Programa da Stellantis abre temporada 2026 e reforça formação de novos profissionais com vagas industriais
A Stellantis abriu as inscrições para o Programa Estelar Jovem Aprendiz 2026, iniciativa voltada à capacitação e à inserção de jovens no mercado de trabalho industrial. Ao todo, são oferecidas 258 vagas distribuídas entre as unidades do grupo em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, Betim, em Minas Gerais, incluindo a operação da Teksid, e Porto Real, no Rio de Janeiro. A ação reforça a estratégia da companhia de formar novos profissionais para o setor automotivo.
O programa é direcionado a jovens entre 18 e 21 anos, com ensino médio completo e que residam nas regiões onde estão localizadas as plantas industriais. As inscrições devem ser feitas de forma online e ficam abertas até o dia 1º de março de 2026. O início das atividades está previsto para o decorrer do próximo ano.
A formação combina vivência prática nas unidades da Stellantis com capacitação teórica ministrada pelo SENAI, permitindo contato direto com o ambiente industrial e o desenvolvimento de habilidades técnicas e profissionais. A duração varia de 18 a 24 meses, com carga horária aproximada de 30 horas semanais.
Além da qualificação, os participantes contam com acompanhamento de profissionais experientes e um pacote de benefícios que inclui alimentação, vale-transporte ou transporte fretado, plano de saúde, seguro de vida, acesso ao Wellhub, benefícios do Stellantis Club e suporte psicossocial por meio do programa Conte Comigo.
Conjunto híbrido entrega autonomia superior a 1.200 km; Geely quer desbancar rivais do segmento de vans de luxo
A Geely ampliou sua ofensiva no segmento de veículos familiares de alto padrão com a apresentação oficial da Galaxy V900, realizada na última terça-feira (20). A nova van chega ao mercado chinês com uma proposta agressiva e acabamento sofisticado, que inclui detalhes com banho de ouro. Além disso, há um sistema de propulsão híbrido capaz de ultrapassar 1.200 km de autonomia total. Durante o período de lançamento, os preços variam entre 269.800 e 329.800 yuans, algo em torno de 206 mil a 251 mil reais em conversão direta.
A cabine é fortemente digitalizada, com uma tela central de 15,4 polegadas, painel de instrumentos de 10,25 polegadas e um head up display de realidade aumentada de 19,8 polegadas. O foco no conforto é evidente, com bancos que oferecem aquecimento, ventilação e massagem, telas exclusivas para os passageiros da segunda fileira, compartimento refrigerado e um sistema de som premium com 27 alto-falantes.
Van da Geely aposta no alto luxo para se destacar no mercado
O grande diferencial da Galaxy V900 está no conjunto mecânico. A van adota um sistema híbrido de alcance estendido, que combina um motor 1.5 turbo a combustão com dois motores elétricos, resultando em potência combinada de 456 cv e torque de 53,3 kgfm. No uso diário, isso permite rodar até 260 km de alcance elétrico pelo ciclo CLTC. Com o tanque cheio e a atuação do motor a combustão, a autonomia total chega a 1.220 km. O modelo é oferecido com duas opções de bateria, de 43,3 kWh ou 50 kWh.
Em segurança e assistência à condução, a Geely equipou a Galaxy V900 com o sistema Qianli Haohan H5, que integra sensores LiDAR, radares e câmeras para permitir condução assistida em rodovias e também em ambientes urbanos mais complexos.
No visual, a V900 aposta em uma identidade marcante, destacada pela assinatura luminosa Star River e por um toque inusitado de luxo, já que o emblema Pegasus na grade frontal recebe banho de ouro 24 quilates. O interior segue o conceito de sala de estar, com aproveitamento de espaço interno de 91,8 por cento e materiais de alto nível.
Ford aciona proprietários de três diferentes níveis de acabamento da Maverick para substituição de componente do painel
A Ford faz recall para as três diferentes versões da Maverick 2025 (Tremor, Hybrid e Black) por conta da tampa do painel dianteiro que cobre o airbag do passageiro.
