SUV passou por pequenas mudanças visuais, mas sem nenhuma alteração mecânica, mantendo os motores 1.0 Turbo Flex e 1.2 Turbo Flex
A Chevrolet marcou para julho o lançamento do Tracker 2026 reestilizado, no entanto, o comercial da marca está com pressa e já distribui o SUV reestilizado para seus concessionários.
O novo Chevrolet Tracker 2026 manterá as versões Turbo, LT, LTZ e Premier com motor 1.0 Turbo Flex e também será vendido nas versões Premier, RS e 100 anos com o propulsor 1.2 Turbo Flex. Em comum, os dois são ligados ao câmbio automático de seis marchas.
O motor 1.0 Turbo Flex tem injeção direta de combustível entregando potências de 121 cv com etanol e 117 cv com gasolina, já o torque com etanol fica em 18,9 kgfm e com gasolina ele é de 18,3 kgfm.
O motor 1.2 Turbo Flex que equipa o Tracker entrega potências de 141 cv com etanol e 139 cv com gasolina. Já o torque com etanol é de 22,9 kgfm e com gasolina ele fica em 22,4 kgfm.
O que mudou no Tracker 2026?
O Tracker reestilizado recebeu conjunto dianteiro com faróis duplos como no Spin 2025. A grade dianteira tem formato hexagonal com elementos inspirados na nova S10 2025. Já o para-choque terá linhas bem recortadas e nas extremidades, ele receberá novos abrigos para as luzes DRL.
Na traseira, as lanternas do SUV estão com o mesmo formato, recebendo lentes translúcidas. O para-choque traseiro não mudou.
Por dentro, o novo Chevrolet Tracker 2026 recebeu painel para ficar igual ao similar chinês, com a central multimídia com tela de 11″ integrada ao quadro de instrumentos de 8″. Assim como a Montana, o SUV terá atualização remota (OTA). As forrações de porta também serão atualizadas.
Fabricante apresenta sistema de powertrain híbrido HR18 HEV de fabricação própria
A Horse Technologies, divisão da Horse Powertrain, lançou seu primeiro sistema mecânico híbrido totalmente produzido pela fabricante. Chamado de HR18 HEV, o sistema usa dois motores, sendo um a combustão e outro elétrico, além de uma bateria de 1,4 kWh e transmissão automática especial.
Segundo a Horse, o motor a combustão é o 1,8 litro aspirado a gasolina, de quatro cilindros e com peso de até 100 kg. Apenas com esse propulsor, o sistema já gera 108 cv de potência e 17,53 quilos de torque.
Motor elétrico da Horse
O outro motor é o elétrico 5DH, que pode render até 67 cv de potência e 21,6 kgfm. A transmissão automática usada no conjunto é chamada de DB45S, que pode suportar até 44,4 kgfm de torque.
Para alimentar o sistema, foi instalada uma bateria BTA Gen, que usa tecnologia de íons de lítio, pesa 36 kg e tem capacidade de até 1,4 kWh. O equipamento usa sistema de resfriamento integrado e é composto por 43 células cada.
Foto | Divulgação – Sistema tem unidade elétrica capaz de render até 67 cv
Com partes fabricadas em quatro países (Espanha, Portugal, Turquia e Romênia), conjunto mecânico promete atender integralmente às exigências de emissões de poluentes europeias Euro 6E-BIS e Euro 7.
HR18 HEV atende ao mercado
Segundo o CEO da Horse Powertrain, Matias Giannini, o HR18 HEV responde diretamente às necessidades das montadoras no cenário atual.
“Os sistemas híbridos se tornaram os mais procurados em diversos mercados, exigindo grandes investimentos das marcas – mesmo sob fortes pressões comerciais. Ao entregarmos um sistema de alta performance e fácil integração, liberamos nossos parceiros OEM para se concentrarem em suas inovações prioritárias”, destaca.
O diretor afirma que o HR18 HEV oferece uma base eficiente, compacta e de fácil implementação para fabricantes de veículos em todo o mundo, impulsionando a mobilidade mais limpa e acessível.
Sedã híbrido da marca japonesa passou por pequena mudança visual e agora conta com os serviços do Google embarcados
Revelado durante o último Festival de Interlagos, o novo Civic Advanced Hybrid acaba de ser lançado oficialmente pela Honda. Com preço definido em R$ 265.900, o sedã médio japonês recebeu um facelift, mantendo ainda a lista de equipamentos e a mecânica híbrida.
