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Ford amplia linha Ranger e confirma versão cabine simples para 2026

Ford Ranger Cabine Simples de frente na cor branca
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Presidente da Ford detalha planos para a Ranger nos próximos anos, com o retorno da configuração mais simples para trabalho

A Ford encerrou 2025 celebrando o desempenho da Ranger no Brasil, com a vice-liderança entre as picapes médias. Para os próximos anos, porém, há novidades: um plano prevê ampliar a gama tanto com versões mais sofisticadas quanto com configurações mais acessíveis e voltadas ao trabalho. Essa última, por sua vez, será encabeçada pelas versões de Cabine Simples e chassi.

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Na ponta básica do portfólio, a novidade atende a uma demanda antiga do mercado. Em entrevista ao Autoblog Argentina, Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul, confirmou que a Ranger ganhará versões com cabine simples e chassi em 2026. Ao falar sobre os desafios do mercado argentino e a estratégia regional, o executivo foi direto: “Na planta de Pacheco vamos seguir investindo. Este ano vamos lançar a Ranger Cabine Simples e a Cabine Chassi. Já anunciamos os projetos da Ranger PHEV e Tremor”.

A declaração reforça que a Ranger finalmente terá configurações mais focadas no uso profissional, algo que já havia sido sinalizado por estudos apresentados em 2024. Atualmente, a opção mais acessível da picape no Brasil é a XL 2.0 turbodiesel 4×4, oferecida apenas com cabine dupla e preço de R$ 272.600, voltada principalmente a frotistas.

Existe, porém, uma procura consistente por versões com cabine simples, que oferecem caçamba maior, e também pelas variantes chassi-cabine, ideais para receber implementos. Esse tipo de configuração é especialmente relevante para o setor agrícola, com grande peso no mercado nacional e deve ganhar novas alternativas com a ampliação da linha Ranger.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Confira nosso primeiro contato com a Ford F-150 Tremor:

Fenabrave prevê crescimento de vendas de 3% em 2026

OMODA & JAECOO chegam a 70 lojas no Brasil
Foto | OMODA & JAECOO

Colunista Fernando Calmon analisa em sua coluna a expectativa da Fenabrave  do crescimento de 3% nas vendas de no Brasil neste ano

Coluna do Fernando Calmon

O principal segmento do mercado brasileiro de veículos, o de automóveis e comerciais leves, deve ter mais um ano de crescimento morno em 2026, segundo a Fenabrave. Esta associação reúne todas as concessionárias de automóveis, veículos comerciais, motocicletas, máquinas agrícolas e implementos rodoviários. Ao longo do ano passado sua previsão para automóveis e comerciais leves, segmento que representa 94% do total de vendas, recebeu apenas uma revisão.

Estimativas da Fenabrave costumam ser bem calibradas. No último trimestre de 2025, revisou para baixo o resultado esperado para o ano depois de um vendaval destruir a cobertura da fábrica de motores da Toyota, em Porto Feliz (SP). Sua previsão para veículos leves e pesados foi corrigida para 2,6% e o ano fechou com 2,1% de avanço, uma diferença de apenas 13.000 unidades.

Para 2026, as vendas devem avançar apenas 3%. Significam só mais 80.000 unidades para todos os segmentos, incluindo veículos pesados. O programa Carro Sustentável e uma discreta queda da taxa de juros Selic são insuficientes para mudar o humor dos compradores. Para o Banco Central trazer a inflação perto do centro da meta (3,5%) este ano, exige uma queda moderada dos juros e assim será feito.

Segundo Sergio Zonta, vice-presidente da federação das concessionárias, se o Marco Legal de Garantias for aplicado para valer em 2026, os juros de financiamento do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) podem cair e auxiliariam a superar os 2,770 milhões de unidades previstas frente às 2,689 milhões do ano passado. Caso o programa Carro Sustentável passar a incluir modelos híbridos, também ajudaria a vender mais.

A previsão ainda está 30% abaixo do ano recordista de 2012.

