Foto | CAOA Chery/Divulgação - CAOA Chery Tiggo 7 Sport
Família Tiggo impulsiona resultados e coloca a marca entre as dez maiores do Brasil
A CAOA Chery encerrou agosto de 2025 com números inéditos em sua trajetória no mercado brasileiro. Segundo dados da Fenabrave, a marca alcançou 3,92% de participação no mercado total e entrou no ranking das dez maiores montadoras do país. Foram 6.750 emplacamentos no mês, o maior volume já registrado pela empresa desde sua chegada em 2017. No acumulado de janeiro a agosto, a marca somou 41.727 unidades, crescimento de 8% sobre 2024 (38.653).
No varejo, a CAOA Chery também obteve recorde: 6,73% de participação e a 7ª posição entre as fabricantes, o melhor desempenho já conquistado pela marca em solo nacional.
Família Tiggo em destaque
O avanço foi sustentado principalmente pela linha de SUVs. O Tiggo 8 manteve a liderança no segmento de utilitários esportivos de sete lugares, com 1.916 unidades emplacadas em agosto.
Já o Tiggo 7 ganhou protagonismo ao figurar entre os dez modelos mais vendidos no varejo e consolidar-se como o segundo SUV médio mais emplacado no mês, com 3.192 unidades. No acumulado do ano, o modelo soma 20.102 emplacamentos.
No segmento de sedãs, o Arrizo 6 Pro Max Drive também aparece bem posicionado, mantendo-se entre os cinco mais vendidos da categoria em 2025.
Produção em alta
No campo industrial, a fábrica de Anápolis (GO) ultrapassou, pelo segundo mês consecutivo, a marca de 7 mil veículos produzidos. O resultado reflete a maior estabilidade da cadeia de suprimentos e ganhos de eficiência no processo produtivo.
Crescimento acima da média
Enquanto algumas montadoras tradicionais enfrentam estagnação, a CAOA Chery mantém ritmo de expansão. No acumulado de janeiro a agosto, a marca ocupa a 11ª posição no ranking geral, com 3,39% de participação de mercado, e a 8ª posição no varejo, com 5,96%.
Os resultados de agosto reforçam a consolidação da marca no Brasil. A estratégia de apostar em SUVs bem equipados, com preços competitivos frente aos rivais, vem garantindo espaço cada vez maior no ranking nacional.
Marca reforça liderança no setor automotivo nacional e amplia presença em mercados da América Latina e África
A Volkswagen do Brasil registrou alta de 50% em suas exportações entre janeiro e agosto de 2025, com 83.696 unidades embarcadas. No mesmo período do ano passado, foram 55.873 veículos. Só em agosto, a montadora exportou 15.999 unidades, o melhor resultado mensal desde abril de 2018 (18.752 unidades). A empresa segue como a maior exportadora do setor automotivo brasileiro, acumulando mais de 4,3 milhões de unidades enviadas ao exterior em sua história.
O principal destino foi a Argentina, que praticamente dobrou a demanda: foram 41.334 unidades neste ano, contra 20.813 em 2024 (+99%). Também houve crescimento nos demais mercados: México (+6%, com 20.447 unidades), Colômbia (+76%, com 8.178 unidades) e Chile (+82%, com 5.280 unidades). Além disso, os embarques chegaram a outros países da América Central, Caribe, América do Sul e até a África, com destinos como Camarões, Costa do Marfim, Gana, Madagascar, Ruanda e Senegal.
“As exportações são estratégicas para os negócios da Volkswagen do Brasil e seguimos avançando com força. Neste ano, já aumentamos nossos embarques em 50%, com crescimento em todos os nossos principais mercados externos, com destaque para a Argentina (+99%), México (+6%), Colômbia (+76%) e Chile (+82%). Esses números reforçam a competitividade e relevância da nossa operação, a alta qualidade dos modelos produzidos no Brasil e a confiança que conquistamos em mercados da América Latina e África, nos quais concentramos os nossos embarques com sucesso”, afirma Hendrik Muth, vice-presidente de Vendas da Volkswagen Região SAM (América do Sul).
