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Explorer Hybrid personalizado reforça ligação entre Ford e Papa

Ford/Divulgação

Modelo da Ford foi entregue por Jim Farley e traz personalização inspirada em Chicago

A Ford desenvolveu uma versão exclusiva do Explorer Hybrid especialmente destinada ao Papa Leão XIV, com uma série de modificações que destacam o caráter simbólico do projeto. A entrega foi realizada no fim de fevereiro pelo CEO da marca, Jim Farley, em um encontro que ressaltou a conexão entre o líder religioso e a cidade de Chicago.

O veículo foi produzido na tradicional fábrica da Ford localizada em Chicago, unidade com mais de um século de operação e situada próxima à região onde o Pontífice cresceu. Esse detalhe reforça a relação histórica entre a marca e a trajetória pessoal do Papa.

Baseado no Ford Explorer Platinum 2026, o modelo foi adaptado para atuar como transporte oficial no Vaticano. O conjunto mecânico traz motorização híbrida com motor 3.3 V6, entregando 318 cv e 44,5 kgfm de torque, aliado a uma transmissão automática de 10 marchas.

No visual, o SUV adota carroceria preta com acabamentos cromados e elementos exclusivos, como placas personalizadas com inscrições que fazem referência direta ao Papa. A proposta combina sobriedade com identidade própria.

O interior recebeu atenção especial, com diversos detalhes inspirados em Chicago. Os bancos em couro contam com etiquetas da bandeira da cidade, enquanto o console central traz o skyline bordado. Já as soleiras misturam símbolos da cidade americana com referências à Basílica de São Pedro.

O sistema de áudio também foi ajustado para captar estações europeias, atendendo ao uso no Vaticano. Cada elemento foi pensado para criar uma experiência personalizada, conectando as origens do Papa ao seu atual ambiente.

Durante a cerimônia, Farley entregou cartas e uma foto assinada pela equipe envolvida no projeto. Em resposta, o Pontífice abençoou rosários destinados aos funcionários da fábrica. Segundo o executivo, o Papa demonstrou interesse pelo veículo e chegou a conduzi-lo brevemente.

Foto principal: Ford/Divulgação

Câmara avança proposta que eleva peso permitido na CNH categoria B

Foto | BYD/DIvulgação

Medida aprovada em comissão da Câmara considera aumento do peso das baterias em carros elétricos e híbridos

A Câmara dos Deputados deu um passo importante para atualizar as regras da Carteira Nacional de Habilitação ao aprovar, na Comissão de Viação e Transportes, um projeto que amplia o limite de peso permitido para condutores da categoria B.

Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro estabelece que motoristas dessa categoria podem dirigir veículos de até 3.500 kg de peso bruto total. Com a proposta, esse limite passa a ser de 4.250 kg para modelos com propulsão elétrica ou híbrida com tração predominantemente elétrica, incluindo também os híbridos plug-in (PHEV).

A mudança leva em consideração o aumento de peso dos veículos eletrificados, principalmente devido às baterias, que tendem a tornar esses modelos mais pesados em comparação aos veículos a combustão.

O texto aprovado corresponde ao Projeto de Lei 305/25, de autoria do deputado Pedro Aihara, com ajustes feitos pelo relator Hugo Leal. Entre as alterações, está a inclusão de veículos híbridos com tração majoritariamente elétrica.

Segundo Aihara, a proposta busca equilibrar essa diferença de peso sem prejudicar os condutores habilitados na categoria B. Já o relator destacou que a tendência é de crescimento dos veículos eletrificados nos próximos anos, o que justifica um tratamento equivalente em relação aos modelos tradicionais.

Apesar da aprovação na comissão, o projeto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e, posteriormente, pelo plenário da Câmara e do Senado antes de se tornar lei.

Com informações da Agência Câmara de Notícias.