Veja o chassi das Maverick 2025 afetadas pelo recall
Confira a data de fabricação das unidades das picapes envolvida no recall:
Veículo
Modelo
Chassis
Datas de produção
Maverick Tremor
2025
De SRB27223 até SRB28401
De 18 de agosto de 2025 até 21 de agosto de 2025
Maverick Black
2025
De SRB29398 até SRB31436
De 8 de agosto de 2025 até 12 de agosto de 2025
Maverick Hybrid
2025
De SRB27230 até SRB43644
De 8 de agosto de 2025 até 25 de agosto de 2025
Falha
De acordo com comunicado oficial da Ford, em caso de colisão do veículo que resulte na deflagração do air bag do passageiro dianteiro, a tampa do painel que cobre o airbag da Maverick poderá se desprender em razão de uma falha no processo de fabricação.
Riscos
Assim, caso ocorra o desprendimento do componente, partes da tampa poderão ser projetadas no interior do veículo, podendo causar danos físicos aos seus ocupantes.
Seja como for, a solução para o problema está na substituição gratuita do acabamento superior do painel de instrumentos.
Informações
Para mais informações, o cliente deve realizar uma no aplicativo Ford ou contatar o Centro de Atendimento Ford (CAF) pelo telefone 0800 703 3673, ou uma Concessionária Ford de sua preferência. Em caso afirmativo, agende a realização gratuita do serviço de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas.
A marca informa que o tempo médio para o reparo das unidades da Ford Maverick afetadas será de aproximadamente 5 (cinco) horas, para a substituição gratuita do acabamento superior do painel de instrumentos, podendo ocorrer variações conforme o fluxo de atendimento da Concessionária Ford.
Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Novo SUV elétrico da Volvo estreia arquitetura SPA3, sistema de 800 volts e recarga ultrarrápida
A Volvo revelou em Estocolmo o EX60, novo SUV médio 100% elétrico que marca a estreia da inédita plataforma SPA3. Desenvolvida do zero para veículos a bateria, essa arquitetura representa mais do que um avanço técnico: ela sinaliza o início de uma nova fase para a marca sueca, por exemplo.
Na configuração mais eficiente, o EX60 pode chegar a até 810 km de autonomia pelo ciclo WLTP. Já a versão P10 AWD, escolhida como referência para o mercado brasileiro em 2026, oferece 660 km, número que já supera boa parte dos elétricos disponíveis hoje.
Volvo/Divulgação
O maior salto, porém, está no carregamento. Com a nova arquitetura elétrica e térmica da SPA3, o SUV consegue recuperar até 340 km de alcance em cerca de 10 minutos em estações ultrarrápidas, além de levar a bateria de 10% a 80% em aproximadamente 19 minutos, tornando o uso cotidiano mais próximo da experiência de abastecimento dos modelos a combustão.
Esses ganhos são possíveis graças à adoção conjunta das tecnologias cell-to-body e mega casting. No EX60, as células da bateria passam a integrar a estrutura do veículo, reduzindo peso, aumenta a rigidez do conjunto e melhora a eficiência energética. O mega casting, por sua vez, substitui centenas de peças menores por grandes componentes de alumínio fundido, simplificando a produção e diminuindo emissões no processo industrial.
Essa nova base técnica diferencia claramente o EX60 do atual XC60 híbrido. Enquanto o XC60 ainda combina motor a combustão, câmbio tradicional e sistemas térmicos auxiliares, o EX60 abandona completamente essa lógica e funciona como um sistema elétrico integrado, com dois motores, tração sob demanda e gerenciamento centralizado de energia.
Volvo EX60 tem 510 cv de força na configuração P10 AWD
Volvo/Divulgação
Na configuração P10 AWD, o conjunto entrega 510 cv de potência e 72,4 kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos. A bateria de 95 kWh alimenta um SUV de 4,80 metros de comprimento, 2,97 metros de entre-eixos e porta-malas de 523 litros. O modelo também inaugura uma abordagem digital para a marca, baseada no conceito de carro definido por software. Ele estreia o sistema HuginCore, sustentado por processadores NVIDIA e Qualcomm, e passa a receber atualizações contínuas ao longo de sua vida útil.
