Superesportivo da marca americana crava 6:15,977 no “Inferno Verde” e supera rivais históricos em desempenho absoluto
O lendário circuito de Nürburgring voltou a ser palco de um feito histórico. A Ford cravou um novo recorde com o Ford GT Mk IV, que se tornou o carro americano mais rápido da pista e também o modelo com motor exclusivamente a combustão mais veloz de todos os tempos no traçado alemão.
O tempo de 6 minutos, 15 segundos e 977 milésimos coloca o hipercarro em um seleto grupo: é o terceiro mais rápido no ranking geral, considerando também protótipos elétricos e carros de corrida extremos. De quebra, o modelo supera o Chevrolet Corvette ZR1X na categoria de protótipos.
O Ford GT Mk IV é uma raridade absoluta. São apenas 67 unidades produzidas, marcando o fim da terceira geração do icônico GT. Debaixo da carroceria de fibra de carbono com cauda longa — projetada para maximizar o downforce — está um motor EcoBoost biturbo que supera os 800 cv.
O conjunto inclui:
Suspensão de corrida Adaptive Spool Valve (ASV) da Multimatic Entre-eixos alongado para maior estabilidade Transmissão de competição sob medida
Tudo pensado para extrair o máximo desempenho possível em pista.
Para encarar os 20,7 km do “Inferno Verde”, a Ford escalou Frédéric Vervisch, especialista no circuito. Bicampeão das 24 Horas de Nürburgring (2019 e 2022), ele também venceu as 24 Horas de Daytona em 2025 com o Mustang GT3.
Segundo o piloto, o GT Mk IV é uma máquina extrema:
“O carro é uma arma absoluta, uma verdadeira extensão da sua vontade. Cada comando é respondido com precisão imediata.”
O recorde chega em um momento simbólico para a Ford. A marca celebra:
10 anos da vitória do Ford GT em Le Mans 60 anos do início da trajetória do lendário Ford GT40
Para a fabricante, o feito reforça a tradição em corridas de endurance e tecnologia aplicada ao desempenho.
Nürburgring como laboratório
O desenvolvimento do GT Mk IV envolveu parceria com Multimatic e Michelin, com foco em levar soluções extremas das pistas para os carros de rua. O circuito alemão segue sendo um dos principais laboratórios do mundo automotivo.
Tempos recentes da Ford em Nürburgring
Ford GT Mk IV — 6:15,977 — Frédéric Vervisch
Ford F-150 Lightning SuperTruck — 6:43,482 — Romain Dumas
Ford Transit SuperVan 4.2 — 6:48,393 — Romain Dumas
Marca chinesa usa reality show para destacar recarga rápida, espaço interno e tecnologia do hatch elétrico
A Geely acelerou sua estratégia de visibilidade no Brasil ao estrear com protagonismo no Big Brother Brasil 26. A marca foi responsável pela primeira Prova do Líder da edição, realizada na quarta-feira (1º), e usou a dinâmica para apresentar ao grande público os atributos do seu hatch elétrico. No fim da disputa, Samira saiu vencedora e levou para casa um Geely EX2 zero quilômetro.
A ação colocou os participantes em uma prova física e estratégica, simulando na prática conceitos ligados à mobilidade elétrica. Durante a disputa, os confinados interagiram com diferentes áreas do carro, como porta-malas, banco traseiro, console central e até o chamado “frunk” (porta-malas dianteiro), explorando o espaço interno do modelo.
Dinâmica simula recarga rápida e destaca tecnologia
A prova foi estruturada em estações com bicicletas ergométricas conectadas a totens de recarga. A cada rodada, os participantes escolhiam um dos veículos e precisavam cumprir desafios baseados em cartas estratégicas — algumas exigiam esforço extra, enquanto outras penalizavam o jogador.
O destaque ficou para a simulação de recarga: ao pedalar, os participantes “carregavam” o carro virtualmente, ilustrando um dos principais trunfos do modelo. Na prática, o EX2 é capaz de ir de 30% a 80% de carga em cerca de 21 minutos, um dos pontos mais explorados pela marca durante a ação.
