Modelo também será exportado para 17 países e estreia no Brasil em 2025
A Renault iniciou nesta semana a produção do SUV Boreal no Complexo Ayrton Senna, localizado na região metropolitana de Curitiba (PR). A unidade é a primeira do mundo a fabricar o modelo, que será destinado a 17 países da América Latina. O lançamento no Brasil está previsto para 2025, com chegada a outros mercados, como Turquia, a partir de 2026.
O Boreal é parte do plano estratégico Renault Brand International Game Plan 2024–2027 e sucede os modelos Kardian, Duster e Grand Koleos como aposta da marca no segmento C-SUV. Segundo a empresa, o desenvolvimento e a industrialização do Boreal no Brasil fazem parte de um ciclo de investimentos de R$ 5,1 bilhões entre 2021 e 2025, dos quais R$ 2 bilhões foram destinados ao novo modelo.
A cerimônia de início da produção contou com a presença de executivos da Renault, incluindo Thierry Charvet, vice-presidente de Indústria, Qualidade e Supply Chain do grupo; Mendi Ammad, vice-presidente industrial para a América Latina; e Ariel Montenegro, presidente da Renault do Brasil.
O Complexo Ayrton Senna é reconhecido pelo Fórum Econômico Mundial como referência em indústria 4.0. A planta utiliza tecnologias como inteligência artificial, gêmeo digital, impressão 3D e veículos guiados automaticamente (AGVs). Desde 2016, a unidade opera com política de Aterro Zero e utiliza 100% de energia elétrica de origem fotovoltaica.
O Boreal tem 4,56 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,65 m de altura e entre-eixos de 2,70 m. O modelo é construído sobre a plataforma Renault Group Modular Platform (RGMP), com arquitetura elétrica e eletrônica compatível com regulamentações atuais e futuras.
O SUV será o primeiro da marca produzido no Brasil a oferecer o sistema de infoentretenimento Google Automotive Services fora da Europa. O interior conta com painel duplo horizontal openR, tela de instrumentos de 10 polegadas e sistema multimídia de 10,1 polegadas.
O modelo também inclui sistema de som Harman Kardon com ajuste acústico personalizado, desenvolvido em parceria com Jean-Michel Jarre. A plataforma permite a integração de até 24 sistemas avançados de assistência ao motorista.
O Boreal será equipado com motor 1.3 turbo flex TCe, que entrega 270 Nm de torque, acoplado ao câmbio automático EDC de dupla embreagem úmida com seis marchas.
Marca de luxo chega a 13 unidades no País e projeta crescimento de 36% nas vendas em 2025
A Lexus segue em ritmo de expansão no Brasil e acaba de inaugurar uma nova concessionária em Campinas (SP), a maior cidade do interior do País e uma das regiões mais promissoras do estado. Com a nova unidade, a rede chega a 13 lojas estrategicamente distribuídas pelo território nacional.
“Este movimento reflete a nossa aproximação com o consumidor brasileiro e o fortalecimento dos valores da Lexus, com experiências verdadeiramente únicas ao longo de toda a jornada do cliente”, afirma Nancy Serapião, Head da Lexus no Brasil.
A abertura em Campinas faz parte da estratégia de crescimento sustentável da marca, que tem ampliado sua rede desde o início de 2025. Nos últimos meses, a Lexus inaugurou concessionárias em Fortaleza (CE) e Alphaville (SP) e confirmou a chegada ao estado de Santa Catarina, com uma nova loja em Florianópolis ainda neste ano.
Todas as unidades seguem o conceito japonês Omotenashi, que valoriza a “hospitalidade genuína”. Os espaços foram projetados para oferecer uma experiência completa ao cliente, unindo inovação, sofisticação e atendimento personalizado. As lojas também contam com boutiques de lifestyle com itens exclusivos importados da Europa e do Japão.
Atualmente, a Lexus está presente em São Paulo (duas lojas na capital e uma em Alphaville), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Recife (PE) e Vitória (ES). A marca também prevê novas inaugurações nos próximos meses, reforçando sua presença no segmento premium nacional.
Crescimento e serviços exclusivos
Em 2024, a Lexus comercializou mais de 1.100 veículos no Brasil, impulsionada pela abertura da flagship em Brasília e pelos lançamentos dos modelos RX 450h+ e UX 300h. Para 2025, a marca projeta um aumento de 36% nas vendas, com meta de 1.500 emplacamentos, apoiada pela chegada do novo NX 450h+ em março.