As mudanças da nova linha do sedã estão concentradas principalmente na dianteira. A grade principal do modelo agora adota um padrão hexagonal. O mesmo acontece com a tomada de ar central do para-choque.
Nas extremidades da peça, onde a linha anterior trazia os faróis de neblina, agora o Civic Advanced Hybrid tem pequenas entradas de ar verticais. As laterais mantêm as rodas de 17 polegadas diamantadas.
Já na traseira, a única mudança no Civic foi a adoção de lanternas com máscaras escurecidas.
A cabine do Civic híbrido mantém o mesmo estilo, com design sóbrio e formas retilíneas. O acabamento conta com boa parte das superfícies em soft-touch e couro sintético.
Em tecnologia, o modelo segue oferecendo painel de instrumentos com tela TFT de 10,2 polegadas. A central multimídia de 9 polegadas agora tem integração com novos serviços do Google embarcados, como o Maps, Play Store e assistente por voz.
Assim como na linha anterior, o novo Civic tem faróis Full-LED, ar-condicionado dual zone, sistema de som premium da Bose com 12 alto-falantes e teto solar panorâmico.
Há ainda carregador por indução, quatro portas USB-C e o sistema myHonda Connect, que permite o controle remoto do carro via celular. A tecnologia oferece funções como rastreamento, notificações e assistência 24h.
Em segurança, a nova linha do sedã híbrido tem como destaque os sistemas que integram o pacote Honda Sensing. A lista inclui controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem pós-colisão, assistente de permanência em faixa e mitigação de evasão de pista. Os faróis também têm ajuste automático.
A lista adiciona ainda assistentes eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e o sistema de redução de ponto cego (LaneWatch), que utiliza uma câmera para auxiliar o motorista em mudanças de faixa.
Completam o pacote o sistema de alerta em frenagens bruscas, Isofix, monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré com três ângulos e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.
Foto | Honda/Divulgação – Lanternas do sedã com máscara negra
Motorização híbrida
A Honda não alterou a parte mecânica do sedã. O modelo segue combinando o motor 2.0 aspirado a gasolina, de 143 cv e 19,1 kgfm de torque, com um motor elétrico que rende 184 cv e 32,1 kgfm.
Há ainda um terceiro motor elétrico, que funciona exclusivamente como gerador de energia para o sistema de baterias do sedã. A transmissão do Civic Advanced Hybrid é uma espécie de CVT, mas sem marchas simuladas.
A tecnologia usada no sedã é chamada de e:HEV. Segundo a Honda, o sistema permite acelerações mais esportivas, maior eficiência energética, baixo consumo de combustível e níveis reduzidos de emissões de poluentes.
Duas opções de cores
O três-volumes é vendido em duas opções de cores: Preto Cristal (perolizado) e Cinza Basalto (metálico). O interior tem acabamento em preto. A garantia do Civic Advanced Hybrid é de 3 anos, sem limite de quilometragem, com cobertura total de 8 anos ou 160 mil km para o conjunto elétrico (baterias e motores).
Enfim, a nova linha chega às concessionárias ainda nesta semana, no início de julho.
Foto | OSRAM/Divulgação - auxiliares de partida osram
Marca apresenta três novos aparelhos para lhe ajudar naqueles momentos de aperto
A OSRAM amplia sua oferta de auxiliares de partidas apresentando os modelos BATTERYstart 1000TI , BATTERYstart 500 OJS010 e BATTERYstart 1000. Eles são indicados para carros, vans, SUVs e motocicletas.
De acordo com a OSRAM, os três auxiliares de partida contam com a função Boost que permite a partida dos veículos mesmo com a bateria totalmente descarregada. Entre os destaques dos aparelhos estão seus tamanhos compactos e fáceis de transportar e oferecem proteção contra reversão de polaridade, curto-circuito e picos de tensão, com alertas sonoros e visuais por LED para informar conexões incorretas.
Eles também contam com a função powerbank, com saídas USB-A e USB-C próprias para o carregamento de celulares, tablets e demais eletrônicos. Há ainda lanterna de LED embutida, ideal para uso em ambientes escuros ou em emergências na estrada.
