SUV global da Nissan soma mais de 8 milhões de unidades vendidas e chega ao mercado brasileiro com tecnologia eletrificada e-POWER
O Nissan X‑Trail completa 25 anos de história como um dos SUVs globais mais importantes da Nissan. Lançado originalmente em 2001, o utilitário evoluiu ao longo de quatro gerações e passou de um SUV robusto de proposta tradicional para um crossover moderno, eletrificado e repleto de tecnologia. Agora, o modelo se prepara para finalmente desembarcar no Brasil em 2026.
Desde sua estreia, o X-Trail foi concebido para unir versatilidade e capacidade fora de estrada com a praticidade de um veículo familiar. O próprio nome do modelo resume sua proposta: o “X” remete a atividades extremas, enquanto “Trail” destaca a capacidade de rodar em terrenos acidentados.
No lançamento da primeira geração, a Nissan posicionou o SUV como uma alternativa aos utilitários 4×4 tradicionais, oferecendo melhor eficiência de combustível, maior facilidade de condução no uso urbano e um custo mais acessível.
“Com seu design simples, prático e robusto, atraiu fortemente as famílias jovens que apreciavam atividades ao ar livre e os clientes com estilos de vida ativos”, lembra Shinchiro Irie, diretor de design de programas da marca japonesa.
Fórmula de sucesso global
Ao longo de mais de duas décadas, o X-Trail manteve uma receita relativamente constante: design funcional, uso prático no dia a dia e capacidade para enfrentar diferentes tipos de terreno.
“O X-Trail deve ser um crossover funcional que se adapta a cada etapa da vida. Seu design nunca sacrifica a funcionalidade, e a funcionalidade nunca compromete o design”, explica Satoru Tanaka, especialista-chefe de produto da Nissan.
Com essa filosofia, o modelo consolidou presença em diversos mercados globais, especialmente na África, Oceania, Ásia e América do Sul.
A partir da terceira geração, o SUV também passou a ser vendido nos Estados Unidos com outro nome: o Nissan Rogue. No mercado norte-americano, o modelo rapidamente se transformou no carro mais vendido da Nissan e segue ocupando essa posição até hoje.
Tecnologia eletrificada
Na geração atual, o X-Trail incorporou as tecnologias eletrificadas da Nissan, incluindo o sistema Nissan e‑POWER e a tração integral Nissan e‑4ORCE.
O conjunto entrega condução suave, maior eficiência energética e melhor controle de tração em diferentes tipos de piso, reforçando a proposta de SUV versátil para uso urbano e aventuras fora de estrada.
Atualmente, o X-Trail é vendido em 95 países e já ultrapassou a marca de 8 milhões de unidades comercializadas no mundo.
Leitura de cenário
A chegada do Nissan X-Trail ao Brasil em 2026 reforça a estratégia de eletrificação da Nissan no país e deve ampliar o portfólio de SUVs da marca. Posicionado acima do Nissan Kicks, o modelo deverá disputar espaço no segmento de utilitários médios eletrificados, categoria que ganha cada vez mais relevância no mercado brasileiro.
Pegamos a estrada no carnaval com o SUV “ultra-híbrido” da Leapmotor; C10 REEV tem bons argumentos para incomodar o segmento dos médios
Embora modelos elétricos estejam ganhando espaço nas casas dos brasileiros, a infraestrutura de carregamento ainda preocupa e afasta possíveis compradores. A intenção da Leapmotorcom o SUV C10 REEV é oferecer uma solução para o problema, por meio de um extensor de autonomia para o conjunto elétrico. A melhor maneira de testar isso seria numa viagem de quase 700 km durante o carnaval, entre as cidades de Rio de Janeiro e Macaé (RJ), no interior do estado.
Antes de mais nada, vamos às apresentações e explicações. O Leapmotor C10 desembarcou no Brasil ainda no ano passado, vindo de Hangzhou, na China. Agora sob o guarda-chuva da Stellantis, chega ao país em duas versões, uma elétrica (BEV), por R$ 204.990, e a REEV, com extensor de autonomia, por R$ 219.000. Assim, a unidade avaliada foi a REEV, na cor Verde Boreal, uma das cinco disponíveis, sem custo adicional.
O que significa REEV?
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
“Mas o que é REEV?” Você deve estar se perguntando. Essa é mais uma sigla da vasta sopa de letrinhas que define um veículo e sua propulsão hoje em dia. Na prática, trata-se de um SUV elétrico que tem um motor a combustão, que não traciona as rodas, e que dá mais alcance ao conjunto todo. Quem faz o C10 andar é um motor elétrico, no eixo traseiro (bem como sua tração), que entrega 215 cv (3 cv a menos que a versão BEV) e 32,6 kgfm, ligado a uma bateria de 28,4 kWh. O motor gerador, por sua vez, tem 1,5 litros e 88 cv de força, movido à gasolina.
