Uso do Escalade por Donald Trump indica que ‘The Beast’, em serviço desde 2018, pode estar perto do fim
A limusine presidencial dos Estados Unidos, conhecida como “The Beast”, deu lugar a um SUV em uma aparição recente. O novo veículo usado pelo presidente norte-americano foi visto publicamente durante o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça. Tradicionalmente, Donald Trump, assim como qualquer ocupante da Casa Branca, é transportado em uma limusine altamente blindada desenvolvida pela General Motors e identificada com a marca Cadillac.
No evento internacional, porém, o deslocamento de Trump aconteceu a bordo de SUVs Cadillac Escalade. Externamente, os modelos mantinham o visual próximo ao das versões comerciais, mas traziam blindagem pesada e equipamentos adicionais, como antenas extras voltadas aos sistemas de comunicação e segurança. Apesar da presença marcante, não foram divulgadas informações oficiais detalhadas sobre as especificações do veículo.
USSS/Reprodução
Ainda não está claro se o uso do Escalade representa uma mudança definitiva na frota presidencial ou se foi apenas uma solução pontual adotada pelo Serviço Secreto. Caso se confirme, este pode ter sido o primeiro SUV utilizado por Trump em compromissos oficiais no lugar da tradicional limusine.
De acordo com informações do próprio governo dos Estados Unidos, os veículos presidenciais costumam ter uma vida útil aproximada de oito anos. Como a atual geração do “The Beast” entrou em operação em 2018, sua substituição já está no horizonte, reforçando a possibilidade de uma transição para um novo tipo de veículo oficial.
Vale lembrar que, no ano passado, representantes do Serviço Secreto e da General Motors se reuniram para discutir o desenvolvimento do próximo carro presidencial, além da renovação do contrato com o Departamento de Segurança Nacional. Na ocasião, a montadora apresentou imagens conceituais de um Escalade adaptado para essa função, muito semelhante ao modelo visto agora em Davos.
Foto principal | USSS/Reprodução
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Modelo tem piso baixo central, motor traseiro e suspensão total à ar
A Volare fechou contrato para exportar oito exemplares do micro-ônibus Access Urbano para o Curaçao. De acordo com a marca, os exemplares foram comprados pela Autobusbedrijf Curaçao (ABC) que opera no transporte urbano da cidade de Wilemstad, para renovação de sua frota.
A Volare lidera as exportações brasileiras do segmento de micros com grande participação de mercado. “Continuamos focados em contribuir para a mobilidade eficiente e sustentável, no Brasil e nos mercados internacionais nos quais atuamos, como o Caribe. O Volare Access Urbano é um veículo premium e oferece conforto, segurança e acessibilidade para os mais diferentes públicos”, afirma José Luis Moraes Goes, diretor de Operações Internacionais e Comerciais Mercado Externo da Marcopolo.
Entre os destaques do Volare Access Urbano estão o piso baixo central, motor traseiro e a suspensão total à ar.
O micro-ônibus tem capacidade para levar até 30 passageiros sentados. Ele vem equipado com sistema de ar-condicionado, carregadores USB distribuídos pelo salão, câmeras de monitoramento, sistema de áudio e vídeo com DVD e monitor no teto e preparação para internet.
SUV compacto que passará por nova mudança visual para seguir em produção por mais um período
Rodrigo Carvalho do perfil @instagram/renegadooverlander flagrou dois protótipos do Jeep Renegade 2027 que comprovam o painel do Compass. As imagens mostram a enorme central multimidia e também que o acabamento será em bege na versão flagrada.
A versão Sport permanece com o motor 1.3 Turbo 270 Flex de 176 cv de potência com gasolina ou etanol e torque de 27,5 kgfm, não importando qual combustível.
Já as versões Altitude, Longitude e Sahara do Jeep Renegade 2027 contarão com o sistema MHEV de 48 Volts. A plataforma Bio-Hybrid tem sistema híbrido leve MHEV de 48 Volts, que equipará o novo Jeep Renegade 2027, conta dois motores elétricos, um para substituir o alternador e o motor de partida como no sistema 12 Volts. O motor elétrico adicional gera 28 cv de potência e torque de 5,6 kgfm.
A Stellantis optou por manter a caixa automática de seis marchas da Aisin para o sistema MHEV de 48 Volts.