Foto principal: BYD/Divulgação

Após quase 30 anos, Código de Trânsito começa a ser atualizado

Mudanças Código de Trânsito Brasileiro
Ilustração | Autos Segredos

Colunista Fernando Calmon analisa as mudanças no Código de Trãnsito após quase 30 anos de sua implantação. Ele também avaliou o Leapmotor C10 ultra-híbrido

Desde dezembro último as novidades aparecem. Passou a se exigir realização do exame toxicológico de larga janela de detecção para quem deseja obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias de carros e motos. Antes só se enquadravam motoristas profissionais. Extinguiu-se a eliminatória prova de baliza, embora o candidato precise saber estacionar o carro ao final do exame. Deixar o veículo “morrer” não reprova mais e câmbio automático pode ser usado. Porém, a CNH teria uma observação que o motorista não poderia guiar veículos com câmbio manual.

Nesta quarta-feira, 18 de março, a primeira de quatro audiências públicas (a última em 15 de abril) iniciará a análise de 270 propostas sobre mobilidade e segurança viária que alteram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Há muitas sugestões como redução de 18 para 16 anos a idade mínima para obtenção da CNH, como ocorre em outros países (não todos). O problema também é jurídico e inclui o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Segundo a Agência Câmara de Notícias, representantes de autoescolas e especialistas criticam a precarização do ensino para o trânsito, que com as recentes mudanças “coloca nas ruas condutores inaptos”. Trata-se de tema que merece atenção. Claro, havia exagero na obrigação de um número fixo de aulas em autoescolas que encarecia o processo e desconsiderava as habilidades naturais de cada candidato. Já a demagogia governamental da “CNH para todos” beira a pura irresponsabilidade. Uma premissa esfarrapada de que há 20 milhões que guiam sem documentos baseada em uma frota circulante “oficial” que não existe, pois veículos mais antigos são abandonados sem a devida baixa documental.

Há, todavia, uma proposta que pode dar fim a uma situação atual claramente injusta. O comprador de um carro usado é penalizado com a transferência automática de multas por infrações do proprietário anterior e que ainda não constavam no sistema no momento da venda. O deputado Hugo Maia (PSD-RJ) propõe que a cobrança se vincule ao CPF ou CNPJ do antigo proprietário. Além disso, a existência desses débitos antigos não impediria que o novo dono consiga emitir o Certificado de Registro de Veículo (CRV) ou o licenciamento anual.

Maia também propôs a volta do seguro obrigatório (antigo DPVAT) para amparar as vítimas de trânsito. Tenho uma sugestão: se o proprietário do veículo comprovar que contratou este seguro por conta própria, não teria porque ser obrigado a pagar de novo o sucessor do DPVAT, como acontecia antes.

Changan estreará bateria de estado sólido

Muito se falou da evolução das atuais baterias e vários fabricantes estão empenhados em antecipar as de estado sólido. A Changan havia dado um passo preliminar à frente. O estreante Nevo A06, primeiro modelo com baterias de íons de sódio, da também chinesa CATL, substitui as atuais de íons de lítio, cobalto e níquel. Há duas vantagens: preço e maior estabilidade térmica. Mas com densidade energética menor.

Tecnologia de estado sólido, no entanto, deve realmente mudar o cenário. Previsões indicavam lançamentos a partir de 2030. A Changan surpreendeu ao anunciar para o começo de 2027 o primeiro modelo (não revelado) com este tipo de bateria. Preço é elevado, todavia bem mais segura porque eletrólito sólido elimina vazamentos. Fica muito difícil combater incêndio em baterias convencionais de lítio, mesmo não envolvidas em colisões.

As de estado sólido apresentam maior densidade de energia, carregamento mais rápido e maior vida útil. A Donut Lab, estreante finlandesa fundada em 2024, apresentou uma bateria desse tipo pronta para lançamento. Muitos especialistas afirmam que números, gráficos e configurações de teste daquela empresa não resistem a uma análise básica. Companhias de renome, a exemplo de Toyota, QuantumScape, CATL e Samsung, evidenciam cautela e transparência em relação aos seus cronogramas. 

