Nissan Frontier Attack 2026 ainda é fabricada na Argentina, mas em 2026, voltará a ser importada do México
Estatísticas recentes indicam que sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) podem reduzir acidentes em até 27%. Um marco significativo para a segurança veicular e a tranquilidade nas estradas.
Apresentamos a Nissan Frontier Attack 2026, que eleva essa proteção a um novo patamar, saindo de fábrica com um pacote ADAS expandido e inovações que prometem transformar a experiência de condução. Prepare-se para conhecer o futuro da picape.
A linha 2026 da picape integra agora o Alerta Avançado de Colisão Frontal e o Assistente Inteligente de Frenagem, sistemas proativos que avisam e atuam para evitar ou mitigar impactos. Outra adição importante é o Alerta Inteligente de Atenção ao Motorista, um recurso vital para prevenir acidentes causados por fadiga.
Uma inovação prática é a possibilidade de desligar o airbag do passageiro, útil ao viajar sozinho ou com crianças. A ativação/desativação é feita pela chave do carro, com um LED no painel indicando claramente o status do equipamento.
Desenhada para ir além, a Nissan Frontier Attack 2026 se baseia em design, tecnologia e robustez. Suas versões – Attack, Pro-4X e Platinum – atendem a consumidores que buscam aventura, máximo conforto ou um veículo robusto para o trabalho.
Entre seus muitos destaques, o modelo oferece Visão 360º Inteligente (pioneira no segmento), Detector Inteligente de Objetos em Movimento, teto solar, multimídia de oito polegadas, seis airbags e Isofix. Recursos como bancos “Gravidade Zero”, controles de tração e estabilidade, bloqueios de diferencial, freios ABS com EBD e BA, controle de descida (HDC) e auxílio de partida em rampa (HSA) complementam a experiência de condução.
A estrutura da Nissan Frontier Attack 2026 é leve e reforçada, garantindo resistência e eficiência notáveis. A suspensão traseira multilink com molas helicoidais e a dianteira com braço duplo e barra estabilizadora asseguram estabilidade e conforto excepcionais em qualquer terreno, do asfalto ao off-road mais desafiador.
Sob o capô de todas as versões, o motor 2.3 16V biturbo a diesel entrega performance consistente e confiável. Esta motorização robusta é a base para a versatilidade da picape, pronta para qualquer desafio imposto pelo dia a dia ou pela aventura.
O título oficializado pelo Guinness World Records foi registrado no Reino Unido, reunindo 201 modelos da Transit de diferentes gerações
Em um feito notável, 201 vans Ford Transit se uniram em um desfile espetacular no centro técnico de Dunton, no Reino Unido, quebrando oficialmente o recorde mundial de “maior desfile de vans” pelo Guinness World Records.
Esta conquista histórica, parte das comemorações dos 60 anos da Transit, reuniu um leque diversificado de veículos e entusiastas, demonstrando a paixão e a versatilidade que definem essa van lendária.
Encontro histórico da Ford Transit
O desfile representou uma verdadeira linha do tempo da Ford Transit, com veículos que abrangiam desde os modelos a gasolina de primeira geração até as inovações atuais, como a E-Transit elétrica e a híbrida plug-in Transit Custom.
Este encontro épico não só celebrou o passado, presente e futuro da van, mas também reuniu um público diversificado, incluindo clientes dedicados, proprietários de negócios que dependem da van, concessionárias, parceiros modificadores, imprensa, funcionários da Ford e uma vasta comunidade de fãs.
O reconhecimento oficial do recorde foi concedido à Ford por Carl Saville, jurado e árbitro do Guinness World Records, durante o Transit Festival, um evento que celebrou a rica e duradoura história da van.
Legado da Ford Transit
Carl Saville destacou a relevância do recorde, afirmando que a Ford Transit é, sem dúvida, o veículo mais apropriado para deter o título de “maior desfile de vans”, dada sua icônica presença global.
Lisa Brankin, presidente e diretora geral da Ford da Grã-Bretanha e Irlanda, enfatizou que o comboio de Transits demonstrou a imensa variedade de serviços possibilitados por esta van, que é a mais vendida do mundo.
Para Brankin, essa conquista é um testemunho da versatilidade inquestionável e da paixão inspirada pela Transit, que se mantém como referência da indústria há seis décadas ininterruptas.
Cada motorista participante do desfile foi honrado com um certificado personalizado, marcando sua contribuição para o recorde. Peter Lee, presidente do Transit Van Club, teve um papel crucial na organização do evento.
Lee emocionou-se ao falar da Ford Transit como parte de sua vida e de milhões de outras pessoas ao longo de 60 anos, apoiando negócios e comunidades.
Após a concentração em Dunton, o comboio de Transits percorreu 46 quilômetros até o Transit Festival no Chelmsford City Racecourse, onde mais de 2.500 fãs participaram de workshops sobre produtividade e marketing digital. Lançada em agosto de 1965, a Transit já produziu mais de 13 milhões de unidades globalmente e é a van mais vendida no Reino Unido há 59 anos consecutivos.
Foto principal | Ford/Divulgação
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Modelo conhecido como Grande Panda na Europa será produzido em Betim e terá adaptações locais; nome definitivo ainda é incerto
A Fiat deu início às celebrações de seus 50 anos no Brasil, mesmo que não confirme seu lançamento, o Grande Panda será produzido no Betim (MG) em 2026. Ele será substituto do Argo. O Autos Segredos apurou que ele deverá ser lançado em julho, mas as vendas só devem começar em setembro de 2026. O nome para o mercado brasileiro ainda não foi confirmado, mas pode ser Argo, Uno ou até mesmo Panda.
O novo Fiat Grande Panda 2026 (novo Argo) mede 3,99 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,58 m de altura e 2,54 m de entre-eixos — dimensões próximas às do Citroën C3, já que ambos utilizam a plataforma CMP, que estreia na fábrica mineira. O porta-malas tem 412 litros de capacidade, segundo dados divulgados na Itália.