A bateria de 48 Volts com 0,9 kWh de capacidade dá suporte ao sistema, sendo alimentada também pelos dois motores. Assim como no sistema 12 Volts dos Pulse e Fastback, a bateria fica alojada sob o banco do motorista.
Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia.
A única opção 4×4 será a Willys que mantém o motor 1.3 Turbo Flex de 176 cv e 27,5 kgfm de torque, mas conta com uma caixa automática de nove marchas.
Além do novo interior e do sistema híbrido MHEV de 48 Volts, o Jeep Renegade 2027 terá leve retoque visual. Na dianteira, os faróis terão luz DRL dividas em quatro segmentos, a grade de sete fendas, a entrada de ar inferior e o para-choque também serão renovados
De lado, apenas novas rodas. Na traseira, o Jeep Renegade 2027 terá novo para-choque e as lanternas como mostram o flagra, devem continuar com o mesmo formato.
Montadora encerra 2025 com expansão de estoque, crescimento em remanufaturados, avanço internacional e novos produtos no portfólio
A VW Caminhões e Ônibus encerrou 2025 fortalecendo sua estrutura de pós-vendas, movimento que impulsionou a expansão de seu centro de peças e acessórios. A ampliação resultou em um ganho superior a 10% na capacidade de armazenagem dos produtos, o equivalente a 5.000 m² adicionais na área de estoque. O avanço foi viabilizado pela ampliação da oferta de componentes em diferentes linhas, pela parceria com novos fornecedores e por melhorias operacionais nos processos logísticos.
“Nossa excelência em pós-vendas se traduz na máxima disponibilidade do veículo em operação. Esse crescimento contínuo faz parte do nosso compromisso de oferecer soluções aos clientes com agilidade e qualidade. Isso reforça nossa determinação em atender às demandas de um mercado cada vez mais dinâmico”, comenta Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da VWCO.
Como parte da estratégia de crescimento, a montadora também avançou no cenário internacional. Em 2025, a empresa inaugurou um centro de peças e acessórios integrado à sua fábrica na cidade de Querétaro, no México. A iniciativa fortalece a presença global da VWCO e amplia a capacidade de atendimento em diferentes mercados.
Demanda cresce por oferta mais sustentável e econômica
Guiada pelos pilares de ESG e pela economia circular, a linha de remanufaturados Volks Greenline tem conquistado cada vez mais clientes, refletindo em um crescimento de cerca de 20%. Nesse modelo, componentes usados são reaproveitados e restaurados por meio de processos rigorosos, garantindo qualidade, segurança e desempenho equivalentes aos de peças novas. A expansão do portfólio e a ampla disponibilidade dos produtos em toda a rede VWCO foram determinantes para o resultado.
Já a linha Economy, que oferece peças originais com custo até 30% menor, também apresentou crescimento relevante. O portfólio foi ampliado com a adição de 30 novos itens, o que representa um incremento de 40% na oferta voltada a caminhões e ônibus com mais de três anos de uso. Entre as novidades estão filtro de combustível e palhetas para as linhas Worker, Delivery, Constellation e Meteor.
VWCO amplia portfólio de lubrificantes e consolida presença no mercado
Em 2025, a linha de lubrificantes Almax superou a marca de 5 milhões de litros comercializados. O portfólio também foi reforçado com novos produtos, com destaque para o novo aditivo de radiador, compatível com todas as linhas da montadora equipadas com motores MAN D08 ou D26, ampliando a oferta de soluções para manutenção e preservação dos veículos.
Sedã compacto ainda pode ser financiado com taxa zero em 12 parcelas mensais
No site Ofertas Fiat, o Cronos Drive 1.3 MT 2025/2026 é vendido com desconto de R$ 8 mil sobre o preço sugerido de R$ 107.990. O sedã compacto poderá ser comprado por R$ 99.990 até o dia 4 de fevereiro ou enquanto durar o estoque de 50 unidades.
Os clientes também poderão comprar o Fiat Cronos Drive 1.3 MT 2026 financiado pela Stellantis Financiamentos, com entrada de R$ 59.994 à vista + 12 parcelas mensais de R$ 3.696,96 .A taxa de juros é de 0% a.m e 0% a.a. De acordo com o site Ofertas Fiat O Custo Efetivo Total da operação é de 1,64% a.m e 21,53% a.a., com alíquota máxima de IOF de 3,38% a.a para Pessoa Jurídica e IOF de 3,38% a.a para Pessoa Física. IOF, Cadastro e despesa para constituição da garantia estão inclusos nos cálculos das prestações e CET. Sujeito à aprovação de crédito. O valor final a prazo é de R$ 104.357,48.