A marca também tem se destacado por oferecer diferenciais inéditos no mercado de luxo. Desde 2024, a Lexus disponibiliza garantia de até 10 anos ou 200 mil quilômetros para todos os veículos fabricados a partir de 2020 – incluindo seminovos –, sem custo adicional. A cobertura se estende ao sistema híbrido, que conta com garantia de fábrica de oito anos e pode ser renovada anualmente até atingir o limite máximo.
O programa LexusCare complementa essa proposta, reunindo serviços padronizados e pacotes de revisão com os preços mais competitivos do segmento. A iniciativa inclui ainda assistência 24 horas com a maior cobertura entre as marcas premium e ampla disponibilidade de peças de reposição — 90% em pronta-entrega e o restante com prazo máximo de 25 dias.
Os clientes também se beneficiam da estrutura da rede Toyota em todo o território nacional, o que reforça a confiabilidade e o suporte pós-venda da marca de luxo japonesa.
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos - Fiat Strada aparece em primeiro na parcial de vendas de junho
Picape topo de linha da gama Strada combina câmbio automático CVT, visual sofisticado e boa liquidez no mercado de usados
Lançada em 2021 como versão mais equipada da linha, a Fiat Strada Ranch 1.3 CVT rapidamente conquistou espaço entre os consumidores que buscavam uma picape compacta com conforto de carro de passeio. No mercado de usados, a configuração 2022/2022 mantém alta procura e preços que rivalizam com SUVs compactos novos — reflexo direto da popularidade do modelo e da força da marca no segmento.
Motorização e câmbio
Sob o capô, a Ranch traz o conhecido motor 1.3 Firefly flex, de quatro cilindros, que entrega 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque com etanol. A transmissão é automática do tipo CVT — mesma base usada em outros modelos da Stellantis — simulando sete marchas virtuais. Essa combinação privilegia suavidade nas trocas e eficiência no consumo, tornando o uso urbano mais confortável em relação às versões manuais.
Como versão topo de linha, a Strada Ranch 2022 se diferencia pelo visual mais refinado: grade com detalhes cromados, faróis full LED, rodas de liga leve de 15 polegadas e santantônio integrado. No interior, há bancos revestidos em couro, central multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, ar-condicionado digital automático, câmera de ré e sensores de estacionamento. O pacote de segurança inclui controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e quatro airbags.
Dirigibilidade e uso no dia a dia
A picape entrega boa dirigibilidade no trânsito urbano, com respostas suaves e conforto elevado para um utilitário. O câmbio CVT reduz trancos e facilita manobras, enquanto a suspensão traseira com eixo rígido e molas helicoidais garante robustez para o trabalho. O vão livre do solo de 208 mm ajuda no uso misto entre cidade e estrada de terra.
Na caçamba, são 844 litros de capacidade e 600 kg de carga útil, reforçando a versatilidade: serve tanto para lazer quanto para pequenos trabalhos.
Principais pontos positivos e negativos
Onde a Strada Ranch acerta:
Conforto de uso semelhante ao de um SUV compacto
Motorização eficiente e manutenção simples
Visual mais sofisticado da categoria
Liquidez elevada no mercado de usados
Onde ela peca:
Preço alto no mercado de seminovos
Espaço traseiro limitado para adultos em viagens longas
Ausência de controle de cruzeiro e ajuste de profundidade no volante
Preço no mercado de usados
Levantamento em classificados nacionais (OLX e Webmotors) mostra que a Fiat Strada Ranch 1.3 CVT 2022 tem valores médios anunciados entre R$ 110.000 e R$ 120.000, dependendo da quilometragem e estado de conservação. O preço médio nacional se mantém em torno de R$ 115.000, o que coloca a picape no mesmo patamar de SUVs compactos zero-km de entrada. Na Tabela Fipe, o preço da Strada Ranch 1.3 CVT 2023 é de R$ 110.311.
A manutenção da Strada Ranch não apresenta grandes surpresas: compartilha componentes com outros modelos da Stellantis, como Argo e Cronos, o que facilita a reposição de peças. As revisões seguem o cronograma oficial da Fiat, e o seguro tende a ser mais acessível do que o de SUVs equivalentes — embora varie bastante conforme perfil do condutor e região.
Concorrentes
A Ranch praticamente não tem rivais diretos em sua faixa de preço entre as picapes compactas. A Volkswagen Saveiro fica abaixo em equipamentos e potência, enquanto a Chevrolet Montana, já posicionada como picape intermediária, parte de valores mais altos. Na prática, seus principais “rivais de preço” são SUVs compactos como Nivus, Tracker e Renegade usados ou de entrada zero-km.
