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Fiat leva portfólio completo ao Show Rural Coopavel 2026

Nova Fiat Titano Ranch 2026 de frente na cor cinza silversone
Foto | Fiat/Divulgação

Marca líder do mercado brasileiro exibirá 21 modelos em Cascavel, com destaque para Strada, Toro, Titano e a linha de veículos comerciais

A Fiat, que mantém a liderança do mercado automotivo brasileiro pelo quinto ano seguido, levará todo o seu portfólio para a 38ª edição do Show Rural Coopavel, marcada para acontecer entre 9 e 13 de fevereiro, em Cascavel, no Paraná. O estande da marca reunirá 21 modelos, abrangendo desde hatchbacks e SUVs até picapes e veículos comerciais, destacando a amplitude de opções oferecidas ao consumidor.

Um dos principais atrativos será a Fiat Strada, campeã de vendas no Brasil desde 2021 e também o veículo mais emplacado da América do Sul em 2025. A picape será exposta nas configurações Endurance, Volcano, Freedom cabine dupla e Ranch. Na linha 2026, o modelo passa a contar com o Connect Fiat, novo pacote de conectividade desenvolvido especificamente para a Strada.

Foto | Fiat/Divulgação – Toro marcará presença na Show Rural Coopavel 2026

Outro destaque confirmado é a Fiat Toro, referência em seu segmento. O modelo estará representado pelas versões Endurance, Ultra, Volcano e Freedom com motor flex, além da Ranch equipada com motorização diesel. A atualização da linha 2026 trouxe mudanças visuais alinhadas à nova identidade da Fiat e melhorias no interior, como a adoção do freio de estacionamento eletrônico com função auto hold. A Toro permanece como a única picape da categoria a oferecer opções flex e diesel na mesma faixa de preço.

A Fiat Titano, aposta da marca no segmento de picapes médias-grandes, também integra a exposição nas versões Endurance, Volcano e Ranch. O modelo recebeu o novo motor Multijet 2.2, que entrega 200 cv de potência e 450 Nm de torque, aliado ao câmbio automático de oito marchas. A versão mais completa ainda incorpora pacote de assistências à condução, além de evoluções no desempenho fora de estrada graças a ajustes na suspensão e no sistema de tração.

Foto | Fiat/Divulgação

Completam a mostra o Argo Trekking, que figurou como o terceiro automóvel mais vendido do país em 2025, o Mobi Like, o Fastback nas versões T200 e Hybrid, além do Pulse Abarth. A linha de utilitários comerciais também estará representada por Fiorino, Scudo e Ducato, reforçando a atuação da Fiat em diferentes frentes do mercado.

A presença da marca no Show Rural Coopavel 2026 reforça sua estratégia de proximidade com o agronegócio e com os segmentos de maior volume, oferecendo soluções que atendem tanto ao uso urbano quanto às demandas do campo e do transporte profissional.

Foto principal: Fiat/Divulgação

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Confira nossa primeira volta com o VW Taos Highline 2026:

Toyota só deve normalizar fábrica de motores de Porto Feliz em 2028

Fábrica da Toyota
Foto l Toyota / Divulgação

Após tempestade que destruiu parte da unidade em 2025, reconstrução se estende, força importações emergenciais e impacta a cadeia produtiva da marca no Brasil

A Toyota já admite que a retomada integral da fábrica de motores de Porto Feliz, no interior paulista, será bem mais demorada do que se imaginava após a tempestade que atingiu a unidade em setembro de 2025. Severamente danificada, a planta só deve voltar a operar em plena capacidade no começo de 2028.

A estimativa foi confirmada pelo presidente da Toyota do Brasil, Evandro Maggio, em entrevista ao Valor Econômico. Entre os principais entraves está a extensão dos prejuízos estruturais, como a queda de uma ponte rolante sobre equipamentos de alta precisão da linha de produção, o que inviabilizou uma recuperação rápida.

Para viabilizar a reconstrução, a montadora recorrerá a uma combinação de recursos próprios e valores de indenização pagos pela seguradora. Enquanto o prédio original segue fora de operação, a empresa estruturou um esquema emergencial de logística para não comprometer o abastecimento da produção nacional. Parte da fabricação de motores foi realocada temporariamente para um galpão alugado em Porto Feliz, antes utilizado apenas para armazenagem.

