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Citroën Basalt Dark Edition 2026 chega mais barato que o VW Tera TSI

SUV cupê da marca francesa ganha pacote visual exclusivo, melhorias internas e segue com motor 1.0 turbo de até 130 cv

O Citroën Basalt chega à linha 2026 com a estreia da versão Dark Edition, que passa a ocupar o topo da gama do SUV cupê. Antecipada pelo Autos Segredos, a novidade aposta em acabamento exclusivo, retoques no interior e preço competitivo: R$ 114.990.

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A carroceria pode ser pintada na cor Sting Grey, combinada a detalhes em black piano e grafite. O visual é complementado por rodas de liga leve de 16 polegadas em preto, retrovisores e teto escurecidos e detalhes em vermelho na coluna C e no aerofólio. Na traseira, o SUV exibe logo e inscrições em grafite, além de câmera de ré e sensores de estacionamento. O porta-malas mantém capacidade para 490 litros, mas segue com encosto traseiro de rebatimento único, sem a opção 1/3 e 2/3.

Interior com mais capricho

O Basalt Dark Edition repete a estratégia adotada em C3 e Aircross e recebe melhorias no acabamento. O painel e as portas agora contam com apliques em material sintético com costura vermelha, além de áreas em black piano. Os bancos têm revestimento sintético com detalhes em suede, costuras em vermelho e cinza, além da inscrição “Dark Edition”.

Entre as novidades funcionais, a linha 2026 corrige um ponto criticado pelos clientes: os comandos dos vidros elétricos finalmente estão posicionados nas portas, e não mais no console central. Outra evolução foi a ampliação do ar-condicionado digital, antes restrito à versão Shine, e agora presente também nas versões Feel Turbo 200 e Dark Edition.

O pacote inclui ainda volante revestido em couro, soleiras personalizadas, multimídia de 10,25’’ com bordas mais finas e painel de instrumentos digital de 7’’.

Motorização e versões

Não houve mudanças mecânicas: o Basalt segue equipado com o motor 1.0 turbo flex de até 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e 20,4 kgfm de torque, sempre ligado ao câmbio automático CVT que simula sete marchas.

A gama 2026 tem quatro versões:

  • Feel 1.0 manual – R$ 93.990
  • Feel Turbo 200 – R$ 108.990
  • Shine Turbo 200 – R$ 113.990
  • Dark Edition Turbo 200 – R$ 114.990

Espaço e medidas

Com 2,64 metros de entre-eixos, o Basalt oferece bom espaço para os passageiros traseiros e agora conta com duas entradas USB-C para a segunda fileira. O SUV mede 4,34 m de comprimento, 1,58 m de altura, 2,01 m de largura e tem vão livre de 20,8 cm, com ângulos de entrada de 20,5° e saída de 28°.

Impressões

Mesmo sem alterações mecânicas, o Citroën Basalt Dark Edition reforça o bom acerto dinâmico do modelo. A suspensão agrada pela calibração e o motor 1.0 turbo responde bem em acelerações e retomadas. Ficam em aberto itens como regulagem de profundidade da coluna de direção e a ausência de aletas para trocas de marchas manuais nas versões automáticas.

Com as melhorias de acabamento e ergonomia, o SUV cupê da Citroën corrige falhas da linha 2025 e mantém a proposta de ser um dos SUVs mais acessíveis do segmento B no mercado brasileiro.

GAC Aion V conquista cinco estrelas no Euro NCAP

GAC Aion V conquista cinco estrelas no Euro NCAP
Foto | EuroNCAP/Divulgação

SUV elétrico chinês, lançado em maio no Brasil, figura entre os dez mais vendidos do segmento e agora se destaca pela máxima pontuação nos testes europeus

O GAC Aion V conseguiu a nota máxima nos mais recentes testes de segurança realizados pela Euro NCAP. O SUV chinês conquistou cinco estrelas, com índices de 88% de proteção para ocupantes adultos, 85% para crianças, 79% para pedestres e 78% na avaliação dos sistemas de assistência à condução.

