custo e escala para viabilizar a nova tecnologia

A GWM avalia que as baterias de estado sólido ainda estão a alguns anos de se tornarem comuns nos carros elétricos. Segundo a liderança da empresa, a adoção em larga escala deve demorar cerca de cinco anos, refletindo um consenso crescente na indústria de que, apesar dos avanços, ainda há obstáculos relevantes a superar, especialmente em custos e viabilidade produtiva.

Consideradas uma evolução importante frente às atuais baterias de íon-lítio, as células de estado sólido prometem ganhos significativos em autonomia, tempo de recarga e segurança. Mesmo assim, transformar esse potencial em produção em massa exige amadurecimento tecnológico e processos industriais mais eficientes, algo que deve acontecer de forma gradual ao longo dos próximos anos.

GWM Wey 07
Foto | GWM/Divulgação – GWM Wey 07

Diante desse cenário, a montadora tem apostado em alternativas mais imediatas, como as baterias semissólidas. Essa solução híbrida, que combina componentes líquidos e sólidos, permite avanços progressivos em desempenho e confiabilidade, além de ser mais compatível com as estruturas produtivas atuais.

Na CES 2026, a empresa revelou uma bateria semissólida de 140 Ah equipada com ânodo de silício e técnicas de fabricação aprimoradas, focadas em elevar a densidade energética e melhorar o controle térmico. A expectativa é que esse tipo de tecnologia comece a aparecer em veículos já a partir de 2026, servindo como etapa intermediária até a consolidação do estado sólido.

Analistas do setor reforçam essa visão mais cautelosa. Embora os primeiros modelos com baterias totalmente sólidas possam surgir entre 2026 e 2027 em aplicações restritas, a popularização global ainda deve levar mais tempo.

Assim, o caminho mais provável no curto e médio prazo é de transição gradual, com soluções híbridas ganhando espaço antes que o estado sólido se torne dominante no mercado automotivo.

Foto principal: GWM/Divulgação

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