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Ford leva linha completa da Ford Ranger à Expodireto Cotrijal  

Versões com motor V6 da Ranger têm destaque em vendas

Montadora aposta em condições especiais para picapes e SUV durante a feira em Não-Me-Toque, incluindo taxa zero e bônus no usado

A Ford marca presença na Expodireto Cotrijal, realizada entre os dias 9 e 13 de março em Não-Me-Toque, levando ao público do agronegócio brasileiro uma exposição completa da linha Ford Ranger e condições comerciais exclusivas para quem pretende fechar negócio durante a feira. O estande da marca destaca desde versões voltadas ao trabalho até a esportiva Ford Ranger Raptor, além do SUV Ford Territory.

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Entre as principais atrações está a Ranger equipada com motor V6, oferecida por R$ 299.900. A oferta inclui supervalorização do veículo usado e financiamento com taxa zero em 24 meses, mediante entrada de 50%. Já a versão XLS aparece por R$ 239.900, com taxa zero em 18 meses e 60% de entrada.

Voltada ao trabalho no campo, a Ranger XL cabine dupla também entra na lista de promoções, com preço promocional de R$ 219.990. O modelo ainda conta com condições diferenciadas para clientes pessoa jurídica e produtores rurais, estratégia que reforça a atuação da divisão Ford Pro no segmento profissional.

A marca também leva à feira a grande picape Ford F-150 Lariat Black, que pode ser adquirida com supervalorização do usado ou financiamento com taxa zero em até 36 meses, com entrada de 60%. O Ford Territory completa o portfólio com taxa zero em 24 meses e bônus na troca.

Outro destaque do espaço é a Ford Store, loja de produtos licenciados que inclui camisetas, bonés, mochilas, garrafas e outros itens da marca.

Ranger aposta em tecnologia e força no segmento

A atual geração da Ford Ranger foi desenvolvida sobre uma plataforma totalmente nova e traz como principal destaque o motor turbodiesel V6 3.0, que entrega 600 Nm de torque — um dos maiores números entre as picapes médias vendidas no Brasil. O conjunto trabalha com transmissão automática de 10 marchas e sistema de tração 4×4.

A picape também se destaca no pacote tecnológico e de segurança. Toda a linha sai de fábrica com sete airbags e classificação máxima de cinco estrelas nos testes do Latin NCAP.

Entre os recursos disponíveis estão a central multimídia SYNC 4 com tela de 10 polegadas, compatível sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, painel de instrumentos digital configurável de 8 polegadas e o sistema de conectividade FordPass.

O pacote inclui ainda assistente de partida em rampa, controle automático de descidas e preparação elétrica para reboque. Nas versões mais completas, a Ranger adiciona tecnologias de assistência à condução como piloto automático adaptativo com função stop & go, câmeras 360°, monitoramento de ponto cego com cobertura para reboque e assistente de frenagem de ré.

Segundo Daniel Sanches, gerente nacional de vendas da montadora, a nova geração da picape elevou o patamar do segmento. “A Ranger elevou o padrão de desempenho, segurança, conforto, conveniência e tecnologia das picapes médias e conta com diferentes opções de modelos para atender cada perfil de cliente”, afirma. “A Expodireto é uma excelente oportunidade de adquirir a picape com as melhores condições do mercado.”

Estratégia focada no agro

A participação da Ford na Expodireto reforça a importância do agronegócio para o mercado de picapes no Brasil. Feiras do setor costumam concentrar consumidores profissionais e produtores rurais, público-chave para modelos médios e grandes.

Nesse cenário, a Ranger surge como peça central da estratégia da marca para ampliar participação no segmento, aproveitando o bom momento comercial da picape e a crescente demanda por veículos robustos, conectados e preparados para uso misto entre trabalho e lazer.

Foto principal | Ford/Divulgação

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Ofertas VW: Tera High 2026 tem desconto e taxa zero no financiamento

VW Tera High 2026
Foto | Volkswagen/Reprodução

SUV de entrada da marca alemã tem motor 170 TSI e câmbio automático de seis marchas

No site Ofertas VW, o Tera está com bônus de até R$ 10 mil para o cliente que entrar com o usado na negociação. A bonificação será aplicada sobre o preço sugerido do SUV que é de R$ 143.390.

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De acordo com a marca, os usados que terão bônus de até R$ 10 mil na troca pelo Tera High devem ser fabricados entre 2014 e 2026 com no máximo 10.000 Km rodados por ano (considerando-se a média da quilometragem atual do veículo usado), acompanhados com o seu documento único de transferência (DUT) em nome do comprador do VW Tera High ou em nome de parentes de 1º grau (pais, filhos, cônjuges), desde que comprovado o parentesco por meio de documentação oficial e original. O valor de até R$ 10 mil será aplicado a depender da avaliação da concessionária. 