BYD investirá R$ 300 milhões no Rio de Janeiro

Esse passo adiante na estratégia de crescer no Brasil e, no futuro, exportar para a América Latina consolida-se por meio de um novo investimento. A marca chinesa decidiu diversificar, sem se concentrar apenas em Camaçari, na Bahia. O centro de testes e avaliação automobilística será construído na Ilha do Governador, onde se situa o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, também conhecido como Galeão.

Serão investidos R$ 300 milhões em uma área total de 184 mil m². As obras começarão no fim deste ano com previsão de inaugurar em 2028. Stella Li, vice-presidente Executiva Global e CEO da BYD Américas e Europa, mais uma vez veio ao País. Ela destacou que, além de pesquisa e desenvolvimento na capital fluminense, o centro terá condições de testar e preparar a homologação oficial de todos os produtos da marca desde automóveis a comerciais leves. Não adiantou pormenores como suporte aos motores flex que devem estar nos planos, ao lado dos motores a gasolina e elétricos.

Haverá pistas de vários tipos, inclusive sem pavimentação asfáltica e com paralelepípedos. Também piscina de testes de vedação que reproduzem alagamentos (infelizmente tão comuns). Ter instalações desse tipo certamente promoverá antecipação de lançamentos pela adequação mais ágil às várias condições de uso no Brasil.

Trata-se de uma vantagem sobre concorrentes, inclusive chineses, que não param de chegar e ampliam a oferta de modelos como o MG 4X, da arquirrival SAIC, segunda em vendas no país da Ásia Oriental. Já a GAC acaba de confirmar acordo de produção em Catalão (GO), nas mesmas instalações da empresa brasileira HPE que monta picapes (L200 Triton) e SUVs (Eclipse Cross) da Mitsubishi.

Leapmotor C10 EREV: elétrico sem estresse

Elétrico de alcance estendido ou híbrido em série, este classificado pela SAE? Estranho a SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade) enquadrar um modelo que só se movimenta por meio de um motor elétrico e o motor a combustão serve apenas para acionar um gerador que carrega a bateria. Aliás, não se trata de novidade porque o BMW i3 REx, lançado aqui em 2014, já se enquadrava como EREV (Veículo Elétrico de Alcance Estendido, na sigla em inglês). O C10 EREV ainda possibilita recarregar a bateria numa tomada. Leapmotor (49%) e Stellantis (51%) são sócias e a fim de atender a legislação brasileira acabaram optando pelo termo ultra-híbrido. Modelos da marca chinesa terão produção nacional.

Dimensões (mm): comprimento, 4.739; entre-eixos, 2.825; largura, 1.900; altura, 1.680. Volumes (L): porta-malas, 435; tanque, 50. Massa: 1.976 kg. Motor elétrico traseiro: 215 cv; 32,6 kgf·m. Motor-gerador dianteiro, 4-cilindros 1,5 L, 88 cv, 12,7 kgf·m. Consumo (km/L, Inmetro): cidade, 12; estrada, 12,9. Alcance (km): motor-gerador, 600 e elétrico, 111. Tração traseira.

Flexibilidade no uso em cidade ou estrada, independentemente de existir onde recarregar, é um trunfo, sem outros concorrentes (por enquanto) e a preço razoável. Um SUV completo: sete airbags (um deles central), teto solar panorâmico, grande tela multimídia de 14,6 pol. e materiais de acabamentos muito bons. Traz algumas complicações porque quase tudo deve ser ajustado pela tela, inclusive comandos do ar-condicionado. Regulagem dos espelhos laterais não estão na porta do motorista e sim nos raios do volante. Espaço interno destaca-se tanto na frente quanto para os três passageiros do banco traseiro (assoalho plano).

Suspensões (multibraço atrás) lidam bem com as quase duas toneladas de massa, porém exigem mais atenção em piso irregular em razão do centro de gravidade alto de todo SUV. Direção bem calibrada e freios dimensionados corretamente, sem alterações sensíveis de perda de eficiência quando exigidos.

Preço: R$ 219.990.

