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Volvo lança escavadeira elétrica de 23 toneladas no Brasil com até 9 horas de autonomia

escavadeira elétrica Volvo EC230
Foto | Volvo/Divulgação

EC230 Electric amplia portfólio de máquinas zero emissões da marca e entrega desempenho equivalente ao de modelos a diesel

A Volvo Construction Equipment avança em sua estratégia de descarbonização no Brasil com o lançamento da Volvo EC230 Electric, escavadeira 100% elétrica na classe de 23 toneladas. O modelo chega ao mercado nacional voltado para aplicações como movimentação de terra, manuseio de resíduos e sucata, além de operações que exigem redução de emissões de CO₂ e menor ruído operacional.

Com a novidade, a fabricante amplia sua linha de equipamentos eletrificados no país. O portfólio passa a incluir também as carregadeiras Volvo L120 Electric e Volvo L25 Electric, além da miniescavadeira Volvo ECR25 Electric.

Segundo Rafael Nieweglowski, diretor comercial da Volvo Construction Equipment no Brasil, a chegada da nova escavadeira reforça o compromisso da empresa com soluções sustentáveis para o setor de construção e infraestrutura.

“Estamos ampliando nossa oferta de equipamentos zero emissões. Agora, temos uma escavadeira de médio porte (EC230 Electric), uma carregadeira de médio porte (L120 Electric), uma carregadeira de pequeno porte (L25 Electric) e uma escavadeira de pequeno porte (ECR25 Electric)”, afirma o executivo.

Autonomia para até nove horas de operação

A Volvo EC230 Electric utiliza baterias do tipo LFP (lítio-ferro-fosfato) de 600 V, com capacidade total de 423 kWh. De acordo com a fabricante, o conjunto garante autonomia de até nove horas de operação, dependendo da aplicação.

De acordo com Guilherme Ferreira, head de gestão de produtos e produtividade da Volvo CE, em determinadas operações a escavadeira pode trabalhar um turno completo sem necessidade de recarga.

“Em algumas aplicações é possível trabalhar o dia inteiro sem interrupção, fazendo a recarga à noite ou durante o intervalo de turnos. Para aplicações mais severas é possível cumprir jornadas completas com uma recarga de oportunidade no intervalo das refeições dos operadores”, explica.

Quando conectada a um carregador rápido de até 240 kW, a bateria pode ser recarregada de 5% a 95% em aproximadamente 90 minutos.

Desempenho equivalente ao diesel

Apesar da proposta de emissões zero, a nova escavadeira mantém desempenho semelhante ao de máquinas a diesel da mesma categoria.

O motor elétrico entrega potência contínua de 148 cv (110 kW) e potência de pico de 215 cv (160 kW), garantindo força adicional quando necessário. Entre as vantagens do conjunto estão operação silenciosa, menor nível de vibração e torque instantâneo.

Tecnologias avançadas

A Volvo EC230 Electric também mantém diversas tecnologias presentes nas escavadeiras convencionais da marca.

Entre os destaques estão os comandos eletro-hidráulicos associados à nova válvula de controle principal (MCV), que utilizam gerenciamento inteligente do fluxo hidráulico sob demanda, aumentando a precisão e a produtividade nas escavações.

O sistema de prioridades permite ao operador ajustar facilmente a atuação da lança, do braço e do giro da máquina, adaptando o comportamento do equipamento a diferentes tipos de trabalho.

Outro recurso é o modo de controle dinâmico de rotações (DRC), que otimiza o funcionamento do sistema hidráulico ao ajustar automaticamente o regime de operação das bombas para trabalhar sempre em sua faixa de maior eficiência.

A escavadeira também conta com múltiplas câmeras de alta definição para monitoramento do entorno do equipamento, alinhadas ao conceito de segurança da Volvo voltado à redução de acidentes em operações de campo.