Além disso, a Toyota passou a importar componentes considerados críticos de unidades localizadas no Japão, na Turquia e na Indonésia. Para reduzir o impacto dos custos adicionais dessa estratégia, o governo brasileiro concedeu benefícios por meio do regime de Ex-Tarifário, com isenção ou redução temporária do Imposto de Importação, ajudando a preservar a competitividade dos veículos produzidos no país.

No campo trabalhista, o desastre obrigou a empresa a reorganizar sua força de trabalho. Dos cerca de 800 funcionários da unidade atingida, parte foi remanejada para a fábrica de Sorocaba, enquanto outros tiveram seus contratos temporariamente suspensos, entrando em regime de layoff até que a reconstrução da planta seja concluída.

A paralisação da fábrica tem peso relevante para a operação local da marca. A unidade de Porto Feliz é responsável, com exclusividade, pelo fornecimento de motores destinados aos modelos montados em Sorocaba (Corolla Cross, Yaris e Yaris Cross) e em Indaiatuba, onde é produzido o Corolla sedã. O reflexo também foi sentido fora do Brasil: desde 2022, a planta abastecia os Estados Unidos com motores 2.0 Dynamic Force, mas, com a interrupção, o mercado norte-americano voltou a ser atendido diretamente pelas fábricas japonesas.

Foto principal: Toyota/Divulgação

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BMW inicia pré-produção do novo i3 elétrico em Munique

BMW/Divulgação

Sedã da família BMW Neue Klasse entra na fase final de preparação industrial e terá produção em série a partir do segundo semestre de 2026

A BMW confirmou o início da fase de pré-produção do novo i3 sedã em sua fábrica de Munique, na Alemanha. O modelo, que assume o papel de sucessor elétrico do Série 3, entra agora na etapa decisiva de preparação para a fabricação em série, programada para começar no segundo semestre de 2026. Nesta fase, unidades muito próximas da versão definitiva passam a ser montadas para validar tanto o veículo quanto os processos da linha de produção.

Segundo Peter Weber, responsável pela planta do BMW Group em Munique, a operação já funciona em condições reais em todas as frentes industriais. Isso inclui a estamparia atualizada, a nova unidade de carrocerias, a moderna cabine de pintura, a área de montagem recém-estruturada e os sistemas logísticos reformulados, que passam a ser testados de forma integrada antes do início da produção em larga escala.

O novo BMW i3 será o segundo integrante da família Neue Klasse, inaugurada no ano passado com o iX3, e deve conviver por um período com o atual Série 3 nos principais mercados globais. O visual trará referências aos conceitos mais recentes da marca e também à Neue Klasse original dos anos 1960. Entre os destaques estão a tradicional grade dupla em formato mais estreito, conectada aos faróis de LED, linguagem que estreou no iX3. A lateral aposta em linhas limpas e minimalistas, com maçanetas embutidas, enquanto as proporções mudam em relação ao modelo atual, com dianteira mais curta e rebaixada.

No interior, o i3 seguirá a evolução vista nos lançamentos mais recentes da BMW. O principal destaque deve ser a nova central multimídia com tela hexagonal, chamada de Central Display, que concentra as principais funções do carro e também equipa o iX3. O pacote tecnológico ainda deve incluir head-up display com realidade aumentada, recursos avançados de inteligência artificial e materiais sustentáveis no acabamento.

Com a finalização das novas áreas de manufatura e logística em Munique, todo o processo produtivo do modelo passa a ser concentrado na própria planta. Isso exige que sistemas, equipamentos e equipes estejam plenamente ajustados. Os testes realizados com os primeiros exemplares servem justamente para identificar oportunidades de aprimoramento tanto na produção quanto na capacitação dos funcionários antes da chegada do modelo às concessionárias.

A base estrutural será totalmente inédita, utilizando uma arquitetura elétrica de 800 volts aliada à sexta geração da tecnologia BMW eDrive, que promete ganhos em eficiência energética, redução de peso e custos industriais mais baixos. As baterias terão maior densidade de energia, proporcionando melhor desempenho e tempos de recarga reduzidos. O i3 deverá ser oferecido com um ou dois motores elétricos, com opções de tração traseira ou integral.

