Unidades da picape e do SUV podem apresentar problema na válvula de recirculação de gases do escape (EGR)
A Ford realiza recall para os veículos Ford Bronco Sport, modelo 2025, e Ford Maverick Black e Tremor, modelo 2025. Por enquanto, a marca ainda não tem uma solução definitiva, mas adianta que no último trimestre de 2026 fará um novo chamado para corrigir a falha da válvula de recirculação de gases do escape (EGR).
De acordo com comunicado oficial da Ford, a válvula de recirculação de gases do escape do motor (EGR) pode não funcionar corretamente devido a uma falha no processo de fabricação.
Riscos
Nas unidades que ela não funcionar corretamente, os modelos poderão apresentar aceleração fraca, vibração do motor, dificuldade na partida, acendimento da luz de aviso de mau funcionamento do motor e perda de força motriz, especialmente em baixas velocidades (20 km/h ou menos), aumentando o risco de acidentes com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros.
Informações
Para mais informações, os clientes devem consultar o aplicativo Ford, contatar o Centro de Atendimento Ford (CAF) pelo telefone 0800 703 3673, ou uma Concessionária Ford de sua preferência.
SUV grande marca a estreia da tecnologia full hybrid da Renault no país e inaugura presença da marca no segmento D
A Renault anunciou a chegada ao Brasil do primeiro lote comercial do Koleos full hybrid E-Tech, SUV grande que marca a estreia da tecnologia híbrida plena da marca no mercado nacional. A pré-venda do modelo começa no dia 1º de abril, enquanto as primeiras entregas estão previstas para 17 de abril.
O novo Koleos chega em versão única, chamada esprit Alpine full hybrid E-Tech, posicionada como topo de linha e focada em sofisticação, tecnologia e eficiência. O modelo também reforça a estratégia recente da Renault de ampliar sua presença em segmentos mais altos do mercado brasileiro.
Conjunto híbrido entrega 245 cv combinados
O sistema híbrido combina um motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta a dois motores elétricos, trabalhando em conjunto com a transmissão automática DHT (Dual Hybrid Transmission). A energia elétrica é armazenada em uma bateria de íons de lítio de 1,64 kWh.
No total, o conjunto entrega 245 cv de potência combinada. O motor a combustão gera 144 cv e 230 Nm, enquanto os dois motores elétricos somam 136 cv e 320 Nm. Segundo a Renault, o sistema foi calibrado para oferecer respostas imediatas e uma condução silenciosa, com comportamento próximo ao de um carro elétrico principalmente no uso urbano.
A proposta é equilibrar desempenho com eficiência energética, característica central da linha E-Tech da marca.
SUV grande inaugura nova fase da Renault no Brasil
De acordo com a fabricante, o Koleos faz parte da nova estratégia global da Renault e acompanha o reposicionamento iniciado recentemente no Brasil com modelos como Kardian e Boreal.
“Com o Koleos full hybrid E-Tech, a Renault dá continuidade ao novo posicionamento de marca iniciado com Kardian e Boreal, ampliando sua gama de produtos e reforçando a sua presença no mercado brasileiro”, explica Aldo Costa, diretor comercial da Renault.
O SUV também representa a entrada da marca no segmento D, categoria que reúne utilitários esportivos maiores e mais sofisticados.
Pacote tecnológico e segurança avançada
O Renault Koleos full hybrid E-Tech também aposta em tecnologia embarcada. O modelo traz 29 sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS), com foco em aumentar a segurança, a conveniência e a confiança na condução.
Segundo a Renault, o SUV foi projetado para oferecer um ambiente interno voltado ao conforto e ao bem-estar dos ocupantes, combinando recursos de conectividade, assistência à condução e acabamento sofisticado.
Com a chegada do Koleos híbrido, a marca amplia a oferta de eletrificação no país, que atualmente já inclui Kwid E-Tech, Megane E-Tech e Kangoo E-Tech, todos 100% elétricos.