Foto principal | Volvo/Divulgação

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Flagra: Renault Geely já testa o elétrico EX2 brasileiro

Flagra Geely EX2 nacional
Foto | Autos Segredos

Hatch elétrico será nacionalizado e manterá a oferta das versões atuais Max e Pro

A Renault Geely já começou os testes de validação do EX2 produzido em seu complexo Industrial Ayrton Senna, instalado em São José dos Pinhais (PR). A nacionalização do hatch elétrico foi antecipada pelo Autos Segredos em 19 de fevereiro. As fotos do flagra são de um amigo que prefere não se identificar. 

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O grupo já tinha confirmado a produção local da versão híbrida do EX5. O hatch elétrico será o segundo da Geely a ser fabricado pela Renault Geely no Paraná. 

O Geely EX2 nacional manterá a oferta das duas versões Pro e Max, mantendo inclusive o mesmo sistema de propulsão elétrico. 

A estreia do hatch elétrico nacionalizado deve ocorrer no segundo semestre deste ano.

O Geely EX2 Pro 2026 tem um motor elétrico de 116 cv e 15,2 kgfm de torque, com tração traseira. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos, desempenho próximo ao do BYD Dolphin GS (10,9 s).

A bateria de 39,4 kWh oferece autonomia de 289 km no ciclo brasileiro do Inmetro, ou 410 km no padrão chinês. Em carregadores AC domésticos, a carga de 10% a 100% leva 6h30, enquanto nos carregadores rápidos DC, o tempo de 30% a 80% é de 21 minutos.

O Geely EX2 Pro 2026 mede 4,13 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,58 m de altura e traz um entre-eixos de 2,65 m, o que favorece o espaço interno. O vão livre é de 16 cm, e o peso total é de 1.300 kg. O porta-malas acomoda 375 litros. Já o compartimento dianteiro tem capacidade para mais 70 litros. 

Flagra Geely EX2 nacional
Foto | Autos Segredos

Geely EX2 é bem equipado desde a versão de entrada

Desde a versão de entrada, o Geely EX2 oferece ar-condicionado digital, saídas de ar para os ocupantes do banco traseiro e direção elétrica, garantindo mais conforto no uso diário. Os vidros elétricos contam com função um-toque para todos os ocupantes, enquanto o freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold facilita a condução no trânsito urbano. O modelo também disponibiliza modos de condução Eco, Padrão e Sport, permitindo ao motorista ajustar o comportamento do veículo conforme a necessidade.

No visual, o EX2 traz faróis full LED com acendimento automático, além de lanternas e luzes diurnas também em LED, reforçando a identidade moderna do conjunto. As rodas são de liga leve aro 15, calçadas com pneus 205/65. Por dentro, o acabamento é valorizado por bancos e volante revestidos em material premium, iluminação interna em LED e ajuste de altura para o banco do motorista.

O painel de instrumentos do Geely EX2 é totalmente digital, com tela de 8,8 polegadas, enquanto a central multimídia FLYME tem 14,6 polegadas e concentra as principais funções do veículo. O sistema de som dispõe de quatro alto-falantes, há conectividade via Carbitlink e o modelo oferece ainda entrada e partida sem chave. Em segurança e assistência, o EX2 conta com câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro e controle de velocidade de cruzeiro.

Foto principal | Autos Segredos

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MG4 Urban vem aí: elétrico da MG terá até 415 km de autonomia no Brasil

MG/Divulgação

Modelo terá duas opções de bateria e até 415 km de alcance; MG mira concorrência direta com BYD e Geely no Brasil

A MG Motor confirmou a expansão de sua atuação no Brasil com a chegada de um novo modelo elétrico. Trata-se do MG4 Urban, que deve desembarcar nos próximos meses para disputar espaço no segmento de compactos eletrificados.

No mercado brasileiro, o modelo entra na mesma faixa de concorrentes como o BYD Dolphin e o Geely EX2. A proposta da MG é oferecer o hatch em duas configurações, ambas com tração dianteira e motor elétrico capaz de gerar 163 cv e 25,5 kgfm.