Foto principal: BMW/Divulgação

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Toyota enfrenta “efeito RAV4” após quase 500 mil unidades vendidas em 2025

Toyota/Divulgação

Com produção limitada do RAV4 2026, Toyota orienta lojistas a direcionar clientes para outros modelos e tenta conter o impacto da alta demanda no mercado norte-americano

O Toyota RAV4 figurou entre os automóveis mais comercializados dos Estados Unidos no ano passado. Mesmo com a despedida da quinta geração, o SUV registrou quase 500 mil unidades vendidas no mercado norte-americano em 2025. O desempenho expressivo, porém, acabou se transformando em um desafio para a própria rede de concessionárias da marca.

De acordo com uma reportagem do Automotive News, a Toyota já comunicou aos lojistas que a produção do RAV4 2026 não dará conta de suprir toda a procura. Com isso, as concessionárias estão sendo orientadas a apresentar alternativas aos consumidores, sugerindo picapes, sedãs e SUVs de porte semelhante, ainda que não desfrutem da mesma fama do RAV4.

Toyota RAV4 Plug-In Hybrid
Foto | Toyota/Divulgação

Segundo a publicação, a lógica da Toyota é direta: não há a pretensão de “substituir” o RAV4, algo considerado inviável, mas sim converter parte do público que chega buscando o modelo e acaba optando por outro veículo da gama. Trata-se de uma estratégia pragmática, pensada para minimizar perdas de vendas.

A diretriz foi definida por executivos da Toyota na América do Norte, e quem visita uma loja da marca nos EUA já é avisado de que dificilmente sairá com o SUV desejado.

Os Estados Unidos seguem como um dos mercados mais importantes da fabricante japonesa. Em 2025, a marca Toyota cresceu 8% em relação a 2024, enquanto a Lexus, divisão de luxo do grupo, alcançou um novo recorde histórico de emplacamentos.

Foto principal | Toyota/Divulgação

Jetour estreia no Brasil com os SUVs híbridos plug-in T1 e T2 e aposta no visual off-road eletrificado

Marca do grupo Chery inicia operação no país com dois SUVs PHEV de proposta aventureira, preços promocionais e foco em tecnologia, conforto e estilo para além do asfalto

A eletrificação automotiva já é uma realidade no Brasil, mas ainda encontra resistência em alguns nichos específicos, como o de picapes médias e SUVs de proposta mais voltada ao off-road. É justamente nesse território que a Jetour, marca pertencente ao grupo Chery, pretende atuar com sua estreia oficial no mercado brasileiro, apostando nos SUVs híbridos plug-in T1 e T2.

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Inicialmente importados da China, os dois modelos fazem parte da mesma família e compartilham boa parte da carroceria e da proposta visual, marcada por linhas retas, aparência robusta e forte inspiração aventureira. A Jetour, no entanto, já sinaliza planos de produção local no futuro, o que pode ampliar sua competitividade no médio prazo.

Jetour T1: visual robusto e foco no custo-benefício

O Jetour T1 é o menor da dupla, embora esteja longe de ser compacto. Com 4,70 metros de comprimento, ele supera Jeep Renegade e Compass em porte, posicionando-se no limite entre os SUVs médios e grandes. Seu visual remete a modelos off-road clássicos reinterpretados de forma moderna, com destaque para a dianteira reta, faróis full LED com elementos tridimensionais e assinatura luminosa animada.

Sob o capô, o T1 combina um motor 1.5 turbo a gasolina com um motor elétrico, entregando 315 cv de potência combinada e 52 kgfm de torque, sempre com tração dianteira. A transmissão é do tipo híbrida dedicada de uma marcha, solução ainda pouco comum fora da engenharia chinesa.

Como híbrido plug-in, o modelo oferece até 85 km de autonomia no modo 100% elétrico e alcance total de até 1.200 km no modo híbrido. No uso urbano, é possível rodar sem consumir combustível, mantendo bom nível de desempenho — apenas o motor elétrico entrega cerca de 204 cv.

O T1 é vendido em duas versões. A opção de entrada custa R$ 249.900, enquanto a versão topo de linha GT Premium sai por R$ 264.900. Os valores são promocionais para a pré-venda nos meses de fevereiro e março. A versão mais completa traz teto solar panorâmico, sistema de som Sony com nove alto-falantes, carregador de celular por indução, bancos dianteiros com ventilação e ajustes elétricos, ar-condicionado dual zone e central multimídia de 15,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay.