Nos testes de impacto, o modelo mostrou desempenho consistente. No deslocamento frontal, a estrutura da cabine permaneceu estável e os dados coletados indicaram boa proteção para joelhos e coxas de motorista e passageiro. A entidade também ressaltou a uniformidade da proteção para ocupantes de diferentes tamanhos e posições. Em colisões contra barreira rígida e lateral, o resultado foi igualmente positivo, com destaque para o impacto em poste, no qual o airbag central entre os bancos dianteiros contribuiu para evitar lesões entre os ocupantes.

O Euro NCAP também avaliou a eficiência dos airbags, que ofereceram boa proteção contra ferimentos em colisões dianteiras e traseiras. Os apoios de cabeça e bancos traseiros receberam nota favorável quanto à prevenção de lesões por efeito chicote. Outro ponto positivo foi a possibilidade de abertura fácil de portas e vidros após um impacto, recurso que facilita o resgate.

O Aion V ainda se destacou na proteção infantil, obtendo a pontuação máxima nos ensaios com dummies de seis e dez anos. O airbag do passageiro dianteiro pode ser desativado para uso de cadeirinhas voltadas para trás, e as informações de status do sistema são claras para o motorista. Em relação a pedestres e ciclistas, os resultados foram bons em áreas críticas como cabeça, joelhos e tíbias.

O pacote de segurança ativa também contribuiu para a nota. O SUV vem de série com um conjunto ADAS que inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão dianteira e traseira, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, assistente de permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo e assistente de congestionamento.

Segundo Leonardo Lukacs, diretor de Engenharia e Manufatura da GAC Brasil, os resultados reforçam o compromisso da marca com padrões globais de segurança. “É um conjunto invejável de excelentes resultados, os quais comprovam todas as credenciais de segurança do GAC Aion V, que foi projetado segundo os mais avançados e rigorosos protocolos disponíveis no mercado mundial”, afirma.

O modelo vendido no Brasil também traz recursos como assistente de partida em rampas, controle de tração e estabilidade, sistema de monitoramento de pressão dos pneus (TPMS), Auto Hold e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

Foto principal | Euro NCAP/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o Peugeot 2008 GT Hybrid 2026:

Mercado automotivo brasileiro apresenta alta de 8,7% em 2025

painel do Nissan Kicks Play Advance Plus 2025
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

O mercado automotivo brasileiro iniciou 2025 com números que chamaram a atenção de todo o setor

Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), os emplacamentos de veículos novos cresceram 8,7% no primeiro trimestre, resultado que representa o melhor desempenho para o período desde 2008.

Esse crescimento não se limita apenas à recuperação de vendas, mas também reflete mudanças no comportamento do consumidor, maior diversidade de produtos oferecidos pelas montadoras e ajustes importantes na cadeia produtiva.

Para profissionais e empresas que atuam na indústria e no comércio automotivo, esses dados são um indicativo de que o mercado voltou a ganhar fôlego, após anos de oscilações marcadas por crises econômicas, pandemia e alta de juros.

Além disso, o impacto do crescimento também é sentido no mercado de usados, onde referências como a Tabela Fipe continuam sendo fundamentais para negociações, avaliação de ativos e definição de estratégias comerciais.

Desempenho dos emplacamentos

De acordo com a Fenabrave, março encerrou com 379.383 unidades emplacadas, o que significou uma alta de 5,4% em relação a fevereiro e de 5,7% frente ao mesmo mês de 2024. 

O dado mais relevante, no entanto, foi o acumulado do trimestre: mais de 1 milhão de licenciamentos, configurando o melhor início de ano desde 2008.

Nos automóveis e comerciais leves, segmentos que representam a maior fatia do mercado, o avanço foi de 7,14% sobre o primeiro trimestre do ano anterior. 

Já os veículos pesados apresentaram resultados distintos: enquanto os ônibus mantiveram crescimento robusto, os caminhões recuam, pressionados pelo custo elevado do crédito e pela desaceleração em áreas como logística e transporte de cargas.

Outro destaque foi o setor de motocicletas, que registrou o melhor primeiro trimestre de sua história. 