Modelos mais exportados
O Polo foi o líder em exportações, com 27.445 unidades entre janeiro e agosto (+36% sobre 2024). O hatch também se mantém como campeão de vendas no mercado nacional, liderando há cinco meses consecutivos e somando 83.064 unidades emplacadas no ano.
Na sequência, aparecem a Saveiro (15.687), o Novo T-Cross (13.963, +80%), o Novo Nivus (12.690, +26%) e o recém-lançado Tera (11.152). O SUV Tera, desenvolvido no Brasil e já com exportações para diversos países da América Latina, foi apontado como o principal lançamento da marca na região e conquistou cinco estrelas nos testes de segurança do Latin NCAP.
Outro destaque é a retomada dos embarques para a África. Em 2025, a Volkswagen já enviou 200 unidades do Novo T-Cross para seis países africanos e deve despachar mais 100 veículos em setembro, ampliando sua presença no continente.
Logística integrada
Segundo a Volkswagen, o desempenho é resultado de um trabalho conjunto entre diferentes áreas da empresa.
“Na Volkswagen, a integração entre as áreas de Logística, Produção e Vendas é um diferencial estratégico para que nossas exportações avancem cada vez mais, fortalecendo nossa competitividade e ampliando a presença no comércio internacional. A Logística é um pilar fundamental do negócio e seguimos focados na melhoria contínua de nossas operações e na excelência do atendimento ao cliente. Esse desempenho é resultado de um ecossistema colaborativo entre equipes internas e parceiros estratégicos como transportadoras, armadores e operadores portuários, que juntos garantem a robustez e a confiabilidade da cadeia”, diz Anderson Ramos, diretor de Logística da Volkswagen Região SAM.
Atualmente, a montadora opera pelos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) para exportação, além de Suape (PE) e Vitória (ES) para importação.
Versão intermediária do subcompacto francês entrega baixo custo de uso e conectividade, mas peca em acabamento, desempenho e espaço interno
Lançado em 2017, o Renault Kwid rapidamente se consolidou como um dos carros mais baratos do mercado brasileiro. Em 2021, a versão Intense buscava um equilíbrio entre preço acessível e pacote de equipamentos, mirando consumidores que queriam um carro urbano, econômico e conectado sem gastar muito.
O Kwid Intense 2021 vinha equipado com motor 1.0 SCe de três cilindros, que entrega 66/70 cv de potência e 9,4/9,8 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. O grande trunfo está no baixo consumo: fazia médias próximas de 14 km/l na cidade e 15 km/l na estrada com gasolina, segundo o Inmetro.
Entre os equipamentos de série, a versão Intense já trazia central multimídia Media Evolution de 7 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, ar-condicionado e direção elétrica. Havia também rodas de liga leve de 14 polegadas, faróis com máscara negra e retrovisores elétricos — diferenciais em relação às versões mais simples.
Onde peca
Apesar dos equipamentos, o Kwid Intense 2021 mantém as limitações típicas do modelo. O espaço interno é apertado, especialmente no banco traseiro, e o porta-malas de 290 litros é apenas razoável para o segmento. O acabamento interno é simples e utiliza plásticos rígidos em abundância, transmitindo sensação de economia excessiva.
Outro ponto criticado é o desempenho: mesmo sendo leve (com pouco mais de 800 kg), o motor 1.0 sofre em retomadas e viagens rodoviárias, exigindo trocas constantes de marcha. O nível de ruído e vibração dentro da cabine também incomoda em rotações mais altas.
O Kwid tem manutenção considerada barata, com revisões de preço tabeladas pela Renault e ampla disponibilidade de peças. Além disso, o modelo costuma apresentar boa confiabilidade mecânica, com problemas pontuais mais ligados a itens de acabamento e desgaste natural.