Conforto e espaço como diferenciais

O interior do T1 aposta em um equilíbrio entre modernidade e sobriedade. O quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas é integrado ao painel, enquanto a central multimídia flutuante concentra boa parte das funções. O acabamento combina materiais macios, detalhes decorativos e comandos físicos para funções essenciais, como o ar-condicionado.

Na segunda fileira, o espaço é generoso mesmo para passageiros acima de 1,80 metro, com piso plano, bom espaço para pernas e cabeça e saídas de ar dedicadas. O porta-malas também se destaca, com 574 litros de capacidade e abertura elétrica na versão topo de linha.

Jetour T2: mais potência e apelo aventureiro

O Jetour T2 mantém a base do T1, mas adiciona uma proposta mais sofisticada e visualmente aventureira. As diferenças começam pela dianteira, que adota uma nova grade iluminada com o nome da marca, além de rodas de 20 polegadas e caixas de roda mais musculosas. Na traseira, o estepe externo funcional e a abertura lateral do porta-malas reforçam a inspiração em SUVs off-road clássicos.

O grande destaque do T2 está no conjunto mecânico. Além do motor 1.5 turbo, o modelo adiciona um segundo motor elétrico, totalizando três motores. Com isso, a potência combinada sobe para cerca de 320 cv e o torque chega a 62,2 kgfm. Mesmo assim, ao menos neste primeiro momento, o T2 também é oferecido apenas com tração dianteira. Segundo a marca, uma versão com tração integral 4×4 deve chegar posteriormente.

Os preços promocionais partem de R$ 289.900 na versão Advanced e chegam a R$ 299.900 na versão Premium. A diferença entre elas está concentrada em itens como sistema de som Sony com 12 alto-falantes, ajuste lombar elétrico para o motorista e projeção do logotipo da marca nos retrovisores.

Tecnologia e uso fora do asfalto

Apesar da ausência de tração integral, ambos os modelos contam com recursos eletrônicos voltados ao uso fora de estrada, como modos de condução específicos, câmera panorâmica e uma interface off-road na central multimídia, que exibe inclinação, rolagem da carroceria e ângulos do veículo.

Em uso urbano e rodoviário, os dois SUVs se destacam pelo conforto ao rodar, posição de dirigir elevada, boa visibilidade e condução dócil. Já em terrenos de terra ou trechos irregulares, o conjunto de suspensão e o controle preciso do motor elétrico ajudam a manter o veículo estável, mesmo sem vocação extrema para trilhas pesadas.

Desafio de marca e posicionamento

Com produtos bem equipados, tecnologia avançada e visual marcante, a Jetour chega ao Brasil enfrentando um desafio que vai além do produto: construir marca e identidade diante de um consumidor cada vez mais familiarizado com fabricantes chineses. O T1 e o T2 apostam no design, no pacote tecnológico e na eletrificação como diferenciais, enquanto a tração integral, prometida para o futuro, pode ampliar seu apelo entre os entusiastas.

O sucesso da operação dependerá, sobretudo, de como a Jetour pretende se comunicar com o público brasileiro e se diferenciar em um mercado cada vez mais competitivo. Os próximos capítulos dessa estratégia ainda estão por vir.

Grupo Águia Branca incorpora Denza e amplia presença da marca premium no Sudeste

Foto | Denza/Divulgação

Divisão Comércio do grupo passa a representar a marca de luxo da BYD no Espírito Santo e em Minas Gerais; SUV híbrido off-road B5 será o primeiro modelo no Brasil

A Divisão Comércio do Grupo Águia Branca anuncia a incorporação da Denza ao seu portfólio de marcas, reforçando sua atuação no segmento de mobilidade premium no Brasil. A operação será conduzida pela Vitória Motors Denza, com atuação nos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, ampliando a presença da marca no país.

Reconhecida globalmente no segmento de veículos elétricos e híbridos plug-in de luxo, a Denza nasceu em 2010 como uma joint venture entre a BYD e o Mercedes-Benz Group, unindo expertise em eletrificação e engenharia premium. Em 2024, a BYD assumiu integralmente o controle da marca, acelerando sua estratégia de expansão internacional e aproveitando o crescimento do mercado de veículos eletrificados no Brasil para introduzir sua linha de alto padrão.