O EX60 será ainda o primeiro Volvo a integrar o Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, com comandos mais naturais e interação constante com os sistemas do veículo. No campo da segurança, o EX60 introduz o cinto de segurança multiadaptativo, capaz de modular a força de retenção conforme o tipo de colisão e o perfil dos ocupantes, além de um conjunto avançado de sensores internos e externos que monitoram continuamente o ambiente ao redor do veículo.
Volvo/Divulgação
Por fim, a produção do EX60 está programada para começar em 2026 na fábrica de Gotemburgo, na Suécia, ao lado do XC90. A Volvo já confirmou que o SUV chega ao mercado brasileiro no mesmo ano, com a versão P10 AWD como principal aposta inicial.
SUV médio estreia no mercado brasileiro com visual renovado, novos equipamentos, motor 1.4 TSI atualizado e preços a partir de R$ 199.990
As concessionárias da Volkswagen em todo o Brasil abrem as portas nesta quinta-feira (22), a partir das 18h, para marcar a chegada do Novo Taos 2026 ao mercado nacional. O início das vendas do SUV médio será acompanhado por mais uma edição do evento Open Doors, ação tradicional da marca que promove a estreia de novos modelos com programação especial e condições exclusivas para os clientes.
Reposicionado em um novo momento dentro do portfólio da Volkswagen, o Taos passa a adotar um visual mais moderno, amplia a lista de equipamentos e mantém a proposta de custo-benefício competitivo no segmento. Os preços partem de R$ 199.990 na versão Comfortline e chegam a R$ 209.990 na Highline.
O modelo segue se destacando pelo espaço interno, um dos maiores da categoria, além do porta-malas de 498 litros, característica que reforça sua vocação familiar.
Evento nacional marca nova fase do modelo
Durante o Open Doors, consumidores de todas as regiões do País poderão conhecer o Novo Taos em primeira mão. O evento foi desenvolvido especialmente para clientes da marca e inclui ações comerciais, benefícios exclusivos e ambientação especial nas concessionárias, repetindo um formato já consolidado nas estreias da Volkswagen no Brasil.
Design renovado, novas cores e mais tecnologia
Na linha 2026, o Taos recebeu uma atualização visual significativa. A dianteira passou por mudanças completas, com novos faróis, grade e para-choque. Na traseira, o destaque fica para a nova light strip em LED, que conecta as lanternas, além do logotipo traseiro iluminado, novidade no modelo.
O interior também foi atualizado e passa a contar com novos revestimentos premium, costuras contrastantes e sistema de iluminação ambiente com 10 opções de cores. O painel ganhou nova construção e abriga a central multimídia VW Play Connect de 10,1 polegadas, agora em posição semiflutuante. Ar-condicionado digital de duas zonas e carregador de celular por indução completam a lista de equipamentos.
A paleta de cores foi ampliada com a chegada das novas tonalidades Azul Pacífico e Cinza Glacial, que se somam a Cinza Platinum, Branco Puro, Preto Mystic e Prata Pyrit.
Motor conhecido, agora com câmbio de oito marchas
Sob o capô, o Novo Taos mantém o já conhecido motor 1.4 250 TSI, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. A principal novidade mecânica é a adoção do câmbio automático de oito marchas, que substitui a transmissão anterior e promete melhor eficiência energética, além de ganhos em desempenho e conforto ao dirigir.
Foto | BYD/Divulgação - Os veículos deixaram a fábrica na semana passada com destino ao Distrito Federal
Estudo da entidade aponta impactos bilionários na economia, na arrecadação de impostos e na competitividade da indústria automotiva brasileira caso regime de incentivos a kits SKD e CKD seja prorrogado
Um estudo elaborado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indica que a substituição da produção automotiva completa no Brasil pela simples montagem de kits importados pode provocar a eliminação de cerca de 69 mil empregos diretos, o equivalente a 75% da força de trabalho atual do setor. Além disso, a medida teria impacto em aproximadamente 227 mil postos de trabalho indiretos ao longo de toda a cadeia automotiva.