Foco no uso urbano e na praticidade
O Geely EX2 foi apresentado como um carro voltado ao uso urbano, com proposta de eficiência energética, bom aproveitamento de espaço interno e soluções inteligentes para o dia a dia.
Entre os destaques estão o conjunto elétrico voltado à agilidade no trânsito, cabine com bom espaço para ocupantes e a proposta de baixo custo de uso — fatores que ajudam a explicar a forte aposta da marca no modelo como porta de entrada para a eletrificação no Brasil.
SUV compacto já roda na linha de montagem de Porto Real (RJ) e estreia está próxima
O Jeep Avenger nacional já começou a ganhar forma no Brasil. As primeiras unidades de teste do SUV compacto estão passando pela linha de produção do Polo Industrial de Porto Real, no Rio de Janeiro, marcando a reta final de preparação para o início da fabricação em série.
Executivos da Stellantis acompanharam de perto o processo e reforçaram a importância do modelo para a operação local. “Trazer mais uma marca ao Polo de Porto Real é muito importante para a Stellantis, pois reforça toda a capacidade tecnológica da planta em produzir um modelo que é um sucesso mundial, como o Avenger”, comentou Herlander Zola. “Em um ano tão importante, em que Porto Real celebra 25 anos, é a fábrica que vai dar um presente aos clientes brasileiros, pois as unidades de teste que vimos aqui nos enchem de certeza do sucesso que será a chegada do Jeep Avenger”, concluiu.
O Avenger será o primeiro modelo da Jeep produzido no estado do Rio de Janeiro. Para isso, a Stellantis vem utilizando toda a estrutura da planta, que conta com mais de 300 robôs, alto nível de automação e processos avançados de controle de qualidade.
Nesta etapa, as unidades pré-série são fundamentais para validar todos os processos industriais. Ajustes como tempo de linha, calibração de equipamentos e medições eletrônicas fazem parte da rotina até que a produção em larga escala esteja pronta para começar.
“A chegada do Jeep Avenger esse ano marca o momento de expansão do portfólio da Jeep, além de celebrar o aniversário da marca, que completa 85 anos de muita inovação e aventura. O Avenger representa também uma conexão da linha de produtos da Jeep com as expectativas dos clientes brasileiros”, destacou Breno Kamei.
“O Avenger chegará para deixar a nossa gama ainda mais completa. A Jeep é uma referência quando falamos em SUVs no mercado brasileiro e o segmento de B-SUV é um dos que mais cresce. Em breve, teremos dois modelos muito tecnológicos e competitivos nesse segmento”, afirmou Hugo Domingues.
Marca indiana consolida fábrica de Manaus e cresce 80% em produção mensal
A Bajaj acaba de atingir um marco importante no Brasil: 50 mil motocicletas produzidas em sua fábrica instalada no Polo Industrial de Manaus (AM). O número reforça o avanço acelerado da operação nacional e posiciona a unidade como estratégica para o crescimento da marca no país.
O modelo que simboliza essa conquista foi a Bajaj Dominar NS200, na cor cinza, que já soma 7.708 unidades fabricadas no Brasil desde o início da produção local.
Produção ganha ritmo e bate recordes em 2026
O crescimento da operação é evidente. Em março de 2026, a fábrica de Manaus superou pela primeira vez a marca de 4 mil motocicletas produzidas em um único mês, totalizando 4.018 unidades — um salto de 80% frente às 2.238 unidades registradas no mesmo período de 2025.
Entre os destaques, os modelos Bajaj Pulsar N150 e Bajaj Dominar NS160 bateram recordes mensais, com 959 e 622 unidades produzidas, respectivamente.
Fábrica de Manaus é peça-chave na estratégia
Inaugurada em junho de 2024, a planta da Bajaj em Manaus é a primeira unidade fabril da marca fora da Índia. O projeto recebeu investimento inicial de US$ 12 milhões, seguido de um aporte adicional de US$ 10 milhões em 2025 para ampliar a capacidade produtiva.
