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Novo Chevrolet Sonic chega ao Brasil no 2º trimestre de 2026

traseira do Chevrolet Sonic
Foto | Chevrolet/Divulgação

SUV da Chevrolet será produzido em Gravataí (RS) e disputará mercado com Pulse, Kardian e Tera

A General Motors confirmou oficialmente a chegada do novo Chevrolet Sonic ao mercado brasileiro no segundo trimestre de 2026. O utilitário esportivo será fabricado no polo industrial da marca em Gravataí (RS) e entrará na disputa do segmento de SUVs compactos, enfrentando concorrentes como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera. Como antecipação, a empresa já apresentou os primeiros teasers do modelo.

Previsto para estrear entre abril e junho do próximo ano, o Sonic faz parte do novo ciclo de investimentos da GM no País. Em publicação no LinkedIn, a companhia ressaltou que o lançamento simboliza mais uma etapa do processo de modernização de suas operações industriais no Brasil.

Para viabilizar a produção do novo SUV, a unidade de Gravataí está passando por atualizações tecnológicas relevantes. A planta contará com quase mil robôs de última geração conectados a sistemas inteligentes, além de câmeras de alta precisão voltadas ao controle de qualidade e soluções apoiadas por inteligência artificial, reforçando o nível de automação da fábrica.

Novo Chevrolet Sonic terá visual diferenciado em relação ao Onix

Foto | Chevrolet/Divulgação

Assim como seus concorrentes, o Sonic adota a estratégia de substituir os antigos hatches aventureiros por um novo posicionamento como SUV. O Sonic é construído sobre a mesma plataforma do Onix, com o qual compartilha portas, monobloco e conjunto mecânico. No entanto, recebe uma nova dianteira, inspirada em Montana, Spin e Tracker.

De perfil, o SUV mantém as portas do Onix, mas ganha apliques plásticos nas portas e molduras nas caixas de rodas, reforçando o apelo aventureiro. A traseira traz inspiração no Equinox EV. Para isso, a chaparia da coluna “C” ficou um pouco mais larga, permitindo a adoção de uma nova tampa do porta-malas. Com esse recurso de design, a Chevrolet deverá identificar o Sonic como um SUV Coupé.

Assim, as lanternas são horizontalizadas e interligadas por um aplique em black piano, que atravessa a tampa do porta-malas e abriga a gravatinha da Chevrolet, que passa a adotar acabamento preto, em vez do tradicional dourado.Com a nova traseira, a Chevrolet também elevou o assoalho do porta-malas, garantindo volume maior que o do Onix.

No interior, o Sonic terá painel e forrações de portas exclusivos, enquanto os bancos deverão seguir o padrão utilizado na linha Onix. Em relação à motorização, inicialmente o Sonic usará apenas com o motor 1.0 Turbo Flex, sem sistema híbrido. Associado ao câmbio automático de seis marchas, o propulsor com correia banhada a óleo entrega 115 cv de potência, tanto com etanol quanto com gasolina. O torque é de 16,8 kgfm com etanol e 16,3 kgfm com gasolina.

Foto principal: Chevrolet/Divulgação

Jeep leva Compass ao Galo da Madrugada 2026 e destaca liderança entre SUVs médios

Jeep/Divulgação

Marca participa pelo sexto ano consecutivo do evento e apresenta versão Blackhawk, equipada com motor 2.0 Hurricane de 272 cv

A Jeep confirmou participação no Galo da Madrugada 2026 pelo sexto ano consecutivo. Patrocinadora do tradicional evento carnavalesco realizado em Recife (PE), a marca levará ao desfile o Compass, modelo produzido no Polo Automotivo Stellantis de Goiana (PE) e líder entre os SUVs médios no Brasil há nove anos.

De acordo com a fabricante, o Compass figura com frequência entre os dez carros mais vendidos do país, considerando todos os segmentos. Em 2026, o modelo será o destaque da ativação da marca durante a festa.