Nova van elétrica da Ford aposta em bateria LFP, até 1.275 kg de carga útil e foco em baixo custo operacional para frotas urbanas
A Ford está ampliando sua ofensiva no segmento de veículos comerciais elétricos na Europa com a apresentação da nova Transit City, van voltada ao transporte urbano de cargas. O modelo inicia sua pré-venda no segundo trimestre, com entregas previstas para o final do ano.
Desenvolvida para operações em centros urbanos e zonas de baixa emissão, a Transit City utiliza bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) e promete autonomia de até 254 km, além de diferentes configurações de carroceria para atender variados tipos de operação logística.
A nova van elétrica da Ford será oferecida em três configurações, variando tamanho e capacidade de carga.
A versão L1H1, de dimensões compactas, transporta até 1.085 kg. Já a L2H2, com teto alto, amplia a capacidade para 1.275 kg e oferece 8,5 m³ de volume no compartimento de carga.
Outra novidade é a versão chassi-cabine, inédita da marca na faixa de 1 tonelada de capacidade, permitindo instalação de implementos como baús e estruturas especializadas para diferentes aplicações.
Segundo a Ford, o objetivo é atender operadores que precisam de veículos compactos e eficientes para circulação em áreas urbanas restritas.
“A Transit City é uma nova opção para os transportadores que precisam de um veículo com o tamanho e a configuração certa para rodar em zonas urbanas restritas. Ela foi pensada como uma ferramenta de trabalho completa, que aposta na simplicidade e no baixo custo operacional para maximizar a eficiência das frotas”, afirma Simon Robinson, engenheiro-chefe da Transit City.
A área de carga recebeu atenção especial durante o desenvolvimento do utilitário. A proposta foi reduzir custos e complexidade sem comprometer a funcionalidade.
Entre os destaques estão revestimento durável, acabamento interno de meia altura e pontos de amarração de série. As longarinas do chassi foram otimizadas para facilitar a instalação de carrocerias e implementos.
“Num veículo elétrico, a bateria é o que determina o seu custo, peso e autonomia. A Transit City oferece uma carga útil competitiva e autonomia suficiente para cobrir confortavelmente um dia de trabalho. Dados de milhares de veículos elétricos conectados da Ford Pro revelaram que 90% das vans nesse segmento rodam em média menos de 110 km por dia”, explica Robinson.
A Transit City utiliza motor elétrico de 110 kW (aproximadamente 150 cv) com tração dianteira, configuração que privilegia eficiência e espaço interno.
“Acredito que os motoristas de vans a diesel vão adorar a mudança para a elétrica. Com motor elétrico de 110 kW e tração dianteira, a Transit City é suave, silenciosa e oferece torque instantâneo para mover cargas pesadas”, afirma Robinson.
O modelo também conta com modo de condução com um pedal, calibrado para melhorar a eficiência energética e reduzir a fadiga do motorista no trânsito urbano.
Um dos principais argumentos da nova van elétrica é a redução no custo de manutenção.
De acordo com a Ford, a Transit City deve apresentar custos de manutenção até 40% menores em comparação a um veículo diesel equivalente.
As revisões são programadas a cada dois anos ou 40.000 km, graças ao menor número de peças móveis no conjunto elétrico.
Tecnologia e assistências ao motorista
Apesar da proposta focada em trabalho, a Transit City traz uma lista robusta de equipamentos tecnológicos.
Entre os destaques estão:
Central multimídia de 12 polegadas
Apple CarPlay e Android Auto
Frenagem automática de emergência
Controle de cruzeiro adaptativo
Sensor de estacionamento dianteiro e traseiro
Câmera de ré
Alerta de saída de faixa
A proposta é aumentar a segurança e ajudar na redução de custos operacionais para empresas e operadores de frotas.
Durabilidade testada para uso severo
Assim como os demais modelos da família Transit, a Transit City passou por um programa rigoroso de testes de durabilidade.
Segundo a Ford, os ensaios simulam mais de 10 anos de uso ou 240.000 km em condições severas, com foco especial nas demandas do uso urbano de carga.
Componentes submetidos a uso intenso, como portas traseiras, porta lateral, ignição e banco do motorista, também passaram por testes específicos para garantir confiabilidade no uso profissional.
