Yamaha atualiza a trail de média cilindrada, mas preserva motor, câmbio e conjunto ciclístico
A Yamaha apresentou ao mercado brasileiro, na última quinta-feira (29), a nova Lander Connected, que estreia na linha 2026 com atualizações concentradas no design e nos recursos de conectividade. A trail de média cilindrada chega com preço sugerido de R$ 29.290 (frete à parte) e mantém os atrativos quatro anos de garantia e o programa de Revisão Preço Fixo.
A paleta de cores também foi mantida com opções já conhecidas do público, como Titanium Grey (cinza fosco), Amazon Green (verde fosco) e Racing Blue (azul metálico), além da nova Atacama Brown, em tom marrom metálico.
Visualmente, o modelo adota um conjunto mais atual, com destaque para o farol bifuncional em LED com projetor e para a luz diurna (DRL) integrada ao para-lama superior, solução que acompanha o movimento do guidão, diferente dos sistemas fixos na carenagem.
Outro avanço importante está na conectividade: a Lander Connected 2026 traz integração via Bluetooth com o smartphone por meio do aplicativo Yamaha Motorcycle Connect (Y-Connect), que permite monitorar dados como consumo médio, histórico de viagens, plano de manutenção, última localização de pareamento e até um ranking de pilotagem ECO.
Na parte mecânica, não houve mudanças. A motocicleta segue equipada com o motor 250 cc, que entrega 20,9 cv a 8.000 rpm e 2,1 kgf.m a 6.000 rpm, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. O conjunto ciclístico mantém a suspensão dianteira com garfo telescópico de 220 mm de curso e a traseira Monocross com link, com 204 mm de curso. Os freios continuam a disco nas duas rodas, com 245 mm na dianteira e 203 mm na traseira, além de ABS atuando na roda dianteira.
Em 1922, três anos após a sua fundação, a Citroën tornou-se a primeira fabricante a atravessar o Saara em um automóvel
Em 1922, três anos após a fundação da marca, a Citroën aceitou o desafio de atravessar o Saara de carro pela primeira vez. Para André Citroën, fundador, estar em grandes expedições e cruzar territórios inexplorados era a melhor forma de consolidar a imagem da marca e reforçar a robustez dos modelos produzidos pela Citroën. O deserto do Saara reunia as condições ideais para esse propósito.
Para garantir o sucesso da missão e a adaptação dos veículos às condições mais extremas, André Citroën contratou Adolphe Kégresse, engenheiro militar francês que esteve ao serviço do czar da Rússia e patenteou um sistema que permitia que os automóveis fossem capazes de enfrentar terrenos difíceis com maior eficiência.
Citroën/Divulgação
A liderança da expedição foi confiada a Georges-Marie Haardt, então diretor-geral da Citroën e com experiência prévia em veículos blindados durante a Primeira Guerra Mundial. Ao seu lado estava Louis Audouin-Dubreuil, que reunia vivência militar em unidades de tanques, experiência como piloto de guerra e profundo conhecimento do Norte da África, adquirido como oficial das forças coloniais francesas, no qual foi responsável pelos veículos em expedições como a Saoura–Tidikelt, em 1919. Esse mesmo grupo seria decisivo também nas expedições do “Croisière Noire” e do “Croisière Jaune”.
O documentário desta travessia permaneceu em cartaz por quatro anos em diversos cinemas de Paris. Pouco depois, André Citroën passou a considerar um objetivo ainda mais ambicioso, cruzar todo o continente africano de carro, da Argélia até Madagascar. Assim começou a tomar forma a próxima grande expedição da marca, o “Croisière Noire”.
Citroen/Divulgação
No dia 28 de outubro de 1924, oito veículos Citroën equipados com reboques, carregados com suprimentos e peças mecânicas, reuniram-se em Colomb-Béchar, no sul da Argélia. O grupo partiu em direção à região de Tanezrouft, conhecida como “a terra da sede”, dando início a um percurso de aproximadamente 24 mil quilômetros pelo continente africano. Ao volante estavam cerca de 20 homens, sob o comando de Georges-Marie Haardt e Louis Audouin-Dubreuil.