Esse movimento tem sido impulsionado pela demanda crescente por mobilidade individual, especialmente em grandes centros urbanos, e pelo aumento das entregas por aplicativos, que se consolidaram como parte da economia de serviços no Brasil.

Produção nacional e exportações

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou que a produção nacional avançou 7,8% no primeiro semestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Esse crescimento é atribuído à melhora no abastecimento de componentes, como semicondutores, e à retomada de programas de incentivo à indústria.

Contudo, em agosto a Anfavea revisou para baixo suas projeções para o ano, estimando que o mercado interno deve fechar 2025 com 2,765 milhões de unidades emplacadas

A revisão foi motivada principalmente pelo custo elevado do crédito, que ainda representa um obstáculo importante para parte dos consumidores.

As exportações, por outro lado, registraram desempenho bastante positivo. 

Apenas em agosto, o Brasil exportou 57,1 mil veículos, e o acumulado do ano apresentou alta de 49,3% em relação a 2024. 

Esse resultado ajudou a compensar as variações de demanda no mercado doméstico, além de garantir maior estabilidade para a produção local.

Contexto macroeconômico e crédito

Apesar do avanço nas vendas e na produção, o ambiente macroeconômico ainda impõe desafios.

A taxa básica de juros (Selic) permanece em níveis elevados em 2025, encarecendo o financiamento de veículos e reduzindo a capacidade de consumo de boa parte da população.

Esse fator é particularmente relevante em segmentos como caminhões, que dependem de financiamentos de longo prazo, e também em veículos de maior valor agregado, como SUVs médios e modelos eletrificados.

Por outro lado, motocicletas e carros compactos, de menor valor, se mostraram mais resistentes ao impacto dos juros altos.

A manutenção da Selic em patamares elevados também dificulta a retomada de volumes próximos aos 3 milhões de unidades anuais, marca que o mercado brasileiro alcançou em anos de maior crescimento, antes da crise econômica de meados da década passada.

Segmentos em destaque

O avanço da eletrificação é um dos pontos centrais da transformação do setor em 2025. 

Os híbridos (HEV e PHEV) registraram 37,6 mil unidades comercializadas no primeiro trimestre, consolidando crescimento expressivo. 

Já os elétricos puros (BEV) tiveram desempenho mais volátil: apesar do crescimento em março, ainda acumulam queda no comparativo anual com 2024.

Nos automóveis de entrada, modelos compactos continuam sendo fundamentais. 

O Sandero, por exemplo, segue como referência de custo-benefício no mercado de usados, graças à sua liquidez e ao equilíbrio entre preço de compra, manutenção e revenda. 

Esse tipo de modelo mantém relevância especialmente em negociações de troca, onde consumidores avaliam o custo total de propriedade (TCO) antes de optar pelo upgrade.

Importância da Tabela Fipe

Em meio à expansão do mercado de novos, o setor de usados e seminovos também ganha dinamismo.

Nesse contexto, a Tabela Fipe continua sendo o principal parâmetro para definir valores médios de veículos no Brasil.

Ela serve como referência não apenas para consumidores e lojistas, mas também para seguradoras e instituições financeiras, que a utilizam como base para cálculos de indenizações e financiamentos.

Em 2025, com o aumento da movimentação nos emplacamentos, a Tabela Fipe se torna ainda mais relevante para balizar negociações e evitar distorções nos preços praticados.

Perspectivas para o segundo semestre

Os bons resultados do início de 2025 criaram uma base sólida para o ano, mas as perspectivas para o segundo semestre apontam para um crescimento mais moderado. A continuidade da recuperação dependerá de fatores como:

  • Evolução da taxa Selic e das condições de crédito,
  • Manutenção da produção em níveis estáveis,
  • Desempenho das exportações,
  • Programas de renovação de frota, especialmente em ônibus.

A Anfavea já sinalizou que espera um segundo semestre positivo, mas com ritmo menor do que o observado nos primeiros meses do ano.

Conclusão

O mercado automotivo brasileiro em 2025 vive seu melhor momento desde 2008. 