As opções de bateria serão um dos diferenciais: haverá um conjunto de 42,8 kWh, com alcance estimado em cerca de 323 km, e outro de 53,9 kWh, que amplia a autonomia para aproximadamente 415 km, segundo o padrão WLTP utilizado como referência.

Em termos de porte, o modelo segue o padrão global da nova geração vendida na China, com 4,39 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,55 m de altura e entre-eixos de 2,75 m. O porta-malas também se destaca dentro da categoria, oferecendo 471 litros de capacidade.

A marca informou que detalhes como versões, equipamentos e preços serão revelados mais perto do lançamento oficial. Atualmente, a MG já comercializa no país modelos como o MG Cybester, o MG S5 e o próprio MG4 em outras configurações.

Além da ampliação da gama, a empresa também prepara o início da produção nacional ainda em 2026, em parceria com a Comexport, no Ceará, movimento que deve fortalecer sua presença no mercado brasileiro.

Foto principal: MG Motor/Divulgação

Fim do sedã e SUV? Lamborghini redefine futuro com novo GT

Foto | Lamborghini/Divulgação

Lamborghini reforça identidade ligada a superesportivos; novo modelo deve resgatar conceito clássico de gran turismo 2+2

A Lamborghini reavaliou seus próximos passos e decidiu deixar de lado projetos mais “convencionais”, como um sedã e um SUV de menor porte. Em vez disso, a marca optou por seguir um caminho mais alinhado à sua história, apostando no desenvolvimento de um novo gran turismo.

A mudança vem após estudos internos indicarem que esses segmentos não entregariam o mesmo valor estratégico. O mercado de sedãs de luxo tem perdido força, enquanto um utilitário compacto poderia enfraquecer o posicionamento da marca, hoje fortemente sustentado por modelos de alto desempenho e pelo sucesso comercial do SUV Urus.

Diante desse cenário, o plano passa a ser a criação de um quarto modelo na linha, com proposta 2+2 e foco em desempenho aliado à usabilidade no dia a dia. A ideia é resgatar o espírito dos primeiros carros da marca, inspirando-se nos GTs clássicos das décadas de 1960, quando a Lamborghini ainda consolidava sua identidade no mercado.

Essa decisão também reflete uma revisão mais ampla de estratégia. Projetos como o Lamborghini Lanzador perderam prioridade, enquanto a fabricante direciona seus esforços para sistemas híbridos plug-in, uma escolha mais alinhada ao perfil atual de seus clientes, que ainda demonstram resistência à eletrificação total.

Foto principal: Lamborghini/Divulgação

Geely muda estratégia e importa 3,3 mil elétricos em operação inédita

Governo do Paraná/Divulgação

Modelos EX2 e EX5 lideram reforço de estoque da Geely após início irregular de 2026

Uma operação inédita movimentou o Porto de Paranaguá: a chegada de 3.370 carros elétricos da Geely em um único desembarque. Mais do que um número expressivo, a ação acontece em um momento crítico para a marca no Brasil, que vinha lidando com baixa disponibilidade, especialmente do EX2, responsável por grande parte da procura.

Esse envio em larga escala surge como uma tentativa de corrigir rapidamente o desequilíbrio entre oferta e demanda. Nos últimos meses, a limitação de unidades impactou diretamente a presença da marca nas concessionárias, algo que contrasta com rivais já mais estruturadas no país.

Além do EX2, a remessa inclui o Geely EX5, ampliando o alcance da linha no mercado nacional. Após a chegada, os veículos são direcionados para a estrutura logística da Renault em São José dos Pinhais (PR), que atua como base de distribuição para todo o país.

O movimento também indica uma inflexão na estratégia da Geely. Em vez de operar com importações menores e constantes, a empresa passa a concentrar volumes maiores em operações pontuais, um formato que pode reduzir oscilações no abastecimento no curto prazo, mas exige maior coordenação logística.

Esse ajuste é especialmente relevante no segmento de entrada dos elétricos, onde o EX2 disputa espaço com modelos da BYD, como o BYD Dolphin Mini e o BYD Dolphin. Nesse nível de preço, a falta de produto costuma resultar em perda imediata de vendas para concorrentes com pronta entrega.