Apesar do planejamento detalhado, os imprevistos surgiram rapidamente. Além das doenças tropicais, o terreno representou um dos maiores desafios. No deserto pedregoso, as rotas precisavam ser abertas manualmente. Nos rios, muitas vezes infestados de crocodilos, foi necessário construir balsas ou pontes improvisadas, algumas com até 58 metros de extensão. Em regiões de vegetação densa, trilhas foram abertas com facões. A isso se somaram capotagens, áreas de areia movediça, incêndios em veículos e encontros com grupos hostis.
Ainda assim, o cronograma precisava ser cumprido. Em 20 de junho de 1925, diante de uma multidão de cerca de 60 mil pessoas, três dos quatro grupos que haviam se reorganizado em Kampala (Uganda), chegaram a Antananarivo (Madagáscar) após embarques realizados em Mombasa (Quênia), Dar es Salaam (Tanzânia) e Beira (Moçambique). O quarto grupo juntou-se aos demais apenas no final de agosto, após percorrer cerca de 5.000 quilômetros adicionais até a Cidade do Cabo (África do Sul).
Além do desafio técnico de cruzar a África de automóvel, o “Croisière Noire” deixou um legado significativo. A expedição resultou em 27 quilômetros de filme, 6 mil fotografias e um amplo conjunto de desenhos e pinturas de Alexandre Iacovleff, que retrataram os povos e culturas encontrados ao longo do percurso. No campo científico, foram coletadas 300 amostras de plantas, 800 aves e 1.500 insetos, muitos deles até então desconhecidos.
Citroen/Divulgação
Em seguida, André Citroën voltou a reunir Haardt e Audouin-Dubreuil para lançar o “Croisière Jaune”, uma expedição dedicada à travessia do continente asiático por regiões extremas como o Himalaia e o Deserto de Gobi. Após o sucesso da expedição africana, o projeto contou com o apoio da National Geographic Society e a participação de cientistas renomados, como Pierre Teilhard de Chardin, que integrou a equipe como geólogo e paleontólogo. Foram organizados dois grupos. O grupo “Pamir” partiu de Beirute, no Líbano, enquanto o grupo “China” iniciou sua jornada a partir de Tianjin.
Os mais de 12 mil quilômetros em terrenos complexos somaram-se desafios políticos e burocráticos, incluindo a proibição de atravessar território soviético e o contexto instável da China à época.
Após partir de Beirute em 4 de abril, os veículos seguiram por Damasco, Bagdá, Teerã, Herat e Kandahar até chegar a Cabul, enfrentando temperaturas que chegavam a 50°C e comprometiam o desempenho dos motores. O trecho mais exigente veio na chegada a Srinagar, na Caxemira, aos pés do Himalaia, uma região até então inédita para o automóvel.
Depois de diversos episódios, os grupos Pamir e China se encontraram em Urumchi, no oeste da China. Em 30 de novembro, retomaram a jornada com o desafio de atravessar a Mongólia e o Deserto de Gobi durante o inverno. O frio extremo exigia o uso de água fervente nos radiadores para evitar o congelamento, além de manter os motores em funcionamento constante. A expedição chegou a Pequim em 12 de fevereiro de 1932, após mais de 12 mil quilômetros percorridos em condições adversas.
Essa experiência contribuiu diretamente para o desenvolvimento do Citroën 2CV, concebido inicialmente como um veículo de uso rural, capaz de atravessar um campo arado transportando uma cesta de ovos sem quebrar nenhum. Com o 2CV, a marca realizou desafios como a Volta ao Mediterrâneo, em 1952. Nas décadas seguintes, foram realizadas viagens até Tóquio via Índia, a travessia das Américas do Alasca à Terra do Fogo e, em 1960, a primeira Volta ao Mundo.
A Citroën ampliou as capacidades fora de estrada do 2CV com a versão Sahara, equipada com tração integral e dois motores, um na dianteira e outro na traseira. Sob organização da marca, grandes raids foram realizados, como o Paris-Cabul-Paris, em 1970, e o Raid África, em 1973, que percorreu 8 mil quilômetros pelo Saara e reuniu milhares de jovens europeus.