O crescimento de 8,7% nos emplacamentos do primeiro trimestre reflete a força de segmentos como motocicletas e híbridos, além do desempenho positivo das exportações.

Embora os juros altos ainda representem um entrave, os resultados mostram que a indústria e o comércio automotivo voltaram a ganhar dinamismo. 

Para profissionais do setor, acompanhar de perto indicadores como produção, exportações e referências de preços, com destaque para a Tabela Fipe, será essencial para entender o comportamento do mercado ao longo do ano.

Combinando recuperação de vendas, diversificação de produtos e perspectivas de maior estabilidade industrial, 2025 se consolida como um ano de virada para o setor, retomando a confiança e o otimismo que não se viam há quase duas décadas.

Foto princial | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Citroën Aircross 2026 estreia nova versão XTR

SUV de até sete lugares recebe melhorias no acabamento e ergonomia; preços partem de R$ 118,8 mil e vão até R$ 129,9 mil

O Citroën Aircross chega à linha 2026 com mudanças importantes em sua gama. O SUV deixa de usar o nome C3, como já havia antecipado o Autos Segredos, e passa a se chamar apenas Aircross. Outra novidade é a chegada da versão topo de linha XTR, que se posiciona acima da Shine e tem preço sugerido de R$ 129.990.

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A marca também reorganizou a oferta: apenas a versão de entrada Feel permanece com opção de cinco lugares, vendida por R$ 118.800 (ou R$ 94.860 para o público PCD). A partir dela, todas as demais configurações contam sempre com sete lugares. Assim, a gama fica composta por:

  • Feel 5 lugares – R$ 118.800
  • Feel 7 lugares – R$ 117.990
  • Shine 7 lugares – R$ 126.990
  • XTR 7 lugares – R$ 129.990

Evolução no acabamento

Um dos pontos mais criticados do Aircross, o acabamento interno, recebeu atenção especial. Todas as versões agora trazem forração de porta com materiais sintéticos, painel com superfícies macias ao toque e novos apliques em black piano. Outra mudança importante foi a relocação dos comandos dos vidros elétricos para as portas, solução mais ergonômica que substitui o antigo posicionamento no console central.

A nova versão XTR acrescenta detalhes visuais exclusivos, como adesivos identificadores, costuras verdes, rodas aro 17 com pneus de uso misto e opção de carroceria em dois tons. No interior, bancos mesclam tecido e material sintético, também com costuras verdes.

Motorização mantida

O conjunto mecânico permanece inalterado: motor 1.0 turbo flex que entrega 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque em ambos os combustíveis. O câmbio é o CVT que simula sete marchas. O Aircross acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 10 segundos e alcança velocidade máxima de 197 km/h, segundo a Citroën.

Itens de série e segurança

Desde a versão de entrada, o Aircross traz central multimídia de 10,25 polegadas, ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e apenas dois airbags frontais. A partir da versão Shine, o SUV ganha ar-condicionado digital, rodas de liga leve aro 17 e airbags laterais, totalizando quatro bolsas.

A Citroën, no entanto, manteve a crítica recorrente: a versão de entrada ainda oferece apenas dois airbags, enquanto rivais diretos já contam com quatro bolsas desde as versões básicas.

Espaço interno

Com 2,67 m de entre-eixos, o Aircross oferece bom espaço para a segunda fileira de passageiros. Já o porta-malas, na configuração de sete lugares, é reduzido, mas pode chegar a 493 litros com a terceira fileira retirada.

Conclusão

O Citroën Aircross 2026 evoluiu em pontos sensíveis, como acabamento e ergonomia, além de ganhar a inédita versão XTR para reforçar sua imagem aventureira. Com preços entre R$ 118 mil e R$ 130 mil, o modelo aposta no custo-benefício para enfrentar seu principal rival, o Chevrolet Spin, único concorrente direto entre os SUVs compactos de sete lugares.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Stellantis atinge 3 milhões de carros fabricados em El Palomar, na Argentina

Stellantis atinge 3 milhões de carros fabricados em El Palomar, na Argentina
Foto | Stellantis/Divulgação

Marco histórico reforça a importância estratégica da fábrica, que agora inicia nova fase com produção de modelos híbridos Peugeot

A Stellantis celebrou nesta semana a produção de 3 milhões de veículos em sua planta de El Palomar, na Argentina. O feito consolida a unidade como um dos principais polos industriais do grupo na América do Sul, responsável por modelos das marcas Peugeot, Citroën e Fiat.