Atualmente, a fábrica pode produzir até 200 motocicletas por dia, com potencial de atingir 48 mil unidades por ano — volume que coloca a operação em linha com a ambição da marca de ganhar escala no Brasil.
Dominar 400 lidera produção e aceitação
A linha Bajaj Dominar 400, incluindo a versão NS400Z, é a mais relevante em volume. Desde o início das operações, já são 21.767 unidades produzidas, refletindo a boa aceitação entre consumidores do segmento de média cilindrada.
Outros números importantes da produção:
Dominar 250: 6.521 unidades desde 2024
Dominar NS200: 7.708 unidades acumuladas
Dominar NS160: 8.717 unidades produzidas
Pulsar N150: 6.561 unidades desde 2025
Crescimento comercial acompanha produção
O avanço industrial acompanha o bom desempenho comercial da Bajaj no Brasil. Em pouco mais de três anos de operação, a marca já superou 50 mil motocicletas emplacadas e ocupa atualmente a sexta posição no ranking nacional.
A estratégia passa por expansão da rede de concessionárias, fortalecimento do pós-venda e ampliação do portfólio — pilares essenciais para competir em um dos maiores mercados de motocicletas do mundo.
Declaração oficial reforça confiança no mercado
“Nosso crescimento no Brasil tem superado todas as expectativas. Em pouco tempo, conquistamos a confiança dos motociclistas brasileiros, que encontram em nossos produtos qualidade, design, tecnologia e excelente custo-benefício. Este marco de 50 mil motos produzidas no Brasil em menos de dois anos de operação da fábrica materializa nossos investimentos e reforça o compromisso de longo prazo da Bajaj com o mercado e com o desenvolvimento do setor no país”, afirma Waldyr Ferreira, Managing Director da Bajaj do Brasil.
Montadora alemã cresce mais de 21% nas vendas diretas ao consumidor final e domina ranking com três modelos entre os seis mais vendidos do país
A Volkswagen começou em 2026 em alta no mercado nacional. A marca encerrou o primeiro trimestre como líder absoluta nas vendas no varejo, modalidade que considera os veículos vendidos diretamente a pessoas físicas nas concessionárias.
Entre janeiro e março de 2026, a Volkswagen registrou 44.389 unidades emplacadas no varejo, crescimento de 21,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando vendeu 36.668 veículos. Com isso, a marca alcançou 14,4% de participação de mercado nesse canal de vendas.
A liderança foi construída ao longo do trimestre. Em fevereiro, a marca já havia assumido o topo das vendas no varejo e repetiu o desempenho em março, consolidando a posição no fechamento do trimestre.
Considerando as vendas totais (varejo + corporativas), a Volkswagen também manteve forte presença no mercado brasileiro. A fabricante acumulou 97.074 unidades emplacadas em 2026, crescimento de 23,1% frente ao primeiro trimestre do ano passado, quando registrou 78.827 veículos vendidos. Com esse desempenho, a montadora permanece na vice-liderança geral do mercado, com 16,2% de market share.
“A liderança da Volkswagen do Brasil em vendas varejo no trimestre evidencia a confiança na marca: quando o consumidor entra na concessionária para escolher um 0km, reconhece na VW a combinação certa entre alta tecnologia, valor, inovação, segurança e design. A liderança do Volkswagen Tera entre todos os SUVs em março destaca a força desse projeto 100% desenhado, desenvolvido e produzido no Brasil, um modelo que atende exatamente o que os brasileiros desejam. No fechamento do primeiro trimestre de 2026, a Volkswagen também celebra conquistas importantes. O Novo T-Cross segue como o SUV mais vendido do Brasil e faz dobradinha com o irmão Tera na liderança do segmento mais competitivo do País. O Polo segue como líder absoluto entre os carros de passeio e hatches. Esses três modelos fazem da Volkswagen a marca com o maior número de representantes no Top 6 dos mais vendidos do Brasil, demonstrando o protagonismo e a competitividade do portfólio”, afirma Leonardo Tosello, diretor de Vendas da Volkswagen do Brasil.