Ilustração principal | Autos Segredos

Sedã elétrico da Xiaomi vende 15 mil unidades em minutos

Xiaomi/Divulgação

Xiaomi SU7 teve 15 mil reservas em apenas 34 minutos na abertura da pré-venda

A Xiaomi segue ampliando sua presença no setor automotivo e já colhe resultados expressivos. O SU7, sedã elétrico da marca, registrou forte demanda em sua nova fase de pré-venda: foram 15 mil unidades reservadas em apenas 34 minutos no mercado chinês.

A linha 2026 chega com três configurações (Standard, Pro e Max) mantendo a estratégia de oferecer diferentes níveis de autonomia e equipamentos. Para garantir a reserva, os clientes precisam desembolsar um sinal de 5.000 yuans (cerca de R$ 3.800), com possibilidade de desistência poucos dias após o pedido. Os preços variam entre 219.900 e 303.900 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 169 mil a R$ 233 mil.

Xiaomi/Divulgação

Apresentado originalmente no fim de 2023 como o primeiro carro de produção em larga escala da Xiaomi, o SU7 segue equipado com motor elétrico V6Plus em todas as versões. O desempenho é um dos destaques, com aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3,08 segundos e velocidade máxima de 265 km/h.

A autonomia também varia conforme a versão, chegando a 720 km na Standard, 902 km na Pro e 835 km na Max, sempre considerando o ciclo chinês CLTC. A arquitetura elétrica de alta tensão utiliza tecnologia em carbeto de silício (SiC), com até 897 V na versão topo de linha. Isso permite recargas rápidas, como a reposição de até 670 km em apenas 15 minutos em condições ideais.

Visualmente, o modelo recebeu atualizações discretas, incluindo nova grade frontal com radar de ondas milimétricas 4D integrado e sistema de limpeza para as câmeras. Há ainda retrovisores com acabamento escurecido, rodas de 21 polegadas e pinças de freio em vermelho.

Xiaomi/Divulgação

No interior, o sedã adota acabamento escuro, iluminação ambiente em múltiplas camadas e volante revestido em couro Nappa. Os bancos dianteiros contam com ajustes elétricos amplos, função de massagem e suporte lateral, enquanto os traseiros oferecem posições mais relaxadas e maior conforto. A versão Max inclui teto panorâmico.

Em segurança e assistência à condução, o pacote padrão reúne 25 recursos, enquanto a configuração mais completa adiciona reforços estruturais e mais airbags, ampliando o nível de proteção para os ocupantes.

Foto Principal: Xiaomi/Divulgação

Leapmotor lança campanha Ultra Drive no Brasil para promover tecnologia ultra-híbrida do C10

Campanha Leapmotor Ultra Drive C10 Reev ultra-híbrido
Foto | Leapmotor/Divulgação

Marca promove test-drives nas concessionárias e oferece condições especiais para aproximar consumidores da tecnologia REEV

A Leapmotor iniciou no Brasil a campanha Ultra Drive, uma ação que busca aproximar o público da tecnologia Ultra-Híbrida presente no SUV C10. A iniciativa acontece nas concessionárias da marca e inclui test-drives, ativações e condições comerciais especiais para quem quiser adquirir o modelo.

A ação tem como objetivo apresentar na prática o funcionamento do sistema REEV (Range Extended Electric Vehicle), tecnologia que estreia no país justamente no C10. Nesse sistema, o veículo é movimentado sempre por um motor elétrico, enquanto o motor a combustão atua exclusivamente como gerador de energia para recarregar a bateria.

Na prática, isso significa que o SUV roda o tempo todo com tração elétrica, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para ampliar a autonomia, produzindo eletricidade para manter a bateria carregada.

Tecnologia aposta em maior autonomia e liberdade de uso

Segundo a Leapmotor, o sistema ultra-híbrido foi desenvolvido para facilitar a adoção da eletrificação no Brasil. Isso porque o motorista pode utilizar o carro como um elétrico convencional, recarregando a bateria em pontos de energia, ou simplesmente abastecer o motor gerador para continuar rodando.