B5 estreia a Denza no Brasil

O responsável por apresentar a Denza ao consumidor brasileiro será o B5, um SUV híbrido com proposta claramente voltada ao uso off-road. O modelo aposta em um visual robusto, com elementos de design inspirados em um leopardo, reforçando a ideia de força e agilidade. No interior, referências a cadeados e correntes buscam transmitir sensação de proteção e segurança.

Construído sobre chassi, o Denza B5 utiliza a plataforma DMO e combina motor a combustão com propulsão elétrica, oferecendo autonomia total de até 1.200 km pelo ciclo CLTC, sendo entre 90 e 100 km em modo totalmente elétrico. Mesmo com foco fora de estrada, o SUV entrega desempenho expressivo, acelerando de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.

Vocação off-road e tecnologia embarcada

A proposta aventureira é reforçada pela tração integral híbrida (EHS), três bloqueios de diferencial, 16 modos de condução e capacidade de reboque de até 2.500 kg. A suspensão DiSUS-P, com sistema hidráulico inteligente e mais de 20 sensores, ajusta automaticamente o amortecimento conforme o terreno e as condições de uso.

No campo do conforto e da tecnologia, o B5 adota soluções típicas do segmento premium, como sistema de som Devialet com 16 alto-falantes, bancos em couro com aquecimento, ventilação e massagem, refrigerador com funções de aquecimento e resfriamento e o sistema inteligente DiLink. O SUV também oferece acesso por UWB/NFC, visão panorâmica “transparente” de 540° e um conjunto de telas que inclui três displays internos e head-up display.

Segurança e construção

O pacote de segurança inclui 11 airbags e carroceria composta por 96% de aço de alta resistência. O modelo ainda utiliza a tecnologia CTC (Cell to Chassis) com bateria Blade, integrando a bateria à estrutura do veículo para ganho de rigidez e eficiência.

As opções de cores externas incluem Pearl Gold, Olive Green, Sky Blue, Stone Gray e Onyx Black. Já o interior pode ser configurado nos tons Forest Grey, Grafite Ocean ou Desert Sand.

Ficha técnica – Denza B5

  • Comprimento: 4.890 mm
  • Entre-eixos: 2.800 mm
  • Largura: 1.970 mm
  • Altura: 1.920 mm
  • Autonomia combinada: até 1.200 km (CLTC)
  • Autonomia elétrica: 90 a 100 km
  • 0–100 km/h: 4,8 s
  • Tração: integral híbrida (EHS)
  • Reboque: até 2.500 kg

Foto principal | Denza/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com os SUVs Jetour T1 e T2:

VW amplia presença no Programa Carro Sustentável e reduz preços de carros de entrada

VW Tera contará com versão automática entre versões 1700TSI e Comfort
Foto | Volkswagen/Reprodução

Tera MPI passa a contar com isenção total de IPI, fica mais barato e reforça a estratégia da marca no segmento de compactos acessíveis e eficientes no Brasil

A Volkswagen do Brasil ampliou sua participação no Programa Carro Sustentável, iniciativa do Governo Federal que incentiva a produção e a comercialização de veículos mais eficientes, sustentáveis e fabricados no País. A novidade da vez é a entrada do Tera MPI no programa, movimento que deixa o modelo ainda mais competitivo no mercado de compactos.

Sucesso comercial em 2025, o Tera ganha fôlego extra ao manter um bom pacote de equipamentos de série e, ao mesmo tempo, reduzir o preço final ao consumidor. A versão MPI é equipada com motor 1.0 de até 84 cv e câmbio manual de cinco marchas, combinação pensada para o uso cotidiano, com consumo homologado pelo Inmetro de 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada, sempre com gasolina.

A inclusão no Programa Carro Sustentável garante isenção total de IPI, impacto direto no bolso do consumidor. Na prática, o Tera MPI passa a ter uma redução real de 2,55% no preço. Com o esforço conjunto da Volkswagen e de sua rede de concessionárias, o valor final chega a R$ 103.626, ampliando o apelo do modelo frente aos concorrentes.

