Empreendimento em parceria com a Binghatti leva o design e o DNA da Mercedes-Benz para um complexo de torres residenciais de alto padrão
A Mercedes-Benz resolveu levar sua identidade para além dos automóveis e apresentou um ambicioso empreendimento imobiliário em Dubai. O projeto, denominado Mercedes-Benz Places Binghatti City, representa a estreia da marca alemã no segmento de residências de luxo no Oriente Médio e tem como proposta transformar os valores de design, inovação e sofisticação da fabricante em um conceito urbano.
O empreendimento será formado por 12 edifícios residenciais, cada um batizado com o nome de um carro-conceito marcante da Mercedes, entre eles Vision One-Eleven, Vision AVTR, Vision Mercedes-Maybach 6 e Vision Simplex. No centro do complexo estará a torre Vision Iconic, pensada como o principal símbolo arquitetônico do projeto. Localizado no distrito de Meydan, uma das regiões mais prestigiadas de Dubai, o conjunto foi desenvolvido em parceria com a Binghatti Developers e segue a proposta de uma “cidade vertical” dedicada ao luxo e à qualidade de vida.
A infraestrutura inclui áreas verdes integradas, espaços de convivência, piscinas, academias, estúdios de ioga, pistas elevadas para caminhada e corrida, além de ambientes voltados ao lazer familiar. Segundo a Mercedes-Benz, o conceito segue a linguagem de design Sensual Purity, já conhecida nos veículos da marca, agora aplicada à arquitetura e aos interiores. As unidades contarão com acabamentos refinados, materiais premium e soluções de automação residencial.
A comercialização das residências teve início no começo de 2026, com valores a partir de AED 1,6 milhão, cerca de R$ 2,3 milhões. O portfólio inclui desde estúdios até apartamentos amplos e coberturas, com entregas programadas de forma gradual ao longo dos próximos anos.
Foto principal | Mercedes-Benz/Divulgação
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Modelo ganhou motor 1.2 turboflex e câmbio manual; Onix show car não entrará em produção
A Chevrolet apresentou o Onix Track Day, um protótipo criado exclusivamente para uso em circuito fechado e que simboliza o encerramento das celebrações do centenário da Chevrolet no mercado brasileiro. Desenvolvido pelo time nacional de engenharia e motorsport da GM, o modelo utiliza a carroceria atual do Onix como base, mas adota uma proposta inédita para o hatch, voltada totalmente à performance em pista, com motor 1.2 turbo preparado para esse ambiente.
O conjunto técnico recebeu uma série de ajustes específicos, incluindo nova calibração, câmbio manual de seis marchas, alterações nos sistemas de escape e admissão, além de suspensão rebaixada em 100 mm. As rodas exclusivas ajudam a ampliar as bitolas, favorecendo estabilidade e comportamento dinâmico em curvas.
O interior também foi profundamente modificado. O habitáculo passou a contar com bancos concha e cintos de segurança de cinco pontos, enquanto diversos itens de acabamento foram removidos. Com isso, o projeto conseguiu reduzir cerca de 150 kg do peso total do veículo.
“O Novo Onix Track Day aproveita a excelente dinâmica veicular e a eficiência aerodinâmica do modelo de produção e adiciona um nível de preparação que o torna extremamente ágil, preciso e prazeroso de pilotar, entregando sensações comparáveis às de carros muito mais caros e complexos”, afirma Ricardo Fanucchi, diretor de Engenharia da GM América do Sul.
Mais do que um exercício de estilo, o conceito foi pensado para explorar ao máximo componentes e soluções já existentes no portfólio da Chevrolet. A proposta reforça uma lógica racional de preparação e serve como referência para entusiastas e preparadores que frequentam eventos de track day.
Segundo projeções da própria empresa, o Novo Onix Track Day acelera de 0 a 100 km/h em menos de 8 segundos, apresenta boas retomadas e eficiência nas frenagens, além de ter desempenho suficiente para completar uma volta no Autódromo de Interlagos em torno de dois minutos, dependendo das condições de pista e clima.
No visual, o modelo se destaca pelas faixas amarelas no capô, teto e retrovisores, pelas rodas exclusivas, pelo aerofólio e pela altura reduzida do solo. O número 100 aplicado nas portas faz referência direta ao centenário da marca e conecta passado, presente e futuro de um dos carros mais importantes da indústria automotiva brasileira.