De acordo com o levantamento, os efeitos econômicos também seriam expressivos. A estimativa aponta uma perda de até R$ 103 bilhões para os fabricantes de autopeças, além de uma redução aproximada de R$ 26 bilhões na arrecadação de tributos em apenas um ano. As exportações de veículos também seriam afetadas, com perdas estimadas em R$ 42 bilhões, o que traria reflexos negativos para a balança comercial brasileira.
Os dados são apresentados após seis meses de vigência do regime que instituiu cotas com Imposto de Importação zero para kits de veículos elétricos e híbridos desmontados nos formatos SKD (Semi Knocked Down) e CKD (Completely Knocked Down). A Anfavea defende o encerramento do benefício em 31 de janeiro, conforme sinalização prévia dos órgãos federais de comércio exterior.
Segundo o presidente da entidade, Igor Calvet, a eventual prorrogação do regime representa um risco estrutural para a indústria nacional. “As empresas conseguiriam se adaptar adotando um modelo simplificado de produção, mas o problema seria relevante para a cadeia como um todo: perderiam as empresas fornecedoras, os trabalhadores, a engenharia nacional, a academia e o poder público. Ou seja, a sociedade brasileira inteira.”
O estudo também aponta que a ampliação da entrada de veículos eletrificados importados sem agregação de valor local tende a pressionar fabricantes já instalados no país, reduzir investimentos em desenvolvimento tecnológico e enfraquecer a competitividade industrial brasileira. O cenário é considerado ainda mais sensível diante do processo de transição tecnológica e dos esforços recentes de reindustrialização.
Para Igor Calvet, o foco da discussão não está no uso pontual dos modelos SKD e CKD, mas na manutenção de incentivos sem contrapartidas industriais. “SKD e CKD não são processos prejudiciais em si. Muitas montadoras iniciaram suas operações no Brasil por esses modelos, recolhendo os devidos impostos e estruturando, a partir disso, sua produção local. Outras valem-se do modelo para atender nichos de mercado. O problema é manter incentivos para a simples montagem em alto volume sem exigência de aporte de valor nacional, o que ameaça a sobrevivência da indústria de alta complexidade e a geração de empregos qualificados no país”, diz.
O presidente da Anfavea reforça ainda que o setor automotivo instalado no Brasil está preparado para competir, desde que em condições equitativas. “A Anfavea e suas associadas não temem a concorrência. O setor recebeu, ao longo das últimas décadas, diversas marcas internacionais dispostas a investir e competir no Brasil. O que se busca é um ambiente competitivo justo, com regras iguais para todos.”
Nos últimos anos, a indústria automotiva brasileira anunciou investimentos bilionários em pesquisa, desenvolvimento e inovação, impulsionados por programas como Inovar-Auto, Rota 2030 e, mais recentemente, o Mover. Apenas no ciclo atual, os aportes já somam mais de R$ 190 bilhões, considerando investimentos das fabricantes de veículos e de autopeças — um recorde histórico para o setor.
“Prolongar incentivos sob a justificativa de atrair investimentos pode, na prática, estimular a desindustrialização e deteriorar as condições de emprego no país. É fundamental valorizar quem investe de forma plena no Brasil, inclusive as novas empresas que chegam com projetos industriais completos”, conclui Igor Calvet.
Foto principal | BYD/Divulgação
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Miríade de opções dentro da linha Volkswagen ajudou a alcançar o bom ritmo de vendas entre elétricos no Velho Continente
Mesmo em meio a notícias recentes sobre encerramento de unidades industriais e dúvidas sobre o rumo de sua eletrificação, a Volkswagen terminou 2025 como a maior vendedora de carros elétricos da Europa. Dados levantados pela Dataforce e publicados pelo Autonews mostram que a marca alemã emplacou 274.417 veículos 100% elétricos no continente ao longo do ano, um salto de cerca de 50% em relação ao volume registrado em 2024.