BATTERYstart 1000TI: o modelo é o mais completo da linha, conta com compressor de ar integrado, medidor de pressão digital com função de parada automática, sinalização de emergência e potência para dar partida em motores a gasolina de até 5L e a diesel de até 3L. O tempo de carregamento é de 4 horas;
BATTERYstart 500 OJS010: é indicado para veículos menores, com motor a gasolina de até 3L ou a diesel de até 1,5L, oferecendo carregamento USB integrado, lanternas LED e recursos avançados de segurança. O carregamento completo leva cerca de 3 horas;
BATTERYstart 1000: mais potente que o modelo 500, pode ser usado na maioria dos automóveis, vans e SUVs, com capacidade para motores a gasolina de até 5L e a diesel de até 2L. Possui tecnologia de recarga rápida PD30W. O tempo de carregamento completo é de 2 horas.
Versão esportiva tem motor 1.3 Turbo Flex 270 de 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, o câmbio é o automático de seis marchas
O novo Fiat Fastback Abarth Turbo 270 2026 chega ao mercado por R$ 177.990, cerca de R$ 6 mil mais caro que a linha 2025. No entanto, além da mudança visual, o esportivo recebeu teto solar panorâmico, banco do motorista com ajustes elétricos e alerta de ponto cego.
A linha reestilizada recebeu novo para-choque dianteiro com novas entradas de ar nas laterais, com linhas mais retilíneas e um detalhe em vermelho. A nova grade tem elementos verticalizados, em formato côncavo com o nome Abarth estampado em substituição a logo do escorpião. Já a entrada de ar inferior também tem elementos verticais e o formato negativo como a principal. O escorpião está mantido na cor prata no lado esquerdo da grade.
De lado, o novo Fiat Fastback Abarth 2026 recebeu novas rodas de 18” pintadas em preto. A tradicional logo da divisão esportiva se mantém nos para-lamas dianteiros.
Na traseira, o SUV não tem nenhuma mudança, mantendo a saída dupla de escapamento e o para-choque com linhas mais esportivas.
Acabamento do novo Fiat Fastback Abarth 2026 melhorou
No acabamento interno, novo Fiat Fastback Abarth 2026 recebeu revestimento em vinil nas portas dianteiras, novos bancos dianteiros com linhas mais esportivas e o banco do motorista tem ajustes elétricos.
O painel mantém o mesmo acabamento com aplique que simula fibra de carbono na parte central, uma barra em vermelho próximo às saídas de ar.
Os revestimentos internos tem o tom preto como predominante.
O novo Fiat Fastback Abarth 2026 continua um carro divertido de guiar, e na pista onde foi realizado nosso teste drive a diversão ainda é mais garantida.
O motor 1.3 Turbo Flex 270 com potências de 185 cv com etanol e 180 cv com gasolina e bom torque de 27,5 kgfm oferecem desempenho de sobra para o SUV Coupé esportivo. Sendo bom em aceleração e retomada de velocidades.
As trocas de marchas do câmbio automático de seis marchas são precisas e realizadas no tempo certo.
A tecla Poison deixa o novo Fiat Fastback 2026 ainda mais arisco. A saída dupla de escapamento também é um convite à parte para acelerar o SUV coupé e na pista com todo o suporte e segurança, a diversão ao volante do modelo foi garantida.
Itens de conforto e conveniência
O Fiat Fastback 2026 vem equipado com o aerofólio Abarth integrado ao porta-malas em preto brilhante, banco do motorista com regulagem elétrica, bancos esportivos Abarth revestidos em couro, Connect////Me com serviços conectados, modo Poison com botão de acionamento no volante, pneus Goodyear 215/45, rodas esportivas Abarth de 18 polegadas, tapetes exclusivos Abarth, teto solar panorâmico, volante esportivo em couro com a base quadrada e logo Abarth,alto-falantes dianteiros e traseiros com antena, ar-condicionado automático e digital, banco traseiro bipartido 60/40 e rebatível, brake-light, câmera traseira em alta definição com linhas adaptativas e central multimídia com tela de 10,1 polegadas touchscreen, Apple CarPlay e Android Auto wireless, comandos de voz, Bluetooth, MP3, rádio AM/FM, entrada auxiliar, porta USB tipo A e tipo C.