Feira nos EUA deslocou o interesse por elétricos

Quando se pensava que a maior feira do mundo dedicada aos eletrônicos de consumo (CES, na sigla em inglês), encerrada sexta-feira passada em Las Vegas (EUA), fosse continuar colocando os veículos elétricos na posição de maior interesse, ou seja nos bancos dianteiros, estes foram passados para o banco de trás. A linguagem figurada foi a manchete da Automotive News (AN), centenária publicação americana especializada em automóveis.

“Robotáxis, robôs operários, sistemas de direção assistida e recursos de I.A. integrados aos veículos dominaram os assuntos relativos aos automóveis na CES deste ano, tirando os veículos elétricos do centro das atenções”, escreveu a AN. O quadro econômico é preocupante. A GM teve uma queda de 43% nas vendas de elétricos no quarto trimestre de 2025 sobre o mesmo período de 2024. O prejuízo financeiro foi US$ 7,6 bilhões (R$ 41 bilhões). Custos adicionais poderão ser registrados em 2026. Um furgão de entregas elétrico, totalmente novo, foi descartado pela baixa demanda e fim de incentivos fiscais.

Na Ford a situação é semelhante. Somente no ano passado, amargou prejuízo de US$ 5 bilhões (R$ 27 bilhões) com veículos elétricos. Na América do Norte, substituirá um furgão deste tipo por modelos híbridos e a gasolina. Também descartou a produção de um furgão elétrico na Europa, mas manterá versões híbridas. Todavia anunciou uma parceria estratégica com a Renault para desenvolver veículos elétricos comerciais e de passageiros.

Prejuízos de curto prazo não significam, nos dois lados do Atlântico Norte, que elétricos estão descartados, mas sim que haverá atrasos. Por outro lado, diferentes tipos de híbridos (semi-híbridos, plenos e plugáveis) tendem a avançar. Elétricos de alcance estendido, com motor-gerador de combustão interna (MCI) para recarga de uma bateria menor e mais barata, tendem a despertar interesse cada vez maior. Esta solução afasta a ansiedade de pesquisar recarregadores em estradas e a perda de tempo em viagens. E também comprar um elétrico para uso urbano e um veículo convencional para sair de férias, em feriados ou a trabalho. 

Commander Longitude a preço competitivo

Estratégia da Jeep deu mais fôlego nas vendas para o ano-modelo 2026 da versão de entrada Longitude. O preço do SUV médio-grande Commander de sete lugares encolheu R$ 19.000 em resposta à forte estratégia de preço de concorrentes chineses BYD e GWM. Ainda agregou alguns equipamentos importantes como assistência ao motorista (ADAS, em inglês) de nível 2, seis airbags, multimídia com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, faróis full LED, abertura elétrica do porta-malas e quadro de instrumentos 100% digital. 

Introduziu também algumas modificações estéticas em especial na grade de sete fendas, para-choque, faróis de neblina, rodas de 18 pol. e na traseira a ligação iluminada das estreitas lanternas. No interior, apenas o banco do motorista tem ajuste elétrico, mas os materiais de acabamento são bons e o amplo espaço no banco traseiro continua (terceiro banco com limitações óbvias). Dimensões (mm): comprimento, 4.764; entre-eixos, 2.794; largura, 1.959; altura, 1.682; vão livre, 211; porta-malas, 233 a 661 L (destaque no segmento).

Sem alterações de motor e câmbio: turbo flex, 176 cv e 27,5 kgf·m (gasolina ou etanol); automático epicíclico, seis marchas. Consumo (km/L): urbano, 6,9 (E)/10 (G); estrada, 8,3 (E)/11,5 (G), padrão Inmetro. Na avaliação do dia a dia, o Commander pode exigir mais atenção do motorista por seu porte, contudo sem reservar surpresas como dificuldade em curvas, estabilidade direcional e potência dos freios, apesar de sua massa em ordem de marcha de consideráveis 1.668 kg.