O veículo de número três milhões foi um Peugeot 2008, escolha simbólica para marcar a evolução da fábrica em direção a um centro moderno e sustentável. O modelo também representa o início de uma nova etapa, com a produção dos Peugeot 208 e 2008 equipados com tecnologia híbrida desenvolvida pela própria Stellantis.

“Alcançar este marco em uma planta que sempre foi sinônimo de inovação e referência em tecnologias de ponta é um verdadeiro orgulho”, destacou Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul. Segundo ele, a nova fase reafirma a capacidade da unidade em “continuar fazendo história”.

A trajetória de El Palomar é marcada por ícones como o Peugeot 504, o Fiat 600 e o Citroën C4. Hoje, a fábrica se consolida como referência industrial, empregando milhares de trabalhadores e integrando uma ampla rede de fornecedores locais.

Para Martín Zuppi, presidente da Stellantis Argentina, o marco reflete o papel estratégico da planta para o grupo. “Aqui seguimos escrevendo a história com modelos como os Peugeot 208 e 2008, que marcam os novos tempos da mobilidade na Argentina. Este feito é possível graças a uma equipe comprometida e altamente capacitada”, afirmou.

O vice-presidente de Manufatura da Stellantis para a América do Sul, Glauber Fullana, também ressaltou a importância do momento: “Este marco dos três milhões de veículos é, antes de tudo, um reconhecimento à paixão, à capacidade e ao compromisso dos nossos empregados”.

Com 3 milhões de unidades produzidas, a Stellantis reafirma sua liderança no mercado regional e reforça o compromisso de manter investimentos na Argentina, impulsionando inovação, sustentabilidade e crescimento econômico.

Foto principal | Stellantis/Divulgação

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Ram amplia serviços conectados com novos pacotes  

Foto | Ram/Divulgação

Plataforma Ram Connect passa a oferecer três opções de planos e estende benefícios para os clientes no Brasil

A Ram anunciou novidades para o Ram Connect, sua plataforma de serviços conectados disponível em todas as picapes da marca no Brasil. Agora, o sistema passa a ser oferecido em três pacotes distintos, além de ampliar o período de gratuidade em algumas funcionalidades.

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Os novos planos são:

  • Safe – com foco em segurança e socorro inteligente;
  • Smart Control – que agrega controle remoto e mapa inteligente;
  • Premium + Wi-Fi – que reúne todos os recursos dos dois pacotes anteriores e adiciona internet a bordo.

Entre as mudanças, a Ram estendeu de três para cinco anos o período gratuito de serviços essenciais, como atualização remota de software, informações de saúde do veículo, modo privado e notificações na central multimídia.

Já o Wi-Fi embarcado, capaz de conectar até oito dispositivos simultaneamente, terá seis meses gratuitos — prazo que pode ser estendido por mais seis meses caso o cliente associe um cartão de crédito à conta e opte pelo pacote Premium + Wi-Fi. A cobrança só passa a valer após os 12 primeiros meses.

Além disso, o Ram Connect oferece monitoramento 24 horas, assistência em emergências e navegação inteligente com cálculo de autonomia de combustível. Pelo aplicativo, o usuário também consegue consultar o nível de combustível e pressão dos pneus, além de ligar o motor e climatizar a cabine remotamente.

A marca disponibilizou ainda uma playlist no YouTube com dez vídeos tutoriais explicando de forma prática os principais recursos da plataforma.