Quanto custa hoje
De acordo com a tabela Fipe de setembro de 2025, o Renault Kwid Intense 1.0 2021 tem preço médio de R$ 43.826. No mercado de usados, os valores variam entre R$ 47 mil e R$ 52 mil, dependendo da quilometragem, estado de conservação e histórico de manutenção.
Principais concorrentes
Entre os principais rivais do Kwid Intense 2021 estão outros hatches de entrada, como:
Fiat Mobi Like/Drive 1.0
Volkswagen up! 1.0 (nas últimas unidades)
Chevrolet Joy 1.0 (derivado do Onix antigo)
Hyundai HB20 Sense 1.0 (um pouco mais caro, mas mais espaçoso e moderno)
Nova versão topo de linha aposta em visual diferenciado e quadro de instrumentos digital; executivo da Citroën explica evolução do hatch compacto
O Citroën C3 chega à linha 2026 com mudanças pontuais e uma nova versão de topo: o XTR, que resgata o nome usado nos anos 2000 para reforçar o apelo aventureiro. O hatch fabricado em Porto Real (RJ) passa a oferecer detalhes visuais exclusivos, melhorias no acabamento interno e equipamentos inéditos na gama, sem alterar a parte mecânica. O preço sugerido é de R$ 88.990.
O C3 XTR adota elementos exclusivos para reforçar sua proposta: adesivos no capô em cinza e verde com a logomarca XTR, grade dianteira com acabamento em grafite, molduras em black piano nos faróis auxiliares de série e rack de teto funcional. Nas laterais, há rodas de 15 polegadas pintadas em grafite, pneus de uso misto Scorpion ATR 205/60 R15 e detalhes em verde nos apliques das portas. O teto pode ser pintado em preto, criando o efeito de “teto flutuante”.
Na traseira, as alterações ficam por conta dos logotipos escurecidos e do nome da versão. O porta-malas mantém os 315 litros de capacidade, um dos maiores entre hatches compactos de entrada, mas ainda sem rebatimento fracionado dos bancos.
A cabine do XTR recebeu atenção especial. O painel ganhou revestimento em vinil acolchoado com costuras verdes e logotipo da versão, além de detalhes em black piano e moldura mais fina para a central multimídia de 10 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.
O modelo traz ainda ar-condicionado digital, volante multifuncional revestido em couro com costuras verdes e, como principal novidade, o quadro de instrumentos digital de 7 polegadas — recurso que estreia nesta configuração e também está presente no C3 Turbo 200.
Apesar da evolução, há limitações: o volante tem apenas ajuste de altura, não de profundidade, e o comando dos vidros traseiros segue concentrado no console central, sem acesso direto pelas portas dos passageiros.
Com entre-eixos de 2,54 metros, o C3 mantém um bom aproveitamento de espaço para o segmento. Dois adultos viajam com conforto no banco traseiro, enquanto três ocupantes só em trajetos curtos. Há entradas USB-C para carregamento na segunda fileira, mas o acabamento das portas traseiras seguem simples, com plásticos rígidos.
Conjunto mecânico
O C3 XTR é equipado com o motor 1.0 Firefly flex, de três cilindros, que entrega 75 cv e 10,5 kgfm com etanol (71 cv e 10 kgfm com gasolina), sempre acoplado ao câmbio manual de cinco marchas. É o mesmo conjunto das versões de entrada, sem mudanças em suspensão ou acerto dinâmico.
Durante o primeiro contato, o motor mostrou-se elástico, com bom fôlego em giros altos, mas exige trocas de marcha frequentes para extrair desempenho, o que pode penalizar o consumo. Os engates são precisos e suaves, e os pneus de uso misto dão segurança extra em trechos leves de terra, como acesso a sítios e cachoeiras.
Em entrevista ao Autos Segredos, Felipe Daemon, vice-presidente da Citroën para a América do Sul, destacou que as mudanças vieram de pesquisas clínicas com clientes:
A gente quis escutar profundamente o consumidor para entender os pontos fortes e o que poderia melhorar. O nível de acabamento interno e o cluster digital foram evoluções muito pedidas e que colocam o C3 em outro patamar”, explicou.
