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Linha Fiat Pulse recebe reajustes e sobe até R$ 1.500

Fiat/Divulgação

SUV segue com opções aspiradas, turbo e híbridas leves; reajuste atinge todas as versões do Pulse em abril

Quem pretende levar um Fiat Pulse para casa vai precisar desembolsar um pouco mais neste mês. A marca aplicou novos reajustes na linha do modelo, elevando os preços de todas as versões em até R$ 1.500.

A atualização ocorre menos de um ano após a última reestilização do SUV, que trouxe mudanças pontuais no design, ampliação da lista de equipamentos e novidades como teto panorâmico e ajustes elétricos para o banco do motorista em versões específicas.

Na tabela de abril, as versões Drive 1.3 MT, Drive 1.3 CVT, T200 e Audace tiveram aumento de R$ 1.000. Já as configurações mais completas, como Audace Hybrid, Impetus Hybrid e a esportiva Abarth, registraram elevação de até R$ 1.500.

Com isso, o Pulse passa a partir de R$ 103.990 na versão Drive 1.3 manual e chega a R$ 162.490 na Abarth, topo de linha com proposta esportiva.

Sob o capô, o modelo segue oferecendo diferentes conjuntos mecânicos. As versões de entrada utilizam o motor 1.3 Firefly flex de até 107 cv, com opções de câmbio manual ou CVT. Já as configurações turbo contam com o 1.0 T200 de até 130 cv e cerca de 20,4 kgfm, podendo ser combinado ao sistema híbrido leve de 12V. No topo, a versão Abarth traz o 1.3 turbo de até 185 cv com transmissão automática de seis marchas.

Mesmo com os reajustes, o Pulse mantém sua estratégia de ampla variedade de versões, atendendo desde quem busca um SUV mais acessível até consumidores interessados em desempenho ou eletrificação leve. Abaixo, confira os novos preços do Pulse:

  • Drive 1.3 MT — R$ 103.990 (+ R$ 1.000)
  • Drive 1.3 CVT — R$ 115.990 (+ R$ 1.000)
  • T200 1.0 Turbo CVT — R$ 119.990 (+ R$ 1.000)
  • Audace Hybrid 1.0 Turbo CVT — R$ 136.990 (+ R$ 1.000)
  • Impetus Hybrid 1.0 Turbo CVT — R$ 151.490 (+ R$ 1.500)
  • Abarth 1.3 Turbo AT — R$ 162.490 (+ R$ 1.500)

Foto Principal: Fiat/Divulgação

Nova tecnologia da Geely supera BYD em velocidade de carregamento

Lynk&Co/Divulgação

Bateria de 95 kWh da Geely reduz tempo de recarga e eleva potência a níveis inéditos; sistema mantém alta carga até estágios avançados

A Geely afirma ter atingido um novo patamar na recarga de veículos elétricos com sua arquitetura de 900V, batizada de “Energee Golden Brick”. A tecnologia foi aplicada ao sedã Lynk & Co Z10 e, segundo a marca, estabelece um novo referencial de velocidade frente aos sistemas atuais do mercado.

Nos testes divulgados, a bateria de 95 kWh apresentou desempenho superior ao de soluções concorrentes, como a “Blade” da BYD. O sistema da Geely foi capaz de ir de 10% a 70% de carga em apenas 4 minutos e 22 segundos, enquanto a rival leva cerca de cinco minutos no mesmo intervalo. Já no ciclo de 10% a 80%, o tempo registrado foi de 5 minutos e 42 segundos, atingindo quase a carga total em menos de nove minutos.

O avanço está diretamente ligado à capacidade do sistema de manter altas taxas de entrada de energia mesmo com a bateria próxima da carga completa. Durante os testes, o pico chegou a 1.100 kW, com fluxo sustentado de cerca de 350 kW até os estágios finais, um desempenho ainda raro fora de aplicações experimentais.