Já os componentes de alta voltagem contam com garantia de oito anos ou 160.000 km.
Marca convida brasileiros a enviarem relatos pessoais com carros da Fiat para participarem de conteúdos especiais exibidos no GNT e na TV Globo
A Fiat está celebrando seus 50 anos de presença no Brasil em 2026 com uma iniciativa que busca destacar a relação da marca com os brasileiros. Como parte das comemorações, a fabricante firmou uma parceria inédita com o programa “Que História é Essa, Porchat?”, exibido no GNT e também na TV Globo, para reunir e compartilhar histórias reais de consumidores e fãs da marca.
A ação faz parte de uma estratégia de conteúdo cocriado entre a Fiat e a Globo, que pretende destacar momentos marcantes vividos pelos brasileiros ao lado de modelos da marca italiana ao longo das últimas cinco décadas.
Para participar da iniciativa, consumidores de todo o país podem enviar suas histórias até o dia 25 de abril por meio do site oficial da campanha. Os relatos passarão por um processo de seleção e poderão integrar episódios ou conteúdos especiais exibidos ao longo da programação do GNT, da TV Globo e também nas plataformas digitais da marca.
A proposta da ação é reunir histórias que retratem diferentes perspectivas da relação dos brasileiros com a Fiat, desde situações curiosas até experiências do cotidiano que envolvam os veículos da marca. A curadoria será realizada em conjunto entre Fiat, Globo e a agência Leo, responsável pelo desenvolvimento da campanha.
“A Fiat sempre esteve presente em momentos importantes da vida dos brasileiros. Ao longo desses 50 anos, construímos uma relação que vai além da mobilidade, fazendo parte de histórias reais, do cotidiano e da memória afetiva das pessoas. Este projeto nasce justamente desse lugar, de ouvir e dar visibilidade a essas experiências, celebrando essa trajetória de forma genuína com quem faz parte dos 50 anos da Fiat do Brasil”, afirma Frederico Battaglia, head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.
Segundo a marca, as gravações com os participantes selecionados devem começar logo após o período de seleção das histórias. Os conteúdos serão exibidos ao longo da programação das emissoras e também ganharão desdobramentos nas redes sociais da Fiat.
Nova geração do SUV médio estreia design atualizado, interior digitalizado e tração integral 4Motion para enfrentar rivais eletrificados
A Volkswagen lança oficialmente no Brasil a nova geração do Tiguan. O SUV médio chega importado em versão única R-Line, com preço sugerido de R$ 299.990, apostando em desempenho elevado, interior tecnológico e visual alinhado à nova identidade global da marca.
Equipado com motor 2.0 TSI de 272 cv e 35,7 kgfm de torque, o modelo mantém a proposta esportiva da linha R-Line e tenta conquistar consumidores que ainda preferem SUVs a combustão em meio à crescente oferta de rivais eletrificados no mercado brasileiro.
Debaixo do capô, o Tiguan utiliza o conhecido motor 2.0 TSI, que entrega 272 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque. O conjunto trabalha com câmbio automático de oito marchas e tração integral 4Motion.
Segundo a Volkswagen, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos, desempenho que o coloca entre os utilitários esportivos mais rápidos da categoria.
O modelo segue construído sobre a plataforma MQB, base amplamente utilizada pela marca em diversos modelos globais.
A nova geração do Tiguan também marca a estreia da nova identidade visual da Volkswagen no país.
Na dianteira, o SUV traz grade praticamente fechada, inspirada nos modelos elétricos da marca, além de barra de iluminação em LED que conecta os faróis. O logotipo iluminado reforça o visual tecnológico.
Os faróis utilizam tecnologia IQ.Light, enquanto o para-choque incorpora entradas de ar com elementos em formato de colmeia e detalhes em black piano. Na parte inferior, um skid plate em tom cinza reforça o estilo robusto.
De perfil, o Tiguan traz rodas de 19 polegadas calçadas com pneus Pirelli Scorpion 255/45 R19, além de molduras nos para-lamas e acabamento cromado na linha de cintura.
O modelo também oferece teto solar panorâmico de série e sistema Smart Entry para acesso sem chave.