Silêncio a bordo é um dos pontos altos. Mesmo em pisos irregulares, com buracos ou fora do asfalto, as suspensões independentes funcionam muito bem e passam sensação de robustez.

Preço: R$ 228.79 (no site da marca há promoção “últimas unidades” por R$ 197.990).

Interior é maior destaque do Geely EX5

Modelos chineses têm um estilo bem parecido, independentemente de qualquer marca, e o EX5 elétrico não é exceção. No caso do Geely, um SUV médio-grande, a parte frontal mostra alguma diferenciação. Mas as laterais e principalmente a parte traseira com as lanternas interligadas, além do onipresente defletor de teto, parecem inspiradas no Porsche Cayenne. As rodas de 19 pol. são exclusivas da Max, versão de topo avaliada.

Suas dimensões estão dentro do padrão reinante na categoria (mm): comprimento, 4.615; entre-eixos, 2.750; largura, 1.901; altura, 1.670; vão livre, 173; porta-malas, 461 L (apenas kit de reparo, sem estepe). Motor: 218 cv, 32,6 kgf·m. Tração dianteira. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 s. Com bateria de 60,2 kW·h o alcance, referência Inmetro, é de 349 km, sem distinguir entre uso urbano e rodoviário, o padrão internacional estranhamente aceito e indicado por todos os fabricantes de elétricos ao redor do mundo. 

Maior destaque do EX5 está em seu interior espaçoso. Encostos dos bancos dianteiros podem ser totalmente rebatidos. Há apoio para pernas ajustável para o passageiro. Ocupantes do banco traseiro dispõem de ajuste do encosto até 35°, além de apoio para as pernas. Sob este banco existe uma gaveta de 14 L e, no total, a fabricante informa “um total 33 nichos de armazenamento espalhados pela cabine”. Sob o console central flutuante dispõe de um grande espaço aberto para bolsas ou itens maiores.

Na avaliação dinâmica ficou clara a escolha por uma calibragem de suspensões voltada demais ao conforto de marcha, exigência do mercado chinês. Para as condições de rodagem no Brasil não é o acerto ideal. Até mesmo a direção apresenta maciez excessiva. Dá para o motorista se adaptar, mas com cinco passageiros e bagagem exige mais atenção com lombadas e buracos. No final do mês passado, uma atualização pelo ar (OTA, na sigla em inglês) incluiu Android Auto para a tela multimídia de 15 pol. Ponto de destaque: 13 sistemas de assistência ao motorista (ADAS, em inglês).

Preço: R$ 225.800.

Foto principal | OMODA & JAECOO/Divulgação

Renault leva o Boreal ao varejo de tecnologia e permite trocar celular usado por bônus de R$ 10 mil

Renault leva o Boreal ao varejo de tecnologia e permite trocar celular usado por bônus de R$ 10 mil
Foto | Renault/Divulgação

Parceria inédita com a Fast Shop coloca o SUV médio dentro de lojas tech e conecta o lançamento do modelo ao universo dos gadgets e da experiência digital

A Renault aposta em um formato inédito de lançamento no mercado brasileiro ao levar o novo Boreal para dentro de lojas de varejo de tecnologia. Em parceria com a Fast Shop, a marca passa a expor o SUV médio em pontos físicos selecionados e permite que consumidores troquem seus smartphones usados por um voucher de R$ 10 mil na compra de um Boreal zero-quilômetro. A campanha, batizada de Boreal Tech Upgrade, foi criada pela DPZ.

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A ação acontece entre 19 e 30 de janeiro de 2026 em unidades da Fast Shop localizadas nos shoppings Dom Pedro, em Campinas; Granja Vianna e Zaki Narchi, em São Paulo; Flamboyant, em Goiânia; Iguatemi Barra Sul, em Porto Alegre; Barigui, em Curitiba; e Barra Shopping, no Rio de Janeiro. Nas lojas, o público pode conhecer o Boreal de perto, tirar dúvidas com consultores Renault e participar da campanha de upgrade.