O resultado é uma autonomia no entorno dos 1000 km, sendo 111 km entregues somente pela bateria. Ainda que o alcance elétrico seja inferior à versão BEV, a grande virada é a possibilidade de usar o motor a gasolina para ir mais longe. O sistema funciona nos seguintes modos:
EV+: dá preferência máxima à propulsão elétrica, recorrendo ao motor a combustão somente quando o nível de carga da bateria atinge patamar reduzido.
EV: alterna de forma inteligente entre eletricidade e combustão, sendo indicado para percursos que combinam trânsito urbano e trechos de estrada.
Combustível: coloca o motor a gasolina como fonte principal de energia, opção mais adequada para deslocamentos extensos.
Power+: mantém o propulsor a combustão ligado desde o momento da partida, operando de maneira contínua.
Bom espaço interno e porte de Jeep Commander deixam clara a briga pelo segmento dos SUVs médios
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
Durante nossa semana de teste, o que mais chamou a atenção internamente foi o conforto do C10. Apesar de calçado em grandes rodas aro 20, pouco das imperfeições do piso foram passadas para dentro. Além disso, os bancos, macios na medida certa, não cansaram mesmo em trajetos longos, além de contarem com função de resfriamento, útil em dias quentes. Contudo, vale destacar o acerto da suspensão, mais firme que o comum para carros chineses, bem calibrado para o castigado piso brasileiro.
Outros destaques do C10 ficam por conta da tecnologia embarcada. O modelo oferece câmeras com visão 360º e 540º, incluindo recurso de transparência do solo, além de permitir a gravação do trajeto no estilo dashcam. No pacote de segurança, o Leapmotor traz conjunto completo de assistências à condução (ADAS) de nível 2, com piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa e sistema de frenagem automática de emergência, por exemplo.
Dirigibilidade: conforto e acerto de suspensão do C10 impressionam
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
No visual, o Leapmotor C10 mescla linhas futuristas com discrição. O modelo mede 4,73 metros de comprimento e 1,90 metro de largura, o que o coloca no porte de rivais como o Jeep Commander, por exemplo. O entre-eixos é de 2,82 metros, o que favorece o espaço para os passageiros, que viajam sem aperto. A cabine impressiona pela qualidade dos materiais. Superfícies acolchoadas e emborrachadas estão por toda parte, e os revestimentos, discretos, agradam tanto ao olhar quanto ao toque. O porta-malas, de 435 litros, acomoda bem as bagagens, apesar de ser menor que o da versão elétrica, com 465 litros.
Mesmo em uma condução mais espirituosa, o SUV permaneceu plantado ao asfalto, sem transmitir insegurança. A frenagem, apoiada por discos nas quatro rodas, também é boa. Assim, os 215 cv de potência e 32,6 kgfm de torque sempre pareceram suficientes mesmo carregado e com bagagem, e ficam mais perceptíveis no modo Esportivo, onde aceleração e resposta da direção ficam mais espertos. Além disso, há o modo Conforto, onde o SUV adota um tom mais suave na condução. No Personalizado, é possível regular conforme o gosto de quem dirige.
Extensor de autonomia “tira o medo” de viagens longas e carregadores ocupados
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
Em matéria de consumo, recebemos o modelo com pouca bateria, mas de tanque cheio, uma boa oportunidade para testar como o extensor de autonomia funciona. Por instrução da loja da Leapmotor, usei de cara o modo Power+, que mantém o motor a gasolina ligado o tempo todo e carrega a bateria mais efetivamente. Durante a viagem, o modo EV foi companheiro dos longos engarrafamentos, mas o motor a combustão praticamente não foi acionado.
Já na cidade de Macaé (RJ), onde são poucos (e disputados) os postos de carregamento, pude usar o modo EV+, bem como testar seu carregamento. Quando a ansiedade pelo pouco alcance elétrico bater, a mudança para o modo Combustível ou Power+ pode ser feita pelo painel, e o carro faz uso dos 50 litros de gasolina que consegue carregar. Com o extensor desligado, o carro roda silenciosamente; já ligado, o ruído é ínfimo e não incomoda, por exemplo.