As adaptações para o Brasil incluem grade frontal exclusiva, com referências locais aos 50 anos da Fiat em Betim, e eliminação do nome estampado nas portas, para reduzir custos de reparo.
Parachoques, lanternas, capô, retrovisores e portas seguirão o desenho do modelo europeu, enquanto rodas e detalhes de acabamento poderão variar conforme a versão. Na traseira, o emblema será centralizado, como nos carros atuais da marca vendidos no país.
Por dentro, o Fiat Grande Panda 2026 (novo Argo) mantém painel, volante e bancos do Grande Panda europeu, mas os elementos decorativos que remetem à fábrica de Lingotto, na Itália, serão substituídos por referências à unidade de Betim. A lista de equipamentos inclui ar-condicionado digital, volante multifuncional, ajuste de coluna em altura e profundidade, carregador de celular por indução e seletor de marchas por botões nas versões automáticas.
O espaço interno será um dos diferenciais do Fiat Grande Panda 2026 (novo Argo), com distância entre-eixos de 2,54 metros, encostos rebatíveis (1/3 e 2/3), duas entradas USB traseiras, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes. O carro oferecerá ainda seis airbags de série — uma estreia entre os modelos de entrada da Fiat no Brasil — além de controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e fixação Isofix.
Na Europa, o Grande Panda utiliza motor 1.2 híbrido de 48V, com 110 cv. No Brasil, o hatch terá motores conhecidos da linha Fiat: o 1.0 Firefly aspirado, com câmbio manual de cinco marchas, e o 1.0 Turbo 200 flex, de até 130 cv, com câmbio CVT que simula sete marchas. O turbo contará com sistema híbrido leve de 12V.
A direção assistida, a posição de dirigir elevada e o bom aproveitamento interno foram pontos destacados no primeiro contato com o modelo, realizado na pista de Balocco, na Itália. Segundo a Fiat, o carro integra a estratégia de globalização da marca e dará origem a novos modelos desenvolvidos em Betim, como um SUV de sete lugares e a próxima geração da Strada.
Foto | Fábio Gonzalez/Fiat/DivulgaçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Fiat/ReproduçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Fiat/ReproduçãoFoto | Fiat/ReproduçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Fiat/ReproduçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Fiat/ReproduçãoFoto | Fiat/ReproduçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/DivulgaçãoFoto | Leo Lara/Studio Cerri/Divulgação
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos - Stepway Zen 1.0 é vendido por R$ 74.990 com desconto do Governo Federal
Versão aventureira do hatch tinha quatro airbags, freios ABS com EBD e central multimídia como itens de série
O Renault Stepway 1.0 2024 nasceu como uma alternativa para quem sempre gostou do visual aventureiro do hatch elevado, mas não queria pagar mais caro pelas versões com motor 1.6. Com a carroceria já conhecida e suspensão mais alta que a do Sandero convencional, ele mantém a proposta de oferecer robustez para enfrentar buracos e lombadas, mas em uma configuração mais simples e acessível.
O grande diferencial do modelo está justamente no design. O Stepway traz para-choques encorpados, molduras pretas nas caixas de roda, barras de teto e posição de dirigir mais elevada, transmitindo a sensação de SUV compacto.
No entanto, sob o capô, o motor 1.0 três cilindros aspirado entrega pouco mais de 80 cv, número suficiente para deslocamentos urbanos, mas que cobra seu preço quando o carro está carregado ou em estradas mais exigentes. As retomadas são lentas e as ultrapassagens pedem planejamento, o que mostra que a estética aventureira não vem acompanhada de desempenho.
Por outro lado, o consumo agrada. No uso urbano, o Stepway 1.0 consegue ser econômico, especialmente com gasolina, e a manutenção segue o padrão de simplicidade da Renault, sem grandes custos ou surpresas. O espaço interno é razoável para a categoria, levando quatro adultos com conforto, embora o porta-malas de 320 litros seja apenas mediano.
No mercado de usados, o Sandero Stepway 2024 aparece como opção interessante para quem busca um carro mais novo com preço competitivo. Pela Tabela Fipe, a versão 1.0 é encontrada hoje na faixa dos R$ 69.687, valor que o coloca próximo de hatches compactos tradicionais, mas com a vantagem da suspensão elevada e do visual diferenciado.
Nos sites de classificados, as unidades 2023/2024 tem preço entre R$ 63.500 e R$ 79.900, variando de acordo com o estado de conservação e quilometragem.
Onde o modelo acerta é no estilo e na robustez, que agradam quem quer fugir da aparência simples dos hatches básicos. O que pesa contra é justamente o desempenho limitado, que pode decepcionar motoristas acostumados a motores mais fortes.
Entre os concorrentes diretos, aparecem Fiat Argo, Chevrolet Onix e Hyundai HB20 em versões de entrada, que oferecem desempenho semelhante e, em alguns casos, acabamento mais moderno.
No fim das contas, o Renault Stepway 1.0 2024 é um carro urbano com roupa de aventureiro. Faz sentido para quem prioriza economia, espaço adequado e estilo diferenciado, mas não para quem precisa de agilidade ou pretende viajar com frequência em estradas.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Criado em 14 de setembro de 2010, o Instituto atua nos eixos de inclusão, por meio da educação e geração de renda, e na segurança no trânsito
Em 2025, o Instituto Renault celebra um marco extraordinário: 15 anos de dedicação ininterrupta à transformação social no Brasil. Neste período, a iniciativa já beneficiou diretamente mais de 942 mil pessoas, um testemunho do seu compromisso com o impacto positivo.
Este legado é construído sobre pilares de inclusão por meio da educação, da geração de renda e da fundamental educação para a segurança no trânsito, alcançando comunidades em diversas regiões.