Conclusão
A Fiat Strada Ranch 1.3 CVT 2022 é uma das opções mais valorizadas do mercado de picapes compactas. Combina conforto, design atraente e boa confiabilidade mecânica. O preço elevado reflete essa demanda — quem busca conforto e versatilidade em um único veículo encontra nela uma escolha sólida, ainda que com custo de aquisição acima da média do segmento.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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BYD segue com testes de sua picape média compacta que chegará para concorrer com Fiat Toro, Ram Rampage, Ford Maverick, Chevrolet Montana e Renault Oroch
Depois do fracasso da picape média Shark no mercado brasileiro, a BYD lançará sua picape média compacta derivada do SUV médio Song Plus. Segundo a revista Auto Esporte, a estreia será no Salão do Automóvel em novembro, mas suas vendas só começarão em 2026.
A Shark literalmente encalhou no mercado brasileiro, no acumulado de outubro de 2024 a setembro de 2025, a marca chinesa emplacou apenas 1.311 exemplares. Preço alto e os fiascos virais no uso off-road contribuíram para as vendas pífias.
Com bons números de vendas em outros segmentos como SUVs, sedãs e hatches, a BYD tentará novamente atacar no segmento de comerciais leves, com sua picape média compacta que chegará para encarar concorrentes de peso como Fiat Toro, Ram Rampage, Ford Maverick, Chevrolet Montana e Renault Oroch.
O protótipo flagrado pelo Autos Segredos ainda tem a frente do Song Plus, mas como será basicamente uma troca de para-choque, ela também poderá receber a frente do Song Plus Premium.
Não importando qual caminho seguir no visual dianteiro, fica claro que a frente não conversa com a traseira, já que os protótipos mostram uma traseira com linhas retilíneas como a Shark.
De lado, as porta dianteiras são as mesmas do BYD Song Plus, mas é claro que a marca deverá lançar mão de alargadores de para-lamas e apliques em plástico para dar uma diferenciada no visual.
Por dentro, a picape média compacta da BYD deve seguir o mesmo painel da linha Song Plus, ou seja, console central elevado, multimídia flutuante e quadro de instrumentos no estilo tablet.
Motor da picape média compacta da BYD
A picape média compacta da BYD terá o sistema super híbrido com tecnologia DM-I que permite carregamento via Plug-in. Ela terá motor 1.5 com 130 cv de potência e um elétrico com 231 cv de potência. Mas como o fabricante já apresentou a motorização flex híbrida plug-in, os números podem mudar.
Na versão somente a gasolina, são 235 cv de potência e 40,8 kgfm de torque combinados.
Versão de motor 170 TSI de 116 cv de potência e câmbio automático de seis marchas
O site Ofertas VW, está com condição especial de financiamento para o VW Tera Comfort 2025. O SUV pode ser comprado à vista por R$ 128.890 ou financiado pelo Banco Volkswagen.
No financiamento, o cliente poderá comprar o VW Tera Comfort 2025 com entrada de R$ 102.969,87 (79,89%) e 24 prestações mensais de R$ 1.299,00 com taxa de juros: 0,99% a.m e 12,55% a.a. O valor final já inclui o IOF e a taxa de cadastro será de R$ 134.145,87. O Custo Efetivo Total (CET) da operação será de 20,05%.
O VW Tera Comfort traz o motor 1.0 turbo 170 TSI, que entrega 116 cv com etanol e 109 cv com gasolina, sempre com 16,8 kgfm de torque. O câmbio é automático de seis marchas, buscando equilibrar desempenho e eficiência.
A lista de equipamentos é um dos atrativos do modelo. Entre os itens de série, o SUV oferece rodas de liga leve aro 16”, painel digital de 8”, sistema multimídia VW Play com tela de 10,1” touchscreen e App-Connect, chave presencial Kessy, piloto automático, volante multifuncional com paddle shifts, além de faróis e lanternas em LED.
Na parte de segurança, o Tera Comfort vem de fábrica com seis airbags, freios ABS com EBD, ESC, controle de tração ASR, assistente de partida em rampas, monitor de fadiga, sensores de estacionamento traseiros, além de recursos avançados como ACC (piloto automático adaptativo) e AEB (frenagem autônoma de emergência).