Ao sinal de pouca bateria, um aviso no painel aparece: hora de carregar, seja via tomada ou pelo motor a gasolina / Rodrigo Tavares/Autos Segredos
Na viagem de volta, resolvo utilizar todo o alcance elétrico (EV+) na estrada. Na casa dos 20 km restantes, o carro pede para que se ligue o motor novamente, antes que o faça sozinho. Seja como for, em matéria de autonomia, o extensor está ali para ajudar o condutor a não ficar “na pista”, procurando um carregador.
SUV também tem seus pecados: cartão NFC é bossa dispensável, botões físicos fazem falta
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
Contudo, se em dirigibilidade e autonomia o Leapmotor C10 REEV agrada, seus pecados também são aparentes. O primeiro deles é a chave que destranca e dá partida, um cartão NFC. Pouco prático, pode ser chato de sacar em dias de chuva, e nem sempre o leitor reconhece rapidamente o cartão na hora da partida, o que é incômodo. Além disso, em algumas vezes, o SUV trancou com o cartão no console. Entretanto, sempre de celular em mãos (com o app que permite, entre muitas coisas, abrir o carro), pude destrancá-lo e recuperar o cartão. Me pergunto como seria a manobra no caso de um celular descarregado, por exemplo.
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
Outro pênalti está na central multimídia LeapOne, de 14,6 polegadas. Responsável por praticamente tudo internamente, peca por não oferecer conectividade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay, algo que a marca deve resolver em uma atualização OTA (over the air) em algum momento. Outra questão são os comandos do ar-condicionado (cujas saídas são embutidas no painel), que, embora de acesso descomplicado, poderiam ganhar botões físicos, evitando distrações ao volante. Botões de acionamento dos vidros de ação invertida e o botão do pisca no teto fogem ao ergonômico.
Conclusão: C10 REEV tenta redefinir conceito de SUV híbrido, e tem boas armas para isso
Rodrigo Tavares/Autos Segredos
Por fim, depois de 670 km percorridos, o Leapmotor C10 REEV deixa muitas impressões. A primeira delas é que o foco do modelo, que custa R$ 219.990, é claramente o conforto. Com bancos que recebem bem os ocupantes, bons materiais na interna e pouco plástico aparente, trazem um ar de carro bem mais caro do que custa, por exemplo. O visual, ainda que novo, chama a atenção e se distancia dos demais concorrentes de maneira chamativa, e ao mesmo tempo discreta.
Pode parecer contraditório, mas é essa a impressão que o SUV deixa em quem o maneja: um elétrico que usa gasolina para se “alimentar” mas não exatamente para se mover, e mais do que isso: um híbrido que não dá medo de pegar a estrada. Claro, tem tantas inovações que algumas até são incômodas, mas há espaço para melhorias. Concorrentes de marcas como BYD e GAC têm com o que se preocupar, de fato.
Ficha técnica Leapmotor C10 REEV 2026
Motor Elétrico traseiro síncrono de ímã permanente, com 158 kW (215 cv) de potência e torque imediato. Conta com motor 1.5 a gasolina, quatro cilindros em linha, que atua exclusivamente como gerador para recarregar a bateria no sistema de autonomia estendida (REEV)
Transmissão Tração traseira e transmissão automática de relação fixa (redutor de uma velocidade)
Direção Tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica; diâmetro de giro aproximado de 11,3 metros
Freios Discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira, com ABS, EBD, controle eletrônico de estabilidade e assistente de partida em rampa
Suspensão Dianteira independente tipo McPherson; traseira independente multilink; altura livre do solo aproximada de 18 centímetros
Rodas/pneus Aro 20 de liga leve, 245/45 R20
Peso Cerca de 1.980 kg
Carga útil (passageiros + bagagem) Aproximadamente 450 kg
Capacidades (litro) Porta-malas, 435; tanque de combustível, 50; bateria com capacidade de 28,4 kWh
Recarga Em corrente alternada (AC) a 6,6 kW, o tempo estimado é de 3 horas para recarga de 30% a 80% e 6 horas de 5% a 100% Em corrente contínua (DC) com potência de até 65 kW, a recarga de 30% a 80% pode ser realizada em cerca de 18 minutos
Desempenho Velocidade máxima de 170 km/h limitada eletronicamente; aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 7,5 segundos
Autonomia Alcance no modo 100% elétrico em torno de 111 km (Inmetro)/ Autonomia combinada superior a 950 km no mesmo padrão, considerando bateria e gerador a combustão
Ofertas da Stellantis incluem troca de óleo parcelada, redução no preço de freios e cupons para compras online
Para celebrar o Mês do Consumidor, comemorado em março, a Stellantis lançou uma campanha especial de pós-venda voltada aos proprietários de veículos das marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram e Abarth. A iniciativa reúne diferentes benefícios voltados à manutenção e compra de componentes originais.