Foto principal | Ram/Divulgação

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Mercedes-Benz GenH2 completa um ano de testes confirmando eficiência em operações reais

Mercedes-Benz GenH2
Foto | Mercedes-Benz/Divulgação

Caminhão a hidrogênio percorreu mais de 225 mil km em rotas logísticas na Europa, mas rede de abastecimento ainda é desafio para expansão

A Daimler Truck celebrou o primeiro ano de testes do caminhão Mercedes-Benz GenH2 em operações reais de clientes. Desde julho de 2024, cinco unidades do modelo movido a célula de combustível rodaram em frotas de empresas como Amazon, Air Products, Holcim, INEOS Inovyn e Wiedmann & Winz. No período, os protótipos somaram mais de 225 mil quilômetros — distância equivalente a cinco voltas e meia ao redor da Terra.

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Se a mesma quilometragem tivesse sido feita por um caminhão a diesel de 25,6 toneladas, seriam consumidos cerca de 58 mil litros de combustível fóssil, resultando na emissão aproximada de 154 toneladas de CO₂.

Eficiência comprovada em campo

Os testes mostraram a eficiência da célula de combustível desenvolvida pela cellcentric, joint venture da Daimler Truck com o Grupo Volvo. O consumo médio de hidrogênio ficou entre 5,6 kg/100 km e 8 kg/100 km, de acordo com a aplicação, em veículos com peso bruto total combinado entre 16 e 34 toneladas.

Segundo a montadora, os caminhões alcançaram autonomia superior a 1.000 km e recarga em 10 a 15 minutos, com desempenho comparável a veículos a diesel. Motoristas destacaram ainda a condução suave, baixos níveis de ruído e boa entrega de potência.

Operações diversificadas

Cada cliente utilizou o GenH2 em aplicações distintas. A Amazon integrou o caminhão à sua rede logística entre Frankenthal e Sindelfingen. A Air Products fez transporte de gases, enquanto a Holcim destinou o modelo a entregas de cimento na Alemanha e Holanda. Já a Wiedmann & Winz empregou o veículo em transporte combinado de contêineres, e a VERVAEKE, parceira da INEOS Inovyn, no transporte de PVC e vinil.

Abastecimento com hidrogênio líquido

Os protótipos foram reabastecidos em estações de hidrogênio líquido (sLH₂) em Wörth am Rhein e Duisburg, totalizando 285 abastecimentos e 15 toneladas de combustível. A tecnologia permite armazenar mais energia em tanques de 40 kg cada, garantindo maior autonomia e melhor relação peso/custo em comparação com o hidrogênio gasoso.

Desafios à frente

Apesar dos avanços, a Daimler Truck reconhece entraves para a expansão da tecnologia. A ausência de uma rede ampla de abastecimento de hidrogênio líquido e o alto custo do combustível e dos seguros dificultam o TCO (custo total de propriedade) em comparação ao diesel. A previsão é que a Europa precise de 2.000 postos de hidrogênio até 2030 para viabilizar a operação em larga escala.

Próximos passos

Uma segunda fase de testes terá início no quarto trimestre de 2025, envolvendo mais cinco clientes. Já a produção de 100 caminhões de série está prevista para começar em 2026 na fábrica de Wörth, com foco na Europa.

A estratégia da Daimler Truck combina veículos elétricos a bateria e a hidrogênio. No entanto, a empresa admite que a adoção em grande escala só deve ocorrer a partir do início da década de 2030, quando a infraestrutura estiver mais consolidada.

Foto principal | Mercedes-Benz/Divulgação

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GWM Poer P30 estreia com motor 2.4 turbodiesel, 9 marchas e pacote ADAS; versão topo custa R$ 240 mil

Picape chinesa será vendida inicialmente com unidades importadas, no último trimestre fabricante irá comercializar as unidades montadas no Brasil

Por Eduardo Passos
De São Francisco de Paula (RS)

A GWM inicia a pré-venda da Poer P30, nova picape média 4×4 da marca para o Brasil, em duas versões: Trail e Exclusive. Ambas estreiam em valores promocionais: R$ 220.000 (Trail) e R$ 240.000 (Exclusive). Esse valor vale até o fim da pré-venda, em 20 de setembro. Daí em diante, a GWM Poer P30 Trail custará R$ 240.000 e a GWM Poer P30 Exclusive custará R$ 260.000.