Para aderir à ação, o consumidor deve acessar o site oficial, verificar a elegibilidade do smartphone, levar o aparelho até uma das lojas participantes e, após avaliação técnica, receber o bônus por e-mail. O voucher de R$ 10 mil poderá ser utilizado até 2 de fevereiro em concessionárias Renault das cidades envolvidas na iniciativa.

Segundo a montadora, a proposta reforça o papel estratégico dos espaços físicos como ambientes de experiência e conexão com o consumidor, indo além da simples venda de produtos. A iniciativa também dialoga com um público cada vez mais orientado por tecnologia, inovação e experimentação.

“A iniciativa reforça a aposta da Renault em integrar experiência de marca, mídia e conteúdo digital para criar um formato de lançamento automotivo mais próximo do comportamento tech-driven do público brasileiro. A presença do Boreal no varejo premium amplia alcance e relevância cultural, aproximando o produto do consumidor acostumado a escolher gadgets de última geração”, afirma Aldo Costa, diretor comercial da Renault do Brasil.

Posicionado como um SUV de tecnologia avançada, o Boreal chega ao mercado equipado com Google integrado, acesso a mais de 100 aplicativos, sistema OpenR Link com duas telas de 10 polegadas, conectividade semelhante à de um smartphone, 24 sistemas de assistência à condução, câmera 360° com visão 3D e sistema de áudio premium Harman Kardon.

Para a Fast Shop, a parceria reforça o posicionamento da rede como referência em inovação e experiência. “Trazer o Boreal para dentro das nossas lojas é reconhecer que o carro hoje também é um gadget — conectado, inteligente e parte do estilo de vida do consumidor”, destaca Anderson Kanno, diretor de Marketing da Fast Shop.

A campanha será amplificada por um ecossistema integrado de mídia, incluindo display, vídeos online, redes sociais, criadores de conteúdo e ativações nos pontos físicos das lojas, com vendedores treinados para atuar como consultores da Renault.

Lançado globalmente em São Paulo, o Boreal tem no Brasil seu primeiro mercado mundial e já acumula nove prêmios relevantes, entre eles o tradicional Carro do Ano, da revista Autoesporte, além de reconhecimentos de veículos especializados e portais automotivos.

O SUV é vendido a partir de R$ 179.990, em três versões — evolution, techno e iconic — todas equipadas com motor 1.3 turbo TCe flex, câmbio automático EDC de dupla embreagem úmida e 270 Nm de torque. Produzido no Paraná, o modelo se destaca pelo design marcante, amplo espaço interno e uma experiência digital alinhada ao novo posicionamento da marca, iniciado com o Kardian.

Foto principal | Renault/Divulgação

Ford descarta produção do Everest na Argentina e culpa carga tributária

SUV Everest 2023
Foto | Ford/Divulgação - Ford Everest não será produzido na Argentina para brigar com SW4, Commander e Trailblazer

Presidente da Ford alerta que falta de competitividade pode resultar em novas fábricas fechadas

Após o bom desempenho da Ranger, a Ford chegou a avaliar a possibilidade de fabricar na Argentina o Everest, SUV que disputa mercado com o Toyota SW4. A ideia era ampliar o volume de produção e tornar o modelo mais competitivo na região. No entanto, o projeto acabou descartado por um fator já conhecido no setor: a elevada carga tributária no país.

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Em entrevista ao Autoblog Argentina, Martin Galdeano, presidente da Ford América do Sul, confirmou que o Everest continuará sendo importado da Tailândia e não será produzido em solo argentino justamente por falta de competitividade. Segundo ele, os impostos aplicados à indústria automotiva local tornam a operação inviável. “O grande limitador é a carga tributária da Argentina. A planta de Pacheco concorre não só com outras fábricas do país, mas também com unidades da Ford espalhadas pelo mundo”, afirmou.

Galdeano detalhou que esse cenário encarece os veículos destinados à exportação. Enquanto a Ranger sai de Pacheco com uma carga entre 12% e 15%, o Brasil exporta com cerca de 3%, percentual que caminha para zerar. Já mercados como México e Tailândia operam sem impostos, assim como a China, que ainda conta com subsídios estatais.