O motor 1.3 Firefly entrega potências de 107 cv a 6.000 e de 98 cv a 6.250. Este motor é ligado ao câmbio manual de cinco marchas.
Itens de série do Fiat Cronos Drive 1.3 manual 2026
O Fiat Cronos Drive 1.3 manual 2026 vem equipado com faróis Full LED com luzes diurnas (DRL) e regulagem manual de altura, rodas de aço aro 15” com calotas, retrovisores e maçanetas seguem a cor da carroceria e têm repetidores de seta integrados, com ajuste interno dos espelhos.
A lista de itens de série inclui direção elétrica progressiva, ar-condicionado, banco do motorista com ajuste de altura e volante multifuncional com comandos para rádio e telefone. Os vidros elétricos nas quatro portas têm função um toque e sistema antiesmagamento. Há também porta-luvas com iluminação, luzes de leitura na frente e atrás, além de chave tipo canivete com controle remoto para portas, vidros e porta-malas.
A central multimídia Uconnect do Fiat Cronos 1.3 Drive MT tem tela de 7” sensível ao toque e é compatível com Android Auto e Apple CarPlay. O sistema inclui Bluetooth, reconhecimento de voz e duas entradas USB. O painel de instrumentos traz uma tela digital de 3,5” que mostra dados como consumo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso. O modelo ainda conta com computador de bordo, sensor de estacionamento traseiro com imagem gráfica e sistema de som com quatro alto-falantes e dois tweeters.
Comparativo mostra a perda de valor dos três sedãs 1.0 aspirados vendidos no Brasil entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, com base na Tabela Fipe
O mercado brasileiro conta atualmente com apenas três sedãs compactos equipados com motor 1.0 aspirado: Hyundai HB20S, Fiat Cronos e Chevrolet Onix Plus. Para entender como cada um se comporta no mercado de usados, comparamos os valores dos modelos zero quilômetro em janeiro de 2025 com os preços médios dos mesmos veículos usados em janeiro de 2026, segundo a Tabela Fipe.
Mesmo diante de críticas recorrentes, a Tabela Fipe segue sendo a principal referência do mercado automotivo brasileiro, utilizada no cálculo de IPVA, seguros e também como base para negociações entre pessoas físicas e jurídicas. E, como dizem os números, com dados objetivos não há discussão.
O comparativo considera sempre as versões de entrada, todas equipadas com motor 1.0 Flex aspirado e câmbio manual. Confira abaixo quais sedãs mais — e menos — desvalorizaram após um ano de uso.
1º – Hyundai HB20S Comfort Plus 1.0 MT
O Hyundai HB20S Comfort Plus 1.0 MT foi o sedã que apresentou a maior desvalorização no período analisado. Em janeiro de 2025, o modelo zero quilômetro tinha preço médio de R$ 95.001. Já em janeiro de 2026, o valor médio do usado caiu para R$ 80.298, segundo a Tabela Fipe.
Na prática, isso representa uma perda de 15,5% em apenas 12 meses, o equivalente a R$ 14.703 em desvalorização nominal.
Na segunda posição aparece o Fiat Cronos Drive 1.0 MT, que também registrou uma desvalorização significativa. Em janeiro de 2025, o sedã era vendido por R$ 94.435 na Tabela Fipe. Um ano depois, o preço médio do modelo usado caiu para R$ 80.642.
A desvalorização acumulada foi de 14,6%, o que corresponde a uma perda de R$ 13.793 em valor de mercado após um ano de uso.
Mesmo equipado com a polêmica correia dentada banhada a óleo, o Chevrolet Onix Plus LT 1.0 MT foi o sedã compacto que menos perdeu valor no período analisado. Em janeiro de 2025, o preço médio do modelo zero quilômetro era de R$ 98.995, de acordo com a Tabela Fipe. Já em janeiro de 2026, o exemplar usado tinha valor médio de R$ 89.922.
A queda foi de 9,2%, o que representa uma desvalorização nominal de R$ 9.073 em 12 meses.