Tera lidera entre SUVs em março
Entre os destaques da marca está o Volkswagen Tera, que assumiu a liderança entre os SUVs no mês de março. O modelo registrou 7.978 unidades emplacadas no período.
No acumulado do trimestre, a Volkswagen segue dominando o segmento de utilitários-esportivos, que é o que mais cresce no mercado brasileiro e já responde por mais de 45% das vendas totais no país.
A liderança vem com a dobradinha formada por Novo T-Cross e Tera. O T-Cross segue como o SUV mais vendido do Brasil, com 19.030 unidades emplacadas entre janeiro e março, mantendo a hegemonia que já dura desde 2023. Logo atrás aparece o Tera, com 18.328 unidades, ocupando a segunda posição entre os utilitários esportivos mais vendidos do país no início de 2026.
Outro pilar da estratégia da Volkswagen no Brasil é o Polo, que continua dominando o segmento de carros de passeio e hatches.
O modelo registrou 11.051 unidades vendidas apenas em março e soma 24.267 emplacamentos no primeiro trimestre de 2026. Com isso, mantém a liderança que já vem desde 2023, quando passou a ocupar o topo entre os carros de passeio mais vendidos do país.
Três Volkswagen entre os mais vendidos do Brasil
O desempenho comercial da marca também aparece no ranking geral do mercado. A Volkswagen é hoje a fabricante com maior número de modelos entre os seis carros mais vendidos do Brasil, com três representantes:
Polo
Novo T-Cross
Tera
A presença dominante nesses rankings reforça o momento positivo da marca no país e mostra a força de seu portfólio, especialmente nos segmentos mais relevantes do mercado nacional.
Com SUVs em alta e o Polo consolidado entre os hatches, a Volkswagen chega a 2026 com uma estratégia clara: equilibrar volume, presença em segmentos-chave e forte apelo no varejo, onde a decisão de compra passa diretamente pelo consumidor final.
SUV compacto recebe mudanças na dianteira, novo painel inspirado no Compass e eletrificação leve nas versões intermediárias
O Jeep Renegade 2027 chega ao mercado brasileiro com uma atualização visual discreta e a adoção do sistema híbrido leve de 48 volts nas versões intermediárias. A reestilização, antecipada pelo Autos Segredos, concentra as principais mudanças na dianteira e no interior, enquanto a mecânica mantém o conhecido motor 1.3 turbo combinado ao câmbio automático de seis marchas.
A linha passa a ser oferecida em quatro versões: Altitude, Longitude, Sahara e Willys. A eletrificação leve está disponível nas configurações Longitude e Sahara, enquanto a versão Willys mantém a tração integral sem eletrificação.
Os preços começam em R$ 141.990, podendo chegar a R$ 189.490 na versão com tração 4×4.
Visualmente, o Renegade 2027 mantém a identidade clássica do modelo, mas com ajustes importantes na dianteira.
A tradicional grade de sete fendas foi redesenhada e agora tem aspecto mais fechado, inspirado em modelos eletrificados da marca. A peça recebeu acabamento em black piano e pequenas aberturas para refrigeração.
O para-choque também foi redesenhado e passou a incorporar novos elementos visuais, incluindo um skid plate prateado e detalhes que melhoram os ângulos de entrada e saída.
Os faróis mantêm o formato circular característico, porém as luzes diurnas em LED passaram a ser segmentadas em quatro elementos, criando uma assinatura luminosa mais moderna.
Na lateral, as alterações são mais discretas. O SUV ganhou novas rodas em todas as versões, enquanto a versão Sahara utiliza rodas de 18 polegadas. O modelo também recebeu novos grafismos para o nome do carro e das versões, além de friso lateral com a inscrição Renegade.
Na traseira, o SUV mantém o conjunto óptico introduzido na última atualização do modelo. A principal mudança fica por conta do novo para-choque, que também recebeu skid plate com acabamento prateado.
O porta-malas segue com 385 litros de capacidade, dentro da média do segmento. O banco traseiro continua rebatível na proporção 60/40, permitindo ampliar a área de carga.