A utilização da infraestrutura da Renault reforça que há um planejamento mais amplo em andamento. A parceria entre as empresas pode avançar para etapas produtivas no Brasil, o que reduziria a dependência de importações e daria mais estabilidade à operação.

Assim, o desembarque não se limita ao impacto imediato nos estoques. Ele sinaliza uma mudança de fase da Geely no país, que busca ganhar escala e consistência após um início marcado por ajustes operacionais.

No curto prazo, a expectativa é que a chegada do lote alivie a pressão sobre a rede e normalize a oferta do EX2. Já no médio prazo, o desafio passa a ser manter esse nível de abastecimento com regularidade, em um mercado que cresce, mas ainda exige precisão logística, principalmente para marcas em consolidação.

Foto principal: Governo do Paraná/Divulgação

GAC investe no Brasil e firma parceria estratégica com o Flamengo

GAC/Divulgação

Estratégia da GAC usa o futebol para aproximar marca dos consumidores

A GAC oficializou, nesta terça-feira (24), um acordo de patrocínio com o Clube de Regatas do Flamengo para a temporada de 2026. A iniciativa faz parte da estratégia da marca para ampliar sua presença no Brasil, utilizando o futebol como plataforma de visibilidade e conexão com o público.

Pelo contrato, a logomarca da GAC será estampada no short do uniforme principal da equipe profissional ao longo das competições. Segundo a empresa, a escolha da posição não é aleatória: remete diretamente à força, velocidade e dinamismo das pernas no futebol, conceitos que a montadora busca associar aos seus veículos.

Foto | GAC/Divulgação

No Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo, a GAC terá espaços fixos de comunicação, além de ativações na sede social. Durante partidas do Campeonato Brasileiro, a marca contará com exibição em painéis de LED e telões do estádio, incluindo inserções em vídeo.

A parceria também prevê presença nas camisas de treino e aquecimento, além de inserções em diferentes pontos de contato com o torcedor. A marca estará no ônibus oficial do clube, em painéis de entrevistas e coletivas, e poderá expor veículos nos arredores do Estádio do Maracanã em dias de jogos.

De acordo com a empresa, o investimento reforça o papel do esporte como ferramenta de aproximação com o consumidor brasileiro. Já o clube destaca que a chegada da montadora fortalece seu posicionamento como vitrine para grandes marcas globais, especialmente em um momento de forte exposição dentro e fora do país.

Foto principal: GAC/Divulgação

Ram Dakota Big Horn estreia no Uruguai com proposta mais simples

Ram/Divulgação

Configuração Big Horn mantém motor forte de 200 cv, mas simplifica acabamento da Dakota

Apresentada no Brasil no início do ano, a Ram Dakota já começa a ampliar sua gama em outros mercados. No Uruguai, a picape passou a ser oferecida na versão Big Horn, uma configuração voltada ao trabalho e com proposta mais acessível dentro da linha.

A nova opção da Ram Dakota mantém o conjunto mecânico das demais versões. Sob o capô está o motor 2.2 turbodiesel, com 200 cv e cerca de 45,9 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio automático de oito marchas e ao sistema de tração 4×4 com modos reduzida e 4×2.

Ram/Divulgação

Mesmo sendo posicionada como versão de entrada, a Ram Dakota Big Horn preserva a robustez. A capacidade de carga segue em 1.020 kg, enquanto a capacidade de reboque chega a 3.500 kg. A caçamba comporta 1.210 litros e conta com revestimento interno, iluminação em LED e tampa com amortecimento e travamento elétrico.

Para reduzir custos, a Ram Dakota Big Horn traz algumas simplificações no visual. Elementos cromados dão lugar a peças na cor da carroceria ou acabamento escurecido, como o para-choque traseiro e os retrovisores. As rodas são de 17 polegadas com pneus de uso misto, e itens como estribos laterais e santantônio deixam de ser oferecidos.