Novo Geely EX5 Max de frente na cor Cinza Ash
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Apesar dos números impressionantes, a adoção em larga escala ainda depende da expansão da infraestrutura compatível. A própria Geely avança na instalação de estações de alta potência, mas a cobertura ainda é mais limitada do que a rede da BYD, que já possui maior capilaridade em seu mercado doméstico.

Além disso, especialistas levantam dúvidas sobre os efeitos dessa estratégia no longo prazo. Markus Fallböhmer, responsável pela área de baterias da BMW, alerta que priorizar recargas extremamente rápidas pode trazer consequências como maior desgaste das células, aumento de custos e possíveis impactos na autonomia e na segurança dos veículos.

O avanço tecnológico, portanto, reforça a disputa entre fabricantes, mas também evidencia o equilíbrio delicado entre desempenho, durabilidade e viabilidade prática na próxima geração de elétricos.

Foto principal: Lynk&Co/Diulgação

Jeep Avenger 2027 terá quatro versões híbridas; saiba quais

Projeção Jeep Avenger 2028
Projeção | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

As quatro versões disponíveis serão híbridas-leves; Jeep Avenger será feito em Porto Real (RJ) junto de Citroën Aircross, Basalt e C3

Os preparativos para a chegada do Jeep Avenger ao mercado brasileiro seguem em ritmo acelerado. Além de chegar por aqui portando o visual atual do modelo comercializado na Europa, conforme Autos Segredos em novembro, o novo SUV compacto da Jeep terá só quatro versões híbridas: Altitude, Longitude, Sahara e Limited. A apuração é do nosso editor-chefe, Marlos Ney Vidal.

O Jeep Avenger será vendido e fabricado no Brasil somente com o motor 1.0 Turbo 200 Flex Hybrid. O SUV terá o mesmo sistema híbrido leve de 12 Volts dos Fiat Pulse e Fastback, no qual um motor elétrico multifuncional atua como alternador e motor de arranque. 

O sistema híbrido é ligado ao motor 1.0 Turbo Flex 200 com potências de 130 cv com etanol e 125 com gasolina. O câmbio será o mesmo CVT que simula sete marchas já usado em modelos da Fiat, Peugeot e Citroën.

O Jeep Avenger chegará para atuar no segmento de SUVs de entrada, como Fiat Pulse, Renault Kardian e VW Tera. Ele tem 4,08 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,53 m de altura e 2,56 m de entre-eixos. Seu porta-malas tem capacidade para 380 litros.

A projeção que ilustra este artigo mostra como ficará o Avenger 2028 no Brasil. O SUV receberá dianteira que é inspirada na nova geração do Jeep Compass. Mantendo o mesmo visual do atual Avenger europeu, o nacional terá até as mesmas opções de roda. Por aqui, ele será fabricado em Porto Real (RJ), ao lado dos Citroën Aircross, Basalt e C3. O modelo também terá a versão 85th Anniversary (85 Anos), fechando suas quatro versões previstas.

Quanto vai custar o Jeep Avenger?

A Jeep acabou dando a “dica” do seu posicionamento de mercado ao apresentar o Renegade 2027 com preço inicial de R$ 147.990 para a versão Altitude. Sem a versão Sport, a marca abriu uma lacuna de R$ 120 mil a R$ 150 mil para posicionar seu novo SUV compacto.

Segurança

Desde a versão de entrada, o Jeep Avenger 2027 terá seis airbags de série, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, freios ABS com EBD e a disco nas quatro rodas. 

Ele também contará com ADAS nível 2 que agrega:

  • AHB | Comutação automática dos faróis
  • DDT | Detector de fadiga do motorista
  • LDW | Aviso de mudança de faixas
  • FCW + PEB | Aviso de colisão frontal com frenagem de emergência com detecção de pedestres e ciclistas
  • TSR | Reconhecimento de placas de trânsito
  • BSM | Monitoramento de pontos cegos 
  • RCM | Detecção de tráfego cruzado traseiro
  • ACC | Piloto automático adaptativo

Projeção | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Volkswagen Nivus Highline ganha desconto agressivo e fica mais competitivo

Foto | Marcelo Ramos

Ofertas reduzem preço para perto de R$ 140 mil em algumas concessionárias Volkswagen; descontos variam conforme estoque e condições comerciais

O Volkswagen Nivus Highline voltou ao radar dos consumidores após surgir com reduções expressivas em concessionárias pelo país. Em ofertas específicas, o modelo pode ter abatimentos próximos de R$ 30 mil, fazendo o preço cair para a faixa dos R$ 140 mil, bem abaixo do valor sugerido pela fabricante.