O lançamento do Citroën AX deu origem à “Operação Dragão”, que abriu ao Ocidente regiões da China até então pouco acessíveis. O Berlingo foi o veículo central do Raid Paris-Moscou. Soma-se a esse histórico as quatro vitórias do Citroën ZX no Rally Dakar, em 1991, 1994, 1995 e 1996.
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GWM lança série especial e limitada do Haval H6 HEV voltada ao público PcD e vendas corporativas, com conjunto híbrido de 243 cv e foco em custo-benefício.
A GWM Brasil passa a oferecer no mercado nacional uma série especial e limitada do Haval H6 HEV, desenvolvida para atender públicos de vendas especiais, como clientes PcD, frotistas, táxi e motoristas de aplicativo. A nova configuração amplia o acesso à tecnologia híbrida da marca e posiciona o SUV entre as opções mais competitivas da categoria.
O Haval H6 HEV é atualmente o SUV híbrido mais vendido do Brasil e já possui forte aceitação junto ao público PcD. A série especial reforça esse posicionamento ao oferecer uma alternativa com preço mais acessível, sem alterar o conjunto mecânico que consagrou o modelo no mercado.
Baseado no Haval H6 HEV2, o modelo mantém o sistema híbrido composto por um motor 1.5 turbo aliado a um motor elétrico, que entregam 243 cv de potência combinada e 55 kgfm de torque. Para viabilizar um valor mais competitivo, a versão adota um pacote de conveniência e assistências à condução (ADAS) simplificado.
Mesmo com os ajustes, o Haval H6 HEV preserva um bom nível de tecnologia e conforto. Entre os destaques estão a central multimídia de 14,6 polegadas com sistema Coffee OS, painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas, rodas de 18 polegadas com acabamento escurecido, revestimento interno em couro e design externo com identidade visual mantida.
As principais diferenças em relação ao Haval H6 HEV2 incluem porta-malas com acionamento manual, ausência de teto solar panorâmico, soleiras de porta em plástico, bancos dianteiros com ajustes manuais e sem ventilação, além da não inclusão de sensores de estacionamento dianteiros, assistente de estacionamento automático, Auto Reverse, head-up display (W-HUD) e frenagem autônoma de emergência em baixas velocidades.
Com essa série especial, a GWM reforça sua estratégia de ampliar o acesso à tecnologia híbrida no Brasil, oferecendo um SUV com desempenho, eficiência energética e bom nível de equipamentos, direcionado a consumidores que priorizam custo-benefício dentro do segmento de híbridos.
SUV foi lançado em dezembro nas versões Active, Sense, Advance e Exclusive sempre com motor 1.6 flex e câmbio CVT
O Autos Segredos apurou que a Nissan lançará duas novas versões para o para o Kait, uma batizada de Sense B para ficar abaixo da Sense Plus e outra Advance B para ficar abaixo da Advance Plus. Em preços atuais, a versão Sense Plus é comercializada por R$ 139.590 e a Advance Plus por R$ 149.890.
A marca colocará as duas novas versões para preencher os buracos de preços de R$ 21.700 entre a Active e Sense Plus e também os R$ 10.2300 entre a Sense Plus e Advance Plus.
O motor 1.6 do Nissan Kait Sense Plus entrega 113 cv de potência a 5.600 rpm e 15,2 kgfm de torque a 4.000 rpm quando abastecido com etanol. Com gasolina, os números são de 110 cv e 14,9 kgfm, respectivamente. O câmbio é sempre o automático do tipo CVT (XTRONIC), capaz de simular seis marchas e com modo Sport.
O Nissan Kait tem 4,30 metros de comprimento, 2,62 metros de distância de entre-eixos, 1,61 m de altura e 1,76 m de largura. O porta-malas pode levar até 432 litros de bagagens. O vão livre em relação ao solo é de 20 centímetros.
Desde a versão de entrada o Nissan Kait já vem muito bem equipado, saindo de fábrica com rodas de liga leve de 17 polegadas diamantadas, antena estilo barbatana de tubarão e conjunto óptico com faróis Full LED, luzes de condução diurna (DRL) e lanternas traseiras também em LED.