A Volkswagen oferece ainda três anos de garantia total sem limite de quilometragem para defeitos de fabricação, com a possibilidade de incluir três primeiras revisões grátis, realizadas em até três anos ou a cada 10.000 km, o que ocorrer primeiro.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Documento é obrigatório para todos os veículos e circular sem ele é infração gravíssima com multa e sete pontos na CNH
O licenciamento anual dos veículos é uma das principais obrigações dos proprietários em 2025. A taxa garante a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) — documento que autoriza a circulação legal em vias públicas de todo o país. Sem ele, o motorista fica sujeito a multa, pontos na carteira e até apreensão do veículo.
Desde 2021, o documento passou a ser totalmente digital, acessível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), mas o pagamento e a regularização continuam obrigatórios.
O que precisa ser pago para licenciar o veículo
Para a emissão do CRLV 2025, o proprietário deve quitar:
1. Taxa de licenciamento – cobrada anualmente pelo Detran de cada estado, o valor varia conforme a unidade da federação:
Em São Paulo, o licenciamento de 2025 custa R$ 167,74.
Em Minas Gerais, a taxa (TRLAV) é de R$ 35,18.
Estados como Rio de Janeiro, Paraná e Bahia cobram valores entre R$ 120 e R$ 170, segundo levantamentos recentes de portais estaduais.
2. IPVA e multas de trânsito – o Detran só libera o licenciamento se todos os débitos do veículo estiverem quitados. Isso inclui o IPVA do exercício, eventuais multas, seguro DPVAT (quando aplicável) e valores atrasados de anos anteriores.
3. Restrições judiciais ou administrativas – bloqueios de transferência, penhoras e outras restrições também impedem a emissão do CRLV.
Após o pagamento das taxas e a quitação dos débitos, o CRLV-e fica disponível em formato digital geralmente entre um e dois dias úteis.
O documento pode ser acessado pelo app CDT, pelo site do Detran estadual ou impresso em papel comum (caso o motorista prefira ter uma cópia física).
Cada estado tem seu calendário de vencimento, definido pelo final da placa do veículo. Normalmente, os pagamentos começam no meio do ano e seguem até o fim de dezembro. É fundamental consultar o cronograma no site do Detran local para evitar atraso.
O que acontece se não pagar o licenciamento
Rodar com o licenciamento vencido é infração gravíssima, conforme o artigo 230, inciso V, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
As penalidades são severas:
Multa de R$ 293,47
Sete pontos na CNH
Retenção do veículo, que pode ser removido ao pátio até a regularização
Pagamento de taxas de remoção e estadia, além da quitação dos débitos pendentes
Além disso, o carro irregular não pode ser vendido ou transferido até que o CRLV seja regularizado. O atraso também gera juros e encargos administrativos, elevando o valor final da taxa.
Dicas para não perder o prazo
Consulte o site do Detran do seu estado para saber o calendário oficial.
Quite todas as pendências de IPVA, multas e licenciamento anterior antes do vencimento.
Utilize o Pix ou aplicativos oficiais para pagar de forma rápida e segura.
Mantenha os dados atualizados no Detran para receber notificações sobre prazos e vencimentos.
Guarde o CRLV digital no celular — ele tem a mesma validade do documento impresso.
Em resumo, o licenciamento 2025 é mais do que uma formalidade: é a garantia de que o veículo está em conformidade com a lei. Circular com o documento vencido pode gerar custos altos e transtornos que vão muito além do valor da taxa anual.
Vale lembrar que se o carro estiver envolvido em algum recall e se o mesmo não tiver sido realizado, a emissão do Licenciamento 2025 também fica bloqueada.
Colunista Fernando Calmon analisa os números de vendas do mercado brasileiro, Anfavea aponta que poderá ocorrer crescimento de 5%
Associação dos fabricantes reconhece que o mercado de veículos leves e pesados esfriou em relação aos trimestres anteriores. Emplacamentos tiveram alta de 7,2%, no primeiro trimestre e de 2,9%, no segundo. Contudo, recuaram 0,4% de julho a setembro. No acumulado dos nove primeiros meses de 2025 as vendas cresceram apenas 2,8%. O último trimestre costuma ser o melhor do ano e a Anfavea ainda vê possibilidade de o ano terminar com avanço de 5% sobre 2024.
Este ano as altas taxas de juros, para controle da inflação fora da meta, continuam em patamar elevado, encarecendo as prestações. Entretanto, Igor Calvet, presidente da entidade, prefere ser mais otimista, embora não descarte dificuldades crescentes. “Reconheço o desafio de recuperação considerável de vendas no último trimestre, diante de uma base comparativa muito boa do final do ano passado”, avaliou.