“Participar do Galo da Madrugada pelo sexto ano consecutivo é celebrar junto com as pessoas a força cultural do Brasil, mas, principalmente, de Pernambuco! E esse ano, trouxemos um carro que dispensa comentários, e que é fabricado bem pertinho dessa festa tão especial, o Jeep Compass”, afirma Hugo Domingues, head da marca Jeep para a América do Sul. “Temos um orgulho enorme em ter um SUV nosso, feito no Brasil, liderando uma categoria tão relevante no mercado por tantos anos seguidos. Nove anos que refletem toda a qualidade, tecnologia e capacidade do nosso SUV, aliados a toda energia das pessoas que se dedicam diariamente em fazer um modelo que já demonstrou ser único!”, completou Hugo.

Versão Blackhawk será a atração principal

A versão escolhida do SUV médio líder no Brasil para representar o modelo no evento será a Compass Blackhawk, equipada com o motor 2.0 Hurricane a gasolina, que entrega 272 cv de potência e 400 Nm de torque. Segundo a Jeep, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e conta com tração 4×4.

Em janeiro, a linha também passou a oferecer uma versão com motorização turboflex.

Tecnologia e assistência à condução

O Compass é equipado com pacote de sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) de nível 2. Entre os recursos estão o Lane Centering e o controle de cruzeiro adaptativo (ACC), que permitem ao veículo manter a velocidade programada e realizar curvas de forma autônoma em vias sinalizadas.

A versão Blackhawk também inclui alerta de colisão frontal com frenagem automática (com detecção de pedestres e ciclistas), reconhecimento de placas de trânsito, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e sistema de estacionamento semiautônomo (Park Assist).

“O Compass representa a combinação de performance e capacidade que faz parte do DNA da Jeep. Levar a versão Blackhawk para o Galo da Madrugada é mostrar que dá para ter emoção ao volante, tecnologia no dia a dia e versatilidade para qualquer caminho — do asfalto à aventura, com 5 anos de garantia”, destaca Hugo Domingues.

Foto principal | Jeep/Divulgação

Mitsubishi Pajero Sport sai de linha no Brasil

Foto | Mitsubishi/Divulgação

SUV deixa o mercado após não se adequar às novas regras de emissões do Proconve PL-8; nova geração pode surgir nos próximos anos

O Mitsubishi Pajero Sport deixou de ser oferecido no mercado brasileiro. O utilitário esportivo de grande porte saiu do configurador da marca e teve as importações interrompidas pela HPE Automotores após não atender às novas regras do Proconve PL-8, em vigor desde janeiro de 2025, que tornaram mais rigorosos os limites de emissões para veículos novos.

Produzido na Tailândia e comercializado no Brasil desde 2019, o modelo não chegou a estrear oficialmente como linha 2026, encerrando sua trajetória no País de maneira discreta.

Durante sua permanência no mercado, o Pajero Sport manteve atuação mais restrita dentro do segmento de SUVs grandes com estrutura sobre chassi, derivados de picapes médias. Sempre distante do Toyota SW4 em volume, o modelo registrou pouco mais de 1.700 emplacamentos em 2025, enquanto o concorrente superou a marca de 17 mil unidades no mesmo período.

Na parte mecânica, o SUV era equipado com motor 2.4 turbodiesel MIVEC, capaz de entregar 190 cv e aproximadamente 43,9 kgfm de torque. O conjunto trabalhava com câmbio automático de oito velocidades e tração integral Super Select II, sistema reconhecido pela versatilidade, com diferentes modos para encarar variados tipos de terreno. A proposta reunia aptidão off-road, conforto a bordo e um pacote consistente de equipamentos, incluindo assistências avançadas de condução nas versões mais completas, como a Legend.

Com a saída do Pajero Sport, o segmento de utilitários esportivos grandes sobre chassi no Brasil fica concentrado basicamente em Toyota SW4, Chevrolet Trailblazer e no recém-lançado GWM Haval H9, que passam a disputar o espaço deixado pelo modelo da Mitsubishi.

Apesar da despedida da geração atual, o adeus pode não ser permanente. A representante da marca sinaliza a possibilidade de retorno no futuro, considerando que o projeto vigente já se aproxima de dez anos de produção na Ásia e uma nova geração é aguardada para os próximos anos.

Foto Principal: Mitsubishi/Divulgação

Kwid E-Tech vs. Dolphin Mini: qual dos elétricos de entrada vale seu dinheiro?