Foto principal | Hyundai/Divulgação
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Foto | CAOA Chery/Divulgação - CAOA Chery atinge resultado inédito de 7.366 veículos vendidos em setembro; produção supera 7.500 unidades
Colunista Fernando Calmon analisa os números de vendas do mercado brasileiro em 2025 e comenta sobre os líderes
Embora a competição pelas preferências dos compradores continue bastante acirrada, não houve grandes mudanças na classificação dos modelos mais vendidos no ano passado. Entre todos os segmentos apenas dois sofreram alterações. Compass ultrapassou Corolla Cross, em parte porque a Toyota teve paralisada sua fábrica de motores semidestruída por um vendaval. Quanto à disputa sempre muito apertada entre BMW e Porsche, o X5/X6 superou desta vez o Cayenne por insignificantes 38 unidades.
Outro resultado que chamou atenção foi o equilíbrio entre as picapes médias com capacidade de carga de até 1.000 kg e motor Diesel. Toro manteve a liderança, contudo suas vendas superaram a Hilux por uma diferença de apenas um ponto percentual. Esta é uma categoria altamente disputada com nada menos de 14 modelos convencionais e inclui dois elétricos com presença simbólica (Riddara RD6, 81 unidades emplacadas e Tesla Cybertruck, apenas 23, ambas por importação direta). No total, venderam-se 231.305 unidades no ano passado
Ranking da coluna apresenta critérios próprios e técnicos com classificação por silhuetas em 14 categorias, mais duas que incluem somente híbridos e elétricos. Referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. Sedãs de topo (baixo volume) e monovolumes (poucas opções) ficam de fora. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos de maior representatividade dentro dos segmentos. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.
Para a Anfavea, a previsão de avanço do mercado interno de veículos leves e pesados em 2026 está praticamente alinhada com a da Fenabrave. Será outro ano morno com as vendas em ascensão de 2,7% sobre 2025 (total de 2,772 milhões de unidades). Poderá haver revisões trimestrais das estimativas e alguns desafios. Um deles é o progresso ainda mais moderado das exportações: apenas 1,3%. A produção terá números também fracos: 3,7% de crescimento.
Um sinal positivo é o fim, agora em 31 de janeiro, das cotas de importações de veículos semidesmontados (SKD) isentos de imposto de importação. Os produtores de autopeças brasileiros ficariam alijados com prejuízos para geração de empregos no País. Anfavea não citou agora qual empresa estaria tentando esticar os prazos para manter importação de carros praticamente prontos (SKD), sem nenhum imposto. Este é um processo produtivo aceitável apenas para baixos volumes e sondagem de mercado, segundo a entidade.
No entanto, é a BYD que defende a extensão deste privilégio inicial, embora tenha feito duas “inaugurações” da sua fábrica em Camaçari (BA). A empresa chinesa não precisa de mais estímulos do que já recebeu (e ainda recebe) com uma linha de produtos competitiva e de boa aceitação. A partir de maio ou junho próximos, promete iniciar a produção efetiva, embora sem prensas no local. Em 2025, importou e estocou milhares de veículos com impostos vigentes muito menores, especialmente elétricos, algo que nenhuma outra marca tinha condições de acompanhar. Costuma-se chamar isso de dumping ou prática comercial predatória.
O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), assinado agora após 26 anos e com participação de vários governos brasileiros anteriores, poderá abrir novas perspectivas para a indústria automobilística. Possibilitará planejar uma integração produtiva com as marcas europeias, que sempre tiveram forte presença industrial no Brasil. O processo, entretanto, será lento (15 anos), embora bem-vindo. Todavia, ainda enfrenta resistências na UE.
Desafio ainda maior é o chamado imposto seletivo, criado pela recente reforma tributária, que irá atingir as vendas de automóveis. A carga fiscal, historicamente muito elevada, está bastante acima dos padrões internacionais. Segundo Igor Calvet, presidente da Anfavea, “falta apenas um ano para o início da cobrança deste novo imposto, o que dificulta o planejamento dos fabricantes”.
Em 2025, esta foi a repartição das vendas: gasolina, 4,5%; elétrico, 3,1% (2,5%, em 2024); híbrido, 4,3%; híbrido plugável, 3,7%; diesel, 10%; flex, 74,4%.
Poer P30: preço competitivo e bem equipada
Entre as cinco picapes médias chinesas à venda no Brasil, o modelo da GWM coloca-se em boa posição. É cedo para saber se vai aguentar o tranco no dia a dia das condições de terreno mais difíceis, onde modelos já consagrados com chassi de longarinas, a exemplo da Hilux, já comprovaram eficiência e durabilidade. Isso sem contar a Toro, de construção monobloco, que lidera o segmento com apenas 1 p.p. de vantagem.