A lista ainda inclui comandos de áudio e painel de instrumentos no volante, direção elétrica, faróis de neblina em LED, faróis diurnos em LED (DRL), faróis em LED, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold, keyless Entry’n Go, lane change (função auxiliar para trocas de faixa), luz de cortesia nos espelhos retrovisores externos (luz de poça), paddle shifters, partida remota via chave, piloto automático (cruise control), quadro de instrumentos 7 polegadas Full Digital multifuncional com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos com rebatimento elétrico, regulagem elétrica e função tilt down, retrovisores externos e spoiler na cor preto brilhante, saídas de ar-condicionado para os bancos traseiros, sensor de chuva e luminosidade, sistema Connect Me, travas elétricas com travamento automático a 20 km/h, USB traseira tipo A, vidros elétricos dianteiros e traseiros com função one touch e antiesmagamento, volante com regulagem de altura e profundidade, volante com revestimento em couro e carregador de celular por indução (wireless charger).
Entre os itens de segurança, o carro oferece ADAS com frenagem autônoma de emergência (AEB), alerta de mudança involuntária de faixa (LDW) e comutação automática de farol alto (AHB), airbags frontais, de tórax e de cabeça (4 no total), alarme antifurto, alças de segurança traseiras e dianteira do lado do passageiro, alerta de não utilização do cinto de segurança para motorista, passageiro dianteiro e passageiros traseiros, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, ASR (controle eletrônico de tração), cintos de segurança dianteiros retráteis de 3 pontos com regulagem de altura, cintos de segurança traseiros retráteis de 3 pontos, ESP (controle eletrônico de estabilidade), ESS (sinalização de frenagem de emergência), freios ABS com EBD, gancho ISOFIX para fixação de cadeirinha infantil, gear shift indicator, HCSS (partida a frio sem tanque auxiliar), hill holder (assistente de partida em rampa), iTPMS (monitoramento de pressão dos pneus), monitoramento de pontos cegos, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, sistema de controle de emissões evaporativas (ORVR) e TC+ (electronic locker).
Cores
O Fiat Fastback Abarth 2026 é vendido nas cores Preto Vulcano. Já as cores Vermelho Montecarlo, Branco Banchisa e Cinza Strato contam com o teto pintado em Preto Vulcano.
Marca comemora marco de 12 meses de operação com crescimento de 50% na produção no primeiro semestre de 2025
A Bajaj do Brasil celebra, neste mês de junho, o primeiro aniversário de operação de sua fábrica instalada no país, localizada em Manaus (AM). Inaugurada em junho de 2024, a unidade é a primeira da marca fora da Índia e foi apresentada oficialmente em cerimônia que contou com a presença de Rakesh Sharma, Diretor Executivo da Bajaj Auto Limited.
Desde o início da produção, a marca acumula 22.373 motocicletas produzidas em 12 meses. A fábrica iniciou as atividades com os modelos Dominar 160, Dominar 200 e Dominar 400. Em agosto de 2024, passou a fabricar a Dominar 250, e neste mês de junho de 2025, colocou em linha seu quinto modelo, a Pulsar N150.
Na divisão por modelos, a Dominar 400 lidera o volume, com 10.016 unidades produzidas, seguida por 3.957 Dominar NS200, 3.726 Dominar NS160, 3.656 Dominar 250 e 1.018 unidades da nova Pulsar N150. Abril de 2025 foi o mês com maior produção até agora, registrando 2.560 motos montadas. Já o primeiro semestre de 2025 mostra avanço significativo: a produção cresceu 50% em comparação ao segundo semestre de 2024.
Atualmente, mais de 200 pessoas trabalham na fábrica, entre colaboradores diretos e indiretos. A Bajaj confirma que novos investimentos e contratações estão previstos para a expansão da unidade a partir de 2026.
“Parece que foi ontem que, com muito orgulho e responsabilidade, iniciamos a produção da primeira fábrica da Bajaj fora da Índia. Doze meses depois, com mais de 22 mil motos produzidas, vemos que estamos trilhando um caminho de sucesso, à altura do mercado brasileiro e da grandiosidade da marca Bajaj. O board da Bajaj Auto Limited sempre acreditou no nosso País e segue nos dando todo o suporte para seguirmos crescendo de maneira sólida e sustentável para levarmos opção de escolha para um número cada vez maior de motociclistas brasileiros. Agradeço aos funcionários da nossa fábrica, aos clientes, concessionários e todos os nossos parceiros que estão construindo conosco esta história”, afirma Waldyr Ferreira, Managing Director da Bajaj do Brasil.
Esportivos da marca alemã já são divulgados em site comercial, estreia dois dos modelos será no segundo semestre. Sedã deve chegar primeiro
Em 2024, a Volkswagen confirmou a chegada do novo Jetta GLI e também do Golf GTI, sedã foi flagrado recentemente em testes pelo Autos Segredos. Já o hatch fez turismo no Rock in Rio 2024, ficando exposto numa espécie de clínica com o público presente no festival musical.