As mudanças mais relevantes aparecem na cabine. O Renegade 2027 passa a adotar um novo painel inspirado no Jeep Compass, com visual mais moderno.
No entanto, diferentemente do irmão maior, o acabamento passa a ser feito predominantemente em plástico rígido, substituindo o revestimento emborrachado utilizado até a linha 2026. Para amenizar a sensação visual, a peça central recebeu revestimento em tecido.
Outra novidade é a central multimídia de 10,1 polegadas, enquanto o quadro de instrumentos digital de 7 polegadas foi mantido.
O console central também foi redesenhado e ganhou posição mais elevada, além de nova alavanca de câmbio semelhante à utilizada na Fiat Toro. O modelo segue com freio de estacionamento eletrônico e modo de condução Sport.
Mais conforto para quem vai atrás
No banco traseiro, a principal novidade é a inclusão de saídas de ar-condicionado, algo que era frequentemente apontado como ausência no modelo.
Os ocupantes também contam com duas portas USB, sendo uma do tipo C e outra convencional.
Apesar das melhorias, o espaço interno continua limitado para quem viaja no assento central, especialmente por conta do console central mais avançado.
A principal novidade mecânica do Renegade 2027 é o sistema híbrido leve de 48 volts, adotado nas versões Longitude e Sahara.
Esse sistema não movimenta o veículo sozinho, mas auxilia o motor térmico em determinadas situações, melhorando eficiência energética e reduzindo emissões.
Na prática, o conjunto ajuda a reduzir o delay nas respostas do acelerador, característica que ficou mais perceptível após as alterações do programa Proconve L8, quando o motor 1.3 turbo teve sua potência reduzida de 185 cv para 176 cv.
Segundo a Jeep, o sistema pode proporcionar economia de até 8,2% no uso urbano. Em contrapartida, o consumo na estrada pode piorar em até 7%, dependendo do combustível utilizado.
Equipamentos desde a versão de entrada
Mesmo na versão de entrada Altitude, o Renegade oferece uma lista de equipamentos razoável, incluindo:
Direção elétrica
Ar-condicionado
Seis airbags
Freios ABS
Controle de tração e estabilidade
Assistente de partida em rampa
Freios a disco nas quatro rodas
Entre os recursos de assistência à condução, o modelo conta com frenagem automática de emergência, mas segue sem oferecer piloto automático adaptativo (ACC).
Posicionamento muda para abrir espaço ao Avenger
Outra mudança importante na linha é a saída da versão Sport, que anteriormente era vendida por cerca de R$ 119.990.
Com isso, o preço inicial do Renegade subiu para R$ 141.990, criando um espaço estratégico na gama da marca. A lacuna será preenchida pelo Jeep Avenger, que deverá ocupar a faixa entre R$ 120 mil e R$ 150 mil.
No primeiro contato ao volante, o Jeep Renegade 2027 mantém o comportamento já conhecido do modelo: rodar confortável e direção precisa.
O sistema híbrido leve contribui principalmente para melhorar a resposta do acelerador, reduzindo a sensação de atraso nas retomadas.
Apesar das mudanças discretas no visual, a atualização torna o SUV mais alinhado às tendências atuais de eletrificação, ainda que o sistema híbrido tenha impacto limitado no desempenho.
Preços do Jeep Renegade 2027
Renegade Altitude – R$ 141.990 (promoção de lançamento por R$ 129.990)
Primeiro elétrico global da marca japonesa chegará ao mercado brasileiro em versão única de acabamento e tração integral
A Toyota prepara o lançamento do seu primeiro SUV elétrico global no mercado brasileiro. O Toyota bZ4X será vendido no país em versão única de acabamento e com tração integral AWD, configuração que privilegia desempenho e segurança. A estreia oficial deverá acontecer em breve.
O Autos Segredos apurou que a marca japonesa optou por trazer ao Brasil a versão mais potente do modelo. Com tração integral, o SUV elétrico utiliza dois motores elétricos, um em cada eixo, que juntos entregam 343 cv de potência e 34,2 kgfm de torque. Com esse conjunto, o bZ4X acelera de 0 a 100 km/h em apenas 5,5 segundos, números que o colocam entre os SUVs elétricos mais rápidos da categoria.
