Nos últimos dias quando estava a caça de novidades em Betim (MG), pude observar que a Fiat acelerou o desenvolvimento do Bravo. Para se ter uma ideia no curto período em que estava na espreita, contei que sairam para testes mais de dez protótipos para testes de rodagem. Desde de os primeiros flagras em 2008, é a primeira vez que vejo um grande número de Bravos sair da fábrica.
Como o Idea já será lançado na semana que vem e demais modelos da gama Fiat já estão quase todos equipados com os motores E.torQ, a prioridade parece ser mesmo para a chegada do Bravo. De acordo com algumas programações internas a produção terá ínicio em outubro, sendo que a linha de produção já esta mais do que ajustada para sua chegada. Como o Projeto 326 tem previsão de lançamento para o fim do primeiro semestre de 2011, a bola da vez é mesmo o novo hatch-médio.
Algumas unidade do modelo estão em testes no interior de São Paulo como comprova o flagra do leitor Paulo Henrique que fotografou o Bravo num dia de muita chuva na cidade de Ubatuba.
Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos e Paulo Henrique/Especial para Autos Segredos (Protótipo de traseira)
A Fiat Strada Sporting já está em produção em Betim (MG) juntamente com o Siena Sporting. Já existem várias unidades estocadas no pátio do fabricante. Entretanto, ainda são vistos nas ruas protótipos de ambos os modelos rodando por estradas mineiras.
A versão deve ser lançada nas próximas e deverá ser equipada com o propulsor 1.8 16V E.torQ. Um fato curioso é que são montados modelos com o propulsor 1.6 16V. Porém, não há confirmação se serão comercializadas as mototizações no mercado nacional ou se a versão 1.6 é destinada os demais países do Mercosul.
Conforme antecipado há quase dois meses pelo Autos Segredos a Chevrolet lança a linha 2011 do Vectra que passa a ter air bags de série em todas as versões (veja aqui). Já é a segunda mudança na linha Vectra neste ano, em abril todos os modelos passaram a ter ar condicionado digital, mas, mesmo assim o fabricante anuncia que o equipamento digital também é novidade para os modelos 2011.
Outra mudança é que os carros equipados com câmbio manual ganharam uma nova transmissão. Para os modelos com câmbio automático não houve alteração.
A lista de equipamentos que já vêm de fábrica aumentou também tanto nos modelos intermediários quanto nos topo de linha. No caso doElegance agora há freios ABS, computador de bordo e sensor de chuva.
No hatch GT, as rodas passam a ser de liga-leve de aro 17 e o sistema de som recebe controles do volante. Toda a linha Vectra teve os preços mínimos sugeridos alterados. O GTX, por exemplo, passou de R$ 68.784 para 66.933. E o sedã Expression, que antes custava R$ 58.167 agora tem valor de tabela de R$ 56.967.
A linha Palio já é equipada com a motorização E.TorQ. Tanto o Palio quanto o Siena são equipados com o propulsor 1.6 16V E.torQ nas versões Essence, sendo que ainda tem a opção de câmbio Dualogic. Além da nova motorização o fabricante alterou os kits de acabamento. As principais novidades são:
O kit elétrico, composto de vidros elétricos dianteiros e travas elétricas, passa a ser item de série.
Novo revestimento interno para bancos.
Nova cor cinza GHISA para a parte central do painel de instrumentos.
Novo opcional Kit Attractive 7 com o mesmo contra-valor dos opcionais kits Attractive 4 e 5.
Os preços sugeridos são:
Palio Essence 1.6 16V – R$ 37.790
Palio Essence 1.6 16V Dualogic – R$ 40.330
O Siena também teve alteração nos pacotes de acabamento, a principal segundo o fabricante é “melhorar” o posicionamento das versões e aumentar a competitividade, sendo que os conteúdos abaixo passam a ser oferecidos como opcionais:
Ar-condicionado e kit emotion, composto de acabamento interno em veludo + banco do motorista com regulagem em altura + console central e painel de instrumentos bicolor + bolsa porta objetos nas portas traseiras.
O modelo ainda terá novo revestimento interno para bancos, nova cor cinza ghisa para a parte central do painel de instrumentos.
Os preços sugeridos são:
Siena Essence 1.6 16V – R$ 41.820
Siena Essence 1.6 16V Dualogic – R$ 44.160
Com essas novas versões, veja como ficou a gama 2011 dos modelos da família Palio:
Fiat Palio: Palio Fire 2 e 4 portas, Palio ELX 1.0 2 e 4 portas, Palio Attractive 1.4 4P, Palio Essence 1.6 16V 4P e Palio Essence 1.6 16V 4P Dualogic.