Os dois chegarão para compor o que a marca chama de VW Legends, no qual o Nivus GTS, lançado recentemente, já faz parte.
Foto | Volkswagen/Reprodução
VW Jetta GLI
Na dianteira, a reestilização do VW Jetta GLI 2025 inclui novos faróis, capô, para-choque e grade principal. A grade principal segue a receita dos últimos lançamentos da marca com barra iluminada fazendo um conjunto com as luzes DRL. Uma barra próximo ao capô se estende por toda a dianteira por cima dos faróis e da logo da VW.
O para-choque dianteiro recebe uma enorme entrada de ar com elementos em formato de colmeia, como nos recentes lançamentos da marca. Um aplique em vermelho percorre a parte inferior do para-choque até as entradas de ar nas extremidades do para-choque.
De lado, o sedã esportivo recebe novas rodas de liga-leve.
Na traseira, o para-choque segue basicamente o mesmo desenho atual. As lanternas também mantêm o mesmo formato e disposição de luzes. No entanto, elas agora se estendem pela tampa do porta-malas sendo interligadas por um acabamento acrílico com nome GLI no centro.
O VW Jetta GLI 2025 seguirá equipado com o motor 2.0 Turbo movido a gasolina que entrega 231 cv de potência entre 5.000 e 6.200 rpm e torque de 35,7 kgfm entre 1.500 e 4.400 rpm. O câmbio é o automatizado de dupla embreagem de sete marchas.
Foto | Volkswagen/Reprodução
VW Golf GTI
Na reestilização de meio ciclo de vida, o VW Golf MK8 passou uma pequena mudança visual na dianteira, recebendo novos faróis, para-choque e grade. A versão GTI tem uma grade inferior enorme com elementos de malha de colmeia. Os faróis são iluminados por luzes de LED, com uma assinatura em LED que se estende na grade, ligado o conjunto de luzes. Até mesmo o logo da VW é iluminado.
Na traseira, as lanternas foram atualizadas recebendo efeito de boas-vindas. A saída dupla de escapamento dá um belo visual na traseira do hatch.
Por dentro o carro não teve mudanças significativas. O VW Golf GTI 2025 pode ser equipado com generosas telas de 10,4 polegadas ou 12,9 polegadas. O painel 100% digital segue como na última troca de geração e não aderiu ao conceito de uma peça única junta à central. Uma das novidades em funcionalidade é a compatibilidade nativa do sistema de multimídia do carro com o ChatGPT, que está integrado à multimídia.
O VW Golf GTI 2025 em motor 2.0 TSI de 265 cv e 37,7 kgfm de torque. Ele é ligado ao câmbio automatizado de sete marchas. Ele faz de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Compacto da Fiat se destaca pelo visual moderno e bom espaço interno; preços começam em torno de R$ 36 mil no mercado de usados
Lançado em 2018 para substituir de vez o antigo Palio, o Fiat Argo chegou com a missão de modernizar a linha de compactos da marca. A versão 1.0 Drive, com motor Firefly de 3 cilindros, entregava um pacote de equipamentos interessante para o segmento, incluindo direção elétrica, ar-condicionado, vidros e travas elétricos, computador de bordo e sistema de som com Bluetooth em várias unidades.
Principais qualidades
Design atualizado — O Argo estreou um visual mais robusto e atraente que se mantém atual até hoje.
Espaço interno — Apesar de compacto, tem bom espaço para ocupantes e porta-malas de 300 litros, acima da média dos concorrentes diretos.
Consumo eficiente — O motor 1.0 Firefly é econômico: médias de 11 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina, segundo usuários.
Direção elétrica leve — Facilita manobras, especialmente em uso urbano.
Desempenho limitado — Com 77 cv e 10,9 kgfm de torque, o 1.0 sofre em retomadas, principalmente com carro cheio ou ar ligado.
Acabamento simples — Em plásticos e tecidos, deixa a desejar em sensação de qualidade; apresenta rangidos em algumas unidades com mais quilometragem.
Isolamento acústico — Barulho do motor invade a cabine em rotações mais altas.
Preço médio de mercado
No varejo de usados, o Fiat Argo 1.0 Drive 2018 é anunciado geralmente entre R$ 37 mil e R$ 56 mil, dependendo do estado de conservação, quilometragem e região.