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Todas as Poer P30 trazem motor 2.4 turbodiesel de 184 cv e 49,0 kgfm, com câmbio automático de nove marchas (trocáveis via paddle shift). Há tração 4×4 com reduzida. A picape média vai de 0 a 100 km/h em 11,2 s e seu motor rende de 9,5 km/l (urbano) e 10,6 km/l (estrada).

Posicionamento e versões

A Poer P30 chega para disputar com Hilux, Ranger, S10 e Triton em pintura em preto, prata ou branco. Entre as diferenças das duas configurações, a P30 Trail adota pneus todo-terreno de aro 18 e quatro airbags; a Exclusive usa pneus HT de aro R19, além de agregar dois airbags de cortina, assistentes de condução e bancos dianteiros com aquecimento e ventilação. 

Além das rodas de aro 19, a Poer P30 se destaca frente à concorrência pelas dimensões: são 5,41 m de comprimento, 3,23 m de entre-eixos, 1,95 m de largura e 1,89 m de altura.

A caçamba mede tem espaço para 1.248 litros. A carga útil varia entre 1.010 kg (Exclusive) e 1.018 kg (Trail). A capacidade de reboque é de 3.100 kg com freio (750 kg sem freio) e a profundidade de imersão é de 500 mm. O ângulo de ataque é de 27° e o vão livre é de 22,7 cm.

Há duas telas referentes ao quadro de instrumentos digital de 10,25” e a central multimídia de 14,6”, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador por indução, duas portas USB dianteiras (Tipo-A e Tipo-C) e duas traseiras (Tipo-A). 

Também há comandos de voz em português, câmera 360° com “chassi transparente”, freio a disco nas quatro rodas e o paddle shift como itens de série.

No caso da P30 Exclusive, o pacote de assistências de condução nível 2+ inclui controle de cruzeiro adaptativo, assistente de manutenção e centralização de faixa, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres/ciclistas, monitor de fadiga, câmera 360°, detector de ponto cego, tráfego cruzado dianteiro e traseiro, entre outros.

Pós-venda

Além do pacote de conectividade via app My GWM, oferece serviços de assistência remota, assistência 24h, carro-cortesia e TAG GWM com a 1ª anuidade gratuita. Há ainda programa de recompra com valor de até 80% da Tabela Fipe, e revisões a cada 12 mil km ou 1 ano; o carro-cortesia pode ser disponibilizado por até 5 dias. No comparativo de pós-venda apresentado pela montadora, a assistência 24h da Poer é válida por 2 anos.

A Poer P30 conta com garantia de fábrica de até 10 anos para os seguintes itens:

  • Motor
  • Sistema de Arrefecimento
  • Sistema de Combustível
  • Transmissão
  • Eixo Cardã
  • Componentes Eletrônicos
  • Sistema de Freios
  • Ar-condicionado
  • Caixa de direção

Produção no Brasil

A Poer P30 integra o plano industrial da GWM em Iracemápolis (SP). As primeiras unidades serão importadas da China. A partir do último trimestre de 2025, entretanto, começaram a ser vendidas unidades nacionais.

Os veículos chegam apenas com as chapas estampadas da Ásia. Processos de solda, pintura e montagem ocorrem na planta do interior paulista, com capacidade de 50 mil carros/ano e produção local também de Haval H6 (HEV/PHEV) e Haval H9.

Iveco Group investe R$ 93 milhões em novo centro de distribuição de peças em MG

Foto | Iveco Group/Divulgação

Estrutura em Pouso Alegre terá 20 mil m², padrão construtivo AAA e promete mais agilidade no atendimento a clientes da América Latina

Como parte de sua estratégia de crescimento na América Latina, o Iveco Group anunciou a construção de um novo Centro de Distribuição de Peças em Pouso Alegre (MG). O investimento de R$ 93 milhões contempla uma estrutura inédita de 20 mil m² equipada com tecnologia de ponta e padrão construtivo AAA, considerado o mais alto em qualidade e infraestrutura.