Na tabela oficial, o SUV costuma figurar na casa dos R$ 170 mil, o que evidencia o impacto dessas campanhas no posicionamento do modelo. Com isso, o Nivus passa a competir de forma mais direta não apenas com SUVs compactos, mas também com opções de categorias superiores.

Esse tipo de estratégia não é novidade para a Volkswagen. Em vendas corporativas, o modelo já vinha apresentando condições mais agressivas, e agora esse movimento começa a ganhar espaço também no varejo tradicional, dependendo da região e da disponibilidade em estoque.

Mesmo com os preços reduzidos, a versão Highline mantém seu pacote completo, com motor 1.0 turbo 200 TSI de até 128 cv, câmbio automático de seis marchas e uma lista robusta de equipamentos. Recursos como controle de cruzeiro adaptativo (ACC), central multimídia VW Play e acabamento mais refinado seguem como diferenciais.

Na prática, o novo patamar de preço torna o modelo mais atrativo para quem busca um SUV bem equipado sem avançar para faixas mais altas. Ainda assim, as melhores condições costumam estar vinculadas a fatores como estoque limitado, bônus na troca ou planos específicos de financiamento.

Foto principal: Marcelo Ramos/Autos Segredos

Jeep cresce 3% em 2026 e aposta em híbridos e motor Hurricane para sustentar alta

Jeep/Divulgação

Marca supera 27 mil unidades no ano, com destaque para Compass e novidades eletrificadas no portfólio

A Jeep começou 2026 com o pé direito no Brasil. A marca fechou março com 10.118 unidades emplacadas, acumulando 27.246 veículos vendidos no primeiro trimestre — um crescimento de 3% em relação ao mesmo período de 2025. Mais do que números, o resultado reflete uma estratégia clara: reforçar o portfólio com novas tecnologias e versões mais competitivas.

O grande protagonista segue sendo o Jeep Compass. Líder entre os SUVs médios há nove anos, o modelo manteve o ritmo forte ao registrar 5.435 unidades em março. No acumulado do ano, já são 14.106 unidades vendidas, avanço de 11% frente ao mesmo período do ano passado. Com isso, o Compass detém 22,4% de participação no segmento — um domínio difícil de contestar.

Logo abaixo, o Jeep Commander também mostra evolução consistente. O SUV de sete lugares emplacou 1.355 unidades em março e soma 4.056 veículos em 2026, crescimento de 16%. O modelo vem se consolidando como alternativa nacional para quem busca mais espaço, conforto e tecnologia.

Fechando a trinca nacional, o Jeep Renegade segue com papel estratégico no volume da marca. Foram 3.319 unidades em março e 9.057 no acumulado do ano, reforçando sua importância no segmento de entrada da Jeep.

Estratégia: mais potência e eletrificação

Se os números ajudam, o futuro da Jeep no Brasil passa diretamente pelas novidades recentes. A marca iniciou o ano com movimentos importantes, como a estreia do motor Hurricane TurboFlex de 272 cv no Compass Blackhawk — agora com proposta ainda mais esportiva e potente.

Outro pilar da estratégia é a eletrificação. A Jeep passou a oferecer sistemas híbridos leves (MHEV) de 48V no Renegade e também no Commander, ampliando a eficiência energética e alinhando a operação local às diretrizes globais da Stellantis.

Além disso, a marca prepara mais um passo relevante: a chegada do Jeep Avenger ainda em 2026. O modelo deve ampliar a presença da fabricante em segmentos mais acessíveis, mirando novos públicos.