Daemon ressaltou que o nome XTR resgata a tradição da marca e amplia a atratividade do compacto:
“Nos anos 2000, o XTR já fazia parte da gama Citroën. Agora, trazemos essa releitura com estilo aventureiro, acabamentos exclusivos e uma proposta que reforça a identidade do C3 como nosso ‘compacto gigante’.”
O Citroën C3 XTR 2026 ganha pontos pelo visual exclusivo, melhorias no acabamento interno e pela inclusão de equipamentos desejados, como ar digital e painel digital. O espaço interno segue como diferencial, assim como o porta-malas generoso.
Por outro lado, ainda fica devendo em segurança — com apenas dois airbags — e em ergonomia para os passageiros traseiros, que continuam sem comandos de vidros nas portas.
Em resumo, é uma evolução que amplia a atratividade do C3 dentro do segmento de entrada, mas que ainda não elimina todas as críticas.
SUV compacto pode ser financiado com taxa promocional de 0,99% ao mês; oferta é válida até 30 de setembro ou enquanto durarem as 50 unidades disponíveis
O Renault Kardian Techno 2025 está disponível com condições especiais de financiamento pelo CDC (Crédito Direto ao Consumidor), através do Banco RCI Brasil. A promoção é válida para pessoa física até 30 de setembro de 2025, ou enquanto durar o estoque limitado a 50 veículos, todos na cor preta sólida (Nacré).
O modelo tem preço à vista de R$ 136.490 e oferece bônus de até R$ 20.000 no trade-in, mediante avaliação do veículo usado na negociação.
Na simulação de financiamento, o cliente dá 60% de entrada (R$ 71.076) e financia o saldo em 36 parcelas fixas de R$ 1.665,94. A taxa de juros é de 0,99% ao mês (12,55% ao ano). São acrescidas tarifa de cadastro (R$ 990), registro de contrato (R$ 309,21 em SP, variando conforme o estado) e IOF (R$ 1.731,04). O Custo Efetivo Total (CET) fica em 1,17% ao mês e 14,91% ao ano.
Segundo a Renault, a taxa promocional é aplicada nas operações em que o cliente também contrata, de forma facultativa, os serviços de revisão e o seguro EGVN.
Itens de série do Kardian Techno
O SUV vem bem equipado de fábrica. Entre os principais itens, estão:
Design e conforto: rodas diamantadas de 17”, barras de teto funcionais, ar-condicionado digital, chave presencial do tipo cartão, partida remota do motor e console central elevado com apoio de braço.
Tecnologia: painel digital de 7”, multimídia de 10,1” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e computador de bordo 100% digital.
Segurança: seis airbags, controle de estabilidade (ESC), controle de velocidade adaptativo (ACC), alerta de distância frontal, frenagem autônoma de emergência, ISOFIX e câmera de ré.
Assistências: câmbio automatizado de dupla embreagem (EDC) com e-shifter e paddle-shifts, além de modos de condução ECO e Ecoscoring.
O Renault Kardian Techno 2025 é equipado com motor 1.0 TCe Turbo Flex, que rende 125 cv com etanol e 120 cv com gasolina, sempre a 5.000 rpm. O torque é de 22,4 kgfm (E) a 2.250 rpm e 20,4 kgfm (G) a 2.000 rpm. O câmbio é automatizado de dupla embreagem de seis marchas, e a velocidade máxima chega a 180 km/h.
Com mais de 2,5 mil unidades emplacadas até agosto, marca consolida protagonismo e amplia gama com novidades de peso
A Ram segue firme no topo do segmento de picapes fullsize no Brasil como a 3500. Entre janeiro e agosto de 2025, a marca emplacou mais de 2,5 mil unidades, alcançando 63% de participação no subsegmento e reforçando sua imagem de força, luxo e tecnologia.