A ação contempla descontos em serviços, peças e acessórios disponíveis na rede autorizada das marcas. Como as condições podem variar entre concessionárias participantes, a recomendação é que os clientes consultem diretamente a unidade mais próxima para confirmar a disponibilidade das ofertas e os detalhes de cada promoção.
Entre os serviços incluídos na campanha estão condições facilitadas para a substituição de óleo e do filtro do motor, um dos procedimentos de manutenção mais comuns. Também há preços reduzidos para a troca de itens do sistema de freios, como pastilhas e discos, componentes fundamentais para o funcionamento seguro do veículo.
No caso da Fiat, o pacote de troca de óleo e filtro parte de três parcelas de R$ 79,90. Já na Jeep, o serviço começa em três vezes de R$ 99,90. Em ambos os casos, a montadora informa que a mão de obra está incluída sem custo adicional.
A Stellantis também preparou vantagens para quem deseja ampliar o período de cobertura do veículo. Os clientes podem contratar a extensão da garantia de fábrica por mais tempo, o que permite proteção adicional contra eventuais reparos inesperados após o término da garantia original.
Uma das ofertas prevê 10% de desconto na contratação da garantia estendida, seja no plano básico ou no completo, com validade de dois anos. A condição é destinada a veículos das marcas Fiat, Ram, Peugeot e Citroën e exige pagamento à vista.
Além das concessionárias, as promoções também chegam aos canais digitais das marcas. Nas lojas oficiais de peças e acessórios disponíveis na internet, os consumidores encontram cupons e descontos em diversos produtos, como tapetes, frisos e componentes mecânicos originais.
No Mercado Livre, durante todo o mês de março de 2026, é possível utilizar um cupom de R$ 100 em compras acima de R$ 1.500 ou um cupom de R$ 50 para pedidos superiores a R$ 600 nas lojas oficiais de Fiat, Jeep, Ram, Peugeot e Citroën. O comércio eletrônico ainda oferece 5% de desconto em itens com envio Full para compras acima de R$ 250 e 10% de abatimento em kits de manutenção selecionados.
As ofertas permanecem válidas ao longo de março ou até o fim dos estoques disponíveis. Como as condições podem ser alteradas sem aviso prévio, a orientação é procurar uma concessionária autorizada para verificar as promoções aplicáveis a cada modelo.
Novo SUV da GAC pode ser reservado online mediante sinal de R$ 4 mil, valor abatido na compra; Modelo chega com motor 1.5 turbo
A GAC iniciou nesta quinta-feira (6) a etapa de pré-venda do SUV GS3 no mercado brasileiro, marcando mais um avanço no plano de crescimento da fabricante no país. Para garantir a reserva do SUV, será necessário um sinal de R$ 4 mil, quantia que posteriormente será descontada do valor final do veículo no momento da compra. Todo o processo inicial será realizado exclusivamente por meio da página oficial da montadora no Mercado Livre, estratégia que amplia o alcance da ação e simplifica o acesso dos interessados.
Os consumidores que participarem dessa etapa inicial terão benefícios específicos. Além da possibilidade de assegurar o veículo antes do início das vendas regulares, os compradores receberão um bônus de R$ 4 mil para utilização na conclusão da compra e também terão direito às três primeiras revisões sem custo.
Com a chegada do GS3, a GAC amplia a sua linha de produtos disponível no Brasil. O portfólio da marca passa a incluir seis veículos, entre eles os elétricos Aion ES, Aion Y e Aion V, além do híbrido GS4 e do elétrico premium Hyptec HT. A introdução do novo utilitário esportivo compacto permite à fabricante ampliar sua atuação em um dos segmentos mais relevantes em volume de vendas no país.
“O lançamento tem papel estratégico dentro da atuação da GAC no país. Inserido em um mercado em que a maior parte dos veículos ainda é movida a combustão, o GS3 atende ao perfil predominante do consumidor brasileiro, ao mesmo tempo em que funciona como porta de entrada para uma mobilidade mais inteligente e eficiente. Para a GAC, sustentabilidade não se resume apenas ao tipo de motorização, mas envolve a eficiência do conjunto, a durabilidade do produto e a responsabilidade industrial ao longo de todo o ciclo de vida do veículo”, afirma Leonardo Lukacs, diretor de Engenharia e Manufatura da GAC.