A cotação atual na Fipe é de R$ 50.329, valor que serve de referência para negociações particulares e seguradoras.
Manutenção
O Argo 1.0 é simples de manter, com revisões relativamente acessíveis e mecânica robusta. O motor Firefly não tem histórico de grandes problemas crônicos. As principais manutenções incluem:
Troca de óleo e filtros a cada 10 mil km (custo médio de R$ 400);
Velas e correias a cada 40 mil km;
Freios dianteiros costumam durar entre 25 e 40 mil km, dependendo do uso.
Peças de reposição são fáceis de encontrar e com preços compatíveis com a categoria.
Principais concorrentes do Fiat Argo 1.0 Drive 2018
No mercado de usados, o Fiat Argo 1.0 disputa espaço com outros compactos que oferecem preço semelhante, bom custo-benefício e mecânica simples. Entre os principais concorrentes estão:
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus (2018) — Também traz design atual e boa lista de equipamentos; motor 1.0 Kappa tem desempenho parecido, mas a manutenção costuma ser um pouco mais cara.
Chevrolet Onix Joy 1.0 (2018) — Campeão de vendas da época, oferece pós-venda amplo e preço competitivo, mas acabamento ainda mais simples que o do Argo.
Volkswagen Gol 1.0 MPI (2018) — Modelo tradicional, robusto e fácil de manter, porém já mostrava sinais de envelhecimento no projeto nessa geração.
Ford Ka 1.0 SE (2018) — Espaçoso, bom de dirigir e motor 1.0 Ti-VCT mais ágil que o Firefly, mas sofre com relatos de fragilidade no sistema de embreagem em algumas unidades.
Foto principal |Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Colunista Fernando Calmon analisa a exposição Eletrocar, ele também relata o imbróglio da parceria CAOA e Hyundai, por fim ele avaliou o Jeep Renegade Série 10 anos
Dentro de uma exposição bem mais ampla, a tradicional Eletrolar Show para um público profissional, realizada no novo Distrito Anhembi (o antigo pavilhão do Salão do Automóvel, agora modernizado), a Eletrocar ocupou apenas 5% da área total. Na próxima edição em 2026, a organização estima que o espaço ocupado por modelos elétricos subirá para 15%. Uma estimativa bem otimista.
Este ano apenas três marcas participaram: GWM com Haval H6 e Tank 300; a estreante chinesa Farizon, do Grupo Geely, apresentou novos furgões de carga elétricos e a brasileira Lecar exibiu o sedã 459, cujo protótipo estava em exposição.
O dono da Lecar é o empresário Flávio Assis. Ele pretendia fabricar um carro elétrico convencional, mas acabou optando pelo que chamou de híbrido de alcance estendido. Sempre há alguma confusão na classificação desse tipo de veículo. O sedã de dois volume e meio tem um motor elétrico de 120 kW (165 cv), importado da chinesa Hepu, que movimenta diretamente as rodas traseiras, o que o caracteriza como veículo elétrico.
A diferença, a exemplo do Nissan E-Power, está na existência de um motor a combustão que serve como gerador para alimentar a bateria, também importada da China e dispensa tomada para recarga doméstica ou em eletropostos. Este motor de 1 litro flex turbo de origem Renault é fornecido pela Horse e produzido em São José dos Pinhais (PR). Tem pouco sentido usar um motor caro apenas para funcionar em rotação constante como gerador. Faltou uma explicação convincente.
Assis também informou um alcance de 1.000 km com um tanque de etanol de 30 litros, ou seja, nada menos de 33,3 km/l, um número que muitos poucos fabricantes no mundo conseguem atingir. Não disse, porém, qual seria a distância percorrida se abastecido somente com gasolina, pois se trata de um flex. Precisará ainda de homologação pelo Inmetro, um processo que exige tempo e custa caro.
O Lecar 459 mede 4.350 mm de comprimento, 1.820 mm de largura e 1.520 mm de altura. Estranhamente, a distância entre eixos não foi informada. Previsão de início da produção seriada é em agosto do próximo ano, na fábrica que a empresa está finalizando no município de Sooretama, no Estado do Espirito Santo, a 120 km da capital Vitória. Preço estimado para o lançamento em 2026: R$ 159.300. E inclui um pacote ADAS com sistema de direção semiautônoma (Nível 2), que é caro.