No sentido oposto, a Tesla enfrentou uma retração expressiva, com queda de 27% nas vendas europeias. Ainda assim, a fabricante norte-americana manteve um trunfo importante: o Model Y voltou a ser o elétrico mais vendido da região, com 151.331 unidades, abrindo vantagem confortável sobre o Skoda Elroq, segundo colocado no ranking de modelos.
O bom desempenho não se limitou à Volkswagen dentro do grupo. A Skoda foi um dos destaques do ano, com crescimento de 117% e 172.100 carros elétricos comercializados, ficando atrás apenas de Tesla, com 238.765 unidades, e da BMW, que somou 193.186 emplacamentos.
Fechando o top 5 entre as marcas, a Audi também apresentou avanço relevante em 2025. A fabricante alemã ampliou suas vendas de elétricos em 51%, alcançando 153.848 unidades entregues no mercado europeu.
Hoje, a Volkswagen oferece na Europa uma gama formada pela linha ID (ID.3, ID.4, ID.7 e ID.Buzz). A estratégia prevê expansão nos próximos anos, com a chegada do ID.Polo e de um novo modelo de produção derivado do conceito ID.Cross.
Lamborghini Urus SE e Revuelto são os responsáveis pelo aumento expressivo nas vendas da marca italiana
A Lamborghini fechou 2025 com o melhor resultado comercial de sua história, ultrapassando pela primeira vez o patamar de 10,7 mil carros entregues no mundo. Ao todo, foram 10.747 unidades vendidas, número 1% superior ao registrado em 2024, em um ano simbólico para a marca italiana: toda a sua linha passou a ser formada exclusivamente por modelos eletrificados.
Mesmo em meio a um ambiente econômico desafiador, a fabricante de Sant’Agata Bolognese avançou simultaneamente em seus três principais mercados. A região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) concentrou o maior volume, com 4.650 entregas, enquanto as Américas responderam por 3.347 unidades e a Ásia-Pacífico somou 2.750 veículos comercializados.
O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelo Revuelto e pelo Urus SE. O superesportivo, primeiro Lamborghini equipado com motor V12 híbrido, manteve o padrão de desempenho extremo da marca, mostrando que a eletrificação não reduziu seu apelo entre os entusiastas. Já o Urus SE, versão híbrida plug-in do SUV, ampliou o alcance da Lamborghini e ajudou a conquistar novos perfis de clientes.
A ofensiva de produtos continuará em 2026 com a chegada do Temerario, que já registra uma carteira de pedidos equivalente a um ano inteiro de produção, mesmo antes do início oficial das entregas — iniciado agora em janeiro. Equipado com motor V8 biturbo associado a três motores elétricos, o modelo entrega 920 cv de potência e já está em pré-venda no Brasil, com preços a partir de R$ 5,8 milhões.
No mercado brasileiro, o Urus foi o destaque de 2025, acumulando 27 emplacamentos entre junho e dezembro, período que marcou a chegada das primeiras unidades da versão híbrida. O Revuelto somou 9 registros, enquanto o Huracán respondeu por mais 3 unidades remanescentes, totalizando 39 Lamborghini emplacados no país ao longo do ano.
Paralelamente aos resultados comerciais, a marca também avançou no automobilismo com o Temerario GT3. Desenvolvido integralmente pela Lamborghini Squadra Corse, o modelo fará sua estreia nos campeonatos internacionais de GT3 em 2026, reforçando o papel das competições como campo de testes para soluções que futuramente podem chegar aos carros de rua.
Novo modelo da Toyota chega às concessionárias do Grupo Águia Branca e amplia opções para uso profissional e transporte de passageiros
O avanço do empreendedorismo e a profissionalização dos pequenos negócios no Brasil têm transformado a forma como empresas e prestadores de serviço encaram o transporte no dia a dia. É nesse cenário que a nova Hiace Furgão, da Toyota, chega ao mercado brasileiro e está disponível nas concessionárias Osaka, como uma opção alinhada às demandas do transporte profissional.