Os estoques estão em níveis normais (26 dias) para veículos produzidos no Brasil. Modelos importados representam 136 dias estocados. Anfavea nada comentou, mas este volume atípico é, em sua maioria, de modelos da BYD para fugir do aumento escalonado do imposto de importação sobre elétricos e híbridos. Haja capital de giro chinês…
Já a Fenabrave foi mais contida. Indicou, agora em outubro, um avanço de 2,6% sobre o ano passado, no fechamento de 2025. Até junho ainda manteve a previsão de 5% de crescimento. Automóveis e comerciais leves devem ter desempenho um pouco melhor (mais 3% sobre 2024). Arcélio Santos Jr, presidente da entidade, avaliou que a interrupção de produção da Toyota (ler adiante) poderá ser absorvida por outras marcas, apesar de lamentar o desfortúnio ocorrido.
Fábrica destruída: Toyota importará motores
A filial brasileira da marca japonesa reagiu de forma rápida, apesar dos prejuízos materiais de grande monta em sua fábrica de motores de Porto Feliz (SP) destruída por vendaval com intensidade nunca vista na região. Vai importar do Japão e de outros países motores para retomar a produção parcial nas fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, porém ainda não sabe quando poderá normalizar a comercialização (possivelmente em fevereiro). Os estoques do Corolla na rede de concessionárias chegaram ao fim e restará apenas a picape Hilux importada da Argentina.
As versões híbridas flex do Corolla, que representam vendas bem menores, voltarão já em novembro. Todavia, só a partir janeiro de 2026 haverá motores importados suficientes para atender toda a demanda interna. A Toyota, entretanto, sofrerá ainda mais. Foi obrigada a adiar sine die o lançamento do Yaris Cross, um SUV compacto inédito, sua grande aposta para ganhar participação de mercado no Brasil e América do Sul. Alguns componentes do motor do novo carro são específicos (a exemplo do cabeçote) e estão sem previsão de normalização.
Yaris Cross é um produto para o segmento de maior demanda do mercado brasileiro e enfrentará entre outros o novo Honda WR-V previsto para novembro.
Por R$ 99.990, o novo Kwid E-Tech 2026, fabricado na China, oferece um produto bem mais evoluído do que na sua estreia em 2022. O crossover subcompacto da Renault mantém o estilo que lembra um SUV. Foram retiradas as barras longitudinais no teto, modismo praticamente inútil, pois aumenta massa, preço e piora o coeficiente aerodinâmico. Quantos carros você já viu carregando tralhas no teto?
Trata-se de um modelo inteiramente novo e dimensões pouco maiores do que as do Mobi, porém é homologado para quatro lugares. O interior evoluiu bastante: quadro de instrumentos digital de 7 pol., tela multimídia de 10 pol., conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay e volante regulável (só em altura). Destaque maior fica por conta de 11 sistemas avançados de assistência à condução (ADAS, em inglês) que inclui até análise de cansaço do motorista. Além de câmera de ré, agrega sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.
Motor elétrico é o mesmo: 65 cv e 11,2 kgf·m. Acelera de 0 a 100 km/h em 14,6 s (equivalente ao Mobi com gasolina) e alcance, padrão Inmetro, de até 180 km.
Para atuar no mercado internacional, Stellantis e Leapmotor formaram, em maio de 2024, uma joint venture, com 51% do capital da primeira e 49% da segunda. A empresa foi fundada na China em 2015 e já produziu mais de um milhão de unidades. No Brasil contará com 36 pontos de vendas e assistência técnica das marcas da Stellantis, a partir do próximo mês e inicialmente importará dois modelos. Ocuparão, no entanto, salões de exposição independentes.
O C10 é um SUV elétrico de alcance estendido (como o já descontinuado BMW i3, lançado em 2013) de grande conveniência para um país de dimensões continentais e uma rede de recarga limitada. A grande vantagem é poder viajar sem preocupações sobre recarga e alcance. Trata-se de um SUV médio-grande com bom espaço interno graças ao entre-eixos de 2.825 mm (pouco maior que um Commander) e porta-malas de 475 L.