Ram/Divulgação

Ainda assim, a lista de equipamentos continua ampla. A Ram Dakota mantém painel digital de 7 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas com espelhamento sem fio, ar-condicionado digital de duas zonas, faróis e lanternas em LED, além de pacote de assistências à condução, seis airbags e controles eletrônicos de estabilidade, subida e descida.

Produzida na Argentina na mesma planta da Fiat Titano, a Ram Dakota deve receber essa nova versão também no Brasil em breve. A expectativa é que a Big Horn seja posicionada abaixo da Warlock, com preço na casa dos R$ 260 mil, ampliando o alcance da picape no mercado nacional.

Foto principal: Ram/Divulgação

Nissan Kait Sense Plus em promoção: veja preço, consumo e equipamentos

Nissan/Divulgação

Versão Sense Plus do Nissan Kait traz ADAS e mantém conjunto mecânico já conhecido

Apresentado em dezembro de 2025, o Nissan Kait já aparece com campanha promocional nas concessionárias da Nissan. A marca oferece financiamento com taxa zero e carência, permitindo que o cliente comece a pagar apenas em julho.

A condição contempla a versão intermediária Sense Plus, cujo preço de tabela é de R$ 139.590. Durante a ação, válida até 2 de abril, o modelo pode ser adquirido por R$ 137.090 na cor preta. Outras tonalidades mantêm o valor cheio, mas preservam os benefícios de financiamento.

Visualmente, o Kait evolui em relação ao Nissan Kicks Play, adotando dianteira mais robusta, com faróis divididos, grade fechada e capô elevado. Na traseira, as lanternas horizontais interligadas reforçam a identidade moderna, enquanto o nome do carro substitui o suporte tradicional de placa.

Nissan/Divulgação

Na cabine, há atualizações pontuais. O painel mantém a base do Kicks, mas ganha novos difusores de ar, acabamento revisado e carregador por indução. O console central segue conhecido, com freio de estacionamento manual, porta-copos e compartimento sob o apoio de braço. Em dimensões, as mudanças são mínimas: são 4,30 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,61 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. O porta-malas segue com 432 litros.

Sob o capô, o Kait utiliza o já conhecido motor 1.6 aspirado flex, que entrega até 113 cv e 15,2 kgfm, sempre com câmbio CVT que simula seis marchas. O conjunto prioriza simplicidade e confiabilidade, sem adotar turbo ou eletrificação.

O desempenho é compatível com a proposta: aceleração de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos e velocidade máxima próxima dos 175 km/h. No consumo, registra médias de até 11,3 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina.

Nissan/Divulgação

A versão Sense Plus marca a estreia de assistências à condução, como frenagem automática de emergência e alerta de permanência em faixa. O pacote inclui ainda seis airbags, faróis em LED, direção elétrica, chave presencial, central multimídia de 8 polegadas, rodas de liga leve aro 17 e sensores de estacionamento.

Versões superiores agregam itens como painel digital, acabamento mais refinado e sistema de som premium, com preços que chegam a R$ 152.990.

Para financiamento, a campanha exige entrada elevada e a entrega de um seminovo recente na troca, com critérios específicos de ano, quilometragem e histórico de manutenção.

Foto principal: Nissan/Divulgação

GWM atinge 98% de disponibilidade de peças e fortalece pós-venda com centro logístico em Cajamar

GWM atinge 98% de disponibilidade de peças e fortalece pós-venda com centro logístico em Cajamar
Foto | GWM/Divulgação

Autotech amplia estrutura logística em três anos e usa caminhões elétricos para distribuição de peças na Grande São Paulo

A GWM segue reforçando sua estrutura no Brasil e aposta no pós-venda como um dos pilares de sua operação. A marca anunciou resultados expressivos de eficiência logística com seu Centro de Distribuição de peças localizado em Cajamar (SP), que completa três anos de funcionamento e já se tornou um dos principais suportes para a expansão da empresa no país.