Produção do Ford Everest na Argentina é vista como desvantajosa

Na prática, isso impede que o Everest ganhe escala produtiva na Argentina. Para justificar a fabricação local, seria necessário atender tanto o mercado interno quanto o externo, algo inviável diante da desvantagem tributária em relação a outras plantas da Ford, como a da própria Tailândia.

O executivo também alertou que a situação compromete a atração de novos investimentos para o país. “Nesse cenário, não me surpreenderia ver mais fábricas fechando. No caso das picapes, conseguimos nos sustentar pelas exportações, mas todas as plantas sofrem com essa carga de impostos. Há espaço para crescer em alguns segmentos, porém é necessário repensar toda a estrutura tributária da Argentina”, concluiu.

Foto principal | Ford/Divulgação

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Honda NSX ‘renasce’ pela Italdesign usando segunda geração do esportivo

Italdesign/Divulgação

Produção limitada traz icônico esportivo da Honda de volta

O Honda NSX é um dos esportivos japoneses mais cultuados entre os entusiastas e, justamente por isso, é raramente visto circulando pelas ruas. Agora, o estúdio italiano Italdesign anunciou que vai produzir algumas unidades do modelo com visual exclusivo.

Diferentemente da Pininfarina, que prepara uma releitura do NSX de primeira geração, a Italdesign escolheu a segunda geração do esportivo, fabricada entre 2016 e 2022, como base para um projeto que funcionará como um tributo ao modelo original.

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Com aval da Honda, o estúdio promoverá modificações profundas no carro, incorporando referências claras ao NSX dos anos 1990. Um detalhe curioso é que apenas exemplares com volante à direita poderão passar pela conversão.

Nenhum carro, porém, será criado do zero. Todos os NSX reinterpretados pela Italdesign partirão de unidades já existentes, entre as 2.908 produzidas pela Honda/Acura na fábrica de Marysville, em Ohio. No visual, a dianteira ganha linhas mais afiadas e agressivas, além de uma tomada de ar sobre o teto inspirada no raro NSX-R GT. Ainda assim, é a traseira que concentra as transformações mais marcantes e remete diretamente ao clássico da década de 1990.

As lanternas passam a ser integradas por uma barra de LED que atravessa toda a largura do carro, solução que também aparece no novo aerofólio traseiro, reforçando a conexão com a primeira geração do NSX.

Outro elemento simbólico é o emblema vermelho da Honda, reservado a versões especiais como o NSX-R e modelos Type R. Ele aparece tanto na carroceria quanto no centro das rodas, que medem 19 polegadas na dianteira e 20 polegadas atrás. Por dentro, o esportivo também recebe atenção especial, com novos revestimentos e uma placa identificando o modelo como “NSX Tribute by Italdesign”.

Por fim, a empresa não revelou quantas unidades serão produzidas, limitando-se a dizer que se trata de uma série extremamente limitada. A estratégia lembra o projeto GT-R50, desenvolvido em 2018 em parceria com a Nissan para celebrar os 50 anos do esportivo japonês. Na época, apenas 50 carros foram fabricados, com preço inicial de 990 mil euros (cerca de R$ 6,1 milhões) antes de impostos e opções de personalização.

Foto principal | Italdesign/Divulgação

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Toyota Hiace Furgão chega ao Brasil e aposta em conjunto da picape Hilux

Toyota/Divulgação

Versão Furgão da Hiace usa o mesmo motor 2.8 turbodiesel da picape média da Toyota, e pode ser guiada com CNH B

A Toyota confirmou a estreia da Hiace Furgão no Brasil, ampliando a linha da van que havia sido lançada por aqui em setembro de 2025 apenas na configuração Minibus. Voltada ao transporte de cargas, a nova versão chega às concessionárias com foco no uso profissional, e o preço sugerido é de R$ 304.990.