Se a bateria está próxima a esgotar, basta abastecer com gasolina para o motor-gerador de 95 cv fornecer energia necessária para o motor elétrico traseiro de 215 cv e 32,6 kgf·m. Também pode ser recarregado em tomada como todo elétrico. Alcance declarado na China é de até 1.000 km, mas o Inmetro deve homologar uma distância menor. Haverá também uma versão elétrica convencional.
O segundo modelo, B10, é também SUV elétrico de dimensões menores, com porte de um Compass. Distância entre eixos é um pouco inferior: 2.735 mm. Há duas opções de baterias e provavelmente a maior de 67,1 kW·h deve ser a escolhida para o Brasil. Motor, na especificação europeia, entrega 218 cv e 24,5 kgf·m.
Mercado de picapes médias oferece tantas alternativas que classificá-las é tarefa difícil, se consideradas as dimensões da Maverick: comprimento, 5.096 mm; entre-eixos, 3.075 mm; largura, 1.844 mm; altura, 1.758 mm. O entre-eixos, por exemplo, referência de espaço para pernas no banco traseiro, é apenas 10 mm menor que a Hilux; largura (sem espelhos) só 11 mm menos que a japonesa líder de mercado. Apenas no comprimento e na altura o modelo da Toyota se impõe. Contra sua adversária mais direta, Rampage, a comparação é equilibrada em tamanho. Embora a Maverick perca nos ângulos central e de saída, ganha no ângulo de entrada. Caçamba de 943 litros da picape da Ford é apenas 6% menor que da Ram.
Motor a gasolina 2-L, turbo, 253 cv, 38,7 kgf·m e o câmbio automático de oito marchas vão muito bem na Tremor, que se destaca pelo silêncio de marcha e o bom desempenho, tanto em uso urbano quanto em estrada. Consumo de combustível, obviamente, foi alto durante a avaliação em asfalto e terra, porém dentro do previsível para veículos deste porte: 7,7 km/l (cidade) e 10,7 km/l (em autoestrada). Uma de suas boas características é o diâmetro de giro que, embora não informado pelo fabricante, facilita manobras de retorno e de estacionamento (com ajuda de câmeras em visão de 360°).
Na parte interna, a central multimídia tem tela maior de 13,2 pol. Sensores de proximidade ajudam ao estacionar. Boa posição de guiar, mais parecida com a de automóvel do que de picape. Espaço para os passageiros no banco traseiro rivaliza com modelos de maior porte. Acabamento explora diferentes materiais e texturas.
Maiores destaques da versão Tremor: elevação da suspensão em 22 mm e vão livre ao solo de 226 mm. Melhora toda a geometria off-road com ângulos de 30,9º de entrada, 21,3º de saída e 20º, central. Há ainda bloqueio do diferencial traseiro, botão 4WD que indica tração 4×4 constante, pneus do tipo todo-terreno 235/65R17, controle de velocidade e modo de condução fora-de-estrada. Ganchos de reboque na cor laranja diferenciam esta versão.
Importada sem imposto do México, preço é competitivo: R$ 239.990.
Foto principal | Stellantis/Divulgação
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Caminhonete agrada pelas linhas da carroceria e originalidade da cabine. A Ford Maverick Tremor 2025 tem tração integral e suspensão especial para o fora de estrada
Por Paulo Eduardo
Maverick tem a primeira atualização de estilo desde que foi lançada em 2021. O visual diferente se deve ao farol em formato de C, grade, para-choque, e detalhes na cor laranja nessa versão.
Conquista imediatamente pela originalidade das linhas limpas e inconfundíveis. O interior é bastante original, com leveza e bom gosto. Os desenhos dos puxadores de portas e do painel central diferem do formato convencional. O bem-estar a bordo é incontestável.
Entre as novidades estão a câmera de 360 graus, que facilita manobrar a picape com mais de cinco metros de comprimento, teto solar, tela multimídia de 13,2 polegadas, assistente de reboque para trailer e modo de condução off-road. O quadro de instrumentos digital de oito polegadas, navegação nativa, som Premium B&O e teto solar se destacam na cabine.
Banco do motorista tem ajustes elétricos, inclusive da lombar, e aquecimento. Volante também tem aquecimento e os diversos comandos complicam a ergonomia. Conectividade é sem fio para Android e Apple.
Se visual e acabamento agradam, o desempenho da Ford Maverick Tremor 2025 ainda mais com o eficiente motor 2.0 turbo de 253 cv e torque de 38,7 kgfm. O motor tem alterações que tornam mais rápidas as respostas na aceleração.