Foto principal | Jeep/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o Jeep Renegade 2027:

Honda enfrenta crise na China e revê estratégia global

Honda/Divulgação

Montadora cancela projetos e perde participação de mercado; reformas internas tentam acelerar resposta da Honda

A Honda vive um momento delicado em sua operação na China, mercado que por anos foi um dos principais pilares de rentabilidade da companhia. Após uma visita a fornecedores locais, o CEO Toshihiro Mibe reconheceu a dificuldade de competir com o ritmo da indústria chinesa, destacando a velocidade de desenvolvimento, que pode colocar novos veículos nas ruas em cerca de dois anos.

Esse cenário já provoca impactos diretos nas decisões estratégicas da marca. Projetos considerados importantes foram interrompidos, incluindo dois modelos elétricos e o retorno do Acura RSX. Até iniciativas mais recentes, como a linha Afeela, desenvolvida em parceria com a Sony, tiveram seu cronograma afetado.

Honda/Divulgação

Os números reforçam a gravidade da situação. As vendas da Honda na China caíram de 1,62 milhão de unidades em 2020 para cerca de 640 mil em 2025, enquanto fábricas operam com aproximadamente metade da capacidade, abaixo do nível considerado sustentável financeiramente.

Como resposta, a empresa iniciou uma reestruturação interna em sua área de pesquisa e desenvolvimento, buscando dar mais autonomia aos engenheiros e acelerar processos decisórios. Ainda assim, o desafio vai além da própria Honda. Executivos como Jim Farley, da Ford, e Koji Sato, da Toyota, já alertaram para o impacto estrutural do avanço chinês sobre a indústria global.

Na Europa, o cenário segue a mesma tendência. Enquanto grupos como BYD e SAIC ampliam presença e já se aproximam de 2% do mercado, a Honda recuou para cerca de 0,5% de participação. A retração é preocupante e retrata a situação do momento da marca no país asiático.

O que antes era visto como uma ameaça distante agora se consolida como um fator central na transformação da indústria automotiva em 2026, com as fabricantes chinesas assumindo protagonismo e forçando concorrentes tradicionais a acelerar mudanças profundas em suas estratégias.

Foto principal: Honda/Divulgação

Leapmotor B10 estreia no Brasil com preço competitivo sob chancela da Stellantis

SUV elétrico médio chega em versão única, aposta em custo-benefício e antecipa futura variante híbrida flex nacional

O Leapmotor B10 marca a estreia de mais um capítulo da ofensiva eletrificada da Stellantis no Brasil. Apresentado oficialmente, o SUV médio chega em versão única 100% elétrica por R$ 182.990, com condição promocional de R$ 175.990 mediante troca com usado. Posicionado abaixo do C10, o modelo aposta em bom pacote tecnológico, dimensões generosas e desempenho competitivo para enfrentar rivais chineses e até SUVs médios tradicionais.

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Design segue padrão global da marca

Visualmente, o B10 adota identidade semelhante ao irmão maior, com faróis full LED estreitos interligados por uma barra acrílica (não iluminada) e para-choque com acabamento em black piano. Como bom elétrico, a dianteira é praticamente fechada, contribuindo para a aerodinâmica.

De lado, chamam atenção as rodas diamantadas de 18 polegadas, maçanetas embutidas (sem acionamento elétrico) e teto solar panorâmico de série. Já a traseira repete o estilo clean, com lanternas em LED conectadas visualmente e linhas arredondadas.

Dimensões e espaço interno são destaque

O SUV mede 4,51 m de comprimento, com 2,73 m de entre-eixos, garantindo bom espaço interno — especialmente no banco traseiro. O porta-malas leva 365 litros, podendo chegar a 1.411 litros com os bancos rebatidos.

O assoalho plano facilita o transporte de três passageiros atrás, embora falte apoio de braço central. O espaço para pernas e cabeça é generoso, mesmo com teto solar.

Interior tecnológico, mas com ressalvas

Por dentro, o B10 aposta em minimalismo típico dos chineses. O destaque é a central multimídia de 14,4 polegadas, que concentra praticamente todas as funções do carro — inclusive ajustes de retrovisores e ar-condicionado.