Homologada para condução com CNH categoria B, a Hiace Furgão pode levar até 1.055 kg de carga e oferece volume útil de 9,3 m³. O acesso ao compartimento traseiro é facilitado por portas deslizantes dos dois lados e pela porta traseira dupla bipartida, que permite abertura de até 270°. A altura total da van é de 2,28 metros.

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Entre os equipamentos de série, o modelo traz central multimídia de 9 polegadas, câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores elétricos, faróis de neblina e o sistema Toyota Serviços Conectados, que possibilita acompanhar diversas informações do veículo por meio do aplicativo Toyota App.

No quesito segurança, a Hiace Furgão conta com cintos de três pontos para todos os ocupantes, três airbags (dois frontais e um de joelho para o motorista), além de Assistente de Partida em Rampa (HAC) e controles de tração (TRC) e estabilidade (VSC).

Ao contratar o pacote completo de serviços conectados, com 12 meses incluídos, o proprietário passa a ter acesso a recursos como rastreamento e bloqueio do veículo em caso de roubo, alertas remotos de velocidade e alarme, cerca geográfica, monitoramento em situações de acidente e acionamento automático de autoridades. Também é possível adicionar Wi-Fi a bordo para até dez dispositivos.

Hiace Furgão usa mesmo motor e câmbio da picape Hilux

Debaixo do capô, a Hiace Furgão utiliza o mesmo conjunto mecânico da Hilux: motor 2.8 turbodiesel, que entrega 174 cv de potência e 45,8 mkgf de torque. Segundo o Inmetro, o consumo chega a 8,8 km/l no uso urbano e 10,2 km/l na estrada. O câmbio é automático de seis marchas, sempre com tração traseira, assim como na versão de passageiros.

O modelo faz parte do programa Revisão Facilitada, que garante as três primeiras manutenções gratuitas e preços fixos da 4ª à 6ª revisão, realizadas a cada 10 mil km ou 12 meses. Cada uma dessas revisões custa R$ 1.219, totalizando R$ 3.657 até os 60 mil km ou seis anos de uso.

A Toyota também preparou sua rede de concessionárias para atender a Hiace, com oficinas adaptadas e atendimento prioritário. Com o novo Centro Logístico de Peças, a marca promete disponibilidade imediata de 97% dos componentes, com entrega em até um dia no estado de São Paulo.

A Hiace Furgão é elegível ainda ao programa Toyota 10, que permite estender a garantia por até dez anos sem custo adicional, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada após o fim dos cinco anos de garantia original. A cobertura é renovada anualmente ou a cada 10 mil km, contemplando itens como motor, transmissão, freios, sistema elétrico e componentes de carroceria, respeitando o limite de 200 mil km para uso particular ou 150 mil km para uso comercial.

Por fim, a Toyota oferece condições comerciais diferenciadas para a compra da van, incluindo financiamento com entrada a partir de 0%, prazos de até 60 meses e carência de até 60 dias para o início do pagamento pelo Banco Toyota. A Hiace Furgão também pode ser adquirida por consórcio ou assinatura via Kinto e conta com possibilidade de personalização para aplicações especiais, como transporte refrigerado, carroceria isotérmica ou ambulância, por empresas homologadas, sem perda da garantia estendida.

Foto principal | Toyota/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o Toyota Yaris Cross 2026:

Volkswagen revela preços do Taos 2026 no Brasil; SUV parte de R$ 199.990

Novo Volkswagen Taos Highline 2026
Foto | Fernando Miragaya

Com visual renovado, Volkswagen Taos 2026 chega às concessionárias em 22 de janeiro nas versões Comfortline e Highline

A Volkswagen confirmou os valores do Taos atualizado para o mercado brasileiro e abriu oficialmente a nova fase do SUV médio no país. O modelo reestilizado chega às concessionárias a partir de 22 de janeiro, com preços de R$ 199.990 na configuração Comfortline e R$ 209.990 na Highline.