As condições são válidas até o dia 31 de março. Os clientes também podem financiar pelo Banco Volkswagen, com entrada de R$ 80.634,00 (60,00%) e 18 prestações mensais de R$ 3.175,73 com a primeira prestação com vencimento em até 30 dias, taxa de juros:0,00% a.m e 0,00% a.a.. O Custo Efetivo Total da operação é de 5,86%, já com valores de registro de contrato. Sendo assim, o valor final do SUV será de R$ 137.797,12.  

O VW Tera High 2026 é equipado com motor 1.0 Turbo Flex com potências de 116 cv com etanol e 109 cv com gasolina a 5.000 rpm e torque de 16,8 kgfm entre 1.750 rpm r 4.500 rpm, não importando qual combustível esteja no tanque. Ele é ligado ao câmbio automático de seis marchas. 

Itens de série do VW Tera High 2026

Confira os principais itens de série da versão topo de gama do SUV Compacto:

  • Alto-Falantes (6) 
  • Ar-condicionado digital “Climatronic Touch” com filtro de poeira e polén
  • Banco traseiro com encosto rebatível bi-partido
  • Câmera para auxílio em manobras em marcha a ré Bi-colors:
  • Carregamento de celular por indução
  • Espelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis com luzes indicadoras de direção integradas e função tilt down no lado direito
  • Espelho retrovisor interno eletrocrômico
  • Faróis de LED com luz de condução diurna de LED integrada e função “Coming & Leaving home”
  • Iluminação ambiente em LED
  • Iluminação no porta-luvas 
  • Painel de instrumentos digital 10,25″
  • Rodas de liga leve 17” com pneus 205/55 R17 
  • Sensores de estacionamento traseiros e dianteiros
  • Sensores de chuva e crepuscular
  • Serviços remotos e internet exclusiva para o infotainment contratada separadamente.
  • Tapetes adicionais em carpete (4)
  • Tomadas USB tipo C dianteiras e traseiras

Foto principal | Volkswagen/Reprodução

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Confira nossa primeira volta com o VW Taos Highline 2026:

Chevrolet reduz preço do Spark 2026 em R$ 15 mil

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

SUV elétrico de origem chinesa já é montado em regime CKD no Polo Automotivo do Ceará

Com vendas em baixa, a Chevrolet altera o preço do Spark EUV 2026 para o mês de março. A marca reduziu em R$ 15 mil o preço sugerido do SUV que era comercializado em fevereiro por R$ 169.990, na tabela oficial de março, o valor passou para R$ 154.990. Em janeiro foram 197 exemplares vendidos e em fevereiro o SUV registrou 159 emplacamentos.

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O novo preço é R$ 5 mil mais em conta que o preço de lançamento do Spark EUV em agosto de 2025, quando era vendido por R$ 159.990. Na época, o valor sugerido era de R$ 166.990.

Essas reduções de preço em curto espaço de tempo contribuem para uma desvalorização do produto. Imagina quem comprou o carro no lançamento por R$ 159.990, e hoje o valor sugerido ser de R$ 154.990.

Para março, em ação comercial para vendas diretas para clientes pessoas físicas (CPF) ou jurídicas (CNPJ), o Spark EUV pode ser comprado por R$144.990. O preço para vendas diretas é R$ 10 mil mais em conta do que o sugerido. 

Analisando o segmento de atuação do Chevrolet Spark EUV e sua capacidade para levar somente quatro ocupantes, o valor de R$ 144.990, é mais perto da realidade.

Chevrolet confusa?

A Chevrolet parece estar bem confusa em relação ao preço de venda do Spark EUV. O consumidor que acessar o site comercial da marca, encontrará três preços para o SUV elétrico. 

No configurador, o valor sugerido é de R$ 169.990, na página de abertura do Spark, ele é comercializado por R$ 144.990, por fim, na tabela de preços oficiais da marca, o valor anunciado é de R$ 154.990.

Como é o Chevrolet Spark EUV 2026?

O Chevrolet Spark EUV Activ 2026 tem pacote ADAS completo: piloto automático adaptativo, alerta de colisão com frenagem autônoma, assistente de permanência em faixa e farol alto automático. Completa com seis airbags, controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

Motor elétrico de 102 cv e 18,4 kgfm; 0–100 km/h em 11,2 s e 150 km/h de máxima. A bateria tem 42 kWh e rende 258 km no ciclo Inmetro. Carrega em AC até 6,6 kW e em DC até 50 kW. No uso urbano, responde rápido como todo elétrico, mas a suspensão firme transmite mais asfalto do que o ideal.

Dimensões do Chevrolet Spark EUV Activ 2026

  • Comprimento: 4,00 m
  • Largura: 1,76 m
  • Altura: 1,72 m
  • Entre-eixos: 2,56 m
  • Porta-malas: 355 litros
  • Homologado para quatro ocupantes.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Honda Fireblade SP 2026 evolui com 215 cv e aerodinâmica inspirada na MotoGP

Foto | Honda/Divulgação

Superesportiva da Honda recebe atualizações no motor, chassi e pacote eletrônico para melhorar aceleração, controle e desempenho em pista

A Honda CBR1000RR-R Fireblade SP 2026 chega ao mercado brasileiro com uma série de evoluções focadas em desempenho e controle. A superbike da marca japonesa mantém a tradição iniciada em 1992, quando a primeira Fireblade redefiniu o conceito de motos esportivas ao combinar potência elevada com dirigibilidade refinada. Agora, a nova geração aprofunda essa filosofia ao incorporar tecnologias derivadas diretamente da MotoGP.