No quesito conforto e tecnologia, o modelo oferece chave presencial (I-Key) com partida por botão, ar-condicionado manual, direção elétrica, piloto automático convencional, retrovisores com regulagem elétrica e central multimídia de 8 polegadas com conexão para Android Auto e Apple CarPlay via cabo. O acabamento interno recebe uma diferenciação com bancos revestidos em tecido padrão.
O pacote de segurança é completo desde a base, incluindo seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré e monitoramento de pressão dos pneus. O interior conta ainda com bancos dianteiros com tecnologia Zero Gravity e revestimento em tecido.
SUV é vendido em três versões na linha 2026/2026, todas equipadas com o motor 1.0 Turbo Flex e câmbio automático
A Hyundai já produz o Creta 2026/2026 somente nas versões Comfort Safety, Limited e Platinum, todas equipadas com o motor 1.0 TGDi. A marca não oferece mais a versão de entrada Comfort 1.0 TGDi. Já as opções N Line 1.0 TGDi e a Ultimate 1.6 TGDi retornarão ao mercado entre fevereiro e março, com o motor 1.6 TGDi Flex.
Em novembro, o Autos Segredos antecipou que o Creta 2026 teria o motor 1.6 TGDi Flex nas versões N Line e Ultimate.
Hyundai Creta 1.6 TGDi Flex terá ganho de potência e torque
Funcionando somente com gasolina, o motor 1.6 Turbo GDI entrega potência de 193 cv a 6.000 rpm e torque de 27 kgfm a 1.700 rpm. No entanto, com o sistema Flex, a potência e o torque devem subir levemente quando abastecido com etanol.
O que não mudará é o câmbio, que permanecerá o automatizado de dupla embreagem (DCT), com engrenagens banhadas a óleo e embreagens secas. A transmissão conta com sete marchas.
Não haverá mudanças visuais nas versões N Line e Ultimate.
Preços do Hyundai Creta 1.0 TGDi 2026
A linha 2026/2026 não teve reajuste de preços, mantendo os mesmos valores das unidades 2025/2026. Confira:
Comfort Safety – R$ 154.990
Limited – R$ 170.690
Platinum – R$ 186.590
O Hyundai Creta 2026 com motor 1.6 TGDi Flex deverá manter potência próxima de 193 cv e torque superior ao da versão a gasolina, sempre combinado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas.
Combinação de dois motores e detalhes como rodas de aro 20 tornam o novo EX30 intermediário um SUV esportivo — sem abandonar sua proposta original
Por Eduardo Passos
A Volvo do Brasil iniciou as vendas da versão topo de linha do seu SUV compacto elétrico, o EX30. O novo EX30 Ultra Twin Motor passa a ocupar a posição de versão intermediária do modelo no país.
Por R$ 309.950, ele traz a mesma bateria e o mesmo conjunto mecânico do EX30 Cross Country (R$ 314.950), porém com visual mais próximo ao do EX30 Plus Single Motor (R$ 239.950). Detalhes exclusivos, como as rodas de aro 20, contribuem para que este seja o Volvo mais rápido da história.
Equipado com dois motores elétricos e tração integral, o conjunto mecânico do EX30 Ultra entrega potência combinada de 428 cv e torque de 55,37 kgfm. Segundo a fabricante, esses números permitem que o SUV acelere de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos, superando modelos históricos de performance da marca, como o Volvo S60 Polestar (3,9 s) e o 850 Estate (7,4 s). A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 180 km/h.
Apesar do foco em desempenho, o modelo mantém as características de eficiência da linha elétrica. A bateria de 69 kWh oferece autonomia de 316 km, conforme o ciclo do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular) do Inmetro. Em estações de recarga rápida (DC) de 150 kW, é possível carregar de 10% a 80% da bateria em apenas 21 minutos.
O EX30 Ultra Twin Motor traz rodas de aro 20 com design exclusivo e aposta em um pacote tecnológico de proposta minimalista. O interior conta com uma tela central de 12,3 polegadas com sistema Google integrado e conectividade 5G, que funciona tanto como central multimídia quanto como quadro de instrumentos. Há ainda sistema de som Harman Kardon com 1.040 W de potência, formado por uma soundbar frontal projetada para liberar espaço na cabine.