Produzido agora no México, substituindo a antiga origem argentina, o Taos mira rivais diretos como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross e Chevrolet Equinox. As mudanças visuais estão concentradas principalmente na dianteira, que adota faróis menores com tecnologia full LED, nova grade frontal mais estreita e uma faixa iluminada que percorre a parte superior. O para-choque também foi redesenhado, ganhando uma ampla tomada de ar e acabamento prateado na região inferior.

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De perfil, o SUV mantém as proporções conhecidas e pode ser equipado com rodas de até 19 polegadas. Já na traseira, as lanternas em LED passam a ser unidas por um friso horizontal iluminado, que integra o emblema da Volkswagen com iluminação própria.

No interior, o Taos segue a identidade do novo Jetta, com desenho moderno e materiais de melhor acabamento. Há apliques metálicos nas saídas de ar, detalhes em preto brilhante e central multimídia integrada ao painel. Sob o capô, o SUV preserva o motor 1.4 turbo flex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, sempre combinado ao câmbio automático de oito marchas e tração dianteira.

A versão Comfortline já sai de fábrica com rodas de 18”, ar-condicionado digital de duas zonas com saídas para o banco traseiro, ajuste elétrico para o banco do motorista, multimídia VW Play Connect de 10,1”, faróis IQ.Light, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go e logotipo traseiro iluminado.

No topo da gama, o Taos Highline adiciona rodas de 19”, teto solar panorâmico, sistema de som com subwoofer, conjunto óptico dianteiro interligado, monitoramento de ponto cego, Travel Assist, Emergency Assist e alerta de tráfego cruzado traseiro.

Foto Principal: Fernando Miragaya/Autos Segredos

Jeep celebra 700 mil unidades do Renegade fabricadas em Goiana (PE)

Jeep celebra 700 mil unidades do Renegade fabricadas em Goiana (PE)
Foto | Jeep/Divulgação

SUV compacto foi o primeiro modelo a ser produzido na fábrica da Stellantis no Nordeste

A Stellantis celebra 700 mil unidades do Jeep Renegade na fábrica do grupo em Goiana (PE). O SUV é o único do seu segmento a oferecer tração 4×4. Sua produção começou em 2015, abrindo caminho para seus irmãos Compass e Commander e para as primas Fiat Toro e Ram Rampage. 

“Conquistar a marca de 700 mil unidades produzidas no Brasil e ser o SUV mais vendido da última década representam muito, pois demonstram toda a força do Jeep Renegade no mercado brasileiro e nos mercados em que o modelo é exportado, como Argentina, Chile e México, por exemplo. Não é qualquer SUV que conquista uma marca dessas, isso nos enche de orgulho e nos dá a certeza de que os brasileiros são realmente apaixonados pelas aventuras que só um Jeep pode proporcionar”, comenta Hugo Domingues, Head da marca Jeep para a América do Sul.

O Jeep Renegade estreou em 2015 com tração 4×4 e é o único do segmento “B” a continuar oferecendo a tração integral. O SUV oferece sistemas ADAS no Brasil e também nos países da América do Sul onde é comercializado, que inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa, monitor de pontos cegos e farol alto automático – que garantem a segurança a bordo. 

Foto | Jeep/Divulgação – Modelo pioneiro do Polo Automotivo de Goiana (PE), da Stellantis, Jeep Renegade, único B-SUV com tração 4×4, reúne tecnologia e produção local

Desde a versão de entrada, o Jeep Renegade vem equipado com seis airbags. No Brasil, o SUV oferece cinco anos de garantia total. 

O Jeep Renegade 1.3 Turbo Flex na versão Sport foi eleito o melhor SUV da categoria de até R$ 120 mil, no prêmio Melhor Compra 2025, promovido pela revista Quatro Rodas. 

Onde o Jeep Renegade é vendido?

O Renegade é exportado ainda para diversos países da América Latina, como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai, entre outros.