Dimensões
O SUV médio mede:
4,69 m de comprimento
1,86 m de largura
1,66 m de altura
2,79 m de entre-eixos
Traseira tem lanternas interligadas e logo iluminado
Na traseira, o Tiguan mantém o padrão visual da dianteira com lanternas em LED interligadas e logotipo iluminado.
O nome do modelo aparece centralizado na tampa do porta-malas, acompanhado da identificação 350 TSI.
O porta-malas oferece 485 litros de capacidade e conta com abertura elétrica. Os bancos traseiros possuem rebatimento 2/3 e 1/3, com acionamento direto pelo compartimento de carga.
Interior aposta em telas grandes e acabamento sofisticado
Por dentro, a cabine foi completamente renovada e segue o padrão tecnológico dos novos modelos da Volkswagen.
O Tiguan traz:
Central multimídia de 15 polegadas
Painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas
Volante multifuncional com paddle shifts
Console central elevado
Acabamentos em black piano e revestimentos macios no painel
Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos, memória e função de massagem, enquanto o teto solar panorâmico pode ser controlado por comandos sensíveis ao toque.
Apesar do bom nível de acabamento na dianteira, alguns detalhes chamam atenção negativamente. A maçaneta interna simples e o uso de plástico rígido em algumas áreas destoam do preço do SUV.
Tiguan aposta em performance para enfrentar SUVs eletrificados
Com preço de R$ 299.990, o Volkswagen Tiguan R-Line entra em uma faixa de mercado cada vez mais dominada por SUVs híbridos e elétricos, principalmente de marcas chinesas.
Ainda assim, o modelo aposta em desempenho elevado, tração integral e prazer ao dirigir para conquistar consumidores que ainda preferem um SUV a combustão com pegada esportiva.
Para quem sempre sonhou com um VW Golf GTI, mas precisa de mais espaço e versatilidade, o Tiguan surge como uma alternativa que promete entregar parte da esportividade do hatch esportivo em formato de SUV.
Aporte da Caoa será direcionado à modernização e aumento de produção; parceria com Changan deve render novos modelos no país
A CAOA anunciou um novo plano de investimentos no Brasil, com aporte de R$ 5 bilhões ao longo dos próximos três anos. O movimento marca uma nova etapa de crescimento da empresa, com foco na ampliação do portfólio e na adoção de tecnologias eletrificadas.
Grande parte dos recursos será destinada à unidade industrial de Anápolis, considerada peça-chave na operação da companhia. A fábrica passará por atualizações estruturais e aumento de capacidade, preparando-se para produzir uma nova geração de veículos, incluindo projetos desenvolvidos em conjunto com aChangan.
A estratégia inclui a introdução de modelos inéditos no país, com destaque para SUVs e sistemas híbridos, tanto convencionais quanto plug-in. A iniciativa acompanha o avanço global da indústria rumo a soluções mais eficientes e com menor impacto ambiental.
Além da renovação da linha de produtos, o investimento também prevê a implementação de processos produtivos mais modernos, com foco em eficiência, qualidade e competitividade. A expectativa é que essas melhorias elevem o padrão da operação nacional.
O plano ainda deve gerar novos empregos e impulsionar a cadeia automotiva brasileira, reforçando a presença da CAOA no mercado. Com esse novo ciclo, a empresa busca se posicionar de forma mais competitiva diante do crescimento de marcas internacionais e da rápida evolução do segmento de eletrificados.
Marca elétrica não chega às ruas após revisão estratégica da Honda; Sedã e SUVs da Afeela planejados foram cancelados antes da produção
O projeto da Afeela chegou ao fim antes mesmo de ganhar as ruas. A iniciativa, fruto da parceria entre Honda e Sony, foi interrompida após uma revisão estratégica que levou a montadora a cortar investimentos em novos elétricos.
Com a decisão, os planos de lançar um sedã e dois SUVs foram arquivados, encerrando também a colaboração entre as empresas. Na prática, os modelos deixam de existir fora do ambiente virtual, permanecendo apenas como curiosidade digital em Gran Turismo 7.