Montagem/Rodrigo Tavares

Nosso comparativo técnico detalhou o que oferecem os dois elétricos mais baratos do Brasil

Quando o assunto são elétricos baratos, dois modelos lutam pelo posto dos mais amigáveis ao bolso do comprador: o BYD Dolphin Mini e o Renault Kwid E-Tech. Os subcompactos, respectivamente o segundo e primeiro mais baratos do mercado, tem suas armas para conquistar quem procura seu primeiro elétrico ou mesmo um segundo carro na garagem da família. Mas qual deles vale seu dinheiro?

Desempenho e alcance elétrico

Em matéria de desempenho, os elétricos de entrada são parelhos. O conjunto mais potente pertence ao Dolphin Mini, com 75 cv e 13,8 kgmf, e velocidade máxima de 130 km/h. Seu alcance elétrico é o maior do comparativo, com 224 km em uma carga. Já o Kwid tem 65 cv e 11,5 kgmf, velocidade máxima de 130 km/h e 180 km de alcance elétrico.

Interior e Tecnologia embarcada

O Kwid E-Tech sai de fábrica com seis airbags, câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, monitoramento de pressão dos pneus, alerta de fadiga, alerta e assistente de mudança/permanência em faixa, alerta de colisão frontal e frenagem automática de emergência (AEB), além de ar-condicionado, volante com ajuste de altura, piloto automático, vidros dianteiros elétricos e retrovisores com ajuste elétrico. Há também painel 100% digital, central multimídia com espelhamento de celular e leitor de placas de trânsito, faróis com regulagem de altura e lanternas de neblina como parte do pacote de série da versão Techno.

Já o Dolphin Mini, na versão de entrada GL, já vem de fábrica com seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, controle de estabilidade e tração, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiro, faróis de LED com acendimento automático, painel de instrumentos digital, central multimídia com tela de 10,1″ e integração Android Auto/Apple CarPlay. Há também chave presencial com partida por botão, controle de cruzeiro, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, ajuste elétrico do banco do motorista, luzes diurnas em LED e monitoramento de pressão dos pneus.

Dimensões e preço dos elétricos de entrada

O Kwid E-Tech Techno tem comprimento de 3,70 m, largura de 1,76 m (incluindo retrovisores), altura de 1,53 m e entre-eixos de 2,42 m, mantendo um porte compacto ideal para uso urbano, com porta-malas de 290 L, comparável a outros elétricos da categoria. O preço sugerido de tabela no Brasil para essa versão é de R$ 99.990.

O Dolphin Mini GL tem dimensões aproximadas de 3,78 m de comprimento, 1,71 m de largura e 1,58 m de altura, com entre-eixos de 2,50 m e porta-malas de cerca de 230 L, o que o classifica como um hatch elétrico subcompacto prático para uso urbano. Quanto ao preço no Brasil, o valor público sugerido fica em torno de R$ 118.990, mas com descontos para vendas diretas (CNPJ/produtor rural) o preço pode cair para cerca de R$ 107.091, e com isenções fiscais para PCD o valor pode chegar a cerca de R$ 99.990 (com condição específica para taxistas em torno de R$ 98.590).

Foto principal: Montagem/Renault/BYD/Rodrigo Tavares/Autos Segredos



Volkswagen confirma patrocínio ao Rock in Rio 2026 pela sexta vez

VW/Divulgação

Montadora reforça parceria histórica com o festival e pode usar o evento como palco para novidades

Com data marcada para setembro de 2026, o Rock in Rio já movimenta o mercado, e a Volkswagen confirmou que seguirá como patrocinadora oficial do festival. A montadora renova, assim, a parceria com o evento carioca e reforça sua estratégia de presença em grandes plataformas musicais no Brasil.

A próxima edição será realizada entre 4 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O line-up reúne nomes internacionais de peso, como Avenged Sevenfold, Elton John, Stray Kids, Jamiroquai, Maroon 5 e Demi Lovato. Entre as atrações brasileiras confirmadas estão João Gomes e Orquestra Brasileira, Roupa Nova, Guilherme Arantes, Péricles, Luísa Sonza e Gilberto Gil.