Desde julho de 2025, quando recebeu certificação para integrar o programa, a Volkswagen já emplacou mais de 45 mil unidades somando Polo Track, Polo Robust e Polo TSI MT. Com a chegada do Tera MPI, a marca reforça sua estratégia de ampliar o acesso a tecnologias atuais e soluções mais eficientes, consolidando-se como uma das protagonistas do Programa Carro Sustentável.

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Confira nossa primeira volta com o VW Taos Highline 2026:

O Tera MPI também passa a contar com condições específicas para Vendas Diretas, atendendo públicos como produtores rurais, pessoas com deficiência (PCD), empresas com CNPJ, frotistas, locadoras e taxistas, o que amplia ainda mais o alcance comercial do modelo.

Outro destaque segue sendo o Polo Track, que já integrava o programa e continua com isenção total de IPI. Com os incentivos e as condições praticadas pela rede, o hatch teve o preço reduzido de R$ 95.490 para R$ 86.375, reforçando sua proposta de carro acessível, robusto e com boa relação custo-benefício.

Foto principal | VW/Divulgação

Primeiras impressões: Volkswagen Taos 2026 e os erros e acertos do SUV médio

VW Taos 2026 chega em versões Confortline e Highline, mas mantém motor 250 TSI de 150 cv

O mercado de SUVs é muito aquecido no Brasil, e a Volkswagen tem motivos de sobra para investir, uma vez que nomes como Tera e T-Cross vendem bem em seus respectivos segmentos. Entretanto, quando o assunto são os médios, o Taos ainda patina em relação à concorrência. Fomos conhecer o modelo 2026 no Rio de Janeiro, e entender seus prós e contras.

Antes de falar das novidades, é preciso dizer que agora o SUV vem importado do México, e não mais da Argentina. Segundo a Volkswagen, é mais vantajoso (e barato) trazer o modelo de fora da Argentina, por conta das taxas impostas pelo país vizinho. No Brasil, o SUV é oferecido em duas versões, Confortline e Highline, pelos preços de R$ 199.990 e R$ 209.990, respectivamente.

Externamente, a principal mudança do Taos repousa sobre o visual, agora atualizado. Na dianteira, ganha destaque a barra da LED, exclusiva da versão topo de linha Highline, que interliga os faróis. Agora ela é posicionada mais acima, afinando a grade. Além disso, a tomada de ar inferior, com desenho em losangos e contorno trapezoidal, cria um efeito visual que reforça a impressão de maior largura no SUV.

Ainda na frente, os faróis full LED seguem o padrão IQ.Light, agora com elementos internos em formato de “X”. De perfil, o modelo traz rodas redesenhadas, de 18 polegadas na versão Comfortline e de 19 polegadas na Highline. Na traseira, a VW optou por se afastar do estilo de lanternas com elementos pontilhados, e passou a usar luzes de traços retos, com um filete de LEDs que conecta as lentes e faz do Taos o primeiro SUV vendido no Brasil a trazer o logotipo traseiro iluminado.

Por dentro, as diferenças entre os acabamentos da Confortline e Highline são mínimas, com destaque para os bancos mais “simples” na primeira, com presença maior de tecido, e detalhes na cor branca no painel, que na Highline são na cor preta. A central multimídia VW Play passa a contar com uma tela de 10 polegadas, agora posicionada destacadamente no painel, mas que peca por não oferecer um botão físico para o volume, excluindo o do volante. No interior, o modelo também evolui ao oferecer 10 opções de iluminação ambiente, ar-condicionado automático de duas zonas e carregador de smartphone por indução.

Na lista de equipamentos, o Volkswagen Taos 2026 passa a oferecer controle de cruzeiro adaptativo e assistente de centralização em faixa no pacote ADAS, que já incluía frenagem autônoma de emergência, sistema automático pós-colisão, alerta de saída de faixa e monitoramento de fadiga do motorista.

Motor 250 TSI é suficiente para o Taos, mas mais cavalaria seria bem-vinda

Contudo, o conjunto mecânico mantém o motor 1.4 250 TSI, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque máximo. A principal novidade fica por conta da transmissão, que deixa de ser automática de seis marchas para adotar um câmbio de oito velocidades. Com isso, o Volkswagen Taos 2026 acelera de 0 a 100 km/h em 9 segundos com etanol e em 9,2 segundos quando abastecido com gasolina.