A atuação do Instituto é pautada por uma compreensão profunda das necessidades locais e regionais.
Para identificar demandas e oportunidades de investimento, o Instituto utiliza a metodologia do Mapa Social, estudo executado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
Duas edições do Mapa Social, em 2018 e 2023, foram cruciais. Elas apontaram as reais necessidades das comunidades da Borda do Campo, em São José dos Pinhais (PR).
Esta região abriga as fábricas da Renault do Brasil, sendo foco prioritário das ações do Instituto, garantindo alinhamento com a comunidade vizinha.
Ariel Montenegro, presidente do Instituto Renault e diretor geral da Renault do Brasil, celebra o marco: “Os 15 anos são um importante momento para celebrar o impacto transformador que nossas ações de inclusão e segurança geram.”
Ele complementa: “Mais de 942 mil pessoas beneficiadas refletem nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento da sociedade.”
Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto, compartilha sua satisfação: “Muito feliz em celebrar os 15 anos do Instituto Renault junto aos vários parceiros que fazem parte dessa história, como o poder público, colaboradores, fornecedores e concessionários.”
A Associação Borda Viva é um projeto de empreendedorismo social. Ela nasceu em 2002 para garantir segurança alimentar a crianças na região.
Ao longo do tempo, adotou a geração de renda como estratégia para promover a inclusão social e econômica na Borda do Campo.
O Instituto Renault apoia a Associação desde 2005. Já beneficiou mais de 110 mil crianças, jovens e adultos desde a sua fundação.
A Associação atua em duas frentes principais: segurança alimentar e a inovadora Casa da Costura.
A cozinha social visa a segurança alimentar de 130 crianças em idade escolar e situação de vulnerabilidade social, oferecendo refeições diárias e nutritivas.
Investimentos significativos do Instituto Renault nas formações da gestão da Associação e das mulheres que trabalham lá aprimoraram a operação.
Consultoria especializada implementou melhorias em compliance, precificação, relatórios financeiros, gerenciamento de caixa e distribuição justa de renda.
Essa iniciativa garante a sustentabilidade financeira da Associação, valorizando a economia solidária e promovendo autonomia.
A Casa da Costura exemplifica a economia circular. Produz bolsas e acessórios reutilizando aparas e sobras de materiais da indústria automotiva doados por fornecedores da Renault do Brasil.
Desde 2015, mais de 24 toneladas de material foram reaproveitadas. Os produtos são vendidos em 96 lojas e online, totalizando 379.866 itens comercializados.
Rose Santos, presidente da Borda Viva, celebra: “Os 15 anos do Instituto Renault transformaram muitas vidas, combatendo a fome e o desemprego na região, e hoje as pessoas têm oportunidades.”
A AMARB (Associação dos Moradores da Roseira e Borda do Campo) foca em projetos de geração de renda e cursos profissionalizantes.
O Instituto Renault construiu e doou a nova sede de 235 m², inaugurada em 2020. É equipada com cozinha industrial, sala de informática e máquinas de costura para formações.
Maria Eunice de Oliveira, presidente da AMARB, declara: “Graças ao Instituto Renault, posso fazer isso pela comunidade por meio das ações que realizamos na AMARB.”
O Geração Futuro Jovens Talentos, com a Prefeitura de São José dos Pinhais, qualifica jovens de 16 a 24 anos para o mercado de trabalho.
A grade curricular abrange conceitos administrativos, informática, regras de negócio, cidadania, comunicação e cálculo matemático.
Habilidades socioemocionais como proatividade e marketing pessoal complementam a formação, cruciais para o primeiro emprego.
Em 2024, o programa adicionou um módulo de Tecnologia da Informação. O Geração Futuro Profissionalizante incluiu Comércio e Atendimento ao Cliente, respondendo ao Mapa Social 2023.
Ana Claudia Rodrigues, ex-aluna, afirma: “Consegui um emprego na Renault como aprendiz e hoje trabalho na TI, graças ao curso e ao Instituto Renault.”
Em 2022, o Geração Futuro Profissionalizante Mecânica foi lançado com o Senai Paraná, oferecendo ensino teórico e prático em mecânica básica automotiva.
As turmas recebem certificação Renault Academy, centro de treinamento da marca com padrões de qualidade internacionais.
Aulas práticas acontecem no Senai em Curitiba, com veículo e motores cedidos pela Renault do Brasil. A Auto Viação São José apoia o transporte dos alunos.
Fernanda Hortmann, ex-aluna, relata: “O curso foi transformador, me dando conhecimento e a primeira oportunidade de emprego em uma concessionária Renault.”
Em 2024, o Geração Futuro Profissionalizante Comércio, com o Sebrae/PR, capacita profissionais da Borda do Campo em precificação, finanças e atendimento ao cliente.
O Lar Mãe Maria, em São José dos Pinhais, acolhe 55 crianças e adolescentes. Recebeu uma Master em comodato do Instituto Renault para transporte diário e voluntariado de colaboradores.
A Renault é parceira da ADFP (Associação dos Deficientes Físicos do Paraná) desde 2009. Cedeu uma Master adaptada para o transporte de deficientes físicos, apoiando sua missão social.
Em fevereiro de 2025, o Instituto Renault ampliou seu impacto em São Paulo. O programa de formação em mecânica automotiva é uma parceria com SENAI SP, Arca do Crescer e concessionárias.
Alunos em vulnerabilidade social das favelas da Vila Prudente recebem qualificação gratuita em mecânica, complementada por habilidades socioemocionais da Arca do Crescer.
A formação de 211 horas, alinhada à Renault Academy, inclui aulas práticas em concessionárias, com uma taxa de empregabilidade de 55%.
Henrique Veloso, aluno e contratado pela Rpoint, afirma: “Consegui uma oportunidade que jamais imaginei. Foi um aprendizado de vida e o despertar de uma paixão pela mecânica, sou muito grato.”