Fiat Siena: Siena Fire, Siena EL, Siena Attractive 1.0, Siena Attractive 1.4, Siena Tetrafuel 1.4, Siena Essence 1.6 16V e Siena Essence 1.6 16V Dualogic.
Fiat Strada: Strada Fire Cabines Simples e Estendida, Strada Working 1.4 Cabines Simples, Estendida e Dupla, Strada Trekking 1.4 Cabines Simples e Estendida e Strada Adventure 1.8 16V Cabines Estendida e Dupla.
Strada Adventure 1.8 16V Flex Cabine Dupla – R$ 49.870
Os novos motores oferecem alto desempenho, com excelente torque em baixas rotações, com economia de combustível. O motor E.TorQ 1.6 16V produz 115 cv de potência (gasolina) e 117 cv (etanol). Seu torque máximo, 16,2 kgfm (gasolina) e 16,8 kgfm (etanol) é atingido a 4.500 rpm. Já o 1.8 16V desenvolve 130 cv de máxima rodando com gasolina, e 132 cv, com etanol. O torque máximo de 18,4 kgfm (gasolina) e 18,9 kgfm (etanol) também é atingido a 4.500 rpm.
O fabricante informa ainda que a comercialização das versões: Palio 1.8R 02/04 portas e Palio Weekend Trekking 1.8 foi descontinuada. Porém, o Autos Segredos antecipa que a versão esportiva do Palio deverá voltar como Sporting ou ser mantida com “R”, pois, essa nomenclatura é forte entre os consumidores. Já a Strada e o Siena chegam em breve, uma vez que a produção já começou e os modelos são estocados no pátio a fábrica. A perua também terá a versão com adereços esportivos.
Ontem a Citroën começou a fabricação do AirCross, cujas vendas só começam em setembro. Porém, o fabricante já finaliza os testes da versão civil do modelo que será lançado em 2011 terá o nome de AirDream. O carro nada mais é que a versão nacional do C3 Picasso. Os protótipos circulam pelas ruas de Resende (RJ) com pouca camuflagem e um caixote enorme na traseira para tentar simular o estepe na traseira, que será usado somente pelo AirCross.
Diferentemente do irmão aventureiro o AirDream terá a motorização 1.4 Flex, além do 1.6 16V Flex. A versão de entrada com o propulsor 1.4 tem a missão de encarar o Idea Attractive 1.4 que será apresentado no fim do mês.
Fotos Gladyston Rodrigues/Especial para o Autos Segredos
O leitor Diego Martín um dos administradores do Amigos Adventure Locker Clubda Argentina enviou ao Autos Segredos as fichas técnicas dos Fiats Palio, Siena e Strada Adventure Locker com os novos motores E.torQ, modelos 2011. Agradeço ao Diego Martín pela colaboração.
O Palio será comercializado nas carrocerias de 3 e 5 portas nas versões Attractive 1.4 Fire, de 82CV e Essence 1.6 16V E.torQ, de 115CV.
Já o Siena será oferecido nas versões Attractive 1.4 Fire, de 82CV e Essence 1.6 16V E.torQ, de 115CV. E, a Strada terá a versão Adventure nas opções de cabine estendida e dupla com o motor 1.6 16V E.torQ, de 115CV.
No post anterior publiquei fotos do Peugeot 408 sedã em testes na Argentina. Neste publico fotos dos modelos 308 hatch e perua em testes no Brasil. Os flagras são do jornal Estado de Minas, cujas fotos foram gentilmente cedidas pelo meu amigo Gladyston Rodrigues, repórter-fotográfico da publicação mineira.
É provável que os modelos sejam lançados no começo de 2011, sendo que o hatch será fabricado na Argentina juntamente com a versão sedã. Já a perua virá da França, uma vez, que por enquanto não há nenhum indício de sua fabricação no Mercosul. Uma informação que nosso amigo Carlos Cristófalo, do Argentina Auto Blog pode tentar confirmar.
Ambos os modelos flagrados circulavam nos arredores da fábrica de Porto Real (RJ), somente os emblemas estavam tampados. A tropicalização dos carros já está bem adiantanda, pois, o hatch está em testes desde o ano passado conforme o flagra do leitor Lucas Fernando (veja aqui). Acho que no momento a grande questão é sobre o nome do fabricante, pois, se batizar a sedã de 408, como ficariam o hatch e a perua que são chamados de 308. Será que o fabricante irá chamar todos os modelos de 408 no Mercosul? Quem tiver alguma informação entre em contado pelo e-mail marlos.vidal@gmail.com.