Durante o test-drive, noto que o conjunto é bem equalizado para o dia a dia, considerando o anda e para da cidade, onde até mesmo o start-stop não é incômodo (e manteve o ar gelando normalmente). Contudo, em situações de ultrapassagens e retomadas, foi preciso habituar-se à transmissão, que sofria com respostas nem tão rápidas assim. Para mitigar a queixa, é importante usar das trocas manuais, disponíveis nas borboletas atrás do volante ou na própria alavanca do câmbio.

Além disso, sob demanda de forte aceleração, a cabine se torna bem ruidosa. No mais, o Taos oferece uma condução bem pacífica e confortável, mas que poderia ser mais ligeira, se dispusesse de um conjunto mecânico mais forte, por exemplo. Considerando rivais consolidados como o Toyota Corolla Cross 2.0 e Jeep Compass 1.3T (ambos na casa dos 170 cv), a diferença é sentida.

Conclusão: Taos oferece bom pacote, mas tem árdua tarefa se quiser se destacar frente a concorrência

No mais, seria injusto pichar o VW Taos por seus defeitos. O espaço traseiro é excelente, com saídas de ar condicionado, portas USB-C para carregamento e os 498 litros do porta-malas são bons para os que não abrem mão de espaço. A posição de guiar é um ponto forte, e a ergonomia é agradável.

Mesmo assim, o Volkswagen Taos segue disponível em duas versões de acabamento. Na Comfortline, o SUV traz seis airbags, painel de instrumentos digital Active Info Display com tela de 10,1 polegadas, banco do motorista com regulagens elétricas, além do controle de cruzeiro adaptativo e do ar-condicionado automático de duas zonas.

Na Highline, a lista é ampliada com sensor de ponto cego, assistente de tráfego cruzado traseiro, sistema de som com subwoofer, teto panorâmico e rodas de 19 polegadas. De críticas, apenas uma qualidade melhor na câmera de ré e seu desempenho, cujo motor vai muito bem em um T-Cross Highline, mas não tão bem assim no SUV médio. O bom pacote de itens de série joga a favor do modelo, mas ainda tem pontos a melhorar se quiser falar de igual para igual com a concorrência.

Ficha técnica: Volkswagen Taos Highline 206

  • Motor
    Dianteiro, de quatro cilindros em linha, 16 válvulas, transversal, flex, 1.395 cm³ de cilindrada, injeção direta e turbo, com potência de 150 cv (etanol/gasolina) a 5.000 rpm e torque máximo de 25,5 kgfm (etanol/gasolina) a 1.500 rpm
  • Transmissão
    Tração dianteira e câmbio automático de oito marchas
  • Direção
    Tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica; diâmetro de giro, 11,2 metros
  • Freios
    Discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira
  • Suspensão
    Dianteira, independente McPherson, com barra estabilizadora; traseira, eixo de torção, com barra estabilizadora; altura mínima do solo, 18,4 centímetros
  • Rodas/pneus
    7×19” de liga leve / 235/45 R19
  • Peso
    1.504 kg
  • Carga útil (passageiros + bagagem)
    n.d
  • Capacidades
    Tanque de combustível, 51 litros; porta-malas, 498 litros; ângulos de entrada/saída, 19°/26,4°
  • Dimensões (metro)
    Comprimento, 4,461; largura, 1,841; altura, 1,626; distância entre-eixos, 2,680
  • Desempenho
    Velocidade máxima, 194 km/h; aceleração de 0 a 100 km/h, 9,0 s (etanol) e 9,2 s (gasolina)
  • Consumo (km/l – Inmetro)
    Urbano, 7,7 (e) e 11,1 (g); estrada, 9,4 (e) e 13,3 (g)

Foto principal | Rodrigo Tavares/Autos Segredos

Ram Rampage inicia 2026 em alta e amplia protagonismo no segmento de picapes

Ram prepara novidades e atrações inéditas para Festival Interlagos
Foto | Ram/Divulgação

Picape desenvolvida no Brasil registra melhor janeiro da história, consolida vice-liderança em 2025 e reforça a ofensiva da Ram com novos modelos no mercado nacional

A Ram Rampage começou 2026 reforçando a relevância da marca no mercado brasileiro. O modelo encerrou janeiro com 2.112 unidades emplacadas, o melhor desempenho mensal desde o lançamento, alcançando participação próxima de 25% entre as picapes intermediárias. Considerando também o segmento de picapes médias, a Rampage ocupou a quarta posição no ranking geral de vendas no acumulado do mês.