O Instituto Renault gera impacto positivo em São Paulo desde 2017 com apoio a projetos como Arca e Casa do Zezinho, por meio de ações solidárias e campanhas #RENAULTSOLIDÁRIA.
Um veículo em comodato à Casa do Zezinho auxilia no transporte das crianças. De 2017 a 2020, o projeto O Trânsito e Eu atuou com a CET, e veículos foram doados à AACD por dez anos.
O #RenaultSolidária acompanha o Instituto Renault desde sua criação. Colaboradores da Renault do Brasil dedicam tempo e conhecimento voluntariamente, atuando em prol da comunidade de São José dos Pinhais.
Desde 2010, mais de 7 mil participações resultaram em doações de alimentos, roupas e outros donativos, totalizando mais de 155 toneladas.
Geração Futuro Jovens Talentos: Mais de 290 colaboradores apoiaram os alunos com mentorias e palestras sobre compliance e diversidade.
Obras de revitalização: Quatro ações de pintura, entre 2022 e 2025, realizadas por 496 voluntários da Renault e PPG, beneficiaram 1.751 pessoas em escolas municipais.
Voluntários no ritmo do rock: A 4ª edição do “Rock in RTA”, evento de música organizado voluntariamente por colaboradores, arrecadou fundos para projetos apoiados pelo Instituto.
Arrecadações e donativos: Campanhas pontuais, incluindo a arrecadação de 16 toneladas para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul em 2024.
Inclusão por meio do esporte: tênis para todos
Em parceria com o Instituto Patrícia Medrado, o Instituto Renault promove o tênis em áreas públicas, alinhado à estratégia global “Give me 5” da Renault e ao pilar de inclusão pela educação.
Torneio para 80 crianças (7 a 14 anos) do projeto “Tenista Cidadão” em 2023, em São Paulo.Capacitação de 30 professores de Educação Física da rede pública das escolas de São José dos Pinhais, beneficiando 6.000 crianças, com doação de kits de tênis.Reforma e pintura da quadra poliesportiva do CEU Campo Limpo, em São Paulo, beneficiando 80 crianças que treinam tênis.
No Brasil, as iniciativas e projetos voltados para a segurança no trânsito da Renault do Brasil são realizadas pelo Instituto Renault.
O programa “O Trânsito e Eu”, desde 2012, contribui para a formação de cidadãos mais conscientes para um trânsito seguro, sendo um programa global do Grupo Renault.
Mais de 270 mil alunos já participaram do programa, em seis municípios brasileiros com atividades permanentes e em ações itinerantes.
Voltado para crianças de 7 a 11 anos, o programa forma professores com material pedagógico gratuito disponibilizado pelo Instituto Renault.
De forma lúdica, são apresentadas noções básicas de segurança e convivência no trânsito, com crianças atuando em diferentes papéis.
O objetivo é sempre buscar a convivência pacífica entre os diversos atores do trânsito. Concessionárias Renault, como a Nissul, apoiam ativamente.
Para ampliar o alcance, em 2018, foi lançada a versão digital de “O Trânsito e Eu”, utilizando tecnologias como touch, realidade virtual e óculos 3D em cartilhas, jogos e aplicativos.
Este programa foi vencedor do 7º Prêmio Destaques Maio Amarelo 2024, do Observatório Nacional da Segurança Viária, com atividade interativa para crianças da Arca do Saber.
Em maio de 2025, o Instituto Renault e a Prefeitura de Curitiba lançam o programa nas escolas municipais, beneficiando 80 escolas e 12.000 crianças em um ano.
A Renault do Brasil cedeu oito óculos de realidade virtual em comodato à Secretaria Municipal de Trânsito, com jogo educativo 100% desenvolvido pelo Instituto Renault.
Um quiz online e treinamento da equipe da Prefeitura também fazem parte, reforçando o aprendizado sobre comportamentos seguros no trânsito.
O curso de Direção Segura Renault faz parte das iniciativas para melhorar a segurança no trânsito por meio da sensibilização e educação para clientes da marca.
Contempla exercícios práticos para conduzir de forma mais segura e reagir corretamente em situações de risco, abordando postura ao volante e frenagem de emergência.
A atuação do ESP e uma prova de prosolo cronometrada completam o treinamento, realizado em parceria com concessionárias como Navesa e Rpoint.
Produzido na planta da Marcopolo na China, o modelo oferece uma solução sob medida para o mercado australiano, com foco em eficiência e inovação
Com mais de 5 mil unidades em circulação por 24 países, o Marcopolo Geração 8 já consolidou seu status como referência global em transporte rodoviário. Este sucesso mundial agora se expande, marcando um novo capítulo com o lançamento oficial na Austrália, uma iniciativa estratégica que redefine o padrão de excelência e inovação para o setor.
A Marcopolo, reconhecida mundialmente pela fabricação de carrocerias de ônibus e pelo desenvolvimento de soluções de mobilidade, orgulhosamente lança sua Marcopolo Geração 8 de ônibus rodoviários na Austrália. Este evento não é apenas um marco comercial; ele solidifica a posição da Geração 8 como um produto verdadeiramente global da companhia.
A chegada destes veículos ao mercado australiano sublinha o compromisso contínuo da Marcopolo em fornecer produtos de classe mundial. É um passo crucial para fortalecer a presença da empresa em múltiplos continentes, demonstrando sua capacidade de atender às mais diversas demandas geográficas e operacionais.
Desde sua concepção original no Brasil, a linha Geração 8 tem sido um farol de inovação. Sua produção, agora estendida a unidades na Colômbia, México e China, reflete uma estratégia de adaptação e regionalização, permitindo que cada mercado receba soluções especificamente desenhadas para suas particularidades.