Na motorização não teremos novidades, pois, o hatch usará os motores 1.6 e 2.0 Flex atuais e a perua ficará somente o propulsor 2.0.
Fotos Gladyston Rodrigues/Especial para o Autos Segredos
O leitor argentino Rodrigo Agrasar flagrou alguns protótipos do novo 408 sedã nas ruas de Buenos Aires. De acordo com Agrasar eram três unidades. O modelo será apresentado ao mercado nacional em novembro. O sedan nada mais é que o modelo sedã do hatch 308, que usa a plataforma dos 307 e Citroën C4.
O 408 Sedã mede 4,68 metros de comprimento (20 cm a mais que o 307 Sedan), 1,81m de largura (7 cm a mais), 1,52 m de altura (mesma medida do 307 Sedan) e 2,71m de entre-eixos (10 cm extras). No Brasil o modelo deverá usar os motores 1.6 e 2.0 flex, sendo que o último terá a opção do câmbio automático. Resta saber se o modelo fará mais sucesso que seu antecessor.
Agradeço ao Rodrigo Agrasar pela colaboração. Quem quiser colaborar com o Autos Segredos entre em contato pelo e-mail marlos.vidal@gmail.com.
Fotos: Rodrigo Agrasar/Especial para o Autos Segredos
Começo hoje a publicar algumas matérias sobre modelos antigos. Além dos segredos também fotográfo os “velhinhos”. Para estrear temos o Fiat 124 Spider. O texto de hoje foi produzido pelo amigo Alexandre Carneiro Soares, que além de arquiteto, é jornalista.
Na década de 60, a Fiat lançou um pequeno conversível que conquistava pelo comportamento e pelas belas linhas, criadas pelo estúdio Pininfarina.
Alexandre Carneiro Soares Especial para o Autos Segredos
Motor dianteiro, tração traseira, carroceria conversível. A receita clássica para fazer carros esportivos, adotada por vários fabricantes ao longo das décadas, também foi aplicada a um pequeno modelo Fiat. O veículo em questão, talvez o mais belo já produzido pela marca italiana, é o 124 Spider.
Lançado em 1966, no salão de Turim, o carro agradou. As linhas, fluidas e aerodinâmicas como convém a um esportivo, foram concebidas pelo famoso estúdio Pininfarina, o mesmo que até hoje é responsável pelo design da linha Ferrari. Porém, sob o capô, as semelhanças acabavam. Ao invés de um propulsor V12, o Spider era dotado de um quatro cilindros em linha de 1,438 litro, capaz de desenvolver 90CV de potência a 6.500rpm e 11kgfm de torque a 4.000rpm.
O desempenho, se não podia ser comparado ao de uma Ferrari, era satisfatório para os padrões da época, devido ao peso do modelo: apenas 945 kg. E graças ao bom comportamento dinâmico, era possível andar na frente de automóveis mais potentes em estradas sinuosas.
SAGA Em 1969, surgia a opção de um motor mais potente, com 1,592 litro e 108cv. Mas já no ano seguinte, a cilindrada seria mais uma vez ampliada. Agora o propulsor tinha 1.608 litro, desenvolvia 110 cv e se tornava padrão no Spider. O incremento no desempenho era acompanhado de leves mudanças estéticas. A grade com barras horizontais dava lugar a outra, com trama hexagonal e o símbolo da marca ao centro. Anteriormente, o emblema era posicionado no capô, que ganhou dois ressaltos com a remodelação.
Em 1975, o conversível deixava de ser oferecido na Europa. Toda a produção passava a ser enviada para os Estados Unidos, que sempre constituíram o maior mercado para o veículo. Estima-se que 86% da produção total de 198.020 Spiders (o que corresponde a 170.720 unidades) foi exportada. Para cumprir a legislação de segurança automotiva daquele país, em 1976 os para-choques abandonavam o metal e passavam a ser moldados em material derivado do petróleo. Se havia ganhos em segurança, o mesmo não acontecia com a estética: as linhas da carroceria não combinavam com os novos componentes.
No ano de 1978, o fabricante aumentou novamente a cilindrada do motor, que chegou a 1.995 litro (2 litros, arredondando-se). A potência era de 87 ou 102 cv, nas unidades alimentadas por carburador ou injeção, respectivamente. Os valores estavam menores devido às severas leis norte-americanas de emissões de poluentes. Para contornar o problema, em 1981 era disponibilizada uma versão turbo, com 122 cv. A Fiat encerrou a produção do Spider em 1985.