Instalado a cerca de 40 km da capital paulista, em um dos mais importantes polos logísticos do Brasil, o centro começou a operar em abril de 2023 — pouco antes de a marca iniciar as vendas no país. Desde então, a estrutura foi planejada para crescer junto com a gama de veículos e a rede de concessionárias da montadora.

Operação cresce oito vezes em três anos

Em apenas três anos de operação, a GWM ampliou a área operacional do centro logístico de menos de 1.000 m² para mais de 8.000 m². O avanço acompanha a expansão da marca no mercado brasileiro e a necessidade de garantir agilidade no fornecimento de peças para a rede.

Segundo a empresa, o índice de disponibilidade de componentes alcançou 98% em 2025, número acima da média nacional do setor automotivo, estimada em cerca de 93%. O estoque atende atualmente seis modelos vendidos pela marca no país: Haval H6 e H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07.

A rede de concessionárias também cresceu e hoje soma 131 lojas espalhadas pelo Brasil. Para garantir rapidez no atendimento, o centro logístico realiza expedições diárias e conta com soluções dedicadas para situações prioritárias.

“Em casos críticos, conseguimos enviar uma peça para Manaus, por exemplo, em até dois dias. Essa iniciativa garante ainda mais agilidade e confiabilidade no atendimento aos nossos clientes”, explica Thiago Potenza, diretor de Planejamento de Vendas, Importação e Logística da GWM Brasil.

Estoque milionário e foco em eletrificação

Atualmente, o centro de distribuição opera com um inventário superior a 800 mil itens, avaliados em aproximadamente R$ 85 milhões. Um dos diferenciais da operação é a disponibilidade de 100% das baterias de alta voltagem utilizadas nos veículos híbridos e elétricos vendidos pela marca no Brasil.

A expectativa da fabricante é ampliar ainda mais essa estrutura nos próximos anos, especialmente com a chegada de novos modelos ao mercado brasileiro, o que deve elevar os números do centro logístico até o fim de 2026.

Cajamar como hub estratégico

A escolha de Cajamar para sediar o centro logístico não foi por acaso. A cidade se consolidou como um dos principais hubs logísticos do país, oferecendo acesso facilitado às principais rodovias de São Paulo e proximidade com grandes centros de transporte.

“Cajamar oferece acesso rápido às principais rodovias do estado de São Paulo e também fica próxima de aeroportos, como Guarulhos e Viracopos, além do Porto de Santos, onde as peças desembarcam importadas da China. O resultado dessa infraestrutura robusta é uma cadeia de suprimentos ágil e confiável”, afirma Potenza.

Distribuição com caminhões elétricos

Outro destaque da operação é o uso de caminhões elétricos na entrega de peças com maior giro na região da Grande São Paulo. A iniciativa, adotada desde 2023, faz parte da estratégia da GWM para reduzir a emissão de carbono em sua cadeia logística.

As entregas são realizadas pela DSV, operadora logística responsável pela distribuição de peças da montadora no Brasil.

Leitura de cenário

A eficiência no pós-venda se tornou um dos principais diferenciais competitivos para novas marcas no Brasil, especialmente para fabricantes chinesas em fase de consolidação no mercado. Ao garantir alta disponibilidade de peças e logística ágil, a GWM busca reduzir uma das principais preocupações do consumidor brasileiro ao comprar um veículo de uma marca recém-chegada ao país.

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Zurich inclui calibração de ADAS na cobertura de vidros do seguro automóvel

Foto | Jeep/Divulgação - Modelo pioneiro do Polo Automotivo de Goiana (PE), da Stellantis, Jeep Renegade, único B-SUV com tração 4x4, reúne tecnologia e produção local

Seguradora passa a oferecer leitura de scanner e recalibração dos sistemas de assistência ao motorista após substituição de para-brisa

A Zurich Seguros atualizou a cobertura de vidros do seu seguro automóvel no Brasil. A partir de agora, os serviços passam a incluir leitura de scanner e calibração do sistema ADAS quando houver substituição do para-brisa ou outros vidros do veículo. A novidade vale para apólices com vigência iniciada a partir de 2 de fevereiro.