Segundo a empresa, o espaço funcionará como um hub estratégico para otimizar a conexão entre clientes e fornecedores, garantindo maior velocidade e capacidade de atendimento. “Temos crescido de maneira consistente no Brasil e sabemos que podemos avançar ainda mais. O novo Centro Logístico é pilar fundamental e permitirá ganhos operacionais expressivos”, afirmou Marcio Querichelli, presidente da Iveco para a América Latina.

O CD será operado em modelo full service, no qual o operador logístico será responsável tanto pela infraestrutura quanto pela gestão completa de materiais. Para Karel Novák, Head de Qualidade e Operações do Iveco Group para a região, a localização em Pouso Alegre trará vantagens estratégicas. “A proximidade com a nossa planta, em Sete Lagoas (MG), também trará mais fluidez ao fluxo logístico”, destacou.

Tecnologia e expansão futura

O prédio do novo centro foi projetado sob medida para as necessidades do grupo, com foco em eficiência e inovação. O depósito contará com sistema de gestão de armazenagem (WMS) de última geração, totalmente wireless, além de layout flexível que permitirá rápida expansão de acordo com a demanda.

Todos os equipamentos foram desenvolvidos sob encomenda para atender às características técnicas da operação, assegurando precisão, agilidade e alto desempenho em todas as etapas do processo logístico.

Para Fernanda Melo, Head de Operações de Peças do Iveco Group na América Latina, o projeto vai além de uma simples estrutura de armazenagem. “Mais do que um novo centro de distribuição, estamos ativando uma engrenagem inteligente e estratégica que vai transformar nossa logística em um diferencial competitivo em nosso setor. Este é o nosso novo pulso logístico, que vai bater no ritmo da inovação, da performance e da proximidade com o cliente.”

Foto principal | Iveco Group/Divulgação

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Ford quebra recorde em Nürburgring com a F-150 Lightning SuperTruck

Foto | Ford/Divulgação

Picape elétrica completa volta no circuito alemão em 6min43s e se torna a mais rápida da categoria

A Ford conquistou mais um feito histórico no lendário circuito de Nürburgring, na Alemanha. A picape elétrica F-150 Lightning SuperTruck registrou o tempo de 6 minutos e 43,482 segundos, tornando-se a mais rápida da categoria e o quinto protótipo mais veloz já testado no traçado de 21 km e 73 curvas conhecido como “Inferno Verde”.

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O desempenho supera o recorde recente da Ford SuperVan, que havia marcado 6min48,2s, estabelecendo-se como a van mais rápida do circuito e a sétima colocada no ranking geral de protótipos.

A volta da SuperTruck foi conduzida pelo piloto francês Romain Dumas, especialista em desafios de resistência e velocidade. O modelo de competição utilizou pneus slick e um pacote aerodinâmico projetado para gerar 2.700 kg de downforce a 241 km/h.

A picape elétrica é equipada com três motores elétricos, um conjunto de baterias de 50 kWh com arrefecimento líquido, freios de carbono-cerâmica e carroceria leve com componentes de fibra de carbono e magnésio. A potência ultrapassa os 1.600 cv.

Ford F-150 Lightning SuperTruck
Foto | Ford/Divulgação

Segundo Mark Rushbrook, diretor global da Ford Racing, Nürburgring é o teste definitivo para validar a resistência de sistemas elétricos em condições extremas.

“Quando os nossos sistemas sobrevivem a essa punição, eles estão prontos para o que quer que venha pela frente”, afirmou.

O executivo ressaltou ainda que cada aprendizado obtido nas pistas é aplicado no desenvolvimento de veículos de produção, especialmente em áreas como aerodinâmica e gestão de baterias.

“Enquanto outras empresas ainda estão definindo a sua estratégia elétrica, nós estamos aqui provando que a nossa funciona. Essas voltas incrivelmente rápidas nos ensinam coisas que você não aprende em nenhum outro lugar”, destacou.

A Ford prepara atualmente uma nova plataforma elétrica acessível de próxima geração. Para Rushbrook, programas como o da SuperTruck reforçam a confiança da marca no caminho que está sendo seguido.

“A Ford é líder em picapes e veículos comerciais por uma razão e planejamos manter isso na era elétrica”, concluiu.

Foto principal | Ford/Divulgação

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