Sob o capô, o GS3 utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina com 170 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. A proposta é equilibrar desempenho e eficiência tanto em uso urbano quanto em viagens, oferecendo respostas rápidas e consumo moderado. O modelo também atende às exigências do Proconve L8, atual padrão brasileiro de controle de emissões.
GAC GS3 pode ser reservado pelo Mercado Livre
A escolha do Mercado Livre como canal para a pré-venda faz parte da estratégia de digitalização da experiência de compra da GAC. O objetivo é tornar o processo mais simples, transparente e alinhado ao comportamento atual do consumidor, ao mesmo tempo em que amplia o alcance nacional da campanha.
“Como líder do e-commerce no Brasil, o Mercado Livre oferece a estrutura e a confiança necessárias para que o consumidor realize a reserva do GS3 de forma simples e totalmente digital. Pela loja oficial da GAC na nossa plataforma, é possível conhecer os principais atributos do veículo, escolher a cor e indicar a concessionária mais próxima para dar continuidade ao processo de compra com praticidade e segurança”, diz Alexandre Rezende, head de Motors do Mercado Livre no Brasil.
Essa iniciativa acompanha um movimento cada vez mais presente na indústria automotiva, que vem incorporando plataformas digitais ao processo de aquisição de veículos, integrando tecnologia, logística e novos formatos de relacionamento com o cliente.
Mesmo com a reserva feita online, os compradores continuarão contando com o suporte da rede de concessionárias da marca nas etapas seguintes. O atendimento inclui a formalização do pedido, a escolha da versão e orientações sobre financiamento, garantindo a integração entre o ambiente digital e o atendimento presencial quando necessário.
“Estamos dando mais um passo consistente na consolidação da GAC no Brasil ao integrar a pré-venda do GS3 a uma das maiores plataformas de e-commerce do país. Queremos facilitar o acesso do consumidor à marca, oferecendo uma jornada de compra simples, segura e alinhada aos novos hábitos digitais”, comenta Luis Fernando Guidorzi, diretor de Marketing e Comunicação da GAC.
Volkswagen fecha fevereiro liderando em quatro categorias entre os mais vendidos; Fiat Strada segue o comercial leve mais vendido
O mês de fevereiro fechou com 140.548 automóveis vendidos, um aumento de 12,32% em relação ao mês de janeiro. E revelou a Volkswagen como líder de vendas em quatro diferentes segmentos (hatches, sedãs compactos, SUVs de entrada e SUV compactos). Abaixo, separamos todos os 50 modelos mais vendidos do último mês, segundo dados da Fenabrave. Confira.
Hatches compactos
Foto | Volkswagen/Divulgação – VW Polo Track
O VW Polo foi o hatch mais vendido em fevereiro, bem como o modelo mais vendido na tabela geral. O hatch conquistou 7.517 unidades, se colocando a frente de rivais como o Fiat Mobi, com 6.560 unidades, e Fiat Argo, com 6.478 vendas. Fechando o top cinco do segmento, estão nomes como Chevrolet Onix (6.450) e Renault Kwid (5.194).
Sedãs compactos
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
Quem levou a melhor no segmento dos sedãs compactos foi o VW Virtus. O sedã marcou 2.489 unidades vendidas, ultrapassando o rival Chevrolet Onix Plus, com 1.994 vendas. Em terceiro está o Fiat Cronos, com 1.856 vendas, seguido do Hyundai HB20 S, com 1.855 unidades. Fecha a conta o Honda City, com 1.058 unidades.
Sedãs médios
Foto | Toyota/Divulgação
Em fevereiro, a lista de sedãs médios mais vendidos deu liderança ao Toyota Corolla, com 2.149 unidades. O modelo ficou à frente dos rivais BYD King (907) e Nissan Versa (625), por exemplo.
SUVs de entrada
Foto | Volkswagen/Reprodução
Novamente, o VW Tera liderou as vendas do segmento, com 5.358 carros. O bom resultado o colocou à frente de rivais como o VW Nivus, com 3.851 unidades, em segundo, e o Fiat Fastback em terceiro, com 3.833 unidades. Em quarto está o Fiat Pulse, com 3.057 carros, e em quinto está o Citroën Basalt, com 2.980.
SUVs compactos
VW/Divulgação
O VW T-Cross foi o SUV compacto mais vendido em fevereiro, com 5.667 unidades. Logo após veio o Hyundai Creta, com 5.045 vendas, seguido do Chevrolet Tracker, com 4.003 carros. Em quarto lugar ficou o Honda HR-V, com 2.948, e em quinto está o Nissan Kicks, com 2.875.