André Armaganijan, CEO da Marcopolo, destaca o orgulho da empresa e da Volgren, sua operação australiana, neste lançamento. Ele ressalta que o modelo representa o ápice do design e da engenharia global, elevando o patamar em segurança, conforto e, crucialmente, em eficiência operacional.
A Marcopolo Geração 8 é, portanto, mais do que uma série de ônibus; é a materialização da visão da empresa em oferecer o que há de mais avançado em tecnologia e experiência de viagem, agora acessível aos operadores e passageiros australianos.
O lançamento da Marcopolo Geração 8 na Austrália representa uma solução meticulosamente adaptada para os operadores locais. Esses veículos foram projetados com um foco singular em atender às necessidades específicas do mercado australiano, garantindo elevados padrões de eficiência e inovação que são esperados neste continente.
Thiago Deiro, CEO da Volgren, explica a motivação estratégica por trás desta introdução. A iniciativa visa expandir significativamente a participação da Marcopolo no segmento rodoviário australiano, complementando uma oferta de produtos já robusta.
Atualmente, a Volgren já provê o mercado com modelos urbanos como o Optimus, e os escolares Endura e Audace, estes últimos importados diretamente da fábrica na China. A inclusão da Marcopolo Geração 8 cria um portfólio ainda mais completo e competitivo.
Essa expansão reforça a visão da Marcopolo de ser uma parceira abrangente para as necessidades de transporte na Austrália. A capacidade de oferecer uma gama diversificada de ônibus, desde o urbano ao rodoviário de longo curso, posiciona a empresa como uma fornecedora essencial de soluções de mobilidade.
A sinergia entre Marcopolo e Volgren assegura que a expertise global da Geração 8 seja integrada com o conhecimento local. Isso resulta em veículos que não apenas cumprem, mas superam as expectativas em um dos mercados de transporte mais desafiadores e regulamentados do mundo.
Segurança e tecnologia de ponta nos ônibus rodoviários
Um dos pilares fundamentais da Marcopolo Geração 8 é seu compromisso inabalável com a segurança. Os modelos são meticulosamente desenvolvidos para atender e superar as rigorosas normas internacionais, como a ECE R66.02/SABS, garantindo proteção máxima aos passageiros.
Essa certificação específica assegura que a estrutura do veículo possui uma resistência superior a capotamentos. Esta característica é vital para o transporte rodoviário, onde a estabilidade e a integridade da carroceria são cruciais em situações adversas, proporcionando tranquilidade para operadores e passageiros.
Além da robustez estrutural, a Geração 8 oferece versatilidade operacional. O modelo será comercializado na Austrália com opções de chassi da Volvo e da Scania, duas das marcas mais respeitadas no setor automotivo pesado. Esta escolha permite aos operadores selecionar a plataforma que melhor se alinha às suas necessidades específicas de desempenho e manutenção.
A disponibilidade em versões 4×2 e 6×2 amplia ainda mais a adaptabilidade da **Marcopolo Geração 8**. Essas configurações de eixos permitem que os ônibus sejam otimizados para diferentes rotas e capacidades de carga, oferecendo flexibilidade para diversos tipos de operações rodoviárias no vasto território australiano.
A integração de tecnologia avançada não se limita apenas à segurança passiva. Cada componente é pensado para contribuir para uma operação eficiente e segura, refletindo o know-how global da Marcopolo em engenharia de ponta. A Geração 8 é um testamento da busca incessante por inovação que eleva o padrão da indústria.
Paradiso G8 1300: o pioneiro australiano em detalhes
O primeiro exemplar da Marcopolo Geração 8 a rodar pelas estradas australianas é um imponente Paradiso G8 1300. Este veículo foi orgulhosamente adquirido pela Australia Wide Coaches, um operador de renome no país, marcando o início de uma nova era no transporte de passageiros.
Com impressionantes 15 metros de comprimento, este Paradiso G8 1300 está configurado com um chassi Volvo, garantindo potência e confiabilidade. Um detalhe crucial para o mercado local é o volante posicionado à direita, atendendo às normas de tráfego australianas e assegurando uma condução ergonômica e segura.
O interior do ônibus é um exemplo de conforto e modernidade. Conta com um sistema de ar-condicionado completo, incluindo aquecimento, essencial para as variações climáticas australianas. Para a conveniência dos passageiros, o veículo está equipado com sanitário e carregadores USB-C individuais, uma amenidade indispensável na era digital.
Pensando nas longas viagens, o modelo também dispõe de cafeteira, um toque de hospitalidade que eleva a experiência a bordo. A segurança e a visibilidade são aprimoradas pelos faróis Full LED, que oferecem iluminação superior e maior durabilidade, características importantes para as exigentes condições de estrada.
O lançamento oficial da Marcopolo Geração 8 ocorreu em 18 de setembro, em um evento grandioso no espaço The Timber Yard, em Port Melbourne. A cerimônia reuniu mais de 200 líderes do setor de transporte australiano, juntamente com executivos da Marcopolo e da Volgren, celebrando esta significativa introdução no mercado.
SUV compacto japonês ganha robustez e equipamentos de ponta, mas motor 1.0 e preço de R$ 200 mil pesam na balança
O novo Nissan Kicks 2026 chegou às lojas em uma geração totalmente renovada, construída sobre a plataforma CMF-B. A mudança deu ao SUV compacto proporções mais robustas, presença marcante e um visual que promete se tornar referência no segmento. A versão de topo Platinum, avaliada pelo Autos Segredos, parte de R$ 199 mil e busca justificar o valor com equipamentos de conforto, segurança e conectividade, mas o preço alto para um modelo 1.0 turbo flex levanta dúvidas sobre o custo-benefício.
Na comparação direta com a versão Sense, de R$ 165 mil, fica claro o posicionamento distinto: enquanto a configuração de entrada já oferece um pacote razoável de equipamentos, o Nissan Kicks Platinum 2026 aposta em itens extras para encantar quem busca sofisticação.