Dois modelos foram os principais responsáveis por esse resultado. A Ram 3500, que estreou a linha 2025 em agosto, superou a marca de mil unidades vendidas no ano. Agora equipada com o novo motor Cummins 6.7 Turbodiesel High-Output, entrega 436 cv de potência e impressionantes 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque, mantendo o título de picape a diesel mais potente do Brasil. Além do desempenho, destaca-se pela capacidade de reboque superior a nove toneladas e pela central multimídia de 14,5 polegadas, a maior da categoria.
Outro destaque foi a Ram 1500, que também ultrapassou mil unidades comercializadas no período. Reconhecida como a picape mais rápida do país, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos, sem abrir mão do conforto garantido pela suspensão a ar com cinco níveis de ajuste.
No campo das médias e compactas, a Rampage segue acumulando feitos. Desde o lançamento, já soma 48 mil unidades emplacadas e figura entre as cinco mais vendidas do segmento. Além disso, já coleciona 25 prêmios da imprensa especializada e ganhou recentemente a série especial Rampage R/T NFL Edition, limitada a 300 unidades, em celebração à parceria da Ram com a liga de futebol americano dos Estados Unidos.
Hatch compacto ganha sistema “Hybrid Turbo 200” na versão GT, mas mantém visual da reestilização de 2025
A Peugeot apresentou no Rio de Janeiro o novo 208 2026, que estreia no mercado brasileiro com a inédita versão GT Hybrid — também chamada de Hybrid Turbo 200. A novidade é o primeiro hatch compacto vendido no País com sistema híbrido leve, tecnologia que chega para reduzir consumo de combustível e emissões sem alterar a tração do veículo.
Sob o capô, o modelo combina o motor 1.0 turbo flex de até 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e 20,4 kgfm de torque a um motor elétrico multifuncional de 12V, que substitui alternador e motor de partida. O conjunto é acoplado a um câmbio CVT que simula sete marchas.
Segundo a marca, o sistema híbrido leve não movimenta as rodas, mas atua como apoio ao motor a combustão em determinadas situações, adicionando potência e torque. Esse alívio pode proporcionar até 10% de economia de combustível, dependendo do estilo de condução e do uso urbano. Além disso, há benefícios fiscais, como isenção de rodízio em São Paulo e desconto no IPVA em alguns estados.
Visual sem mudanças
Por fora, o 208 GT Hybrid mantém o design introduzido na linha 2025. Na dianteira, se destacam os faróis full-LED, as luzes diurnas em forma de garras do leão e a grade com detalhes na cor da carroceria. O hatch traz ainda rodas de 17 polegadas, retrovisores em black piano, teto solar panorâmico e a inscrição GT na coluna C.
Na traseira, a única novidade é o emblema Hybrid, enquanto permanecem as lanternas com lentes translúcidas unidas por uma barra em acrílico. O ponto negativo segue sendo o porta-malas de apenas 270 litros, um dos menores da categoria.
Interior com novos recursos
Por dentro, o hatch francês repete o quadro de instrumentos digital 3D, mas agora com grafismos que mostram o funcionamento do sistema híbrido. A central multimídia de 10,25” ganhou nova resolução e um botão físico para o volume, além de compatibilidade sem fio com Android Auto e Apple CarPlay.
O modelo passa a contar também com os serviços conectados MyPeugeot, que permitem monitorar parâmetros do carro e receber atualizações remotas via OTA. O recurso terá período de degustação gratuito, mas futuramente será cobrado.
Entre os itens de série, o 208 GT Hybrid traz seis airbags, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, alerta de colisão com frenagem autônoma, leitor de placas e assistente de permanência em faixa.
O acabamento segue caprichado, com bancos em material sintético e tecido com costuras verdes, mas a Peugeot ainda não adotou o freio de estacionamento eletrônico, presente no 2008. No banco traseiro, o espaço continua apertado, principalmente para três ocupantes, e a forração é mais simples que a das portas dianteiras.