SUVs médios
Jeep/Divulgação
Liderando entre os SUVs médios em fevereiro, esteve o Jeep Compass, com 4.169 unidades. Em segundo lugar, o BYD Song Plus, com 3.702 unidades vendidas. Em terceiro, o GWM Haval H6 vendeu 3.237 unidades, superando o Toyota Corolla Cross (2.899) e o Caoa Chery Tiggo 7 (2.205), por exemplo.
50 mais
Confira quais foram os 50 carros mais comprados em fevereiro de 2026:
Foto | Fiat/Divulgação – Connect Fiat está disponível para as versões Ranch e Ultra da Strada
Sem nenhuma surpresa, quem liderou entre as duas picapes compactas disponíveis no Brasil foi a Fiat Strada, com 11.191 unidades e a liderança do segmento de comerciais leves. Em segundo lugar está a VW Saveiro, com 2.827 unidades.
Picapes compactas médias
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
A Fiat Toro liderou o segmento em fevereiro, com 6.275 unidades faturadas. Em seguida, veio a Ram Rampage, com 1.889 carros, seguida da Chevrolet Montana, com 1.066 unidades. Fechando o páreo, temos a Renault Oroch (808) e Ford Maverick (297).
Picapes médias
Foto | Toyota/Divulgação – Novidades mecânica implicaram em um visual final mais agressivo à Hilux SRX Plus, que imprime maior porte frente as demais versões
Entre as picapes médias, quem levou a coroa em dezembro foi a Toyota Hilux, com 3.304 unidades vendidas. Em seguida, veio a Ford Ranger, com 2.048 unidades, seguida da Chevrolet S10, em terceiro, com 1.578 unidades. Em quarto está a Mitsubishi Triton, com 710 vendas, seguida da Fiat Titano, com 367 vendas.
50 mais
Confira quais foram os 50 comerciais leves mais vendidos em fevereiro de 2026:
Sedã BMW ganhará versão elétrica chamada i3 e adotará tecnologia da plataforma Neue Klasse
A BMW já marcou a data para revelar ao público a próxima geração de seu sedã médio mais emblemático. A apresentação global do novo Série 3 está agendada para 18 de março, mas quem estreia primeiro será a variante totalmente elétrica, que resgatará a denominação i3.
Esse modelo integra a nova família de veículos desenvolvida sobre a arquitetura Neue Klasse, base que representa uma mudança importante na tecnologia da fabricante alemã. Assim como o futuro BMW iX3, o sedã utilizará sistema elétrico de 800 volts e baterias de última geração, com cerca de 108,7 kWh de capacidade útil, solução pensada para ampliar autonomia e reduzir o tempo de recarga.
Novo BMW Série 3 terá visual diferente
BMW/Divulgação
Flagras recentes de protótipos em testes indicam que o carro adotará um visual bastante diferente do atual. A dianteira deverá receber faróis mais finos e uma nova interpretação da tradicional grade dupla da marca, agora ocupando praticamente toda a largura frontal. O para-choque também deve trazer tomadas de ar retangulares, reforçando a aparência mais contemporânea.
Mesmo com a estreia da versão elétrica, a estratégia da montadora prevê manter diferentes opções de motorização. O BMW Série 3 com motores a combustão continuará na linha, enquanto o i3 atuará como equivalente totalmente elétrico dentro da nova geração.
BMW/Divulgação
A chegada dessa nova família está prevista para começar no mercado global a partir de 2026, marcando o início de uma nova etapa para um dos modelos mais tradicionais da BMW e referência histórica entre os sedãs esportivos do segmento premium.
Unidades do modelo comercial da marca americana são ano/modelo 2025 e 2026
A Ford realiza recall para a Transit por defeito no chicote elétrico do sistema de direção elétrica assistida. A marca fará a inspeção, e caso necessário a substituição do componente.
Confira a data de fabricação e chassis da van da Ford envolvidas na convocação:
Veículo
Modelo
Chassis (8 últimos dígitos)
Datas de produção
Transit
2025
De SU016023 até SU017981
De 4 de abril de 2024 até 23 de outubro de 2024
2026
De TTC54815 até TU022178
De 13 de janeiro de 2025 até 22 de outubro de 2025
Falha
De acordo com comunicado da Ford, devido a uma fixação inadequada, o chicote elétrico do sistema de direção elétrica assistida pode entrar em atrito com componentes adjacentes. Esse desgaste pode resultar em danos à fiação, causando curto-circuito.