Afeela/Divulgação
A proposta da Afeela havia sido apresentada ao público durante a CES, com a ambição de criar uma nova marca global de veículos elétricos, começando pelos Estados Unidos. A ideia era combinar a experiência automotiva da Honda com o know-how tecnológico da Sony, mirando concorrentes como Tesla e projetos similares ligados a gigantes de tecnologia.
Ao longo do desenvolvimento, dois conceitos ganharam destaque: o sedã Vision-S 01 e o SUV Vision-S 02. Em 2023, o sedã chegou a ter reservas abertas mediante pagamento antecipado, valor que agora será devolvido integralmente aos clientes.
O cancelamento ocorre em um momento delicado para a Honda, que enfrenta pressões financeiras e revisa sua estratégia de eletrificação. A empresa também decidiu interromper outros projetos, incluindo uma nova linha de veículos elétricos que envolveria modelos como o 0 SUV, o Acura RSX e o 0 Saloon.
Esses carros seriam produzidos nos Estados Unidos, mesmo utilizando tecnologia de origem chinesa, mas acabaram descartados antes de chegar à fase final de desenvolvimento.
Afeela/Divulgação
Com isso, o fim da Afeela não representa apenas o cancelamento de uma marca, mas também o recuo de uma estratégia mais ampla. Resta agora a dúvida sobre os próximos passos da Sony, e se a empresa tentará seguir sozinha no setor automotivo.
Programa inclui projetos práticos e contato com tecnologias avançadas; Volkswagen oferece 35 vagas em várias áreas da empresa
A Volkswagen iniciou nesta quinta-feira (26) as inscrições para seu Programa de Estágio 2026 no Brasil. Ao todo, são 35 oportunidades distribuídas entre unidades localizadas em São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos e também em São José dos Pinhais.
As vagas contemplam diferentes áreas estratégicas da empresa, como Engenharia, Manufatura, Tecnologia, Dados, Finanças, Recursos Humanos, Marketing, Qualidade, Suprimentos e também setores ligados à eletrificação e desenvolvimento de novos produtos.
O programa tem duração de até dois anos e prevê a participação dos estagiários em projetos práticos, com contato direto com tecnologias utilizadas pela indústria automotiva. Para concorrer, é necessário estar matriculado no ensino superior e ter previsão de conclusão entre julho de 2027 e dezembro de 2028.
Algumas posições exigem inglês, enquanto conhecimentos em ferramentas como Excel, pacote Office, Power BI e até inteligência artificial são considerados diferenciais. O processo seletivo inclui etapas como dinâmicas em grupo e entrevistas com gestores. As inscrições, bem como maiores informações, estão neste link.
Versões Longitude e Sahara ganham conjunto MHEV de 48 Volts, e SUV passa por leve redesenho; Versão Sport do Renegade é descontinuada
A Jeep atualizou a linha Renegade trazendo novidades para a linha 2027. Em evento em São Paulo (SP), o SUV da marca foi apresentado à imprensa, com pontuais mudanças estéticas e interior fortemente reformulado, sendo o destaque a chegada do conjunto MHEV de 48 Volts.
O motor segue sendo o 1.3 Turbo 270 Flex de 176 cv de potência com gasolina ou etanol e torque de 27,5 kgfm, não importando qual combustível. Agora, a linha está mais enxuta, contando com as opções Altitude, Longitude MHEV, Sahara MHEV e Willys 4×4. A versão Sport, ponta mais baixa do portfólio, foi descontinuada, restando a tarefa à Altitude.
A plataforma Bio-Hybrid tem sistema híbrido leve MHEV de 48 Volts, que equipa o novo Jeep Renegade 2027, conta dois motores elétricos, um para substituir o alternador e o motor de partida como no sistema 12 Volts. O motor elétrico adicional gera 15,5 cv de potência e torque de 6,6 kgfm. O sistema híbrido chega nas versões Longitude e Sahara.
Segundo a marca, o sistema promete reduz em cerca de 7% o consumo de combustível no ciclo urbano e 8% as emissões de CO₂. O consumo dessas motorizações chega a 11,9 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol) no ciclo urbano; e a 11,8 km/l (gasolina) e 8,6 km/l (etanol) na estrada, além de proporcionar também uma série de benefícios como isenções de IPVA em alguns estados e isenção do rodízio na cidade de São Paulo.