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Desenvolvida com forte participação da HRC (Honda Racing Corporation), a Fireblade SP recebeu melhorias no motor, na eletrônica e na ciclística para ampliar a eficiência na pista e oferecer mais controle ao piloto em uso esportivo.

Motor inspirado na MotoGP entrega 215 cv

O coração da Fireblade SP 2026 é um motor de quatro cilindros em linha com arquitetura derivada da RC213V-S, a versão homologada para as ruas da MotoGP. O conjunto entrega 215 cv de potência máxima e 11,4 kgfm de torque, números que mantêm a moto entre as mais potentes da categoria.

Para a linha 2026, a Honda revisou profundamente a forma como a potência chega à roda traseira. Entre as mudanças estão:

  • nova calibração de entrega de potência em todas as faixas de rotação
  • taxa de compressão elevada
  • virabrequim mais leve
  • novas molas de válvula e sincronismo revisado
  • relações de câmbio mais curtas para favorecer aceleração

Outro destaque é o novo Throttle By Wire (TBW) com dois atuadores, um para cada par de cilindros. O sistema melhora o controle em aceleração parcial e aumenta a eficiência do freio-motor, facilitando o controle da moto em entradas de curva.

O escape segue o esquema 4-2-1 e termina em uma ponteira Akrapovič de titânio, que ficou mais silenciosa e com maior volume interno.

Eletrônica refinada para pista e estrada

A Fireblade SP 2026 traz um pacote eletrônico amplo, gerenciado por uma IMU de seis eixos, responsável por monitorar a dinâmica da moto em tempo real.

Entre os recursos disponíveis estão:

  • HSTC (controle de tração) com 9 níveis
  • Launch Control ajustável em quatro níveis
  • Quickshifter de série
  • controle de empinada configurável
  • três modos de pilotagem (Riding Modes)

Os modos permitem ajustar potência, freio-motor, tração e empinada de acordo com o estilo do piloto ou as condições da pista.

O painel TFT de 5 polegadas totalmente configurável centraliza as configurações e apresenta uma função que limita o giro a 8.000 rpm durante o aquecimento do motor, liberando gradualmente o limite máximo conforme a temperatura sobe.

Chassi revisado melhora controle em curvas

A ciclística da Fireblade também foi revisada. O chassi de alumínio tipo Diamond recebeu ajustes estruturais que reduziram a rigidez lateral em 17% e a torcional em 15%. O objetivo foi aumentar a sensibilidade do piloto ao limite de aderência dos pneus.

A distância entre eixos diminuiu 5 mm, enquanto a distribuição de peso permanece equilibrada em 53% na dianteira e 47% na traseira. Em ordem de marcha, a superbike pesa 201 kg.

A balança traseira segue inspirada na da RC213V-S e trabalha com o sistema Unit Pro-Link, que fixa o amortecedor diretamente ao motor para melhorar a tração.

Suspensão eletrônica Öhlins inédita em motos de produção

Um dos principais destaques da Fireblade SP 2026 é o conjunto de suspensões. O modelo se torna a primeira motocicleta de produção do mundo a utilizar a terceira geração do sistema Öhlins Smart Electronic Control (S-EC3.0).

Na dianteira há uma suspensão invertida Öhlins NPX de 43 mm, enquanto a traseira utiliza um amortecedor TTX36 (SV).

O sistema permite ajustes eletrônicos detalhados através da interface Öhlins Object Based Tuning (OBTi), inclusive com possibilidade de ajustar a pré-carga das molas diretamente pelo painel de instrumentos.

Freios Brembo e aerodinâmica mais eficiente

Nos freios, a Fireblade SP 2026 adota pinças Brembo Stylema R de quatro pistões, atuando sobre discos dianteiros de 330 mm. O sistema inclui Cornering ABS com três modos de atuação, incluindo configuração voltada para uso em pista.

A aerodinâmica também recebeu atenção especial. A carenagem foi redesenhada e ganhou novas aletas aerodinâmicas, que geram mais downforce para reduzir a tendência de empinada e aumentar a estabilidade nas frenagens.

Segundo a Honda, as mudanças reduziram em 10% o esforço necessário em curvas de alta velocidade.

Ergonomia revisada para maior controle

A posição de pilotagem também mudou levemente. O guidão ficou 19 mm mais alto e 23 mm mais recuado, enquanto as pedaleiras foram posicionadas 16 mm mais baixas. O objetivo foi melhorar o controle da moto sem comprometer a ergonomia em uso esportivo.