Entre os principais atributos, o modelo entrega a busca por veículos com maior capacidade de carga, conforto para longas jornadas e desempenho adequado para diferentes tipos de operação. Desenvolvido para atender às demandas do uso profissional, a Hiace Furgão se posiciona como uma alternativa para empreendedores, frotistas e operadores de transporte, contribuindo para maior eficiência, organização e profissionalização das operações. O veículo chega à Osaka com condição especial para clientes com CNPJ, com 10% de desconto, de R$ 304.990,00 por R$ 274.491,00.
“O mercado automotivo tem acompanhado de perto as transformações do empreendedorismo no Brasil, especialmente entre os pequenos e médios negócios, que hoje representam mais de 90% das empresas ativas no país, segundo o Sebrae. Entendemos que esse público busca soluções que vão além do transporte: precisam de veículos confiáveis, confortáveis e eficientes para sustentar a operação no dia a dia. A Hiace Furgão chega justamente para atender prestadores de serviço, profissionais autônomos, empresas familiares e pequenos operadores logísticos que valorizam previsibilidade, ergonomia e economia operacional”, afirma Aires Valin, Head Comercial de Vendas Diretas do grupo Águia Branca.
A Hiace Furgão reúne atributos alinhados às demandas de empreendedores, prestadores de serviço e operadores logísticos. Além da versão voltada ao transporte de cargas, a linha Hiace conta também com uma versão para passageiros, com capacidade para até 15 lugares, o que amplia as possibilidades de uso em atividades como transporte coletivo, fretamento e serviços especializados.
Com capacidade de carga superior a uma tonelada e amplo volume útil, o automóvel foi projetado para facilitar o transporte de mercadorias, equipamentos e produtos diversos. As portas traseiras com ampla abertura e as portas laterais deslizantes contribuem para operações mais ágeis de carga e descarga, especialmente em ambientes urbanos e locais de acesso restrito.
A motorização diesel de 2.8 litros, associada à transmissão automática de seis velocidades, foi desenvolvida para suportar jornadas intensas de trabalho, oferecendo torque adequado para o transporte de cargas e conforto ao motorista ao longo do dia. Esse conjunto reforça a proposta do modelo como um veículo preparado para uso contínuo, tanto em trajetos urbanos quanto rodoviários.
Além das características técnicas, a Hiace Furgão se beneficia da tradição e da confiabilidade da Toyota, reconhecida mundialmente pelo desenvolvimento de veículos duráveis e voltados ao uso profissional. O suporte da rede de concessionárias e a estrutura de pós-venda da marca contribuem para reduzir custos de manutenção ao longo do tempo, além de oferecer maior previsibilidade operacional ao usuário.
Marca britânica não vai mais dividir a tarefa com a Mercedes-AMG; Aston Martin emprestava SUV e esportivo Vantage
A Aston Martin confirmou que não seguirá como fornecedora dos veículos oficiais de segurança e de atendimento médico da Fórmula 1 a partir de 2026. A marca britânica, que dividia essa atribuição com a Mercedes desde 2021, decidiu não renovar o acordo vigente, encerrado ao fim da temporada 2025.
Com isso, a Mercedes-AMG passará a assumir sozinha a responsabilidade pelos dois carros ao longo de todo o campeonato.
DBX 707X / Aston Martin/Divulgação
Durante o período de parceria, a Aston Martin colocou na pista modelos como o Vantage, no papel de safety car, e o DBX707, utilizado como medical car. A presença constante nas transmissões dos Grandes Prêmios foi considerada estratégica para reforçar a imagem global da fabricante, que voltou à Fórmula 1 nesse formato operacional há cinco anos.
Em nota oficial, a empresa destacou que a experiência contribuiu para ampliar sua exposição na categoria e agradeceu à organização pela colaboração.
A partir de 2026, a Fórmula 1 retoma um formato já conhecido no passado, com a Mercedes-AMG como única fornecedora dos carros de segurança e médico da FIA nas 24 etapas previstas no calendário. Antes da entrada da Aston Martin, a montadora alemã já desempenhava essa função de maneira ininterrupta desde 1996.
Foto principal | Aston Martin/Divulgação
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