Entre os destaques estão rodas diamantadas de 19 polegadas, teto solar panorâmico, sistema de som Bose com alto-falantes integrados ao encosto dos bancos dianteiros, câmeras 360° e pacote ADAS mais completo, que inclui piloto automático adaptativo com função stop & go, centralização de faixa, alerta de tráfego cruzado e frenagem autônoma de emergência.
O design evoluiu bastante. Lanternas em LED interligadas por aplique em black piano, para-lamas alargados e acabamento refinado em toda a carroceria conferem imponência ao modelo. No interior, o acabamento mescla materiais sintéticos, tecido e plásticos rígidos. Há quadro de instrumentos digital em full HD, multimídia com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador por indução, ar-condicionado digital e freio de estacionamento eletrônico. Porém, faltam ajustes elétricos para os bancos dianteiros, algo esperado em um SUV de R$ 200 mil. Outro ponto negativo é a ausência de saídas de ar-condicionado para os ocupantes traseiros.
Sob o capô, todas as versões trazem o mesmo conjunto mecânico: motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega 125 cv e 22,4 kgfm de torque com etanol, sempre associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de seis marchas.
O desempenho é convincente para um SUV compacto, com respostas rápidas e boas retomadas, mas o propulsor poderia ser mais potente para acompanhar a faixa de preço.
Outro detalhe é o ruído perceptível em rotações mais altas, embora não chegue a incomodar. O consumo, segundo o Inmetro, é competitivo, mas deve variar conforme o uso urbano ou rodoviário.
No rodar, o Nissan Kicks Platinum 2026 privilegia o conforto, mas as rodas de 19 polegadas acabam comprometendo parte da absorção de irregularidades do solo, tornando a suspensão mais seca que na versão Sense, equipada com rodas menores e mais confortáveis. É um caso clássico de forma sobrepondo-se à função.
No fim das contas, a escolha entre as versões depende do bolso e das prioridades do comprador. A Sense entrega o mesmo conjunto mecânico e uma lista de equipamentos razoável por R$ 35 mil a menos. Já a Platinum aposta no visual sofisticado e no pacote tecnológico mais recheado. Ainda assim, ao se aproximar da barreira dos R$ 200 mil, o Kicks entra na faixa de SUVs médios, que oferecem mais espaço, desempenho superior e competitividade em equipamentos.
Motor Três cilindros em linha, transversal, 999 cm³ de cilindrada, turbo, flex, 125 cv (etanol)/120 cv (gasolina) a 5.600 rpm e torque máximo de 22,4 kgfm (e)/20,4 kgfm (g) a 2.500 rpm
Transmissão Tração dianteira e câmbio automatizado de dupla embreagem (DCT) de seis marchas
Direção Tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica; diâmetro de giro, não informado
Freios Disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão Dianteira, independente, do tipo McPherson, barra estabilizadora; traseira, eixo de torção com barra estabilizadora
Rodas/pneus De liga leve/225/45 R19; estepe 185/65 R15
Colunista Fernando Calmon analisa o Salão de Munique e volta dos modelos híbridos e motores a combustão. Ele também avaliou o VW Tera e o GWM Haval H9
Quem imaginava o declínio avassalador dos salões de automóveis se deparou com um fenômeno interessante no Salão de Munique, encerrado no domingo passado. Claro que não se compara aos tempos de opulência do Salão de Frankfurt, de longe o maior do mundo em número de expositores e que rivalizava com de Paris em termo de visitantes. Munique demonstrou que fabricantes europeus voltaram com força e passaram a desafiar marcas chinesas que aproveitaram a “onda elétrica” para atrair os visitantes.
Carros elétricos sempre chamam atenção pela novidade e em Munique não foi diferente. Os alemães destacaram-se com o BMW iX3, Mercedes-Benz GLC EQ, VW ID.Cross e Audi Concept C (estes dois últimos ainda em nível conceitual, mas com linhas quase definitivas). Hyundai Ioniq 3 também sobressaiu, porém os chineses não ficaram atrás com o Xpeng P7 e o Xiaomi YU7. Para o Brasil, destacou a Autoesporte em entrevista com Thomas Schäfer, CEO global da Volkswagen, as próximas gerações do T-Cross e Nivus terão versões híbridas básica e plena, projetadas como derivações do T-Roc europeu.
Motores a combustão em versões híbridas também se destacaram no salão: novo Clio, Kia K4,Porsche 911 Turbo S T-Hybrid (711 cv e 81,6 kgf·m, valores recordes de potência e torque) e até a primeira station híbrida plugável da BYD, Seal 6 DM-i Touring.
Na véspera da abertura do Salão de Munique, em entrevista ao site americano Politico, o presidente da BMW, Oliver Zipse, voltou a classificar como enorme erro da União Europeia (UE) proibir a venda de motores a combustão em 2035. Esta não é posição isolada do grupo alemão. Em algum momento a UE, tudo indica, irá recuar em favor dos três níveis de híbridos. Estes têm o papel de transição inteligente até os elétricos superarem obstáculos de preço, tempo de recarga e rede de eletropostos, entre outros.
México impõe tarifas elevadas para carros chineses
Ao contrário do Brasil, que demorou a perceber a “invasão” de carros chineses, o México acaba de elevar de 20% para 50% a alíquota do imposto importação para qualquer tipo de veículo chinês em motorização (combustão, híbrido ou elétrico). O governo afirma que os preços baixos desequilibram a concorrência e afetam os empregos de sua indústria automobilística. A China protestou e até fez ameaças ao México para pensar duas vezes antes de tomar esta decisão. De nada adiantou, pelo menos por agora.