Para o mercado brasileiro, a Toyota deverá adotar a bateria de 73,1 kWh, que no ciclo WLTP oferece autonomia de até 540 quilômetros. O sistema de recarga permite carregamento em corrente alternada (AC) de 11 kW ou 22 kW, além de carga rápida em corrente contínua (DC) de até 150 kW.
O Toyota bZ4X é construído sobre a plataforma e-TNGA, arquitetura dedicada a veículos elétricos desenvolvida pela Toyota em parceria com a Subaru. Essa base foi projetada especificamente para modelos movidos a bateria, permitindo melhor distribuição de peso, maior rigidez estrutural e melhor comportamento dinâmico.
Em dimensões, o SUV mede 4,69 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,65 m de altura e 2,85 m de entre-eixos. O porta-malas oferece 452 litros de capacidade, enquanto o conjunto de suspensões utiliza McPherson na dianteira e multilink na traseira, solução que privilegia conforto e estabilidade.
Design futurista e identidade própria
O design do Toyota bZ4X segue uma proposta futurista e bastante distinta do restante da linha da marca. O SUV elétrico aposta em linhas angulosas, superfícies marcadas e para-lamas volumosos, criando uma aparência robusta e tecnológica. Na dianteira, o modelo traz uma assinatura visual minimalista, com faróis afilados em LED e grade praticamente fechada, característica típica de veículos elétricos. Já a traseira se destaca pela lanterna em peça única que atravessa toda a tampa do porta-malas, reforçando a identidade moderna do utilitário.
Entre os principais equipamentos, o Toyota bZ4X traz central multimídia com tela de 14 polegadas, compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de um amplo cluster digital. O modelo também recebeu melhorias no isolamento acústico, ar-condicionado digital com eficiência otimizada e ergonomia aprimorada na cabine, com novo console central. Nas versões mais completas, o SUV elétrico ainda conta com acabamentos internos de padrão superior.
No pacote de segurança, o utilitário esportivo incorpora a versão mais recente do Toyota Safety Sense, conjunto que inclui frenagem autônoma de emergência, monitor de faixa com correção ativa e controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com função de parada e retomada. O modelo também oferece alerta de ponto cego, monitor de tráfego cruzado traseiro e câmeras 360° nas configurações mais equipadas.
Foto | Marcello Casal Jr/Agência Brasil - CNH Digital servirá de documento de identificação no Enem 2022
Texto propõe documento apenas digital e sem custo ao motorista; projeto aponta que cobrança do licenciamento perdeu sentido com digitalização
Um projeto em análise no Senado Federal propõe o fim da cobrança pela emissão do Certificado de Licenciamento Anual de Veículo, documento obrigatório para circulação de veículos no país. A proposta também prevê que o licenciamento passe a existir apenas em formato digital, eliminando a necessidade de emissão física.
A iniciativa foi apresentada pelo Cleitinho, que defende que a taxa deixou de fazer sentido com a digitalização dos serviços públicos. Segundo o parlamentar, o fim dos custos com impressão e envio tornaria injustificável a manutenção da cobrança.
Foto | Serpro/Divulgação – 207 mil carros já foram comercializadas pela Carteira Digital de Trânsito (CDT)
Caso aprovado, o documento continuaria sendo exigido, mas passaria a ser disponibilizado exclusivamente em plataformas eletrônicas oficiais, com acesso direto pelo proprietário do veículo.
Outro ponto levantado no projeto é a diferença nos valores cobrados entre os estados, considerada um fator que reforça a necessidade de revisão da taxa.
Apesar da proposta, nenhuma mudança entra em vigor por enquanto. O texto ainda precisa passar pelas comissões do Senado e, posteriormente, pela Câmara dos Deputados antes de uma eventual aprovação.
Até lá, as regras atuais seguem válidas, e o pagamento do licenciamento continua obrigatório para que o veículo possa circular regularmente, sob risco de multa e outras penalidades.