O conceito também dialoga com o protótipo anterior apresentado junto à linha 2015 e exibido no Salão do Automóvel. O antigo motor 1.8 aspirado de 150 cv deu lugar ao atual 1.2 turbo de três cilindros, que oferece torque elevado em baixas rotações e permite extrair mais desempenho de um conjunto compacto e eficiente.
“O Onix sempre ditou tendências, sejam elas tecnológicas ou comportamentais. Há dez anos, o track day ainda era uma prática pouco difundida no Brasil. Hoje, essa modalidade se consolida como uma forma estruturada de vivenciar a performance, sem competição direta, mas com foco em técnica, aprendizado e de intensa conexão com o carro”, completa Fanucchi.
Autos Segredos ‘cravou’ manutenção da nomenclatura em 2022; Novo Argo é grande destaque dos 50 anos da Fiat no Brasil
É o fim do mistério: o Fiat Grande Panda se chamará “novo Argo” no Brasil. É o que revelou o CEO global da Fiat, Olivier François, em entrevista ao site francês Auto Infos. Antecipado pelo Autos Segredos ainda em 2022, o projeto do novo hatch era conhecido inicialmente como Argo Next Gen ou 328. Com o avanço do desenvolvimento, passou a adotar o codinome F1H.
O novo Argo será a principal estrela das comemorações dos 50 anos da Fiat no Brasil, que se instalou no País em 1976. A nova geração do Argo será lançada em julho, mês que marca as comemorações dos 50 anos da Fiat no Brasil. Até o momento, a única confirmação oficial da marca era o lançamento de um novo hatch em 2026 e o plano de renovação completa do portfólio até 2030, com a introdução de um modelo por ano.
Novo Fiat Argo terá conjunto micro-híbrido (MHEV)
Fiat/divulgação
Outra apuração confirmada pelo Autos Segredos é que o novo hatch será oferecido com motor 1.0 Firefly com câmbio manual e com o conjunto 1.0 Turbo Flex 200 Hybrid, sempre associado à transmissão CVT. O motor 1.0 Firefly entrega atualmente 71 cv de potência a 6.000 rpm e 10 kgfm de torque a 3.250 rpm com gasolina. Com etanol, os números sobem para 75 cv a 6.000 rpm e 10,7 kgfm de torque a 3.250 rpm. Esse propulsor fica combinado ao câmbio manual de cinco velocidades.
Assim, já as versões mais caras do novo Fiat Argo contarão com sistema híbrido leve (MHEV). O conjunto associa um motor elétrico multifuncional ao motor T200, que mantém as mesmas especificações dos Peugeot 208 e 2008 GT híbridos: 130 cv com etanol, 125 cv com gasolina e torque de 20,4 kgfm em ambos os combustíveis. O câmbio seguirá sendo o CVT, com simulação de sete marchas, por exemplo.
Produzido no Brasil, o novo Argo 2027 seguirá as mesmas dimensões do Grande Panda europeu: 3,99 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,58 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. As medidas são próximas às do Citroën C3, já que ambos utilizam a plataforma CMP, que estreia na fábrica mineira. O porta-malas tem capacidade de 412 litros, segundo dados divulgados na Itália.
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
Visualmente, a versão brasileira do Grande Panda será praticamente idêntica à europeia. As principais diferenças ficam por conta da ausência do nome do modelo estampado nas laterais e de pequenas mudanças na grade dianteira e no para-choque. Contudo, na traseira, a tampa e as lanternas são basicamente as mesmas.
No interior, o novo Fiat Argo manterá o mesmo layout do Grande Panda, mas contará com easter eggs que fazem referências ao Brasil. O novo hatch será o primeiro carro popular da Fiat a ter versões com seis airbags de série e itens ADAS.
Fiat Argo atual conviverá com a nova geração, em versão Urban
Por fim, recentemente, publicamos que o Argo atual seguirá em linha com a versão Urban, equipada com o motor 1.0 Firefly associado ao câmbio manual de cinco marchas, além da opção 1.3 Firefly com transmissão CVT que simula sete marchas. Inicialmente, o Argo atual deixaria de ser produzido em setembro, mas a versão Urban deve funcionar como uma transição até que a nova geração ganhe fôlego no mercado. Não será a primeira vez que a Fiat adota essa estratégia no Brasil.