Essa versatilidade é vista pela marca como uma solução para regiões onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada, permitindo viagens mais longas sem preocupação com autonomia.

Test-drives e condições especiais

Durante a campanha Ultra Drive, os interessados poderão realizar test-drives nas concessionárias da Leapmotor para experimentar o funcionamento do C10 Ultra-Híbrido. Além disso, as lojas da marca também promoverão ativações especiais e oferecerão condições comerciais diferenciadas.

Entre os benefícios estão financiamento com taxa zero e ultravalorização do veículo usado na negociação.

Quem adquirir o SUV durante a ação ainda terá acesso à recarga gratuita pelo aplicativo Leap+ em pontos da rede Zletric, além de um ano gratuito de serviços conectados da marca.

Para participar do Ultra Drive, basta visitar uma concessionária Leapmotor no Brasil.

Foto principal | Leapmotor/Divulgação

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Confira nossa avaliação com o Leapmotor C10 Reev 2026:

Ram Rampage 2027 estreia motor 2.0 Turbo Flex por R$ 259.990

Ram Rampage R/T terá motor 2.0 Turbo flex
Foto | Ram/Divulgação

Picape passa a contar com tecnologia flex nas versões intermediária e topo de gama. Rebel e Bighorn seguem exclusivamente com motor 2.2 Turbodiesel

O Autos Segredos apurou que a Ram lançará nos próximos dias, a Ram Rampage 2027 com o motor 2.0 Hurricane 4 com tecnologia flex. Em março de 2025, flagramos os primeiros protótipos da Ram Rampage com motor 2.0 Turbo Flex. Os preços ficam R$ 259.990 para a versão Laramie e chega aos R$ 275.990 para a topo de gama R/T.

Preços da Ram Rampage 2027 com motores diesel e flex

Confira os novos preços da picape média compacta da marca do carneiro:

MODELO/VERSÃOPREÇO LINHA 2026PREÇO LINHA 2027
Rampage Bighorn 2.2 TDR$ 228.990R$ 230.990
Rampage Rebel 2.2 TDR$ 258.990R$ 259.990
Rampage Laramie 2.0 FlexR$ 259.990
Rampage Laramie  2.2 TDR$ 268.990R$ 269.990
Rampage R/T 2.0 FlexR$ 275.990

Motor 2.0 Turbo Flex da Ram Rampage 2027

O motor 2.2 Turbo Flex da Ram Rampage 2027 mantém a mesma calibração do Jeep Compass. São 272 cv de potência a 5.200 rpm e torque de 40,8 kgfm a 3.000 rpm, não importando qual combustível esteja no tanque. O motor permanece ligado ao câmbio automático de nove marchas. A tração é 4×4 com reduzida.

A Ram Rampage 2027 tem 5,02 metros de comprimento, 2,04 m de largura, 1,71 m de altura e 2,99 m de distância de entre-eixos. O volume da caçamba é de 980 litros. Já a capacidade de carga da versão flex é 750 quilos e da diesel fica em 1.015 quilos. 

A picape não recebeu alterações em sua lista de itens de série. A novidade fica por conta do banco do motorista com memória. 

Itens de série

Desde a versão de entrada Bighorn, a Ram Rampage 2027 sai de fábrica com ar-condicionado digital, direção elétrica, vidros elétricos, travas elétricas, volante multifuncional, quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas e a central 

multimídia com tela de 12,3 polegadas é sensível ao toque e compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de possuir sistema de navegação embarcado e permitir conexão simultânea para até dois smartphones. 

A lista ainda conta com saídas de ar para os ocupantes do banco traseiro, freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold, chave presencial com partida remota, bancos, revestidos em tecido e forração premium, são na cor preta.

Na parte de segurança, a versão vem equipada com seis airbags (dianteiros, laterais dianteiros e de cortina, que cobrem toda a lateral da cabine), piloto automático; limitador de velocidade; controles de estabilidade, de tração e de mitigação  de rolagem da carroceria; sistema de monitoramento da pressão dos pneus, e freios a disco ventilados nas 4 rodas com ABS e EBD. 