O tanque redesenhado passou a comportar 16,5 litros, ligeiramente maior que antes, e oferece melhor apoio para os joelhos.

Preço e disponibilidade no Brasil

A Honda CBR1000RR-R Fireblade SP 2026 chega às concessionárias brasileiras a partir de meados de março, com preço público sugerido de R$ 189.174, base São Paulo.

O modelo será oferecido na tradicional pintura Vermelho Grand Prix, que combina vermelho, azul e branco — cores historicamente associadas à divisão de competição da Honda.

A moto conta com garantia de três anos sem limite de quilometragem, além do serviço Honda Assistance durante todo o período de cobertura.

No cenário das superesportivas, a Fireblade SP reforça a estratégia da Honda de aproximar cada vez mais suas motos de produção das tecnologias utilizadas nas pistas. O resultado é uma superbike que nasce praticamente pronta para track days, mas sem abrir mão da usabilidade nas ruas.

Foto principal | Honda/Divulgação

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Confira nossa avaliação com o Leapmotor C10 REEV:

Geely EX5 EM-I (híbrido) terá três versões no Brasil; saiba quais

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

SUV da marca chinesa, dona da Volvo, chegará inicialmente como modelo importado, mas será produzido em São José dos Pinhais (PR) no segundo semestre

O Geely EX5 EM-I que estreará o sistema híbrido na gama do SUV no Brasil, será vendido em três versões de acabamento conforme apurações exclusivas do Autos Segredos. Nossa reportagem apurou que ele terá a versão de entrada Pro, a intermediária Max e topo de gama Ultra.

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Considerando como é a versão elétrica, a de entrada Pro não contará com sistema ADAS, que devem estar disponíveis somente nas opções Max e Ultra. Aliás, a versão topo de gama deverá ter uma lista de itens de série ainda mais incrementada.

O EX5 EM-i utiliza o sistema híbrido “NordThor EM-i”, formado por um motor 1.5 a gasolina combinado com um motor elétrico. A potência total chega a 259 cv, com transmissão automática E-Shift (1DHT) e diferentes modos de condução.

A bateria do tipo LFP permite rodar mais de 100 km no modo elétrico em ciclos internacionais. A autonomia total pode superar 1.000 km dependendo da versão. O modelo ainda conta com recarga rápida, que repõe a bateria de 30% a 80% em cerca de 20 minutos.

Outro destaque é o conjunto elétrico com funções V2L e V2V, que permitem alimentar equipamentos externos ou até recarregar outro veículo elétrico.

Espaço interno e equipamentos

Com 4,74 metros de comprimento e entre-eixos de 2,75 m, o EX5 EM-i (híbrido) se posiciona no segmento de SUVs médios. O porta-malas oferece 528 litros.

O interior segue o padrão adotado pelos modelos elétricos chineses mais recentes, com foco em tecnologia e conectividade:

  • Central multimídia de 15,4”
  • Painel digital de 10,2”
  • Sistema de som premium de até 1.000 W
  • Head-up display
  • Bancos dianteiros ventilados, aquecidos e com massagem (em versões topo)
  • Mais de 30 espaços internos de armazenamento

A cabine do Geely EX5 EM-i também traz acabamento com materiais sintéticos de boa qualidade e visual limpo, seguindo a tendência minimalista da indústria chinesa.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Série Ouro: os 30 anos do fim do Volkswagen Fusca

Montagem/Rodrigo Tavares/Autos Segredos

É impossível alguém minimamente ligado a carros no Brasil desconhecer um Volkswagen Fusca. Verdadeiro sucesso, com milhões de modelos fabricados e vendidos por aqui, deixou a “vida” para entrar para história duas vezes: uma em 1986 e outra em 1996, com direito a uma série especial: a Série Ouro. Nos 30 anos da segunda ‘morte’ do Fusca, contamos a história de uma das suas versões mais especiais (e disputadas).

Antes disso, é preciso contexto. É sabido que o Fusca já havia encerrado sua produção em 1986, para desagrado de muitos, com a chamada “Última Série”. Disponível nas cores Azul Stratos, Bege Flash ou Cinza Atlas, foi numerada em 850 unidades e usava o motor 1.600 com dupla carburação, e movido a álcool. Exclusiva e rara, era considerada a última chance de comprar um Fusquinha. Mas, em 1993, tudo mudou.

O Volkswagen Fusca “Itamar”: a volta dos que não foram

Volkswagen/Divulgação

Durante o governo do então presidente Itamar Franco (1992-1995), o Fusca acabou sendo relançado, a pedido do dignitário do país. Em uma tentativa de oferecer um veículo barato durante o boom do retorno dos importados, o velho besouro retornou com breves mudanças, mas o traziam mais perto da “modernidade” do final do século XX. Itens como desembaçador traseiro, volante espumado, pintura metálica e bancos e volante emprestados da linha Gol traziam um ar de modernidade ao Fusca.