Riscos
Nas unidades em que ocorrer um curto-circuito, a assistência da direção e outros sistemas (como o assistente de pré-colisão, monitoramento de ponto cego e sensores de estacionamento) podem ser desativados com a exibição de alertas no painel e, em casos extremos, há o risco de incêndio do veículo. Nestas condições, há riscos de lesões graves ou fatais aos ocupantes do veículo e a terceiros.
Informações
Para mais informações, os clientes devem consultar o aplicativo Ford ou contatar o Centro de Atendimento Ford (CAF) pelo telefone 0800 703 3673, ou uma Concessionária Ford de sua preferência.
O atendimento será realizado no segundo trimestre de 2026, tão logo o reparo esteja disponível nas Concessionárias Ford. O tempo médio para o reparo será de aproximadamente 1h20 (uma hora e vinte minutos) para inspeção e ajuste gratuitos da fixação do chicote elétrico do sistema de direção elétrica assistida e, se necessário, substituição gratuita do componente.
Cadillac estreia no país com três SUVs elétricos e inicia operação com centros de experiência em cidades estratégicas
A General Motors confirmou que a marca Cadillac passará a operar oficialmente no Brasil, marcando a entrada da companhia no segmento de veículos de luxo no país. A iniciativa representa um novo passo na estratégia da empresa para ampliar sua atuação no mercado brasileiro, expandindo suas operações para categorias de maior valor agregado.
A operação inicial contará com três SUVs elétricos: Lyriq, Optiq, e Vistiq, com o primeiro vendas previstas para começar ainda este ano. Inclusive, quem puxará a fila nas vendas será o Lyriq, conforme antecipou o Autos Segredos em dezembro de 2025. Como parte do plano de implantação da marca, serão inaugurados centros de experiência nas cidades de Brasília, Curitiba e São Paulo.
Cadillac/Divulgação
O Brasil foi escolhido como o primeiro destino da marca na América do Sul. A decisão reforça o peso do mercado brasileiro dentro da estratégia regional da montadora e amplia a presença da companhia em segmentos considerados mais sofisticados e relevantes no cenário global.
O anúncio acontece pouco antes da estreia da Cadillac na Fórmula 1, principal categoria do automobilismo mundial. A movimentação acompanha o plano internacional da marca, que inclui expansão em mercados estratégicos, avanço da eletrificação e fortalecimento de atributos ligados à tecnologia, design e desempenho.
“A introdução da Cadillac no Brasil é uma decisão estratégica construída com base na relevância do mercado nacional e em sua importância dentro da nossa visão regional de longo prazo. O país reúne maturidade no segmento e ambiente adequado para a expansão de uma marca global de luxo”, afirma Thomas Owsianski, presidente da GM América do Sul.
Cadillac/Divulgação
Essa decisão vem após um período de evolução operacional da General Motors na região, caracterizado por avanços na eficiência industrial, fortalecimento da base produtiva e aumento da competitividade. Esse cenário cria as condições para ampliar a presença da companhia no país e sustentar novos projetos de crescimento.
“A Cadillac consolidou, ao longo de mais de um século, uma trajetória de referência no luxo automotivo. Sua chegada ao Brasil reforça nossa estratégia de ampliar o portfólio com produtos de alta tecnologia e performance, que oferecem uma experiência genuinamente exclusiva, alinhada às transformações do mercado”, acrescenta Rodrigo Fioco, diretor-executivo da Cadillac na América do Sul.
Linha 2026 da Yamaha Factor traz opção Titanium Grey na versão DX e mantém motor 150 BlueFlex com foco em economia e autonomia
A Yamaha Factor 150 chega à linha 2026 com novidades discretas, mas que reforçam seu posicionamento como uma das motocicletas mais racionais para o uso diário no Brasil. A principal mudança está na versão DX, que passa a oferecer a nova cor Titanium Grey (cinza fosco) combinada com rodas vermelhas.
Mesmo sem alterações mecânicas, o modelo segue apostando em um conjunto conhecido pela durabilidade e baixo consumo, atributos valorizados por quem utiliza a moto como meio de transporte no dia a dia.
A linha 2026 continua equipada com o motor monocilíndrico de 150 cc BlueFlex, que entrega 11,8 cv de potência a 7.250 rpm quando abastecido com gasolina e 12 cv com etanol. O torque máximo é de 1,3 kgfm a 6.000 rpm.
Outro ponto forte do conjunto é a autonomia. Com tanque de 15,4 litros, a moto pode superar os 800 quilômetros de alcance, considerando consumo médio divulgado de até 55,3 km/l. Na prática, isso reduz a frequência de abastecimentos, característica importante para quem usa a moto diariamente para trabalho ou deslocamento urbano.