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Confira nossa avaliação com a Ram Dakota Laramie:

Serviços conectados

Todas as versões da Ram Rampage 2027 também saem de fábrica equipadas com a plataforma de serviços conectados da Ram. Através de um aplicativo no smartphone ou smartwatch é possível consultar remotamente informações sobre a picape, como quilometragem até a próxima revisão, pressão dos pneus e nível de combustível, além de enviar comandos remotos como dar a partida no motor, por exemplo. 

O serviço é gratuito no primeiro ano e disponibiliza um pacote de segurança  que inclui, entre outros recursos, alerta em caso de tentativa de furto com assistência para recuperação e socorro 24 horas para emergências. O Ram Connect permite ainda que a picape transforme-se em um ponto de Wi-Fi para até oito dispositivos. 

Foto principal | Ram/Divulgação (Imagem meramente ilustrativa)

Volkswagen T-Cross fica mais barato em março com bônus de até R$ 30 mil

VW/Divulgação

SUV compacto da Volkswagen recebe bônus na troca e condições especiais para PCD durante o mês de março

A Volkswagen iniciou uma campanha promocional para o T-Cross ao longo de março, com condições comerciais que reduzem de forma relevante o preço do SUV. A estratégia inclui bônus na troca de usados e vantagens adicionais para o público PCD, ampliando o alcance da oferta.

Para consumidores em geral, a versão Comfortline 200 TSI pode receber abatimento de R$ 28.500 mediante a entrega de um seminovo. Já para clientes PCD, os descontos são potencializados pela combinação de incentivos fiscais com bônus de fábrica, podendo alcançar cerca de R$ 30 mil na configuração 200 TSI. As condições são válidas em toda a rede da marca até o fim do mês e também se estendem a outras versões do modelo.

VW/Divulgação

Com a nova política de preços, o T-Cross ganha força em um dos segmentos mais competitivos do mercado, oferecendo uma relação custo-benefício mais atrativa frente aos concorrentes.

Sob o capô, a versão 200 TSI utiliza motor 1.0 turbo flex de três cilindros, com até 128 cv e 20,4 kgfm de torque com etanol. O conjunto trabalha em parceria com câmbio automático de seis marchas, entregando desempenho equilibrado para uso urbano e rodoviário.

Entre os equipamentos, o modelo traz seis airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, central multimídia VW Play com tela de 10,1 polegadas, painel digital e rodas de liga leve de 17 polegadas. O porta-malas oferece 373 litros de capacidade.

Com os novos preços, o SUV da Volkswagen passa a disputar mais diretamente com modelos como o Chevrolet Tracker e o Hyundai Creta, reforçando a briga por consumidores que analisam não apenas equipamentos, mas também o valor final de compra.

VW Constellation 25.380 6×2 e 8×2 são seus novos rígidos

VW Constellation 25.380 6x2
Foto | Volkswagen/Divulgação

Volkswagen Caminhões e Ônibus amplia sua oferta de versões para seu veterano caminhão

A Volkswagen Caminhões e Ônibus apresenta os VW Constellation 25.380 6×2 e 8×2 rígidos. O fabricante diz que eles foram desenvolvidos em parceria com seu centro de customizações BMB Mode Center.

Os dois novos modelos foram desenvolvidos para ampliar o portfólio de soluções sob medida para o transporte rodoviário de longas distâncias.

“Estamos sempre atentos aos anseios de nossos clientes. Com estes novos modelos, entregamos uma solução ideal para quem busca alta performance em aplicações rodoviárias, especialmente na configuração Romeu e Julieta para 56 toneladas, com a força e a tecnologia de última geração, que são o DNA da nossa marca”, Giulianno Nasi, gerente de Marketing de Produto da VWCO.

Na configuração 6X2, o PBT técnico chega a 26.600 kg (6×2) e 32.200 kg  na versão 8×2. 