No quesito segurança e assistência à condução, o pacote de série inclui câmera 360° com visão 3D, Pilot Assist, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alerta de ponto cego e Park Pilot Assist, que auxilia em manobras de estacionamento. O veículo mantém o compromisso ambiental da marca, utilizando materiais reciclados e renováveis no acabamento interno, disponível em quatro opções de estilo: Breeze, Indigo, Mist e Pine.
O lançamento ocorre em um momento de expansão da Volvo no mercado nacional. A empresa registrou recorde de vendas em 2025, com 9.721 emplacamentos — crescimento de 11,9% em relação ao ano anterior. No período, o EX30 foi o quarto carro elétrico mais vendido do país e já representa mais de 85% de participação em sua categoria.
Com a saída do Grand Cherokee do Brasil a marca dará foco na plataforma Bio Hybrid no qual seus SUVs serão eletrificados com sistemas híbrido flex
Assim como nos Estados Unidos, o Jeep Grand Cherokee 4xe deixou de ser comercializado no mercado brasileiro. Como o SUV era importado, a marca segue os planos globais da matriz. No Brasil, a Jeep seguirá planos locais de eletrificação com a plataforma Bio Hybrid, no qual os SUVs Renegade, Compass e Commander terão sistema híbrido flex.
O Jeep Grand Cherokee 4xe estreou por aqui em 2024 e até começo deste ano era vendido por R$ 549.990. Como ele já não consta mais no site comercial da marca, os estoques nas revendas Jeep chegaram ao fim.
No Brasil, a Jeep focará em tecnologias locais como a plataforma Bio Hybrid, na qual o passo inicial será o sistema de MHEV de 48 Volts para seus três SUVs nacionais.
A plataforma Bio-Hybrid tem sistema híbrido leve MHEV de 48 Volts, que equipará os Jeep Renegade, Compass e Commander 2027, conta dois motores elétricos, um para substituir o alternador e o motor de partida como no sistema 12 Volts. O motor elétrico adicional gera 28 cv de potência e torque de 5,6 kgfm.
A Stellantis optou por manter a caixa automática de seis marchas da Aisin para o sistema MHEV de 48 Volts.
A bateria de 48 Volts com 0,9 kWh de capacidade dá suporte ao sistema, sendo alimentada também pelos dois motores. Assim como no sistema 12 Volts dos Pulse e Fastback, a bateria fica alojada sob o banco do motorista.
Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia.
Agradecemos ao leitor Pedro Lima pela dica.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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SUV chinês da marca americana já é vendido em sua versão elétrica no mercado brasileiro e já está confirmado para ser montado no Polo Automotivo do Ceará (PACE)
Em dezembro de 2024, quando a General Motors ainda testava protótipos do Wuling Starligth S, o Autos Segredos cravou que o SUV médio seria vendido nas versões elétrica (BEV) e híbrida plug-in (PHEV). Agora chamado de Chevrolet Captiva, o SUV chinês é vendido no Brasil em sua versão elétrica desde o fim de 2025.
Como ele será montado em regime SKD no Polo Automotivo do Ceará (PACE) ainda em 2026, a estreia do Chevrolet Captiva PHEV deverá ser com unidades já nacionalizadas.
Em novembro, nosso portal publicou flagras de protótipos do Chevrolet Captiva PHEV no Brasil, agora uma leitora que prefere não se identificar, nos manda fotos do SUV em testes de rodagem na região de Campos do Jordão (SP).
Como é o conjunto híbrido do Chevrolet Captiva PHEV chinês?
O sistema híbrido do Chevrolet Captiva PHEV chinês associa um motor 1.5 aspirado a combustão, de 102 cv e 13,2 kgfm de torque, a um motor elétrico de 203 cv e 31,6 kgfm de torque. No entanto, não foram revelados os números de potência e torque combinados.