Segundo o proprietário da empresa, a mesma arquitetura será utilizada para uma picape, que já tem nome: Campo.
Único ponto incontroverso é o fim da produção, em abril último, do caminhão leve HR e de uma versão defasada do SUV médio Tucson, importados em regime CKD da Coreia do Sul e montados na fábrica do grupo brasileiro Caoa, em Anápolis (GO). Em fevereiro do ano passado, as duas marcas chegaram a um entendimento que transferia a importação dos produtos pela Caoa para a própria Hyundai. Esta passou a pagar royalties ao grupo brasileiro. Hyundai, por sua vez, unificou sua rede de concessionárias que passou a atender tanto modelos nacionais quanto importados.
A relação comercial Caoa-Hyundai começou há 26 anos, quando o grupo sul-coreano não havia alcançado a relevância mundial de hoje. Hyundai só construiu sua fábrica própria em Piracicaba (SP) há 13 anos, onde também produz motores. Em 2024 ultrapassou a Toyota em vendas pela primeira vez, ficando atrás apenas das marcas históricas Fiat, VW e Chevrolet. Este ano a japonesa recuperou o quarto lugar.
Até agora nem a Caoa e nem a Hyundai comunicaram oficialmente que o acordo acertado em 2024 estava encerrado. Quem sabe, signifique uma negociação discreta e silenciosa entre as partes, em andamento. Poderia, talvez, reincluir a produção em Anápolis do caminhão leve, cuja evolução hoje é conhecida como Porter, além do novo Tucson.
Por outro lado, a revista Autoesporte indicou, no último dia 24, que a Caoa poderia estar em acertos com a Omoda Jaecoo, subsidiária da Chery, para produzir dois novos modelos em sua fábrica de Goiás, no espaço que a Hyundai teria deixado “livre”. Desta fábrica saem hoje os Caoa Chery Tiggo 5X, 7 e 8. O grupo brasileiro possui outra unidade fabril, contudo inoperante, em Jacareí (SP), ainda de quando a Chery fez a primeira incursão no mercado brasileiro, que não deu certo e foi fechada em 2022, oito anos depois de inaugurada.
Omoda Jaecoo já começou a vender, em abril, os modelos importados Omoda E5, elétrico e o Jaecoo 7, híbrido plugável. E há rumores de início da produção, a partir de CKD, até o final deste ano. Exatamente onde? Aguarde novos capítulos.
De Meo troca automóveis por marcas de luxo
Presidente mundial da Renault, o italiano Luca de Meo de 58 anos, teve uma carreira bem diversificada (e agitada) na indústria automobilística ao longo de 25 anos. Iniciou na própria Renault e depois Toyota Europa, Grupo Fiat (incluindo Lancia e Alfa Romeo). Passou pelo Grupo VW como diretor de marketing e após três anos assumiu vendas e marketing da Audi. De lá seguiu para a Seat, marca espanhola integrante do Grupo VW. Com toda essa experiência voltou ao Grupo Renault onde também comandava a romena Dacia e a francesa Alpine.
Ele foi responsável pelo programa Renaulution e em 2023 tomou uma decisão estratégica ao dividir os esforços de desenvolvimento de motores em duas empresas especializadas: Horse, para motores a combustão interna e Ampere, para os elétricos. Atraiu também a chinesa Geely como parceira. De Meo conduziu ainda com muito tato a atribulada aliança Renault, Nissan e Mitsubishi. Quando a Nissan, imersa de novo em problemas financeiros, anunciou um acordo com a Honda, o executivo italiano entrou na negociação e tudo foi desfeito.
Toda essa carreira atribulada pode ter sido a razão para o executivo sair da indústria automobilística e ingressar a partir de 15 de julho no mundo das marcas de moda de luxo, Gucci e Yves Saint-Laurent. De Meo, no entanto, fez declarações contundentes ao jornal inglês Financial Times, no mês passado, corroboradas por John Elkann, presidente da Stellantis.
De Meo: “O princípio da neutralidade tecnológica tem sustentado todas as regulamentações em todos os setores da Europa desde a sua fundação. Não foi o caso dos automóveis. Somos a única indústria que é obrigada a reduzir em 100% o impacto [dos seus produtos]”, afirmou de Meo.
Elkann concordou: “Acreditamos que a incrível oportunidade para os países europeus e a União Europeia abordarem as emissões não está no foco na emissão zero para carros novos, mas em como podemos reduzir as emissões dos 250 milhões de carros que hoje circulam na União Europeia”.