O VW Constellation 6×2 vem equipado de fábrica com travessa de reboque de série. A marca também diz que as duas versões estão com motor atualizado para oferecer 15% a mais de torque que as versões anteriores. O motor é acoplado à transmissão automatizada V-Tronic de 12 velocidades, a mais moderna do mercado, que traz funções exclusivas para otimizar a segurança operacional e o consumo.

Do irmão Meteor, os Constellation 25.380 6×2 e 8×2 herdaram o sistema de direção. Na parte de segurança, a dupla tem como itens de série o assistente de partida em rampa (HSA) e o controle de tração (ATC), que monitora a aderência dos pneus e ajusta o torque automaticamente.

A VWCO também equipou os dois rígidos com o pacote Prime de série, um conjunto completo com itens que agregam ainda mais conforto ao motorista: ar-condicionado, trio elétrico, rádio com bluetooth e conexão RIO Box.

Os VW Constellation 25.380 6×2 e 8×2 também podem ser equipados com o pacote Highline que agrega quadro de instrumentos digital e central multimídia com espelhamento para smartphones. O sistema ainda conta com uma função de avaliação do condutor, que premia o motorista com medalhas virtuais conforme a eficiência da condução.

Foto principal | Volkswagen/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o GAC GS3 Elite 2027:

Chevrolet Sonic vira peça-chave da GM e terá exportação na América do Sul

Foto | Chevrolet/Divulgação

Novo SUV compacto da Chevrolet, produzido em Gravataí, chega ao Brasil em 2026 e amplia estratégia regional da montadora

A General Motors anunciou que o futuro Chevrolet Sonic não ficará restrito ao mercado brasileiro. O modelo, que começa a chegar às lojas no país a partir do segundo trimestre de 2026, também será enviado a outros países da América do Sul. Produzido em Gravataí (RS), o utilitário passa a integrar a estratégia regional da marca, aproveitando o momento de retomada das exportações brasileiras no setor automotivo.

Dentro desse cenário, a fábrica gaúcha ganha papel ainda mais importante como polo de produção e distribuição para a região. A ideia é usar o Brasil como base para abastecer mercados vizinhos, acompanhando o aumento da demanda fora do país.

Na prática, o novo Sonic deve compartilhar boa parte da base com o Chevrolet Onix, inclusive sendo fabricado na mesma linha. Apesar disso, o visual será próprio, seguindo a linha de SUVs compactos com estilo mais esportivo, semelhante a rivais como Renault Kardian, Fiat Pulse e Volkswagen Tera.

Foto | Miguel Sanches

Imagens de testes indicam que o interior será praticamente reaproveitado dos modelos compactos da marca, com volante semelhante, painel digital de 8 polegadas e central multimídia MyLink de 11”. Em termos de segurança, a expectativa é manter seis airbags como item de série.

No conjunto mecânico, a aposta principal é no motor 1.0 turbo de até 115 cv e 16,8 kgfm, sempre com câmbio automático de seis marchas. A possibilidade de uma versão manual ainda não está confirmada, mas, se vier, deve ser restrita a poucas configurações. Já o motor 1.0 aspirado, de 82 cv, pode aparecer em uma versão mais acessível, embora isso ainda dependa da estratégia comercial da marca.

Antecipações divulgadas pela própria Chevrolet mostram que o modelo terá maior altura em relação ao solo, reforçando a proposta de SUV, mas com dianteira bastante próxima à do Onix. Na traseira, o destaque fica para a iluminação em LED interligada, formando uma faixa horizontal que atravessa a tampa do porta-malas.

Foto principal: Chevrolet/ Divulgação

Peugeot 208 GT: conjunto híbrido chega ao hatch, mas não alivia consumo

Passamos uma semana com o hatch da Peugeot, que apesar da boa dirigibilidade, não esconde os pecados do sistema MHEV

No ano passado, a Peugeot anunciou, em um evento no Rio de Janeiro, a chegada do conjunto MHEV de 12 volts às linhas 2008 e 208, nas versões GT Hybrid. Após alguns meses do lançamento, pudemos avaliar o hatch em condições normais do dia a dia, e te contamos como foi.