Apesar do visual moderno, a ausência de botões físicos pode incomodar no uso diário. Outro ponto criticado é o posicionamento da tela, parcialmente encoberta pelo volante em algumas situações.

O quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas acompanha o ajuste da coluna de direção, solução inteligente que melhora a ergonomia.

Conjunto elétrico e desempenho

O B10 é equipado com motor elétrico de:

  • 218 cv de potência
  • 24,4 kgfm de torque
  • 0 a 100 km/h em cerca de 8 segundos

A bateria de 56,2 kWh garante autonomia de até 288 km (padrão Inmetro). Na recarga:

  • AC (lenta): 5% a 100% em cerca de 7 horas
  • DC (rápida): 30% a 80% em 16 minutos

Como esperado, o torque imediato garante respostas rápidas, mas o consumo energético sobe em condução mais agressiva.

Leapmotor B10

Equipamentos e segurança

O modelo vem bem servido de série:

Conforto e conveniência:

  • Ar-condicionado digital de duas zonas
  • Teto solar panorâmico
  • Carregador por indução
  • Rodas de 18”
  • Vidros elétricos nas quatro portas

Segurança:

  • 7 airbags (incluindo central)
  • Freios a disco nas quatro rodas
  • Controles de tração e estabilidade
  • ADAS nível 2 com:
  • Frenagem autônoma de emergência
  • Piloto automático adaptativo
  • Assistente de permanência em faixa
  • Alerta de ponto cego
  • Monitoramento de fadiga

Apesar do pacote robusto, o ajuste do sistema de permanência em faixa foi considerado intrusivo.

Onde o B10 acerta e onde peca

Pontos positivos:

  • Espaço interno generoso
  • Bom pacote de segurança
  • Desempenho competitivo
  • Preço abaixo de rivais diretos
  • Acerto de suspensão adaptado ao Brasil

Pontos negativos:

  • Falta de botões físicos
  • Multimídia mal posicionada
  • Banco do motorista sem ajuste elétrico
  • Ergonomia do porta-malas
  • Banco traseiro com assento baixo
  • Futuro: híbrido flex nacional no radar

Um dos grandes trunfos do B10 está no futuro. O modelo será produzido no Brasil e deve ganhar uma versão híbrida flex a partir de 2027, utilizando sistema em que o motor a combustão atua como gerador — tecnologia já antecipada para outros modelos da marca.

O Leapmotor B10 chega como uma opção racional no segmento de SUVs elétricos médios, combinando preço competitivo, bom nível de equipamentos e respaldo técnico da Stellantis. Ainda que apresente falhas típicas de modelos chineses — especialmente na ergonomia digital —, o modelo mostra evolução no acerto dinâmico e na adaptação ao mercado brasileiro.

Com a promessa de nacionalização e versão híbrida flex, o B10 pode ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, ampliando sua competitividade frente a rivais eletrificados e também aos SUVs tradicionais.

Zeekr amplia presença no Brasil e fecha parceria com Grupo Eurobike no Centro-Oeste

Foto | Zeekr/Divulgação

Marca premium da Geely acelera expansão nacional com foco em experiência do cliente e fortalecimento da rede de concessionárias

A Zeekr segue avançando em sua estratégia de consolidação no Brasil e acaba de dar mais um passo importante. A fabricante anunciou o Grupo Eurobike como parceiro oficial na região Centro-Oeste, reforçando sua presença em mercados estratégicos.

A escolha não é por acaso. Reconhecido pela operação de marcas premium e alto padrão de atendimento, o grupo passa a desempenhar papel central na construção da experiência da marca no país — algo que vai muito além da simples venda de veículos. A ideia é entregar uma jornada completa ao cliente, desde o primeiro contato até o pós-venda.

Expansão com foco em experiência premium

Mais do que crescer em volume, a Zeekr quer crescer com qualidade. A ampliação da rede de concessionárias faz parte de um plano maior, que envolve infraestrutura moderna, atendimento especializado e suporte técnico alinhado ao posicionamento global da marca.