ABARTH A preparadora Abarth, especialista em envenenar os carros da Fiat, não deixou o conversível passar batido, e colocou no mercado um Spider com motor de 1,756 litro e 128 cavalos, entre os anos de 1972 e 1975. Suspensão e transmissão também foram modificadas. Apenas 995 unidades com essas características foram fabricadas.
O 124 Spider Abarth foi vitorioso nas pistas de corrida, e conquistou o campeonato italiano de rali de 1974. Em 1975, o carro venceu o campeonato europeu, e no mesmo ano, o fabricante foi o segundo colocado entre os construtores no mundial de rali. Os modelos de competição eram ainda mais trabalhados, e chegavam a ter cabeçote de 16 válvulas e a render 210 cv.
FAMÍLIA O Spider não foi o único integrante da linha 124. Junto com ele foram lançados um sedã e uma perua, identificados pela mesma sigla. No ano seguinte, o fabricante passou a oferecer também uma versão cupê. Apesar do nome e de determinados componentes mecânicos em comum, a carroceria era totalmente diferente entre os modelos. Apenas o sedã e a perua compartilhavam peças de lataria.
ESTRANGEIROS Mesmo possuindo belas linhas, proporcionando notável prazer ao dirigir e conquistando vários compradores em outros países, o Fiat 124 Spider é um ilustre desconhecido para muitos brasileiros. Ele nunca foi produzido aqui, e tampouco foi importado em larga escala. Apenas algumas unidades foram trazidas por iniciativas isoladas. Com sorte, é possível ver um deles em encontros de automóveis antigos.
De certa forma, o sedã e a perua é que desembarcaram em solo brasileiro, mas não sob a chancela da Fiat. A marca russa Lada, que produzia os modelos naquele país desde o ano de 1970, trouxe-os no começo 90, com o nome Laika e a dianteira e a traseira remodeladas. Isso aconteceu porque, na década de 60, a Fiat vendeu a licença de fabricação à empresa, que manteve os veículos praticamente inalterados até pouco depois do fim do regime socialista.
E, se o motor é o coração do carro, pode-se dizer que o do 124 Spider bateu no Brasil. O bloco do conversível é antecessor direto daquele que equipou sedã Tempra, que entre 1991 e 1998 saiu das linhas de montagem de Betim. Com duplo comando de válvulas e a mesma cilindrada de 1,995 litro, o propulsor ficou famoso por aqui por ter sido o primeiro a receber cabeçote de 16 válvulas e o segundo a receber turbocompressor. Recursos que o Spider também utilizou.
IMIGRANTE O carro das fotos é do ano de 1968, e pertence a um engenheiro mecânico residente em Belo Horizonte. O Spider vermelho foi comprado do primeiro proprietário em 2001, com parcos 54 mil quilômetros registrados no hodômetro.
Para deixá-lo no estado de conservação atual, foi necessário apenas um serviço de pintura, além da troca de borrachas e de itens de manutenção natural. O exemplar possui ainda uma capota de fibra, acessório de época desenvolvido pela Pininfarina, que serve de opção tradicional cobertura de lona.
Ficha técnica
Fiat 124 Spider 1968
Motor: Dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha, 2 válvulas por cilindro, gasolina, 1.438 cm³, potência máxima de 90 cv a 6.500 rpm e torque máximo de 11 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: Câmbio manual de cinco velocidades, tração traseira Direção: Setor e rosca sem-fim, mecânica Freios: Disco ventilado na dianteira e tambor na traseira Pneus: 165 R 13 Carroceria: Conversível, duas portas, 2+2 passageiros Dimensões (metros): Comprimento 3,97; largura 1,61; altura 1,25; entre-eixos 2,28 Peso: 945 kg Capacidades: tanque de combustível: 39l; porta-malas: N/D
Diferentemente do especulado por alguns meios de comunicação. O Fiat Siena e a Strada Sporting chegam antes do Salão do Automóvel de São Paulo. Ambas as versões já são produzidas em Betim e algumas unidades já estão no pátio do fabricante para distribuição para as revendas conforme o flagra.
As versões a princípio virão equipadas com o motor 1.8 16V E.torQ, essa motorização deverá equipar os modelos nacionais. Entretanto, algumas unidades são montados com o motor 1.6 16V E.torQ, é provável que essa motorização seja destinada a exportação.
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