Porsche eleva o patamar de desempenho do 911; esportivo adota sistema híbrido e supera 70 kgfm de torque
A Porsche oficializou a chegada do 911 Turbo S ao Brasil, com preços que o colocam entre os esportivos mais caros à venda no país. A versão Coupé parte de R$ 2.100.000, enquanto a Cabriolet chega a R$ 2.150.000, valores que podem subir consideravelmente com a adição de opcionais e programas de personalização.
Disponível inicialmente em pré-venda desde o fim de 2025, o modelo tem as primeiras entregas previstas para o primeiro semestre de 2026. Clientes podem configurar o carro sob medida por meio do programa Porsche Exclusive Manufaktur, que oferece uma ampla gama de cores, acabamentos e detalhes exclusivos, elevando ainda mais o valor final.
Parte da atualização da geração 992.2, o esportivo passa a adotar sistema híbrido pela primeira vez, combinando um motor boxer 3.6 biturbo com tecnologia eletrificada. O conjunto entrega 711 cv e 81,6 kgfm de torque, posicionando o modelo como o 911 mais potente já produzido.
Porsche 911 Turbo S faz de 0 a 100 km/h em somente 2,5 segundos
O desempenho acompanha o preço: são apenas 2,5 segundos no 0 a 100 km/h e velocidade máxima de 322 km/h. A transmissão é PDK de oito marchas com tração integral, enquanto o sistema híbrido adiciona potência sem comprometer a dinâmica, que, segundo a marca, evoluiu inclusive em pista.
Além da performance, o modelo se destaca pelo nível de sofisticação. O interior traz novos acabamentos, materiais exclusivos e ampla possibilidade de customização, incluindo até acessórios personalizados para os proprietários.
Como diferencial, o modelo também oferece um pacote robusto de itens de série já incluídos no preço inicial, como suspensão adaptativa, freios cerâmicos, eixo traseiro direcional e pacote Sport Chrono. Ainda assim, grande parte dos clientes desse segmento costuma investir em opcionais, como pinturas especiais, acabamentos internos exclusivos e detalhes sob medida. Isso pode elevar o valor final para além de R$ 2,5 milhões, dependendo da configuração escolhida.
Fábrica Factory ZERO entra em pausa e afeta 1.300 trabalhadores; General Motors reforça foco em modelos mais rentáveis no curto prazo
A General Motors decidiu suspender temporariamente a produção de veículos elétricos em sua principal unidade nos Estados Unidos, localizada em Detroit. A paralisação ocorre em meio a um cenário de demanda abaixo do esperado para esse tipo de automóvel.
A medida afeta a fábrica Factory ZERO, responsável pela produção de picapes e SUVs elétricos da marca. As atividades foram interrompidas em março, com previsão de retomada apenas em meados de abril, deixando cerca de 1.300 funcionários em regime de layoff temporário.
De acordo com a montadora, a decisão tem como objetivo alinhar o volume de produção ao ritmo atual do mercado, que vem desacelerando. Nos últimos meses, a empresa já havia reduzido significativamente o ritmo da planta, chegando a cortar turnos e diminuir a produção pela metade no início do ano.
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
O movimento reflete uma reavaliação mais ampla das estratégias para veículos elétricos nos Estados Unidos. Apesar dos investimentos elevados, a GM acumula prejuízos bilionários no segmento, com perdas que ultrapassam a casa dos US$ 7 bilhões.
Além da demanda mais fraca, fatores como mudanças nas regras do setor e a redução de incentivos fiscais contribuíram para esfriar o mercado. Nesse contexto, a montadora, assim como outras fabricantes, tem priorizado veículos com motor a combustão, especialmente picapes e SUVs, que oferecem maior rentabilidade.
Mesmo com a paralisação, a empresa afirma que mantém seus planos de eletrificação e continuará investindo em seu portfólio de elétricos. Ainda assim, o cenário indica que a transição para esse tipo de tecnologia pode ocorrer de forma mais gradual do que o projetado anteriormente.
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