Volkswagen/Divulgação

Até a mecânica, o bom e velho 1.600 boxer de dupla carburação, acabou catalisado. Mesmo com opções “luxuosas” e cores novas, o Fusca Itamar não escondia seus defeitos. Era desatualizado frente à concorrência e caro, e não emplacou como deveria. Contudo, para encerrar seu novo ciclo de vida, em 1996, a Volkswagen fez uma nova “última edição”, desta vez derradeira, chamada Série Ouro.

“Série Ouro” foi versão mais luxuosa do Fusca vendido no Brasil

Diferente das antigas “Série Especial”, “Love”, “Série Prata” e “Última Edição”, a Série Ouro usava elementos modernos para dar ao Fusca um gostinho de modernidade, desta vez a fim de encerrar de vez sua vida no Brasil. Os modelos, limitados a 1.368 unidades produzidas entre maio e junho de 1996, tinham quatro opções de cores: Vermelho Dakar (metálico, abaixo), Verde Nice (perolizado), Prata Lunar (metálico) e Branco Star (sólido).

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Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Entre os itens de série do Volkswagen Fusca Série Ouro estavam faróis de milha Lucas, lanternas fumê Arteb, faróis principais Arteb H4, vidros verdes Sekurit, janelas basculantes, desembaçador do vidro traseiro, alto-falantes instalados, volante da linha Gol 1000i Plus/GLi, carpete com base de borracha, forros de porta com bolsa porta-objetos, painel de instrumentos com fundo branco e iluminação em verde, além de bancos, forros de porta e forro de teto com acabamento próprio da série especial. Um emblema circular dourado e resinado, nas laterais, identificava a versão.

Volkswagen/Divulgação

Equipado com motor 1.600 refrigerado a ar e dupla carburação, entregava 58,7 cv de potência, com câmbio manual de 4 marchas, freio a disco dianteiro e as mesmas características que o acompanharam a vida toda. Contudo, novas leis de emissões e as baixas vendas mataram o Fusca pela segunda vez, em junho de 1996. Ele “retornaria” na pele do New Beetle e do Novo Fusca outras duas vezes, mas sem o charme original de sua clássica carroceria e motor refrigerado a ar.

Foto principal: Montagem/Rodrigo Tavares/Autos Segredos

Novos Q3 e terceiro Hyundai nacional estão confirmados

Audi/Divulgação

Colunista Fernando Calmon analisa o início da produção do novo Audi Q3 e também do novo SUV de entrada da Hyundai

Produção da terceira geração do SUV compacto da Audi — Q3 e Q3 Sportback — já começou, em São José dos Pinhais (PR). Com chegada às concessionárias na segunda quinzena de maio, a marca alemã destaca linhas mais fluidas e superfícies planas. A tradicional grade do radiador hexagonal será mais larga e horizontal. Luzes de rodagem diurnas (DRL) acima e faróis LED Matrix mais abaixo. Teto terá curvatura bastante acentuada na versão Sportback. Na traseira, além de uma faixa luminosa abaixo das lanternas, os quatro anéis entrelaçados que identificam a marca serão iluminados.

Haverá renovação total do interior, inclusive sem as tradicionais hastes atrás do volante. Uma grande tela alta, panorâmica e curva integra o quadro de instrumentos de 11,9 pol. e a central multimídia de 12,8 pol. Estreiam Android Auto e Apple CarPlay. Além de novos materiais de acabamento, os bancos dianteiros são mais envolventes para garantir firmeza ao corpo em qualquer situação.

Anunciado faz quase um ano, quando comunicou a expansão da fábrica de Piracicaba (SP) para 215.000 unidades anuais, a Hyundai confirmou que lançará um novo produto posicionado entre o HB20 (continuará em linha) e o Creta. A marca sul-coreana nada abriu sobre data de lançamento (certamente ainda em 2026), nome do produto e nem tipo de carroceria. Somente acenou para algo entre um hatchback e um SUV, em termos de preço. Porém, as apostas se concentram entre duas possibilidades.

Uma indica tratar-se de atualização do i20 já lançado na Coreia do Sul, inclusive em versão híbrida. Contudo, há indicação também de outro produto, a nova geração do Bayon, um SUV compacto produzido na Turquia. Este modelo foi fotografado no exterior com disfarces.

GM também terá uma novidade para a sua fábrica de Gravataí (RS), no próximo trimestre. O novo SUV cupê Sonic, com base no Onix hatch, será posicionado abaixo do Tracker. Tera, Kardian e Pulse estão entre os alvos, em porte e preço. No segundo semestre, chegará da Argentina a picape intermediária Niagara, da Renault, com a mesma arquitetura do SUV Boreal e tendo como alvo principal a líder Toro. 

Em fevereiro, pequeno avanço em média diária de vendas

Não é propriamente para comemorar, mas o resultado de vendas em fevereiro deste ano, na referência de média diária, ficou um pouco melhor frente ao mesmo mês do ano passado. A diferença apontou um avanço de 5,3%: 9.700 unidades (2026) contra 9.200 unidades (2025). Este cenário, no entanto, precisa ser confirmado nos próximos meses.