Primeiras impressões ao volante
Ao dirigir, o 208 GT Hybrid mantém a agilidade já conhecida do modelo. O sistema híbrido leve atua até cerca de 3.000 rpm, oferecendo reforço em torque e potência para aliviar o motor a combustão. O ganho de eficiência é sutil, mas perceptível em uso urbano mais moderado.
Com isso, o hatch passa a ser uma porta de entrada para a eletrificação no Brasil. É mais um apoio moral ao motor a combustão do que um sistema tracionante, mas abre caminho para consumidores que buscam economia e benefícios fiscais.
O Peugeot 208 GT T200 Hybrid faz média de consumo urbano de 9,1 km/l e 9,6 km/l na estrada com etanol no tanque. Com gasolina a média fica 13 km/l na cidade e 13,8 km/l rodando em estrada.
Conectividade
A Peugeot amplia a presença de tecnologia no 208 GT Hybrid, apostando em soluções de conectividade que vão além da central multimídia. A ideia é oferecer uma experiência de uso mais prática e compatível com o cotidiano digital dos clientes.
As versões GT chegam equipadas com a central multimídia Peugeot i-Connect Advanced de 10,3 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid de 10” mostra em tempo real o fluxo de energia e o desempenho do conjunto híbrido, enquanto a conectividade integrada garante navegação online com rotas otimizadas. A fabricante também disponibiliza assistência remota 24 horas, reforçando a segurança no dia a dia.
Fora do carro, o aplicativo MyPeugeot amplia as funcionalidades, permitindo travar e destravar as portas à distância, acompanhar dados de condução, receber alertas e até agendar serviços online. Outro ponto de destaque são as atualizações remotas (OTA – Over The Air), que mantêm o sistema sempre atualizado sem a necessidade de ir à concessionária.
A segurança também foi reforçada com o sistema de assistência automática em emergências e suporte em casos de roubo ou furto. Além disso, os novos proprietários têm a opção do Seguro Conectado by Ituran, que pode reduzir em média 30% o valor da apólice, conforme o perfil do condutor.
Com esse pacote, a Peugeot aposta em um conjunto de conveniência, segurança e conforto que torna a conectividade um dos grandes diferenciais do 208 GT Hybrid.
Versões e preços
A linha 2026 do Peugeot 208 parte de R$ 91.990 na versão Stile 1.0 Firefly. A Active T200 CVT é vendida por R$ 108.990, a Allure T200 CVT custa R$ 117.990 e a GT Hybrid tem preço sugerido de R$ 126.990.
SUV elétrico compacto antecipa a nova linguagem de design e chega ao mercado europeu em 2026
A Volkswagen apresentará no IAA Mobility, o Salão de Munique, entre 8 e 14 de setembro, o ID. CROSS Concept, SUV elétrico compacto que antecipa a nova fase da marca. O modelo faz parte da estratégia da fabricante de ampliar sua linha de carros eletrificados na Europa, reforçando a liderança em vendas no segmento em 2025.
O ID. CROSS Concept é o quarto conceito compacto da família ID., após os modelos ID.2 all, ID. GTI Concept e ID. EVERY1. A versão de produção está confirmada para 2026, junto com o ID. Polo, também derivado do ID.2 all. Já o ID. EVERY1 deve chegar ao mercado em 2027.
Design e dimensões
Com 4,16 metros de comprimento, 1,83 m de largura e 1,58 m de altura, o conceito tem porte semelhante ao do T-Cross europeu. O entre-eixos de 2,60 m permite melhor aproveitamento do espaço interno. O carro exibe rodas de liga leve de 21 polegadas desenvolvidas especialmente para o modelo.
A Volkswagen aposta na nova linguagem de design chamada “Pure Positive”, que combina linhas limpas, proporções robustas e elementos inspirados em ícones como Golf e Kombi. A dianteira e a traseira com assinatura em LED 3D dão ao carro um visual mais amigável, segundo a marca.