Além da nova calibração do motor, comando de válvulas é variável, mudam arquitetura do cabeçote e recirculação dos gases de escapamento, e tem alterações nos sistemas de ventilação de arrefecimento e do cárter.
O desempenho é excelente. Ao pressionar levemente no acelerador, a resposta é imediata. A relação peso/potência de 7,24 kg/cv é baixa e faz a Maverick ser muito rápida tanto ao acelerar quanto na retomada de velocidade. Prazerosa de dirigir.
O câmbio automático de oito marchas tem trocas leves e suaves. Trocas manuais são feitas por aletas no volante. Há seis modos de condução: normal, esportivo, econômico, escorregadio, fora de estrada e rebocar/transportar.
O consumo de gasolina registrado no computador de bordo foi de 6 km/l na cidade e de 11 km/l na estrada, ambos com ar desligado.
A tração integral distribui a força entre as rodas conforme a necessidade. Há opção de deixá-la totalmente no 4×4 por meio de comando no console.
Suspensão é exclusiva para o fora de estrada com molas e amortecedores apropriados, assim como o controle de velocidade no freio e na aceleração na descida quando o motorista assume apenas o volante. Há bloqueio do diferencial traseiro.
Carroceria monobloco suporta menos caminhos radicais do que sobre chassi. Entretanto, a Ford Maverick Tremor 2025 tem atributos para encarar caminhos ruins pelos bons ângulos de ataque (30,9), de saída (21,3) e de transposição de rampa (20), além da altura do solo (22,6 cm).
O conforto impressiona assim como o silêncio na cabine. A suspensão traseira multibraços tem calibragem excelente sem transferir à cabine ondulações e outras imperfeições. Roda com maciez nas imperfeições do piso mesmo com os pneus de uso misto, que são mais duros, mas flanco alto (15,27 cm) minimiza desconforto. É mais borracha do que metal.
A direção também tem calibragem coerente, com leveza em baixa e comunicativa em velocidade alta. Posição de dirigir muito é boa e ajudada pela boa visibilidade dos retrovisores grandes e alerta de ponto cego.
Diâmetro de giro maior, mas razoável para picape (12,3 metros), requer manobrar mais em espaço reduzido num veículo com mais de cinco metros de comprimento.
A caçamba é grande, toda revestida, tem capota marítima de manuseio fácil, ganchos para amarrar carga e tomada de 12 volts, mas faltam protetor do vidro traseiro da cabine e santantônio, que ajudam no transporte de carga alta.
A Ford Maverick Tremor 2025 está equipada com assistente de permanência na faixa, frenagem de emergência com detecção de pedestre e ciclista, alerta de ponto cego com monitoramento de tráfego cruzado e cobertura de reboque, assistente de manobras evasivas.
São sete airbags (incluindo de joelho para motorista), assistente de partida em rampa, sensores de chuva e crepuscular, partida remota, acesso ao veículo sem chave.
Farol alto é automático. Faróis em LED iluminam mais que os halógenos, mas facho baixo deveria ter mais alcance. Limpadores são eficientes assim como os lavadores de para-brisa do tipo spray. Os freios a disco nos dois eixos param a caminhonete em espaço de segurança.
A Maverick Tremor se aventura bem no fora de estrada, apesar da vocação urbana. Deve-se evitar trilha radical por causa de torção no monobloco, mas é possível transpor muitos obstáculos sem cerimônia. Conforto é de automóvel. O preço sugerido da Ford Maverick Tremor 2025 é de R$ 239.900. Pintura não é cobrada e a garantia é de três anos sem limite de quilometragem.
Motor Dianteiro, de quatro cilindros em linha, transversal, Ecoboost, gasolina, 1.999 cm³ de cilindrada, 253 cv de potência máxima a 5.500 rpm e torque máximo de 38,7 kgfm a 3.000 rpm
Transmissão Tração 4×4, e câmbio automático de oito marchas
Direção Tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica; diâmetro de giro, 12,3 metros
Freios Disco ventilado na dianteira; disco na traseira
Suspensão Dianteira, independente, com barra estabilizadora; traseira, multilink; altura do solo, 22,6 centímetros
Marca britânica prepara rede nacional e promete 70 lojas em operação até 2026
A MG Motor, tradicional marca de origem britânica com mais de um século de história, deu um passo decisivo em sua chegada ao Brasil. A empresa anunciou a abertura de 24 concessionárias até o fim de 2025, em parceria com 12 grupos locais. As lojas estarão distribuídas estrategicamente por cidades das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
O movimento faz parte de um plano de investimento de longo prazo, que prevê a ampliação da rede para 70 concessionárias até o encerramento de 2026 — etapa fundamental para garantir cobertura nacional e fortalecer o atendimento aos consumidores.