Movendo o 208 GT Hybrid, está o motor 1.0 turbo flex de até 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e 20,4 kgfm de torque a um motor elétrico multifuncional de 12V, que substitui alternador e motor de partida. O conjunto é acoplado a um câmbio CVT que simula sete marchas.

Ágil como poucos, 208 GT Hybrid entrega boa dirigibilidade

Durante a avaliação, majoritariamente urbana no Rio de Janeiro, o 208 GT agradou pela agilidade, com respostas rápidas do conjunto motor e câmbio. Nas curvas, a combinação de baixo peso e entre-eixos curto faz do carrinho um companheiro dos que gostam de dirigir, uma vez que se consegue driblar seus muitos porquês e pormenores.

Um desses pontos questionáveis é a ergonomia oferecida pelo conjunto i-cockpit da Peugeot, composto por um volante achatado e pequeno, que bloqueia parcialmente a visão do painel digital. Não chega a ser o crime do século, mas requer acostumar-se, e nem todo mundo gosta. No mais, tudo é ergonômicamente próximo, há botões físicos (!!) para algumas funções do ar-condicionado e até para o volume da multimídia (que é novidade).

Apesar de pequena, a cabine tem seus esmeros, tem visual moderno sem apelar para o minimalismo. Há carregador por indução para o celular, com uma saída de ventilação. Além disso, todas as versões 2026 ganham teto solar panorâmico, que ajuda a iluminar e dar alguma amplidão à cabine. Quem viaja atrás, entretanto, ainda sofre com o pouco espaço interno. Mas é um hatch compacto no final do dia, não dá para esperar muito conforto, uma vez que seu acerto de suspensão é mais justinho, privilegiando a dirigibilidade.

Por fora, em relação à versão 2025, nada muda. Na dianteira, destacam-se os faróis full-LED, as luzes diurnas em forma de garras do leão e a grade com detalhes na cor da carroceria. O hatch traz ainda rodas de 17 polegadas, retrovisores em black piano, e a inscrição GT na coluna C. O visual é moderno e foge do convencional, um mantra da Peugeot, e que funciona bem no hatch.

Conjunto MHEV de 12 volts não faz milagres

O conjunto híbrido leve, que não movimenta as rodas, mas atua como apoio ao motor a combustão em determinadas situações, promete melhoria na casa dos 10% no consumo. Entretanto, não pude notar muita melhoria nesse front. Mesmo com as muitas intrusões do sistema start-stop, que não dá para desligar (exceto se o ar-condicionado estiver no mais frio possível), a melhor média de consumo foi de 9,9 km/l, na gasolina. Assim, distante da média dos 13 km/l na cidade que o hatch entrega.

Se o consumo não faz milagres, não se pode dizer que o hatch não seja bem recheado. Custando R$ 138.990 na tabela (R$ 140.990 se somarmos a cor Cinza Selenium), o 208 vem equipado com conectividade com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de itens como ar digital, câmera de ré, carregador por indução e pacote de segurança com frenagem automática, alerta de colisão, ponto cego, assistente de faixa e mais.

Conclusão: 208 GT Hybrid tem seus pecados, mas dirigibilidade prevalece

Quem procura um hatch premium geralmente tem dois pensamentos: praticidade no ambiente urbano e o máximo de acessórios/assistentes possíveis num só pacote, e isso o Peugeot 208 GT Hybrid pode entregar. Claro, o conforto não é uma prioridade absoluta, mas a fácil usabilidade, bem como o bom comportamento dinâmico, acabam prevalecendo.

Por quase R$ 140 mil (até mais do que dito no vídeo), a conta fica um tanto salgada, contudo. Mas sua opção mais próxima na linha Peugeot já recairia sobre o SUV 2008, com proposta diferente. Em matéria de hatch, o 208 GT Hybrid é uma boa opção, mesclando visual, desempenho e comportamento condizentes com sua posição, por exemplo.

Foto principal: Rodrigo Tavares/Autos Segredos

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