Ao comparar o primeiro bimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, a comercialização subiu apenas 1% com a ressalva da influência negativa de veículos pesados (caminhões e ônibus somados) que enfrentaram um recuo severo de 23%. Em números absolutos foram emplacadas 355,7 mil unidades, em 2026 e 356,2 mil unidades, em 2025.

A picape compacta Strada manteve a liderança do mercado de veículos leves em fevereiro com 11.191 unidades. Na sequência, entre os 10 modelos mais vendidos, Polo, Mobi, Argo, Onix (diferença de apenas 28 unidades em relação ao quarto colocado), T-Cross, Tera, Kwid, HB20 e Creta.

Entre as marcas, Fiat e VW avançaram, enquanto Jeep e GM recuaram em fevereiro. De acordo com a compilação da consultoria Bright, o cenário do mês passado para as 10 primeiras colocadas foi este, em percentuais: Fiat (22,5); VW (16,5); GM (9,6); Hyundai (6,9); BYD (6,5); Toyota (5,9); Renault (5,4); Jeep (4,7); Honda (4,3) e Nissan (2,8%).

De acordo com a mesma consultoria, a participação nas vendas totais de modelos híbridos e elétricos somados foi de 15,2%, abaixo do resultado de janeiro. A tendência para os meses restantes de 2026 ainda não pode ser projetada. Contudo, minha previsão é que haverá uma certa acomodação para modelos elétricos e uma escalada mais firme dos três tipos de híbridos (básicos, plenos e plugáveis).  

Yaris Cross 1.5 Flex XRX: impressões iniciais

Por R$ 11.000 a menos no preço sugerido, na versão de topo, o Yaris Cross tem desempenho um pouco inferior à versão híbrida. Além do mesmo visual, que inclui teto solar panorâmico fixo, oferece bons materiais de acabamento, central multimídia de 10,1 pol. com Android Auto e Apple CarPlay e carregador por indução. Rodas de 18 pol. Falta o ajuste elétrico do banco do motorista. Garantia Toyota de 10 anos (cinco anos iniciais e mais cinco com revisões na rede da fabricante).

Tanto a versão flex quanto a híbrida flex dispõe do freio de estacionamento eletromecânico de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto-hold), dispositivo de série muito útil no para-e-anda do trânsito que todo carro com câmbio automático (no caso, um CVT de sete marchas) deveria oferecer.

Motor flex entrega 110 cv (G)/122 cv (E); 14,3 kgf·m (G)/15,3 kgf·m (E). Esses valores são inferiores à versão híbrida flex, antes avaliada em primeiras impressões também no Autódromo Capuava: 91 cv (G ou E) e 12,3 kgf·m (G ou E); motor elétrico, 80 cv/14,4 kgf·m; potência e torque combinados, 111 cv/15,3 kgf·m. Ao contrário do observado no híbrido flex, a versão apenas flex é mais silenciosa.

A Toyota não informou dados de desempenho de nenhum dos dois modelos. Todavia, a aceleração do híbrido é um pouco melhor em razão da ajuda do motor elétrico. Além disso, o flex convencional perde em consumo de combustível para o híbrido no uso urbano e rodoviário de acordo com o padrão Inmetro. Entretanto, o Yaris Cross Flex tem tanque de combustível maior (42 litros contra 36 litros do híbrido). E assim, no alcance, um perde e outro ganha. Flex vai melhor no uso rodoviário e o híbrido, no uso urbano, com etanol ou gasolina.

Preço: R$ 178.990.

BMW M135 xDrive com mais espaço e potência

A categoria dos chamados Hot Hatches (hatches de alto desempenho) ganha um modelo um pouco maior e desempenho superior. O destaque é o motor, já utilizado em carros de proposta semelhante da BMW: 2-L, turbo de duas volutas (melhora respostas do acelerador), 317 cv, 40,7 kgf·m e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 s. Destaca-se pelo entre-eixos de 2.670 mm. O visual, embora algo exagerado em alguns aspectos, mantém o dom de atrair olhares por todos os lados. Alguns acessórios são opcionais, entre eles um aerofólio traseiro colocado sobre o defletor de teto. Porta-malas de 380 L, bem razoável para viagens de fim de semana.

Grade do radiador com contorno iluminado destaca-se em meio aos automóveis convencionais. Também atraem as duas saídas duplas de escapamento nos extremos do para-choque. No interior, enchem os olhos as telas curvas unificadas de 10,25 pol. no quadro de instrumentos e 10,7 pol. para a multimídia com fácil espelhamento para Android Auto e Apple CarPlay. Console central sem a tradicional alavanca de câmbio, substituída por um discreto joystick.

Bancos dianteiros do tipo concha com ajuste elétrico, teto solar panorâmico, carregador de celular por indução e forração em Alcantara seguem o alto padrão da marca bávara.

Preço: R$ 459.950.