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Confira nosso primeiro contato com a Ram Dakota 2026:

O desempenho reflete os resultados expressivos alcançados ao longo de 2025. No ano passado, a picape somou cerca de 26 mil unidades comercializadas, crescimento de 8% em relação a 2024. O período também foi marcado pelo reconhecimento do mercado e da crítica especializada, com a Rampage conquistando novos prêmios, incluindo o bicampeonato na premiação “Os Eleitos”, promovida pela revista Quatro Rodas.

Os números consolidaram a Rampage na vice-liderança do segmento ao longo de 2025, posição que o modelo mantém no início de 2026 com desempenho consistente. Atualmente, a picape é oferecida em quatro versões — Big Horn, Rebel, Laramie e R/T — e duas opções de motorização. A gama inclui o motor 2.2 Turbodiesel, que entrega 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, além do 2.0 Hurricane 4 Turbo a gasolina, com 272 cv e 400 Nm (40,8 kgfm). Com essa configuração, a Rampage se destaca como a picape mais potente e mais veloz produzida na América do Sul.

No panorama geral do segmento, a Ram segue ampliando sua participação no mercado brasileiro, aproximando-se dos 7% de share. Além da Rampage, a marca comercializa no País a Ram 1500, posicionada como a picape a gasolina mais potente e uma das mais rápidas no 0 a 100 km/h disponíveis no mercado nacional. A linha inclui ainda as renovadas Ram 2500 e 3500, que figuram como as picapes a diesel mais potentes à venda no Brasil, equipadas com o motor Cummins® 6.7 Turbodiesel High-Output, de 436 cv e 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque, associado a uma nova transmissão automática de oito marchas.

Para 2026, a ofensiva da marca ganha um novo capítulo com a chegada da Ram Dakota. Apresentada ao público durante o Salão do Automóvel 2025, a picape marca a estreia da Ram no segmento de picapes médias no Brasil. O modelo inicia sua trajetória comercial em formato de pré-reserva, nas versões Warlock e Laramie, ambas equipadas com o motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv e 450 Nm de torque, câmbio automático de oito marchas e tração 4×4 automática, com opções de funcionamento em 4×2 e reduzida.

Foto principal | Ram/Divulgação

(*) Texto redigido com auxílio de inteligência artificial.

Flagra do leitor: GAC ES9 é SUV híbrido plug-in para seis ou sete ocupantes

Flagra GAC ES9
Foto | Régis Loduca

SUV será uma das novidades da marca chinesa para o mercado brasileiro em 2026

Nosso amigo Régis Loduca flagrou o SUV híbrido plug-in GAC ES9 em testes por São Paulo.  No mercado chinês, o SUV é vendido em configurações de seis lugares (2+2+2) ou para sete ocupantes (2+3+2). Para 2026, a marca fará o lançamento do ES9 e do SUV GS3.

O GAC ES9 tem sistema híbrido composto por um motor 2.0 Turbo movido a gasolina que entrega 190 cv de potência e 64,2 kgfm de torque e um elétrico que fornece 182 cv e torque de 30,5 kgfm. Juntos eles entregam 372 cv de potência. O câmbio é o automático DHT de duas marchas. A bateria tem capacidade 25,6 kWh, que no ciclo chinês oferece até 143 km de autonomia. 

O GC ES9 tem 5,11 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,78 m de altura e 2,92 m de distância de entre-eixos.

A lista de itens de série é um dos destaques do GAC ES9. O SUV oferece um pacote tecnológico completo, com central multimídia de grandes dimensões, painel de instrumentos totalmente digital, conectividade avançada e comandos por voz. 

Em relação a segurança, traz sistemas de assistência à condução, como controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência e monitoramento de pontos cegos.

O acabamento interno segue padrão premium, com uso de materiais macios ao toque, bancos com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, além de climatização automática de múltiplas zonas. O conjunto reforça a ambição da GAC de competir diretamente com SUVs híbridos de marcas já consolidadas nos mercados internacionais.

Foto principal | Régis Loduca

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