Foto principal | Jeep/Divulgação

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Honda XR300L Tornado ganha versão Special Edition 

Foto | Caio Mattos/Honda/Divulgação

Série especial aposta em visual exclusivo e mantém conjunto técnico da trail de 300 cilindradas

A Honda anunciou a chegada da XR300L Tornado Special Edition ao mercado brasileiro a partir de fevereiro de 2026. A nova versão amplia a gama da trail de média cilindrada com mudanças visuais, mantendo inalterado o conjunto mecânico e ciclístico do modelo lançado em 2024.

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O nome Tornado resgata a tradição da antiga XR250 Tornado, comercializada no Brasil entre 2001 e 2008, conhecida pela versatilidade no uso urbano e fora de estrada. Segundo a Honda, a proposta da XR300L segue o mesmo conceito, combinando inspiração off-road com utilização mista.

De acordo com a fabricante, em pouco mais de um ano de mercado, cerca de 30 mil unidades da XR300L Tornado foram emplacadas no País. A edição especial se apoia nesse desempenho comercial e aposta em um visual diferenciado para reforçar a identidade do modelo.

A XR300L Tornado Special Edition tem como base a cor Fighting Red, tradicional nas motocicletas esportivas da marca. O conjunto visual inclui detalhes em branco e azul, além de acabamento preto fosco em componentes como guidão, rodas, chassi, suspensão, balança traseira e escapamento. A série especial também traz grafismos exclusivos, logotipo Red Rider e a inscrição “300” nas carenagens, em referência às motos de competição.

No aspecto técnico, a edição especial mantém o motor monocilíndrico de 293,5 cm³, arrefecido a ar, com tecnologia FlexOne e cabeçote OHC de quatro válvulas. A potência máxima é de 24,8 cv com etanol e 24,3 cv com gasolina, enquanto o torque atinge 2,74 kgf.m (etanol) e 2,70 kgf.m (gasolina). O câmbio é de seis marchas, com embreagem assistida e deslizante.

A parte ciclística conta com chassi de aço tipo berço semiduplo, suspensão dianteira telescópica com tubos de 41 mm e curso de 245 mm, além de roda dianteira aro 21. Na traseira, o sistema Pro-Link utiliza amortecedor regulável em sete posições, com curso de 227 mm e roda aro 18. O sistema de freios tem ABS de dois canais, com disco dianteiro de 256 mm e traseiro de 220 mm. O peso a seco é de 143 kg.

A Honda XR300L Tornado Special Edition terá garantia de três anos, sem limite de quilometragem, além de óleo Pro Honda gratuito em sete revisões, a partir da terceira. O intervalo de manutenção é de 6.000 km ou seis meses, após a primeira revisão aos 1.000 km. O preço sugerido, com base no estado de São Paulo, é de R$ 31.540.

Foto principal | Caio Mattos/Honda/Divulgação

(*) Texto redigido com auxílio de inteligência artificial.

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MG Motor prorroga preços especiais para o MG4 e MG S5

MG Motor MG S5
Foto | MG Motor/Divulgação

Marca de origem inglesa, atualmente é controlada por um fabricante chinês

A MG Motor estende até o dia 6 de fevereiro condições especiais para os modelos MG4 e MG S5. “Decidimos estender essas condições especiais do lançamento não somente para que o consumidor tenha mais tempo para conhecer o melhor que a MG Motor tem a oferecer, mas também para reforçarmos nossa estratégia local de aproximação com o público brasileiro e a importância do Brasil para nós”, comenta Fabio Klemenc, Diretor de Vendas da MG Motor do Brasil.

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De acordo com a marca, o hatch elétrico MG4 com preços promocionais mantidos na versão Comfort, que segue com o preço de R$ 169.600, e na versão Luxury, que permanece por R$ 189.800. A topo de gama MG4 XPower passa a ser comercializada pelo preço de R$ 229.800.

O SUV elétrico MG S5 é vendido por R$ 195.800 para a versão Comfort e a Luxury mantém o preço de R$ 219.800. 

Todas as versões dos dois modelos incluem, sem custo adicional, wallbox para carregamento rápido doméstico e carregador portátil, como um benefício adicional da marca a seus clientes.

Foto principal | MG Motor/Divulgação

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