No dia a dia, a proposta da Factor segue centrada no conforto. O guidão elevado, o assento amplo e a posição das pedaleiras favorecem uma postura de pilotagem mais relaxada, tanto para o condutor quanto para o garupa.
Essa ergonomia também ajuda em trajetos mais longos ou no uso profissional, como entregas e deslocamentos frequentes em áreas urbanas.
Entre os destaques da moto está o farol em LED com luz de posição integrada, além do painel com visual “Blackout”. A interface digital facilita a leitura das informações em diferentes condições de iluminação.
O painel também traz indicador de marchas e a função ECO, que auxilia o piloto a conduzir de forma mais econômica. O sistema sinaliza no visor quando a pilotagem está em uma faixa de consumo mais eficiente.
Suspensão e freios
Para enfrentar o asfalto irregular das cidades brasileiras, a moto utiliza garfo telescópico dianteiro com 120 mm de curso e suspensão traseira com 111 mm.
O sistema de frenagem é combinado, com disco de 245 mm na dianteira e tambor na traseira.
Os pneus seguem com aro 18 polegadas:
dianteiro 80/100-18
traseiro 100/80-18
O pneu traseiro mais largo contribui para um visual mais robusto.
A Yamaha Factor DX 2026 passa a ser oferecida na nova cor Titanium Grey com rodas vermelhas, além das opções Racing Blue com rodas azuis e Midnight Black com rodas douradas. O preço público sugerido é de R$ 18.990, sem frete.
Já a Yamaha Factor 2026 na versão padrão está disponível nas cores Sports White, Red Hot e Black Eclipse, com preço sugerido de R$ 18.490, também sem frete.
Ambas contam com garantia de três anos e programa de Revisão Preço Fixo.
Cenário
Sem mudanças estruturais para 2026, a Factor segue apostando em sua fórmula conhecida: mecânica simples, consumo baixo e manutenção previsível. Em um mercado onde as motos de baixa cilindrada continuam sendo essenciais para mobilidade e trabalho, a estratégia da Yamaha parece clara: manter o produto competitivo com pequenas atualizações visuais enquanto preserva um conjunto já consolidado.
A Tukan também servirá como ponto de partida para uma nova estratégia da fabricante na América do Sul. A partir desse modelo, todos os futuros veículos da Volkswagen desenvolvidos e fabricados na região deverão contar com versões eletrificadas. O modelo será fabricado na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2027.
“A pick-up Tukan marcará o início de uma nova era para a Volkswagen do Brasil. Nosso primeiro modelo eletrificado, 100% desenvolvido e produzido aqui, já nasce com 76% de peças nacionais, fortalecendo a indústria nacional e gerando riqueza em toda a cadeia. Esse é o Brasil que acreditamos: um País que projeta, desenvolve e produz localmente”, afirma Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.
Volkswagen Tukan terá dimensões do SUV T-Cross
Acervo/Autos Segredos
Também segundo apurações doAutos Segredos, o modelo deverá ter a mesma altura e largura do SUV T-Cross, de quem terá o mesmo porte, em versões de cabine simples e dupla. As portas dianteiras de ambas as versões serão do mesmo tamanho, inclusive. Falando em tamanho, o modelo ficará posicionado entre as rivais Fiat Strada e Toro, por exemplo.
Especula-se que o modelo deva ter duas opções de suspensão, sendo uma voltada para o uso civil e outra em uma versão de trabalho, com eixo traseiro rígido (tipo ômega). Por dentro, a VW Tukan pode se inspirar no Tera e contar com revestimentos texturizados em forrações de porta e painel principal.
Conjunto que estreia na picape é o motor 1.5 eTSI com sistema híbrido leve de 48 Volts
A picape terá sistema híbrido leve de 48 volts. A Tukan terá o motor 1.5 eTSI que conta com o sistema híbrido leve de 48 Volts que juntos fornecem 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. O câmbio será o automatizado de dupla embreagem de sete marchas. Assim como o sistema híbrido leve de 12 volts usado nos Fiat Pulse e Fastback, o de 48 volts da Volkswagen troca o motor de arranque e alternador por um dispositivo multifuncional que atua cumprindo as duas funções. Entretanto, ele pode ajudar o motor a combustão com potência adicional. Já a bateria de lítio de maior capacidade também pode cuidar de mais sistemas.
O sistema de 48 volts da Volkswagen pode desligar o motor a combustão em velocidade de cruzeiro para reduzir o consumo, já que a assistência da direção, dos freios e demais periféricos para o deixar o carro em movimento são geridos por ele.
Foto principal | VW/Divulgação
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