Interior e tecnologia
O SUV oferece porta-malas de 450 litros, além de um compartimento extra de 25 litros sob o capô. O interior aposta em materiais de toque macio, iluminação ambiente configurável e bancos que podem ser totalmente rebatidos, remetendo ao conceito de versatilidade da Kombi.
O painel conta com duas telas digitais — de 11 e 13 polegadas — alinhadas no mesmo eixo visual. O sistema de infotainment é controlado por toque, botões físicos e comando de voz natural.
Plataforma e motorização
O conceito é baseado na plataforma MEB, que evolui para a versão MEB+, trazendo baterias mais eficientes, motores otimizados e software atualizado.
O conjunto mecânico é formado por um motor elétrico dianteiro de 211 cv (155 kW) e uma bateria de alta voltagem instalada no assoalho. A autonomia estimada no ciclo WLTP é de até 420 km.
O SUV ainda suporta reboque de até 1.200 kg e engate traseiro para transporte de bicicletas elétricas.
Próximos passos
Segundo a Volkswagen, a família ID. compacta faz parte da estratégia do Brand Group Core (Volkswagen, Škoda, Seat/Cupra e Volkswagen Veículos Comerciais) de ampliar a mobilidade elétrica com modelos de entrada. A estreia da versão final do ID. CROSS está marcada para 2026, junto com o ID. Polo e ID. Polo GTI.
SUV compacto ganha tecnologia de 48 volts para reduzir consumo em até 10%, mas mantém visual sem mudanças significativas
A Peugeot apresentou no Rio de Janeiro a linha 2026 do SUV compacto 2008. A principal novidade fica por conta da versão GT Hybrid, que estreia no Brasil equipada com um sistema híbrido leve de 48 volts, associado ao motor 1.0 turbo flex T200. O modelo chega às concessionárias com preço sugerido de R$ 162.990.
A gama continua oferecendo as versões Active (R$ 133.990) e Allure (R$ 143.990), ambas com motor 1.0 turbo e câmbio automático CVT que simula sete marchas.
O 2008 mantém o mesmo desenho apresentado em 2024, incluindo o conjunto frontal com assinatura em LED em formato de garras de tigre. A única mudança está na versão de entrada, que perdeu os faróis em LED e agora traz iluminação halógena convencional.
Na versão GT, permanecem os elementos em preto brilhante nos retrovisores, teto e apliques inferiores da carroceria. O modelo traz ainda freios a disco nas quatro rodas desde a configuração mais acessível e mantém o teto solar panorâmico como item exclusivo da topo de linha.
O grande diferencial da linha 2026 está no sistema híbrido leve de 48 volts. Diferente de um híbrido convencional, ele não traciona as rodas. O motor elétrico multifuncional atua como alternador e motor de partida, fornecendo até 1 kgfm de torque e cerca de 4 cv adicionais em situações específicas de condução.
O objetivo é aliviar o trabalho do motor a combustão, o que proporciona até 10% de economia de combustível, dependendo do estilo de condução e do trajeto.
Por dentro, o 2008 GT Hybrid 2026 preserva o conhecido i-Cockpit da Peugeot, com volante de base reta, quadro de instrumentos 3D digital e central multimídia de 10,25 polegadas. A novidade está na exibição gráfica do funcionamento do sistema híbrido.
Entre os equipamentos, há seis airbags de série, controle de estabilidade, carregador de celular por indução, entradas USB (incluindo USB-C), freio de estacionamento eletrônico, ar-condicionado digital e comandos físicos para som e climatização.
O acabamento segue bem resolvido para a categoria, com materiais de qualidade e apliques que simulam fibra de carbono. A versão GT traz ainda teto solar panorâmico, bancos com revestimento premium e detalhes internos escurecidos.
Com 2,61 m de entre-eixos, o 2008 oferece espaço adequado para quatro ocupantes. O quinto passageiro viaja com restrições, especialmente no assento central, que é estreito e menos confortável. O porta-malas mantém capacidade para 434 litros, com bancos traseiros rebatíveis no padrão 1/3 e 2/3.