Para a Volkswagen, esta será a sexta participação como patrocinadora do Rock in Rio Brasil 2026. Segundo Livia Kinoshita, diretora de Marketing da Volkswagen do Brasil e Região América do Sul, a música é um território estratégico para a marca por fortalecer vínculos emocionais com o público e ampliar experiências além do universo automotivo. A executiva destaca que a parceria reforça o posicionamento da empresa como moderna, conectada à cultura e próxima das pessoas.

Acervo/Reprodução

Ao longo das últimas edições, a fabricante utilizou o festival como vitrine para ações especiais e lançamentos. Modelos como Gol, Fox, Saveiro e Polo já ganharam séries comemorativas vinculadas ao evento. Em 2024, além de anunciar o retorno do Golf GTI ao mercado brasileiro, a Volkswagen apresentou ao público seu então inédito SUV compacto, posteriormente batizado de Tera.

Do lado da organização, Rodolfo Medina, vice-presidente de parcerias da Rock World, afirma que a permanência da Volkswagen demonstra a solidez da relação construída ao longo dos anos, marcada por ativações alinhadas ao espírito do festival e foco em proporcionar experiências marcantes ao público.

Embora a montadora ainda não tenha revelado quais ações pretende realizar em 2026, o histórico indica que o evento pode novamente servir de palco para novidades ou anúncios estratégicos.

Foto Principal: VW / Divulgação

Renegade Altitude fica R$ 21 mil mais barato em campanha especial da Jeep

Ofertas Jeep. Renegade Altitude tem preço de Fiat Pulse
Foto | Jeep/Reprodução

Versão 1.3 turbo com 176 cv entra em oferta para pagamento à vista e estoque limitado

O Jeep Renegade se prepara para uma atualização relevante, que incluirá a adoção de sistema híbrido leve e retoques no visual. Enquanto a nova fase não chega às lojas, a marca lançou uma campanha promocional para o SUV, com abatimento de R$ 21 mil.

A ação contempla a versão Renegade Altitude T270 4×2, que teve o preço reduzido de R$ 147.990 para R$ 126.990. A condição é válida para pessoas físicas em toda a rede de concessionárias do País até 5 de março de 2026.

O valor promocional é exclusivo para pagamento à vista e para unidades sem opcionais, na cor Preto Carbon. A oferta é limitada a um lote de 100 veículos ou enquanto houver disponibilidade em estoque.

Sob o capô, o Altitude traz o motor 1.3 T270, que entrega até 176 cv e 27,5 kgfm de torque, associado ao câmbio automático AISIN de seis marchas. Segundo dados oficiais, o consumo é de 7,8 km/l com etanol e 11,1 km/l com gasolina na cidade, passando para 8,9 km/l (E) e 12,4 km/l (G) em percurso rodoviário.

A lista de equipamentos inclui controles eletrônicos de estabilidade e tração, seis airbags, faróis e lanternas em LED, rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus Pirelli Scorpion 215/60, rack de teto e para-barros. O pacote de segurança também reúne frenagem autônoma de emergência, alerta de mudança involuntária de faixa e detector de fadiga do motorista.

Foto principal | Jeep/Divulgação

Volvo amplia portfólio sustentável com B100 e biarticulados elétricos no Brasil

Volvo Õnibus/Divulgação

Marca também destaca avanço dos chassis elétricos e produção nacional de modelos articulados para BRT

A Volvo revelou ontem (11), durante coletiva de apresentação de resultados, novas estratégias para o segmento de ônibus. A principal delas é a futura disponibilização do uso do biocombustível B100 (biodiesel puro) no chassi urbano B320R, prevista para 2026. A fabricante também anunciou sua habilitação no programa federal Pró-Transporte, que facilita o acesso a crédito com taxas reduzidas para a compra de ônibus urbanos.

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De acordo com André Marques, presidente da Volvo Buses na América Latina, a adoção de combustíveis renováveis amplia o leque de soluções sustentáveis da marca. “Assim como os modelos elétricos, os chassis movidos a biocombustível podem reduzir significativamente as emissões nos centros urbanos, chegando a até 90% de diminuição de CO₂, conforme a origem do combustível”, afirma. Segundo ele, a tecnologia já está consolidada na linha de caminhões e reúne benefícios ambientais, viabilidade operacional e ampla oferta do insumo no Brasil.