São críticas explícitas à regulamentação europeia que prevê um prazo de 10 anos para que nenhum carro possa ser vendido na União Europeia com motores a combustão. Mesmo modelos compactos de entrada, mais baratos, teriam de ser elétricos. É possível que este prazo se estenda, todavia não há certeza.
Avaliação: série Renegade Willys 10 anos
Pacote comemorativo de uma década de fabricação é discreto, mas bem elaborado: desde as rodas de lega leve escurecidas aos adesivos no capô e na coluna traseira, bancos com costura exclusiva, identificação nas soleiras de portas e plaqueta numerada no interior das 1.010 unidades da série especial. O Renegade teve poucas mudanças nos 10 anos de produção em Goiana (PE). As primeiras entregas da série comemorativa, exclusiva da versão de topo Willys, só começaram em junho.
Mas o motor em toda a linha do SUV de entrada da Jeep foi modificado para atender à regulamentação de emissões Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). A fase L8 começou no último dia 1º de janeiro. No entanto, sempre se autoriza a venda de modelos nacionais e importados em estoque até 31 de março, desde que as unidades tenham sido fabricadas até 31 de dezembro do ano anterior.
O 1.3 turbo flex, depois de recalibrado, perdeu 9 cv e entrega agora 176 cavalos de potência com etanol ou gasolina. Valor de torque manteve-se igual: 27,5 kgf·m. Câmbio é o automático convencional epicíclico de nove marchas, sendo as duas últimas bem longas para poupar combustível e menos ruído a bordo.
Tração 4×4 com reduzida e suspensão mais elevada mostraram desempenho muito bom em trechos fora de estrada, sem lama. No uso cotidiano, cidade e estrada, praticamente nada mudou em relação à fase L7 com aceleração de 0 a 100 km/h, em 8,7 s.
Versão de entrada do hatch compacto da marca americana é transformada em furgão para entregas urbanas
O Chevrolet Onix Log chega ao mercado com preço sugerido de R$ 98.290, transformado em furgão, ele chega para disputar segmento de entregas urbanas com o Fiat Fiorino. Voltado para clientes com CNPJ, a marca oferece desconto de 12%, comercializando o modelo por R$ 86.495,20.
A expressão popular “Quem não tem cão, caça com gato”, nunca fez tanto sentido quanto a tática da Chevrolet em transformar o Onix de passageiro numa versão furgão para disputar um pedaço de mercado, onde o modelo italiano domina, ficando com 70% das vendas na categoria no primeiro trimestre. Afinal de contas, a marca não tem modelo específico para atuar no segmento. A marca lançou um lote experimental com apenas 50 unidades.
O Chevrolet Onix Log é baseado na versão de entrada, saindo de fábrica com ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatros portas, travas elétricas, porta-malas com abertura elétrica, chave canivete com telecomando, rodas de aço de 14”, central multimídia, entre outros itens.
Para fazer cosplay de furgão, a Chevrolet retirou o banco e os três cintos de segurança traseiros. Ela revestiu o assoalho com um plástico para igual com altura do porta-malas, para ter acesso ao estepe basta levantar a parte que não é fixa.
A marca também colocou uma parede divisória em plástico para separar os bancos dianteiros do compartimento de carga. Para que o motorista não perdesse a visibilidade do retrovisor interno, a marca colocou uma peça em acrílico na parte central da divisória.
Com as alterações a Chevrolet transformou o Onix Log num furgão com capacidade para levar 364 quilos de carga e 1.045 litros de bagagens. Neste quesito, o Fiat Fiorino ganha com certa vantagem já que sua capacidade é para 650 quilos e 3.000 litros de volume.
O Chevrolet Onix Log tem 4,16 metros de comprimento, 2,04 m de largura, 1,47 m de altura e 2,55 m de distância de entre-eixos.
O Chevrolet Onix Log tem motor 1.0 de três cilindros com 82 cv de potência com etanol e 80 cv com gasolina. O torque fica em 10,6 kgfm com etanol e 10,2 kgfm com gasolina. O motor é ligado ao câmbio manual de seis marchas.
A média de consumo do Chevrolet Onix Log é de 9,6 km/l na cidade e 11,0 km/l em estrada rodando com etanol. Com gasolina, a média é 13,8 km/l em trajeto urbano e 16,9 km/l em ciclo rodoviário.
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