A versão híbrida plug-in pode ter baterias de 9,5 kWh ou 20,5 kWh de capacidade, que oferecem autonomias de 60 ou 130 quilômetros, respectivamente, pelo ciclo CLTC. No padrão brasileiro PBEV, a autonomia com a bateria menor é de 42 quilômetros, enquanto a maior pode rodar até 91 quilômetros.
O Chevrolet Captiva chinês PHEV tem 4,75 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,69 m de altura e 2,80 m de distância entre eixos. O porta-malas é generoso, podendo levar até 610 litros de bagagens.
Compass Blackhawk ganha motor 2.0 Turbo Hurricane 4 Flex, mas não ganha mais potência
A Jeep apresentou hoje (29) o Compass BlackHawk 2026 com motor 2.0 Turbo Hurricane 4 Flex. Embora agora flexível, mesmo com a adição da chance de rodar com etanol, o modelo manteve os mesmos números de potência e torque da antiga versão à gasolina: 272 cv e 40,7 kgfm. O preço sugerido da nova versão é de de R$ 274.290.
Além disso, o motor segue ligado ao câmbio automático de nove marchas e a tração continua a 4×4 Auto. O 0 a 100 km/h é de 6,3 segundos, e não houve mudanças estéticas com a chegada da motorização flex, por exemplo.
Consumo
O consumo do Jeep Compass BlackHawk 2026 equipado com motor 2.0 Turbo Hurricane flex é de 8,5 km/l (gasolina) e 6 km/l (etanol) rodando na cidade. Em trajeto rodoviário, a médio é de 11 km/l (gasolina) e 7,6 km/l (etanol).
Além do motor 2.0 Turbo Flex, o Jeep Compass terá ainda esse ano sua versão híbrida leve de 48 Volts como antecipamos em setembro. A Stellantis optou por manter a caixa automática de seis marchas em vez de usar a automatizada e-DCT.
O sistema híbrido de 48 Volts dos Jeep Compass trabalhará em conjunto com o motor 1.3 Turbo 270 Flex.
O motor elétrico adicional gera 28 cv de potência e torque de 5,6 kgfm. No entanto, o sistema MHEV de 48 Volts permite dois caminhos, agregar potência e torque ou economia de combustível. Seguindo a lógica do sistema de 12 Volts, o de 48 Volts deverá ser batizado de T270 Hybrid.
A bateria de 48 Volts com 0,9 kWh de capacidade dá suporte ao sistema, sendo alimentada também pelos dois motores. Assim como no sistema 12 Volts dos Pulse e Fastback, a bateria fica alojada sob o banco do motorista. Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia.
Foto principal | Jeep/Divulgação
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Instituição de compra planejada iniciou atuação no mercado brasileiro em 1981
O Consórcio Honda celebra 45 anos de Brasil no qual oferece opção de compra planejada para a aquisição de motocicletas, automóveis e motores e máquinas da Honda. Desde o início de suas operações em 1981, o consórcio já comercializou mais de 21 milhões de cotas de motos e mais de 100 mil cartas para carros.
Do total de cotas vendidas desde 1981, mais de 8,3 milhões foram de motos 0km. Atualmente, o consórcio responde por cerca de 1/3 das vendas de motocicletas 0km no país, consolidando-se como um dos principais vetores de crescimento do setor.
Somente em 2025, foram vendidas 1,1 milhão de cotas de cartas de crédito para motos.
No segmento de automóveis, desde o início das atividades quase 100.000 cotas foram comercializadas e cerca de 20 mil automóveis 0km entregues.
“O Consórcio Honda foi criado com uma missão clara: facilitar o acesso aos produtos da marca. Ao longo desses 45 anos de história, tenho orgulho em dizer que por meio da operação milhares de clientes já realizaram o sonho do veículo próprio. Os diferenciais competitivos que oferecemos por meio do Consórcio garantem grande receptividade dos brasileiros pela modalidade.”, comenta Rodrigo Gondo, Presidente da Honda Serviços Financeiros.
O Consórcio Honda faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Corretora de Seguros Honda e o Banco Honda, e oferece agilidade na formação de grupos, flexibilidade de prazos e planos e possibilidade de contemplação mensal, oferecendo tranquilidade e planejamento para a aquisição de um veículo Honda.
Foto principal | Honda/Divulgação
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