No campo do financiamento, a entrada no Pró-Transporte busca ampliar o acesso das operadoras a recursos mais baratos. O programa, voltado à modernização e melhoria da mobilidade urbana, utiliza verbas do FGTS e é operado pela Caixa Econômica Federal, com repasse por instituições financeiras, entre elas, o Banco Volvo. As taxas variam conforme o perfil do cliente, podendo atingir cerca de metade dos juros praticados em linhas convencionais. “O setor de transporte de passageiros opera com margens apertadas e custos elevados. Em um cenário econômico desafiador, essa linha pode impulsionar a renovação de frota”, destaca Marques.

Em 2025, a Volvo entregou 1.099 chassis na América Latina, sendo 553 unidades destinadas ao mercado brasileiro, aproximadamente 50% do total regional. O resultado reforça a importância do País nas operações da companhia.

Os chassis rodoviários concentraram cerca de 80% das vendas. A marca vem fortalecendo sua presença nas configurações 8×2, voltadas ao turismo de alto padrão e às rotas interestaduais de longa distância. A família B380R, B420R, B460R e B510R mantém bom desempenho comercial graças ao pacote tecnológico, desempenho e itens de segurança. Outro destaque foi o início das entregas do B360R, lançamento mais recente da linha rodoviária.

Na frente da eletrificação, a Volvo ampliou sua atuação em 2025 com a chegada do chassi elétrico BZRLE, de piso baixo e zero emissões. Já foram negociadas 40 unidades com as operadoras Santa Brígida e Gato Preto, que atuam no sistema municipal de São Paulo.

Outro avanço foi o começo da produção nacional dos chassis BZRT articulados e biarticulados totalmente elétricos. Fabricados exclusivamente na planta de Curitiba (PR), os modelos de alta capacidade são destinados a corredores BRT e podem ser exportados para diferentes mercados.

As primeiras unidades já estão em circulação. Recentemente, a Volvo entregou 21 veículos, entre articulados e biarticulados, para Goiânia (GO). A capital goiana torna-se a primeira cidade do mundo a operar uma frota de biarticulados 100% elétricos, dentro do projeto de modernização do seu tradicional sistema BRT, com foco na descarbonização e na redução de ruído.

Foto principal | Volvo/Divulgação

Hyundai Creta Action 2026 é destinado ao público PCD por R$ 119.990

Hyundai CRETA ganha versao Action, de R$ 119.990, que atende o publico PCD
Foto | Hyundai/Divulgação

Disponível na primeira geração do SUV, opção retorna como versão de entrada da nova geração

Além da NLine com motor 1.6 TGDI, a Hyundai lança a versão Action para o novo Creta 2026, equipada com o conjunto 1.0 TGDI. A versão chega com preço sugerido de R$ 119.990, sendo destinada ao público PCD (pessoas com deficiência). 

O Hyundai Creta Action 1.0 TGDI já pode ser encomendado nas concessionárias da marca, seguindo a regulamentação específica para a modalidade de vendas PCD, incluindo análise documental e aprovações fiscais obrigatórias. As entregas começam em março.

Com as isenções de IPI e ICMS parcial, aplicadas para os clientes PCD, o SUV é vendido por R$ 104.750.   

O Hyundai Creta Action 2026 com motor 1.0 TGDi Flex que entrega potência de 120 cv a 6.000 não importando se há gasolina ou etanol no tanque de combustível, o torque comum aos dois combustíveis é 17,5 kgfm a 1.500 rpm. O câmbio é o automático de seis marchas.

O SUV tem porta-malas com capacidade para levar até 433 litros de bagagens e entre-eixos de 2,61 metros. 

Entre os principais itens de série estão alerta de presença no banco traseiro, rodas de 16” em liga leve, ar-condicionado, direção elétrica, volante com ajuste de altura e profundidade, vidros elétricos, smart key, sistema stop & go entre outros itens.

Na parte de segurança, o Hyundai Creta Action 2026 conta com seis airbags, freios ABS com EBD, controle de estabilidade eletrônico, controle de tração, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência e sistema de monitoramento de pressão dos pneus, controle de velocidade de cruzeiro, sensor crepuscular para acendimento dos faróis, entre outros equipamentos. 