Estilo agrada bastante e, em porte, pequena superioridade sobre a japonesa (mm): comprimento, 5.416; entre-eixos, 3.230; largura, 1.947; caçamba, 1.248 L (25% superior à da Hilux); tanque, 78 L. Sua massa também é 25% maior: 2.223 kg. Motor Diesel de 2,4 L, 184 cv e 48,9 kgf·m. Tração 4×4 com reduzida. Câmbio automático de nove marchas melhor que o da rival (três marchas a menos). Consumo padrão Inmetro de 9,5 km/L (urbano) e 10,6 km/L (rodoviário).
No interior, materiais de boa qualidade, volante com comandos nos raios fáceis de usar, grande tela multimídia de 14,6 pol. e conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, além de carregador de celular por indução. Os dois bancos dianteiros têm comandos elétricos e o assento é basculante no banco traseiro, que oferece muito bom espaço para pernas, cabeças e ombros com as naturais limitações para o passageiro do meio. Destaque para o freio de estacionamento eletromecânico com autoimobilização nas paradas.
Tanto no asfalto quanto fora de estrada sem tantos buracos, a Poer agrada em dirigibilidade e relativo silêncio a bordo graças ao câmbio de nove marchas. Porém, as respostas ao acelerador são inferiores frente à maioria dos concorrentes acima de 200 cv. Para enfrentar pisos irregulares e lombadas falta ainda um pouco de adaptação, mas sem chegar a comprometer no uso diário.
Desconto de R$ 21 mil é válido para unidades 2026/2026 do SUV na cor Preto Carbon
No site Ofertas Jeep, o Renegade Altitude 2026 é comercializado por R$ 126.990, um desconto de R$ 21 mil sobre o preço sugerido de R$ 147.990. O valor é válido para pagamentos à vista.
O desconto oferecido é válido para unidades 2026/2026 do SUV compacto na cor Preto Carbon, sem opcionais. A ação de vendas do site Ofertas Jeep é válida até o dia 4 de fevereiro ou enquanto durar o estoque de 100 unidades do SUV. Com o bônus, o Jeep Renegade Altitude é vendido pelo preço de Fiat Pulse Turbo 200.
A Jeep ainda informa que suas concessionárias participantes farão supervalorização do usado que entrar na negociação. No entanto, a avaliação será feita com base em seus exclusivos critérios, o seminovo do cliente Jeep ou qualquer outra marca, com valorização, dependendo do modelo e versão do modelo adquirido, que poderá ser usado como parte do pagamento, a depender da avaliação feita pela concessionária.
O Jeep Renegade Altitude 2026 disponível no site de ofertas da marca tem motor 1.3 Turbo Flex de 176 cv de potência e torque de 27,5 kgfm. O motor é ligado ao câmbio automático de seis marchas e a tração é 4×2.
Principais itens de série do Jeep Renegade Altitude
O Jeep Renegade Altitude 2026 chega ao mercado com uma lista de itens de série ampla, combinando conforto, tecnologia, segurança e o visual característico da versão. O modelo conta com ar-condicionado digital dual zone, direção elétrica e câmbio automático de seis marchas, além de painel de instrumentos digital TFT de 7 polegadas, personalizável, e central multimídia de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto com espelhamento sem fio.
Em segurança, o SUV traz seis airbags, freios a disco nas quatro rodas com ABS, controle de estabilidade e tração, controle eletrônico anticapotamento, assistente de partida em rampa (HSA) e monitoramento da pressão dos pneus. O pacote inclui ainda recursos de assistência à condução, como frenagem autônoma de emergência, aviso de mudança de faixa, detector de fadiga do motorista, alerta e limitador de velocidade, piloto automático e panic brake assist.
Levantamento com base na Tabela Fipe mostra quanto Nissan Kicks, Renault Duster, Honda HR-V e Fiat Pulse perderam de valor em 12 meses
Usando a Tabela Fipe como referência, comparamos os preços dos SUVs do segmento B com motor aspirado vendidos no mercado brasileiro para identificar quais modelos mais desvalorizaram após um ano de uso.
Dando sequência à nossa série especial sobre desvalorização de veículos, analisamos quatro modelos bastante populares no Brasil: Nissan Kicks, Renault Duster, Honda HR-V e Fiat Pulse.