Segundo Frederico Geraldino, Head de Desenvolvimento de Rede da MG Motor no Brasil, a expansão é um marco na consolidação da marca no País. “Ter uma rede de lojas em cidades estratégicas é, sem dúvida, um diferencial para o sucesso da relação de longo prazo que estamos começando a construir com o Brasil. A abertura das primeiras concessionárias em 2025 é um marco muito importante de nossa história no País e está ancorada em nossa robusta estratégia de pós-venda, que deve suportar o relacionamento da marca com seus clientes”, afirmou o executivo.
A MG Motor ainda mantém em sigilo os detalhes sobre os modelos que trará ao mercado nacional, mas já confirmou que divulgará em breve informações sobre sua linha de produtos e o início oficial das operações no País.
A estreia da marca no Brasil será como esportivo elétrico MG Cyberster, na sequência serão lançados o SUV MG S5 e o hatch MG 4.
Oferta especial reduz preço da picape 2026 e inclui taxa zero e condições facilitadas de financiamento
A Fiat lançou uma nova campanha de vendas para a Strada Endurance Cabine Plus 1.3 Firefly 2026, com condições exclusivas para produtores rurais e empresas com CNPJ ativo. O modelo, que tem preço de tabela de R$ 111.990, pode ser adquirido por R$ 89.900 à vista — um desconto superior a R$ 22 mil em relação ao valor convencional.
A condição especial é válida apenas para venda direta, com faturamento entre 3 de outubro e 5 de novembro de 2025, ou enquanto durar o estoque limitado a 20 unidades. A oferta contempla a versão Endurance Cabine Plus, na cor Preto Vulcano e sem opcionais, já com frete incluso.
Além do valor reduzido, a Fiat oferece taxa zero de juros para quem optar pelo financiamento via Stellantis Financiamentos. Nessa modalidade, a compra pode ser feita com entrada de R$ 62.930 e 12 parcelas mensais de R$ 2.580,74, totalizando R$ 93.898,92. O custo efetivo total (CET) máximo é de 2,19% ao mês ou 29,75% ao ano, já considerando IOF, cadastro e despesas de garantia.
A campanha vale apenas para pessoas jurídicas e produtores rurais — não sendo aplicável a PcD, taxistas, frotistas, locadoras, seguradoras ou veículos adquiridos em leilões. O modelo conta com três anos de garantia e prazo de entrega de até 90 dias.
Com a promoção, a Strada Endurance se torna uma das opções mais acessíveis entre as picapes compactas zero quilômetro do país, especialmente para quem atua no campo ou utiliza o veículo em atividades empresariais. O desconto agressivo reforça a estratégia da Fiat de manter a Strada na liderança do segmento e fortalecer a participação entre clientes corporativos, tradicionalmente responsáveis por boa parte das vendas do modelo.
Para mais informações sobre condições regionais, estoque e configurações disponíveis, os interessados devem procurar uma concessionária Fiat participante ou acessar o site oficial da marca www.fiat.com.br.
Equipamentos de série
A Strada Endurance Cabine Plus 1.3 Firefly vem equipada de fábrica com itens como:
Ar-condicionado
Direção elétrica
Controle eletrônico de estabilidade e TC+ (Traction Control Plus)
Hill Holder (assistente de partida em rampa)
Airbag duplo e freios ABS com EBD
Computador de bordo, conta-giros e hodômetro digital
Suspensão traseira com eixo ômega e molas parabólicas
Protetor de caçamba, ganchos de amarração e barra de proteção do vidro traseiro
Rodas de aço 15” com pneus 195/65 R15
Entre os detalhes visuais, há grade frontal preta, para-choque traseiro com estribos antiderrapantes, moldura nos para-lamas e retrovisores com ajuste mecânico. Os bancos recebem tecido preto com a Fiat Flag estampada.
O motor da Strada Endurance 2026 é o 1.3 Firefly com potências de 107 cv com etanol e 98 cv com gasolina. Já o torque é de 13,6 kgfm no etanol e 13,1 kgfm na gasolina. Ele é ligado ao câmbio manual de cinco marchas.
A picape ainda conta com 3 anos de garantia, revisões com preços tabelados e todos os serviços da rede Fiat.
Foto principal | Fiat/Divulgação
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