Atrás, há duas entradas USB (uma convencional e uma do tipo C), mas não há saídas de ar-condicionado para a segunda fileira, um ponto negativo considerando a proposta da versão topo de gama.
Impressões iniciais
Ao volante, o Peugeot 2008 GT Hybrid mantém o bom comportamento dinâmico já conhecido do modelo, com direção direta e acerto de suspensão equilibrado. O sistema híbrido leve atua de forma discreta, sem alterar a potência total do conjunto, mas contribuindo para uma condução mais eficiente.
O Peugeot 2008 GT T200 Hybrid 2026 faz média de consumo urbano de 9 km/l e 9,6 km/l na estrada com etanol no tanque. Com gasolina a média fica 13 km/l na cidade e 13,7 km/l rodando em estrada.
Com preço competitivo diante de rivais que já ultrapassam os R$ 190 mil sem eletrificação, o 2008 GT Hybrid se posiciona como uma alternativa interessante no segmento de SUVs compactos, unindo pacote tecnológico, economia e equipamentos de série robustos.
O Peugeot 2008 GT HYbrid, traz recursos de conectividade que vão além da central multimídia. A proposta é tornar a experiência a bordo mais prática e alinhada ao estilo de vida dos motoristas, aproximando o carro do dia a dia digital dos clientes.
As versões GT de ambos os modelos saem de fábrica com a central multimídia Peugeot i-Connect Advanced de 10,3 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid de 10” exibe em tempo real o fluxo de energia e a performance do sistema híbrido, enquanto a conectividade embarcada garante navegação online com otimização de rotas. A marca também oferece suporte remoto 24 horas por dia, reforçando a sensação de segurança.
Fora do carro, o aplicativo MyPeugeot amplia a integração ao permitir travar e destravar portas à distância, monitorar dados de condução, receber alertas e até agendar serviços online. Outro diferencial são as atualizações remotas (OTA – Over The Air), que mantêm o veículo sempre atualizado sem a necessidade de visitas à concessionária.
A segurança também recebeu atenção especial, com o sistema de auxílio automático em emergências e suporte em casos de roubo ou furto. Para os novos proprietários, a marca ainda apresenta o Seguro Conectado by Ituran, que pode oferecer economia média de 30% no valor da apólice, de acordo com o perfil do cliente.
Marca oferece descontos e financiamento com entrada de 70% e saldo em 18 parcelas sem juros
A Nissan realiza em sua rede de concessionárias ação comercial com condições especiais para vendas direta. Versa, Kicks e Kicks Play estão com descontos especiais e financiamento com taxa zero em até 18 vezes para clientes PCD, taxistas e empresas com CNPJ.
Para clientes PcD, o Nissan Kicks Play Active, é comercializado por R$ 90.990, e o Novo Nissan Kicks Sense, por R$ 138.990, ambos com taxa 0% em 18 meses, além do Versa Sense, oferecido a R$ 92.990.
Para taxistas, a Nissan tem condições especiais para o novo Kicks Sense, que pode ser adquirido por R$ 119.990, para o novo Kicks Advance, com valor de venda de R$ 131.490, e para o Kicks Play Sense, vendido a R$ 93.990. Todos têm taxa de 0% para parcelamentos em 18 meses e entrada de 70%. O sedã Versa na versão Sense está disponível a R$ 86.990.
Já para os clientes CNPJ, o novo Kicks está disponível por R$ 142.990 na versão Sense enquanto a Advance é encontrada por R$ 151.990. O Kicks Play Sense sai por R$ 119.990 e o Versa Sense por R$ 109.390. Todas as versões do novo Kicks, além das versões Active e Sense do Play, também contam com a condição especial de taxa 0% em 18 meses, oferecendo entrada de 70%.
As condições são válidas durante todo o mês de setembro e podem ser consultadas na rede Nissan ou no site oficial de ofertas.
Foto principal | Nissan/Divulgação
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