A alíquota para importação de carros no Brasil é de 35%, todavia carros elétricos e híbridos foram até isentos entre 2015 e 2023. Contudo, a BYD importou e estocou no ano passado um volume estimado de mais de 70.000 carros em poucos meses. Observei naquele momento que nenhum outro importador iniciou um movimento para importações em massa, pois implicaria uma despesa financeira enorme e descabida. Nem mesmo outras marcas chinesas se movimentaram nesta direção.
O Governo Federal não deu atenção a esta distorção de mercado até julho último, quando resolveu antecipar de forma bem camarada (suaves aumentos semestrais) a volta aos 35%. Esta alíquota do imposto de importação existe no Brasil desde 1995 e nunca houve exceção.
Note-se também que a União Europeia (UE), ainda no ano passado, também impôs alíquotas de até 45% sobre elétricos chineses importados. Logo marcas da China anunciaram a intenção de erguer fábricas em países da UE para escapar da taxação. A BYD constrói uma unidade fabril na Hungria e promete outra na Turquia.
É difícil saber de que forma o governo chinês atua internamente, mas notícias recentes dão conta de produção de veículos em excesso e isso já traz problemas.
Tera, em duas versões, vai bem no dia a dia
O primeiro SUV compacto da VW pode até lembrar um pouco um hatch de teto alto, mas isso não impediu que o Tera escalasse relativamente rápido em vendas no segmento mais importante do mercado. Na primeira quinzena deste mês, por exemplo, aparece como nono automóvel mais vendido (2.797 unidades, apenas 71 à frente do Tracker), segundo dados da Bright Consulting. Até o fechamento do mês costuma haver alterações na classificação, contudo é para se observar. Avaliei a versão mais em conta (motor de aspiração natural e câmbio manual) e a mais cara (turbo com câmbio automático).
Cada uma atende a um público, apesar do câmbio manual estar em franco declínio de vendas no Brasil e até mais na Europa.
Tera de entrada, único com motor de aspiração natural e câmbio manual de cinco marchas, ao preço de R$ 105.890. Motor flex de 1 litro entrega 84 cv/10,3 kgf·m (E) ou 77 cv/9,4 kgf·m (G). Câmbio manual de cinco marchas com a tradicional precisão de engate. Conjunto mostra desempenho razoável; sua massa em ordem de marcha de 1.078 kg permite acelerar de 0 a 100 km/h em 13,8 s (com etanol).
SUV mais barato da VW destaca-se por ser o primeiro com frenagem autônoma de emergência de série com este conjunto motriz. No trânsito urbano ressente-se de acelerações mais convincentes, mas desde que se use o câmbio manual de cinco marchas de forma correta, fica longe de decepcionar. Comportamento em estradas, principalmente em ultrapassagens, merece mais atenção pela relação massa-potência limitada. A tela multimídia de 10,1 pol. está entre as melhores por seu brilho e nitidez.
Na versão mais cara (High 1.0 TSI) o preço salta para R$ 141.890 com motor turbo de 116 cv (E)/109 cv (G) e 16,8 kgf·m (E) ou (G) e câmbio automático de seis marchas. A massa é maior, 1.169 kg, contudo acelera em 11,7 s de 0 a 100 km/h com etanol. Destaques: freios a disco nas quatro rodas, bom acabamento, espaço traseiro adequado para pessoas de até 1,70 m de altura e apoio regulável para o braço direito do motorista. Carregador de celular por indução inclui refrigeração com fluxo regulável. Comportamento seguro em curvas e destaque para a estabilidade direcional.
SUV de sete lugares da GWM combina desempenho fora de estrada, espaço interno e garantia de fábrica abrangente de 10 anos. A marca chinesa importou uma só versão, a topo de linha Exclusive TD480. Dimensões (mm): comprimento, 4.950; entre-eixos, 2.850; largura, 1.976; altura, 1.930; ângulo de entrada, 31°; ângulo de saída, 25°; capacidade de imersão, 800 mm; porta-malas, 88 a 791 L (até o teto, fora do padrão VDA); tanque: 78 L.
Trem de força é o mesmo da picape Poer: 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, consumo (Inmetro) 9,1 km/l, urbano e 10,4 km/l, estrada. Câmbio automático de nove marchas, tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low com sete modos de condução. Soma-se aos bloqueios de diferenciais uma função que reduz o raio de giro em até 1,5 m. Suspensão dianteira independente e traseira com eixo rígido, cinco braços. Molas são helicoidais. Mantém a robusta construção de carroceria sobre chassi, porém com massa em ordem de marcha de elevados 2.525 kg. Isso limita aceleração de 0 a 100 km/h a 13 s.
No interior, aos ajustes elétricos dos bancos dianteiros somam-se massagem, ventilação e aquecimento. A segunda fileira conta com saída de ar-condicionado (também na terceira fileira) e regulagem longitudinal. Traz teto solar panorâmico, vidros duplos para melhor isolamento acústico, central multimídia de 14,6 pol. com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e freio de estacionamento eletromecânico. Há ainda frenagem integrada IBC, mais rápida e precisa que o tradicional.
Primeiro contato foi em São Francisco de Paula (RS), sob chuva constante e o mesmo terreno encharcado que a picape Poer também enfrentou. Apesar do porte avantajado, o Haval H9 mostrou-se ágil no fora de estrada. A suspensão filtrou bem os impactos no percurso de 50 km, porém sua massa elevada prejudica as retomadas.
Modelo mais barato da marca tem preço sugerido de R$ 80.060, mas pelo programa Acesse Fiat ele é comercializado com desconto de R$ 11.070
O Fiat Mobi Like 2026 chegou ao mercado atualizado recebendo o mesmo painel da Strada e também do Fiorino. A versão de entrada é vendida em ação promocional por R$ 68.990 e ainda pode ser financiada com entrada 70% e saldo em 24 parcelas mensais com taxa zero de juros ao mês e ao ano.