Nesse contexto, o Centro-Oeste surge como uma região estratégica, com potencial de crescimento para veículos eletrificados e consumidores cada vez mais abertos a novas tecnologias.

Portfólio tecnológico impulsiona marca

Com modelos que combinam desempenho, autonomia e design sofisticado, a Zeekr rapidamente ganhou relevância no segmento premium. O avanço da operação no Brasil acompanha o aumento do interesse por carros elétricos, especialmente entre consumidores que buscam inovação sem abrir mão de luxo e tecnologia.

A estratégia também passa por consolidar uma base sólida no país, garantindo não apenas vendas, mas uma operação robusta e confiável no longo prazo.

Eurobike entra como peça-chave

Para a Zeekr, a parceria com o Grupo Eurobike é um movimento natural dentro do plano de expansão nacional. A expertise do grupo em marcas de luxo e sua reputação no atendimento são vistas como fundamentais para elevar o padrão da experiência oferecida ao cliente brasileiro.

“A parceria com o Grupo Eurobike representa um avanço significativo em nossa estratégia de expansão no Brasil. Estamos comprometidos em oferecer não apenas veículos de alta tecnologia, mas também uma jornada excepcional para nossos clientes. A Eurobike é o parceiro ideal para fortalecer nossa presença no Centro-Oeste e elevar ainda mais o padrão de atendimento Zeekr”, afirma Diego Borghi, CEO da operação da marca no país.

Foto principal | Zeekr/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o GAC GS3:

Ford faz recall para F-150 e Maverick por falha em módulo do reboque

Foto | Ford/Divulgação

Proprietários já podem agendar os reparos de seus carros junto aos concessionários da marca 

A Ford realiza recall para a Ford F-150 2023 a 2026 e também para a Maverick 2022 a 2026 por falha em módulo reboque. O atendimento para o reparo nas unidades envolvidas começam no dia 30 de abril.

Chassis

Confira no quadro abaixo a relação dos chassis e data de fabricação das unidades afetadas:

VeículosModelosChassisDatas de produção
F-1502023De PFA00090 até PFC36403De 27 de setembro de 2022 até 14 de agosto de 2023
2024De RFA00319 até RFC18688De 29 de novembro de 2023 até 2 de novembro de 2024
2025De SFA48597 até SFC65449De 6 de fevereiro de 2025 até 1° de dezembro de 2025
2026De TFA42762 até TFA48308De 26 de janeiro de 2026 até 19 de fevereiro de 2026
Maverick2022De NRA00402 até NRB12287De 26 de julho de 2021 até 23 de novembro de 2022
2023De PRA00070 até PRA92941De 28 de outubro de 2022 até 19 de outubro de 2023
2024De RRA00027 até RRB83362De 6 de outubro de 2023 até 13 de outubro de 2024
2025De SRA19045 até SRB79879De 22 de janeiro de 2025 até 5 de novembro de 2025
2026De TRA00080 até TRA61887De 15 de outubro de 2025 até 19 de febrero de 2026

Falha

De acordo com comunicado da Ford, o sistema de reboque pode não funcionar corretamente nas unidades da F-150 e Maverick afetadas pelo recall devido à possibilidade de falha na calibração do módulo do reboque.

Riscos

O fabricante ainda diz que na hipótese de falha do módulo enquanto um reboque estiver conectado, as luzes de freio, as luzes indicadoras de direção e o sistema de frenagem do reboque poderão não funcionar, aumentando o risco de acidente com possíveis danos físicos e, em casos extremos, riscos fatais aos ocupantes do veículo e a terceiros.

Informações

Para mais informações, os clientes devem consultar o aplicativo Ford, contatar o Centro de Atendimento Ford (CAF) pelo telefone 0800 703 3673, ou uma Concessionária Ford de sua preferência. Em caso afirmativo, será agendada a realização gratuita do serviço de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas.

O tempo médio para atualização do módulo é de 30 minutos. 