Foto principal | Hyundai/Divulgação

Novo Hyundai Creta 2027 perde potência, mas ganha motor flex 1.6 turbo

Hyundai/Divulgação

Hyundai ajusta potência do SUV para atender programa Mover e reposiciona versões

A Hyundai confirmou a estreia da linha 2027 do Creta no mercado brasileiro, trazendo como principal novidade a adoção do motor 1.6 TGDI com tecnologia flex. A mudança coloca a versão N Line no topo da gama, agora equipada com o novo propulsor e substituindo o antigo 1.0 turbo flex.

Entretanto, com a atualização, o 1.6 turbo passa a entregar 176 cv quando abastecido com gasolina e 173 cv com etanol, números inferiores aos 193 cv oferecidos anteriormente pela configuração exclusivamente a gasolina. Segundo a montadora, a recalibração foi necessária para adequação às diretrizes do programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação), do Governo Federal, que relaciona as alíquotas de IPI à potência e à eficiência energética dos veículos.

O torque foi mantido em 27 kgfm, disponível com ambos os combustíveis. O conjunto mecânico segue acompanhado pelo câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas.

Além do novo motor, o Creta N Line recebe rodas diamantadas de 18 polegadas e passa a contar com o modo de condução “Smart”, que ajusta automaticamente parâmetros do veículo conforme o estilo do motorista, buscando equilibrar desempenho e economia. Permanecem disponíveis também os modos “Sport”, “Eco” e “Normal”.

Na linha 2027, a versão Platinum, equipada com o 1.0 TGDI flex, passa a oferecer faróis e luzes indicadoras de direção em LED na dianteira. Já a configuração Ultimate, anteriormente a mais completa da linha, foi reposicionada abaixo da N Line, mantém a lista de equipamentos e também adota o motor 1.6 turbo na configuração flex.

Confira os preços do Hyundai Creta 2027:

  • Creta Comfort 1.0 TGDI Flex AT – R$ 156.590
  • Creta Limited 1.0 TGDI Flex AT – R$ 173.390
  • Creta Platinum 1.0 TGDI Flex AT – R$ 188.990
  • Creta Ultimate 1.6 TGDI Flex DCT – R$ 201.590
  • Creta N Line 1.6 TGDI Flex DCT – R$ 206.990

Foto principal: Hyundai/Reprodução

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Volvo vai investir R$ 2,5 bilhões no Brasil até 2028; veja onde serão aplicados os recursos

Rodolfo Buhrer / La Imagem / Volvo

Fábrica de Curitiba, pesquisa e rede de concessionárias estão no foco do maior investimento da Volvo no país

A Volvo anunciou nesta quarta-feira (11) um novo ciclo de investimentos no Brasil. A fabricante de caminhões e ônibus vai destinar R$ 2,5 bilhões ao país até 2028, até então o maior aporte desde que iniciou a produção nacional, em 1979.

Os recursos serão direcionados à unidade industrial localizada na Região Metropolitana de Curitiba (PR), além de projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos. O plano também contempla o fortalecimento da rede de concessionárias, a ampliação de serviços para caminhões, ônibus, equipamentos de construção, motores marítimos e industriais, bem como a área de serviços financeiros.

“Temos uma visão de longo prazo. Independentemente do cenário atual, o Brasil é um mercado estratégico para a Volvo”, afirmou o presidente do Grupo Volvo América Latina, Wilson Lirmann, em comunicado.

Mesmo com a retração do mercado brasileiro de caminhões em 2025, a companhia encerrou o ano na liderança no segmento acima de 16 toneladas, com 23% de participação — o equivalente a cerca de 20 mil unidades licenciadas. Dados da Fenabrave indicam ainda que a marca liderou as vendas com dois modelos pesados e também ocupou a primeira posição entre os semipesados com outro caminhão.

No acumulado de 2025, a Volvo emplacou 20.053 caminhões no Brasil, de um total de 25.665 unidades comercializadas na América Latina. A empresa também destacou a liderança no mercado peruano, com 2.414 unidades e 21% de participação, além da vice-liderança no Chile, onde registrou 1.621 caminhões vendidos e 19% de market share.

Foto principal: Volvo/Divulgação

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