Com a entrada de R$ 48.293, equivalente a 70% do valor do veículo, o saldo é dividido em 24 parcelas de R$ 1.031,24. Ao fim do contrato, o cliente terá desembolsado R$ 73.042,68 — valor superior ao inicial.
Isso ocorre porque, mesmo sem cobrança de juros nominais, incidem outros custos obrigatórios, como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o CET (Custo Efetivo Total). Esses encargos incluem tarifas administrativas e tributos, o que explica por que o montante final é maior.
Motor do Fiat Mobi Like 2026
O Fiat Mobi Like 2026 é equipado com o motor 1.0 Firefly que entrega 71 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 10 kgfm a 3.250 rpm com gasolina. Com etanol, a potência agora é de 75 cv a 6.000 rpm e torque de 10,7 kgfm a 3.250 rpm. O motor será ligado ao câmbio manual de cinco velocidades. A aceleração de 0 a 100 km/h agora é de 14,7 segundos e a velocidade máxima é de 164 km/h.
O consumo do Mobi 2026 é de até 10,6 Km/l na estrada e 9,8 km/l na cidade, com etanol, e 15,1 Km/l na estrada e 14,0 km/l na cidade, com gasolina.
Entre os itens de conforto e conveniência, o Fiat Mobi Like 2026 sai de fábrica equipado com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, banco traseiro rebatível, bolsa porta-objetos e porta garrafa nas portas dianteiras, computador de Bordo (distância, consumo médio,consumo instantâneo, autonomia), console central com porta-objetos e porta-copos (2 dianteiros e 1 traseiro), maçanetas e retrovisores externos na cor preta, molduras nas caixas de roda, para-choques na cor do veículo, quadro de instrumentos com Iluminação a LED e display digital de 3,5 polegadas (Conta-giros e indicador de trocas de marchas.
A lista ainda inclui odômetro parcial e total, relógio digital, indicação do nível de combustível e temperatura do motor), regulagem de altura manual do facho do farol, repetidor lateral nos retrovisores, retrovisores externos com comando interno mecânico, rodas de aço estampado 5.5 x 14″ com calotas integrais + Pneus “verde” 175/65 R14 com baixa resistência a rolagem, tomada 12V, vidros elétricos dianteiros (one touch e antiesmagamento) e travas elétricas nas 4 portas e volante com regulagem de altura.
O Fiat Mobi Like 2026 vem equipado com um pacote de segurança que inclui três apoios de cabeça no banco traseiro, cintos de três pontos para todos os ocupantes e barras de proteção nas portas. O modelo conta ainda com controle eletrônico de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa (Hill Holder), controle de tração (ASR) e sinalização de frenagem de emergência (ESS).
O hatch traz de série o sistema HSD, que reúne airbags frontais para motorista e passageiro e freios ABS com EBD, além do sensor de pressão dos pneus (TPMS) e ganchos Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. O conjunto é complementado por recursos como brake-light, função Lane Change para auxiliar trocas de faixa, sistema “Follow Me Home” nos faróis e luz diurna de rodagem (DRL).
Entre os itens de comodidade e segurança passiva, o Mobi Like oferece chave desmodrômica com Fiat Code de segunda geração, lavador e desembaçador do vidro traseiro.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Projeto francês busca simplificar o sistema elétrico, reduzir custos e aumentar eficiência em veículos e aplicações energéticas
A Stellantis, em parceria com a Saft, subsidiária da TotalEnergies, apresentou um protótipo do Peugeot E-3008 equipado com a tecnologia IBIS (Intelligent Battery Integrated System). O projeto, desenvolvido na França em cooperação com instituições de pesquisa e empresas especializadas, propõe uma nova arquitetura para sistemas elétricos automotivos e já está em fase de testes em estradas.
O diferencial do IBIS está na integração direta das funções de inversor e carregador à própria bateria, independentemente da química utilizada. Isso permite maior eficiência energética, redução de peso e simplificação de manutenção, além de ampliar o potencial de reaproveitamento das baterias em aplicações estacionárias.
Segundo a Stellantis, a tecnologia pode gerar até 10% de ganho em eficiência (ciclo WLTC) e aumento de potência de 15% (172 kW contra 150 kW) sem necessidade de ampliar a bateria. O sistema também contribui para uma diminuição de cerca de 40 kg no peso total do veículo e libera até 17 litros de espaço interno.
Nos testes iniciais, o carregamento foi 15% mais rápido, reduzindo de sete para seis horas em carregadores AC de 7 kW, com economia de aproximadamente 10% no consumo de energia.
O protótipo do E-3008 foi construído sobre a plataforma STLA Medium e é resultado de anos de desenvolvimento conjunto entre Stellantis, Saft, E2-CAD, Sherpa Engineering e centros de pesquisa como CNRS, Université Paris-Saclay e Institut Lafayette. Um demonstrador fixo do IBIS já vinha sendo usado desde 2022 para validar conceitos técnicos e gerar patentes.
Ned Curic, Chief Engineering and Technology Officer da Stellantis, afirmou que a inovação é fruto da filosofia de simplificação: “Ao repensar e simplificar a arquitetura do sistema de powertrain elétrico, estamos tornando-o mais leve, eficiente e acessível”.
Hervé Amossé, vice-presidente executivo da Saft, destacou o caráter estratégico do projeto: “O IBIS inaugura uma nova era de soluções energéticas inteligentes, flexíveis e sustentáveis, mantendo a Saft na vanguarda da pesquisa avançada”.
A segunda fase do programa começou em junho de 2025 com apoio do governo francês pelo plano France 2030. O objetivo é validar a tecnologia em condições reais de uso e preparar sua aplicação em veículos da Stellantis até o fim da década.
Além do setor automotivo, o IBIS também pode ser aproveitado em trens, navios, aviação e data centers, ampliando seu alcance para diferentes áreas da eletrificação.
Foto principal | Stellantis/Divulgação
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