Foto principal | Ford/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com a Ford Ranger Chassi-cabine XL 2026:

Stellantis mantém liderança na América do Sul e cresce no Brasil, Argentina e Chile no 1º trimestre de 2026

Stellantis lidera vendas na América do Sul em maio

Grupo automotivo supera 232 mil veículos na região, amplia participação e reforça domínio no Brasil e na Argentina

A Stellantis encerrou o primeiro trimestre de 2026 com números robustos e consolidando sua liderança nos principais mercados da América do Sul. Entre janeiro e março, o grupo ultrapassou 232 mil veículos emplacados e projeta fechar o período com cerca de 21,2% de participação regional, mantendo a dianteira em países estratégicos como Brasil e Argentina.

O desempenho ganhou ainda mais força em março, quando a companhia comercializou mais de 89 mil unidades na região, crescimento de 29% em relação a fevereiro e market share de 20,7%.

“Os nossos resultados na região refletem uma estratégia de longo prazo, construída a partir do entendimento das necessidades dos nossos clientes e da capacidade de adaptação às dinâmicas de cada mercado. Seguimos evoluindo com foco em competitividade, eficiência operacional e capacidade de execução, apoiados por um portfólio amplo e uma base industrial sólida. Esse posicionamento nos permite sustentar nosso desempenho mesmo em um cenário em constante evolução”, afirma Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul.

Brasil puxa desempenho e amplia liderança

Principal mercado da região, o Brasil teve papel central nos resultados. No acumulado do ano, a Stellantis emplacou mais de 174 mil veículos, garantindo 29,1% de participação — avanço de 0,3 ponto percentual frente ao quarto trimestre de 2025.

Somente em março, foram mais de 70 mil unidades comercializadas no país, alta de aproximadamente 29% na comparação anual, evidenciando o bom momento das marcas do grupo no mercado nacional.

Argentina segue estratégica com três modelos no top 10

Na Argentina, a Stellantis também manteve a liderança no trimestre, com mais de 43 mil veículos vendidos e 28,9% de market share, crescimento de 1,8 ponto percentual em relação ao fim de 2025.

O destaque ficou para a forte presença no ranking de mais vendidos, com três modelos no top 10:

  • Peugeot 208 (2º lugar)
  • Fiat Cronos (3º lugar)
  • Peugeot 2008 (9º lugar)

Em março, o grupo vendeu mais de 12,5 mil unidades no país, com o Peugeot 208 liderando isoladamente o mês, com cerca de 2,2 mil emplacamentos.

Chile em evolução consistente

No Chile, a Stellantis mantém a segunda posição entre os principais grupos automotivos, com crescimento gradual de participação. Em março, foram 2,6 mil unidades vendidas e 9,7% de market share, avanço de 0,9 ponto percentual sobre fevereiro.

No acumulado do trimestre, o volume já supera 6,6 mil veículos comercializados no país.

Domínio absoluto em comerciais leves no Brasil

No segmento de veículos comerciais leves (LCV), a Stellantis segue praticamente soberana no Brasil. No acumulado de 2026, o grupo alcançou 53,6% de participação, avanço expressivo de 7,6 pontos percentuais em relação a 2025.

Em março, esse domínio ficou ainda mais evidente, com 54,3% de market share, crescimento de 9,5 pontos percentuais.

Desempenho global também avança

Fora da América do Sul, o grupo também apresentou crescimento relevante. Nos Estados Unidos, as vendas subiram 4% no primeiro trimestre, totalizando 305.902 unidades. O avanço foi puxado principalmente pelas marcas Ram (+20%) e Jeep, que também registrou alta no período.

Na Europa, o destaque foi a Itália, onde a Stellantis cresceu 16,2% no trimestre — acima dos 9,4% do mercado local — atingindo 32,5% de participação e 157.780 veículos vendidos.

Em março, a companhia liderou o ranking italiano com Fiat Pandina, Jeep Avenger e Leapmotor T03 ocupando as três primeiras posições.

Foto principal | Stellantis/Divulgação

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