A Tabela Fipe foi adotada como base por ser amplamente utilizada para cálculos de IPVA, seguros e também como referência em negociações entre consumidores e lojistas.
O Nissan Kicks Sense 1.6 CVT foi o SUV aspirado que mais desvalorizou após um ano de uso. Vale destacar que o modelo não teve produção na linha 2024/2025. Assim, em janeiro de 2025, o Kicks era comercializado apenas como 2024/2024, e, no mercado de usados, a Tabela Fipe considera exclusivamente essa configuração.
Em janeiro de 2025, o preço do Kicks Sense 1.6 CVT zero quilômetro era de R$ 118.914. Um ano depois, o modelo 2024 apresentou desvalorização de 12,42%, o que representa uma perda de R$ 14.772 em apenas 12 meses.
Entre os SUVs aspirados analisados, o Renault Duster Intense Plus 1.6 CVT aparece na segunda posição entre os que mais perderam valor. Em janeiro de 2025, o modelo zero quilômetro tinha preço médio de R$ 124.534, segundo a Tabela Fipe.
Já em janeiro de 2026, o valor médio do Duster modelo 2025 caiu para R$ 111.248, o que representa uma perda nominal de R$ 13.286 e uma desvalorização de 10,67%.
O Honda HR-V EX Sensing 1.5 CVT ficou entre os SUVs aspirados com menor desvalorização no período analisado. Em janeiro de 2025, um exemplar zero quilômetro tinha preço médio de R$ 154.902, de acordo com a Tabela Fipe.
Doze meses depois, o SUV japonês modelo 2025 passou a valer R$ 146.900, o que representa uma perda de R$ 8.002 ou 5,16% de desvalorização.
O Fiat Pulse Drive 1.3 CVT foi o SUV aspirado que menos desvalorizou após um ano de uso. A diferença em relação ao HR-V foi mínima. Em janeiro de 2025, o preço médio do modelo zero quilômetro era de R$ 105.332.
Em janeiro de 2026, o Pulse modelo 2025 passou a custar R$ 99.940, segundo a Tabela Fipe. Isso representa uma perda de R$ 5.392 e desvalorização de apenas 5,12%, a menor entre os SUVs aspirados analisados.
Foto principal | Nissan/Divulgação
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Marca participa da prova com a picape Poer P30 praticamente original de fábrica, em percurso de cerca de 1.000 km pelo Nordeste
A GWM é uma das patrocinadoras oficiais do Rally Cerapió 2026 e participa da competição com a picape Poer P30. A prova, considerada uma das mais tradicionais do país na modalidade rally de regularidade, acontece entre os dias 25 e 30 de janeiro, com percurso aproximado de 1.000 km pelo Nordeste, ligando Aracati, no Ceará, a Teresina, no Piauí.
A participação no Cerapió marca a estreia da GWM no off-road brasileiro e reforça a estratégia da marca de utilizar competições como ambiente de avaliação de desempenho, confiabilidade, resistência e conforto em condições reais de uso. “A participação da GWM no Rally Cerapió reforça nossa estratégia de validar produtos em condições reais de uso. Colocar a Poer P30 em um rally de regularidade, praticamente original de fábrica, é uma forma transparente de demonstrar a robustez, a confiabilidade e o nível de engenharia do modelo”, afirma Diego Fernandes, COO da GWM Brasil.
A Poer P30 disputa a prova praticamente sem alterações em relação ao modelo comercializado ao consumidor. Não há modificações mecânicas ou eletrônicas, sendo a única adaptação a substituição dos pneus de uso rodoviário (HT) por pneus de trilha, adequados às condições do percurso.
Equipada com motor 2.4 turbo diesel, transmissão automática de nove marchas e sistema de tração 4×4 com reduzida, a picape foi desenvolvida para uso severo fora de estrada. O conjunto inclui chassi sobre longarinas, característica que contribui para a robustez estrutural e a confiabilidade em trajetos longos e técnicos.
A participação da GWM no Rally Cerapió 2026 conta com o apoio da concessionária Newhouse, representante da marca no Nordeste, reforçando a integração entre a montadora e sua rede de concessionárias no Brasil.
Com chancela da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), o Rally Cerapió 2026 abre oficialmente a temporada do Campeonato Brasileiro de Enduro e Rally de Regularidade. Em sua 39ª edição, a competição é reconhecida pela diversidade de terrenos, longa duração e elevado nível técnico, reunindo pilotos e navegadores de diferentes regiões do país.
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