Foto principal | Audi/Divulgação

Volkswagen testa e-Volksbus elétrico nas ruas de Salvador e amplia estratégia de mobilidade sustentável

e‑Volksbus
Foto | Volkswagen/Divulgação

Ônibus 100% elétrico da Volkswagen Caminhões e Ônibus inicia testes operacionais na capital baiana enquanto a marca também apresenta o modelo em evento internacional no México

A cidade de Salvador, capital da Bahia, iniciou os testes operacionais do e-Volksbus, ônibus totalmente elétrico desenvolvido pela Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO). Durante aproximadamente um mês, o modelo circulará em rotas selecionadas para avaliar desempenho, autonomia e adaptação às condições reais de operação do transporte urbano.

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A iniciativa faz parte do movimento da capital baiana para ampliar o uso de soluções sustentáveis no transporte coletivo. O objetivo é verificar na prática como a tecnologia elétrica se comporta na rotina do sistema público, considerando fatores como topografia, tráfego intenso e demanda de passageiros.

“Os testes em Salvador representam mais um passo no processo de validação do e-Volksbus em diferentes realidades urbanas do país. Além de São Paulo, em breve estaremos presentes em outras capitais estratégicas. Os resultados deste mês serão fundamentais para validar a qualidade do nosso veículo e apoiar operadores e gestores públicos na transição da mobilidade mais eficiente e sustentável”, afirma Jorge Carrer, diretor de Ônibus da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Autonomia de até 250 km e recarga noturna

O e-Volksbus foi projetado para aplicações urbanas e tem capacidade total de 22 toneladas. Segundo a fabricante, o modelo pode alcançar autonomia de até 250 quilômetros, dependendo das condições de operação.

A estratégia de recarga prioriza o abastecimento noturno, quando os veículos normalmente ficam fora de serviço. Com isso, a proposta é maximizar a disponibilidade da frota ao longo do dia e reduzir o tempo de inatividade.

Entre as tecnologias embarcadas está o sistema de frenagem regenerativa, capaz de recuperar parte da energia durante desacelerações e frenagens, contribuindo para ampliar a autonomia e reduzir o desgaste do sistema de freios. O ônibus também conta com o Eco-Drive Mode, que ajusta automaticamente o consumo de energia conforme o tipo de operação.

Preparado para a realidade brasileira

Outro ponto destacado pela montadora é a proteção contra inundação, recurso pensado para as condições de operação em cidades brasileiras, onde alagamentos podem ocorrer em períodos de chuva intensa.

O modelo também traz sistema de “ajoelhamento”, que reduz a altura do piso para facilitar o embarque e desembarque dos passageiros. A suspensão pneumática integral completa o pacote ao oferecer maior estabilidade e conforto durante as viagens.

Modelo também estreia no México

Enquanto realiza testes no Brasil, a VWCO também leva o e-Volksbus ao mercado internacional. O modelo é uma das atrações da Expo Foro Movilidad, realizada entre 4 e 6 de março na Cidade do México.

Durante o evento, a empresa apresenta seu portfólio de veículos de transporte de passageiros e reforça sua estratégia de soluções integradas para o setor. A feira também marca a apresentação do e-Volksbus ao público mexicano, que será o primeiro mercado fora do Brasil a receber o modelo.

A movimentação mostra que a eletrificação do transporte coletivo começa a ganhar espaço na estratégia global da Volkswagen Caminhões e Ônibus. Além de reduzir emissões locais de poluentes e CO₂ durante a operação, o ônibus elétrico surge como alternativa para cidades que buscam modernizar suas frotas e diminuir o impacto ambiental da mobilidade urbana.

Foto principal | VWCO/Divulgação

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BYD Song Plus 2027 ganha motor turbo e bateria maior para rodar quase 100 km no modo elétrico

BYD Song Plus 2027
Foto | BYD/Divulgação

SUV híbrido plug-in da marca chinesa evolui no Brasil com novo conjunto mecânico, mais autonomia elétrica e mantém preço competitivo no segmento

O BYD Song Plus chega à linha 2027 com atualização no conjunto mecânico. O SUV híbrido plug-in passa a adotar um novo motor 1.5 turbo em substituição ao antigo 1.5 aspirado e também recebe uma bateria de maior capacidade, mudanças que ampliam a eficiência e a autonomia em modo totalmente elétrico.

Desde que foi lançado no mercado brasileiro, o modelo se consolidou como um dos híbridos plug-in mais populares da marca chinesa. Agora, a atualização aproxima ainda mais a versão convencional da configuração mais sofisticada da linha.

Novo motor turbo substitui aspirado

A principal mudança está sob o capô. O Song Plus 2027 abandona o motor 1.5 aspirado que equipava o conjunto híbrido e passa a utilizar um propulsor 1.5 turbo, solução já conhecida em outras versões da linha.

Esse motor trabalha em conjunto com um propulsor elétrico instalado no eixo dianteiro, formando o sistema híbrido plug-in do SUV. Com a nova configuração, a potência combinada chega a 239 cv, garantindo desempenho mais consistente sem comprometer o foco em eficiência energética.