Com a mudança, a seguradora se posiciona entre as primeiras do mercado a integrar a recalibração do sistema de assistência ao motorista diretamente na cobertura de vidros. O atendimento será realizado por meio da rede parceira Maxpar, especializada em serviços automotivos.

Segundo João Merlin, diretor executivo de Negócios em Automóvel da Zurich, a atualização acompanha a evolução tecnológica da indústria automotiva.

“Estamos ampliando nossa cobertura para acompanhar a evolução tecnológica da indústria automotiva. A inclusão da calibração do ADAS na cobertura de vidros torna a proteção mais alinhada às práticas do mercado e às necessidades dos veículos mais modernos”, afirma o executivo.

Por que recalibrar o ADAS após trocar o para-brisa

Os sistemas Advanced Driver Assistance Systems (ADAS) utilizam câmeras e sensores instalados principalmente no para-brisa e em outros vidros do veículo para monitorar o ambiente ao redor do carro.

Entre as funções mais comuns estão:

  • alerta de colisão frontal
  • frenagem automática de emergência
  • assistente de permanência em faixa
  • condução semiautônoma

Quando o para-brisa é removido e reinstalado, a câmera responsável por essas leituras pode sofrer pequenas alterações de posicionamento. Mesmo diferenças de milímetros podem alterar a leitura do ambiente e comprometer o funcionamento do sistema.

De acordo com Eduardo Borges, vice-presidente do Grupo Autoglass e Head da Maxpar, a recalibração é uma etapa essencial após qualquer intervenção no vidro dianteiro.

“Quando um para-brisa é removido e inserido novamente no lugar, a câmera pode sofrer uma pequena variação de posicionamento, e qualquer milímetro de diferença pode gerar uma leitura incorreta do ambiente e até provocar um acidente.”

Segundo ele, a rede da Maxpar já conta com estrutura para realizar a calibração dos sistemas ADAS após a substituição do para-brisa em todo o país.

O que a nova cobertura inclui

A atualização da cobertura contempla:

  • substituição do para-brisa com leitura de scanner e calibração do ADAS
  • substituição de vidros laterais, quando aplicável
  • diagnóstico e ajuste eletrônico de sensores instalados nos vidros

O serviço está disponível nos pacotes Básico, Completo e VIP, incluindo também veículos com vidros blindados.

A cobertura, no entanto, não inclui a substituição da câmera do sistema ADAS. O serviço contempla apenas leitura, diagnóstico e recalibração dos sensores existentes.

Tecnologia que caminha para se tornar obrigatória

Embora os sistemas ADAS ainda não sejam obrigatórios em todos os carros vendidos no Brasil, sua presença vem crescendo rapidamente, inclusive em modelos de entrada.

A regulamentação brasileira prevê que:

  • a partir de 2026, novos projetos de veículos deverão trazer sistemas ADAS
  • em 2029, a exigência se estenderá a todos os carros novos produzidos ou importados
  • Para o setor de seguros, isso significa adaptar as coberturas à nova realidade tecnológica dos veículos.

Segundo João Merlin, o movimento lembra o que ocorreu no passado com equipamentos de segurança que hoje são padrão no mercado.

“Estamos diante de uma tecnologia que deixa de ser diferencial e passa a se consolidar como padrão de segurança, como aconteceu com airbag e ABS.”

A inclusão da calibração de ADAS em coberturas de vidros reflete uma transformação silenciosa no setor de seguros automotivos. À medida que os carros incorporam mais sensores, câmeras e sistemas de assistência, serviços antes simples — como a troca de um para-brisa — passam a exigir procedimentos eletrônicos complexos.

Esse movimento deve se intensificar nos próximos anos, especialmente com a obrigatoriedade gradual dos sistemas ADAS no Brasil, o que tende a elevar a importância de serviços de diagnóstico e recalibração na manutenção e também nas apólices de seguro.

Foto principal | Jeep/Divulgação

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