Por dentro, o SUV teve seu interior renovado, ganhando itens como a central multimidia com tela de 10,1” e Alexa integrada, novo console, novo painel, novos acabamentos de banco, banco elétrico do motorista (nas versões Sahara e Willys) e saída de ar traseira. Externamente, as mudanças já são menos diretas, onde mudam a grade e o design dos para-choques. Além disso, em todos os modelos, as rodas foram redesenhadas.
Nas versões Sahara e Willys do Jeep Renegade, a central multimídia passa a trazer o sistema Adventure Intelligence com integração à Amazon Alexa, permitindo consultar informações do carro por voz, como o nível de combustível. A plataforma inclui app próprio, assistência 24h, chamada de emergência, rastreamento e recuperação do veículo, comandos remotos, navegação com trânsito em tempo real e atualização de mapas. O serviço é gratuito por seis meses, com possibilidade de extensão mediante assinatura.
O Jeep Renegade 2027 chega ao mercado com uma estratégia de preços mais agressiva, trazendo reduções importantes em diferentes versões. A configuração Altitude é o grande destaque, com corte de até R$ 18 mil e preço promocional de R$ 129.990, válido para um lote inicial limitado a 3.000 unidades.
A versão Longitude também ficou mais barata e passa a custar R$ 158.690, valor R$ 7 mil menor em relação à linha anterior. Já as versões Sahara e Willys mantêm os mesmos preços, R$ 175.990 e R$ 189.490, respectivamente, mas agora contam com mais equipamentos de série. Por fim, as cores disponíveis são Branco Polar, Cinza Granite, Azul Jazz e Preto Carbon. As cores Slash Gold, Cinza Sting, e Verde Recon são exclusivas de determinadas versões.
Abaixo, veja os preços e versões do Jeep Renegade 2027:
Altitude: R$ 129.990 (preço promocional reduzido em R$ 18 mil)
Nova versão AWD Sports+ transforma o SUV da Leapmotor em um modelo de alta performance
O Leapmotor C10 já era conhecido no Brasil por sua proposta equilibrada, disponível nas versões elétrica (BEV) e com extensor de autonomia (REEV), com preços partindo de pouco mais de R$ 200 mil. Agora, porém, o modelo ganha uma configuração que muda completamente seu perfil, e o leva para um território bem mais radical.
A nova variante AWD Sports+ abandona a proposta puramente racional e passa a mirar desempenho de alto nível. Com dois motores elétricos mais potentes, o conjunto entrega impressionantes 590 cv e 77,5 kgfm, números que colocam o SUV em uma categoria normalmente dominada por esportivos de elite.
Segundo a fabricante, o modelo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 4 segundos, um patamar até pouco tempo restrito a supercarros.
Apesar dos números agressivos, o acerto do conjunto prioriza controle e estabilidade, em vez de uma entrega extremamente abrupta de potência. Ainda assim, o C10 passa a ocupar um espaço raro entre SUVs elétricos, combinando porte familiar com desempenho digno de modelos muito mais caros.
Outro ponto que chama atenção é o posicionamento de preço no exterior. A versão mais potente custa cerca de AU$ 53.888 (entre R$ 175 mil a R$ 180 mil em conversão direta), apenas um acréscimo relativamente pequeno em relação à configuração de entrada. Isso o coloca abaixo de rivais como versões mais caras do Tesla Model Y e até de opções como o BYD Sealion 7.
No conjunto energético, o modelo utiliza bateria de 81,9 kWh com química LFP, garantindo autonomia de aproximadamente 437 km no ciclo WLTP. O sistema também suporta carregamento rápido de até 180 kW, permitindo recuperar de 30% a 80% da carga em cerca de 22 minutos.
Por outro lado, ainda existe uma incógnita importante: a marca não detalhou possíveis atualizações em itens como suspensão e freios para acompanhar o aumento expressivo de desempenho. Esse será um ponto-chave para entender como o SUV se comporta na prática.
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