Bateria maior amplia autonomia elétrica

Outra novidade importante está no conjunto de baterias. O SUV passa a utilizar um pacote com 26,6 kWh de capacidade, significativamente maior do que o utilizado anteriormente.

Com isso, a autonomia em modo totalmente elétrico sobe para cerca de 99 km, permitindo que muitos usuários realizem deslocamentos urbanos diários sem acionar o motor a combustão.

Considerando o funcionamento combinado do sistema híbrido, a autonomia total pode superar 1.100 km, dependendo das condições de uso.

Diferença em relação ao Song Plus Premium

Mesmo com as melhorias mecânicas, o modelo segue posicionado abaixo da versão topo de linha da família.

O Song Plus atualizado mantém tração dianteira, com apenas um motor elétrico auxiliando o conjunto híbrido. Já a configuração Premium utiliza dois motores elétricos e sistema de tração integral, oferecendo desempenho superior.

Essa estratégia permite que a BYD mantenha o modelo com um perfil mais voltado ao custo-benefício dentro da gama.

Preço mantido no Brasil

Apesar da evolução técnica, o SUV não teve alteração no valor de tabela. O BYD Song Plus 2027 segue sendo vendido por R$ 249.990 no mercado brasileiro.

A decisão reforça a estratégia da marca de manter o modelo competitivo em um segmento que começa a ganhar mais opções eletrificadas.

Leitura de mercado

A atualização do Song Plus mostra que a BYD pretende manter o SUV competitivo mesmo diante da chegada de novos híbridos plug-in ao país. Ao adotar motor turbo e bateria maior sem alterar o preço, a marca melhora o pacote técnico do modelo e reduz a distância para versões mais sofisticadas da própria linha.

Foto principal | BYD/Divulgação

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Confira nossa avaliação com o Leapmotor C10 REEV:

Chevrolet mantém preço de lançamento para o Captiva EV 2026 em março

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

SUV elétrico de origem chinesa tem preço sugerido pela marca de R$ 219.990

A Chevrolet mantém o preço promocional de R$ 199.990 para o Captiva EV 2026, valor de lançamento é válido até 31 de março. Na tabela de preços do fabricante, o preço sugerido é de R$ 219.990.

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O SUV produzido na China é vendido no mercado local pela marca Wuling  com o nome Starlight S, para ser comercializado no Brasil, ele passou por um rebranding para ser vendido como Chevrolet, recebendo o nome de Captiva EV.

O Chevrolet Captiva EV começará a ser montado em regime de CKD no Ceará no segundo semestre. 

Ele vem equipado de fábrica com central multimídia  com tela 15,6“ , quadro de instrumentos 8,8″, sistema de áudio com seis alto-falantes, ar-condicionado digital, interface USB (duas na frente e duas atrás), volante multifuncional , câmera Visão panorâmica 360°, protetor do arco da roda dianteira, freio de estacionamento elétrico com Auto Hold , direção elétrica assistida com modos variados, faróis LED com luzes diurnas, ajuste de altura e desligamento retardado, terceira luz de freio em LED e luz de neblina traseira integrada.

A lista ainda inclui banco traseiro bipartido (40/60), banco do motorista com ajuste elétrico em seis posições e monitoramento , banco do passageiro com ajuste manual em 4 direções, descanso de braço com porta-objetos, teto Panorâmico, luz de leitura dianteira, luz de conveniência traseira, entrada remota sem chave, tampa traseira elétrica, luz de cortesia no porta-malas, porta-óculos, tomada 12V dianteira, retrovisores externos elétricos com aquecimento, entre outros itens.

Na parte de segurança, o Chevrolet Captiva EV 2026 sai de fábrica com freios a disco com ABS, EBD e controles eletrônicos, ADAS nivel2 (Controle de Cruzeiro Adaptativo , Assistência de Cruzeiro em Curva , Assistência Inteligente à Condução , Aviso de Saída de Faixa, Assistente de Permanência em Faixa , Assistente de Permanência em Faixa em Emergência , Alerta de Colisão Frontal , Frenagem Autônoma de Emergência , Comutação Inteligente de Farol Alto/Baixo), ancoragem para cadeirinha ISOFIX ; 6 airbags (2 frontais, 2 laterais e 2 cortinas), luz aviso pressão dos pneus, avisos para uso de cintos de segurança dianteiro e traseiro, entre outros equipamentos. 

O Chevrolet Captiva EV tem motor elétrico que entrega 201 cv de potência e 31,6 kgfm de torque. O conjunto de baterias do SUV chinês é de 60 kWh. A autonomia no padrão PBEV do Inmetro é de 304 quilômetros. 

A garantia do conjunto de baterias é de oito anos.

O Chevrolet Captiva EV 2026 tem 4,74 metros de comprimento, 1,67 m de altura, 1,89 m de largura e 2,80 m de distância de entre-eixos. O porta-malas tem capacidade para levar 403 litros de bagagens. 

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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