Separamos os cinco carros mais em conta vendidos zero km no Brasil; subcompactos e hatches dominam a lista
Quando olhamos para o mercado automotivo nacional, procuramos opções que caibam no orçamento, e às vezes, o automóvel mais barato já resolve as necessidades diárias. Pensando nisso, compilamos cinco opções dos modelos mais baratos deste ano recém-iniciado, para você comparar e decidir pela melhor compra. Confira:
Em 2026, o título de carro mais barato do Brasil pertence ao Renault Kwid Zen, que ampliou sua vantagem frente ao Fiat Mobi. Custando R$ 78.690, o subcompacto segue como a opção mais acessível do mercado nacional, mesmo após pequenos ajustes na linha.
A principal novidade do ano-modelo é a adição de uma entrada USB-C para carregamento e de dois alto-falantes extras posicionados na coluna C. Em contrapartida, a versão Zen deixou de oferecer rádio de série, ficando apenas com a preparação para som.
No pacote de equipamentos, o Kwid Zen traz quatro airbags, ar-condicionado, direção elétrica, luzes diurnas em LED, computador de bordo, conta-giros, limpador e desembaçador do vidro traseiro, além de travas elétricas e vidros elétricos dianteiros. Não há opcionais além da escolha da cor, e quem quiser sistema de som precisa recorrer aos acessórios da concessionária.
Motor 1.0 12V flex de até 71 cv, torque de 10 kgfm, câmbio manual de cinco marchas e porta-malas de 290 litros completam o conjunto.
O Fiat Mobi passou por uma mudança importante ao aposentar definitivamente o antigo motor Fire. Desde 2025, toda a linha utiliza o propulsor 1.0 Firefly de três cilindros, o que trouxe ganhos claros em desempenho, consumo e conforto ao rodar. Custa R$ 82.560.
Com o novo motor, o modelo passou a contar com direção elétrica e recebeu o painel da picape Strada, que oferece melhor organização e mais espaços para objetos. O conjunto mecânico também se destaca pelo uso de bloco em alumínio, maior torque entre os 1.0 aspirados e sincronismo por corrente metálica.
Na versão Like, o Mobi oferece ar-condicionado, direção elétrica, airbag duplo, computador de bordo, conta-giros, limpador e desembaçador traseiro, além de vidros elétricos dianteiros com função one-touch e travas elétricas. Não há rádio nem preparação para som.
O único opcional disponível é um pacote que adiciona retrovisores elétricos com tilt-down, comandos internos para abertura do tanque e do porta-malas, regulagem de altura dos cintos dianteiros e acabamento ampliado no porta-malas.
Entre os carros mais baratos do Brasil, o Citroën C3 se destaca por oferecer mais espaço interno, especialmente no banco traseiro. Custando R$ 83.990, em campanhas promocionais o preço pode ficar até R$ 8 mil abaixo do valor de tabela, reforçando sua proposta de custo-benefício.
De série, o C3 Live traz direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, airbag duplo, bancos dianteiros com encostos de cabeça integrados, computador de bordo, indicador de troca de marchas, limpador e desembaçador traseiro e iluminação no porta-malas. O rádio é item opcional.
O motor é o conhecido 1.0 Firefly de três cilindros, com 75 cv e 10,7 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. O porta-malas leva até 315 litros.
O Fiat Argo segue entre os carros mais vendidos do país e mantém sua reputação de robustez. Custando R$ 93.980, a versão mais barata da linha 2026 é bastante simples e sequer recebe uma denominação específica, sendo facilmente identificada pelo visual sem pintura nas maçanetas.
As atualizações do novo ano-modelo chegaram de forma limitada ao Argo de entrada, que passou a contar apenas com faróis com luz de posição em LED. O restante do conjunto permanece praticamente inalterado.
Mesmo assim, o hatch oferece um pacote honesto, com direção elétrica, ar-condicionado, airbag duplo, chave canivete com telecomando, computador de bordo, regulagem de altura da coluna de direção, limpador e desembaçador traseiros, além de travas e vidros elétricos dianteiros.
Sob o capô está o motor 1.0 Firefly de 75 cv e 10,7 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas. O porta-malas tem capacidade para 327 litros.
O Hyundai HB20 já representa um degrau acima entre os carros mais baratos do Brasil. Custando R$ 95.190, embora não seja o mais espaçoso do segmento, ele se diferencia pelo acabamento interno mais refinado e por uma lista de equipamentos mais generosa.
Mesmo na versão Comfort, o modelo já traz central multimídia de série, além de ar-condicionado, direção elétrica, chave canivete com telecomando, vidros elétricos dianteiros e seis airbags. Há também controle de cruzeiro, sensor crepuscular, alarme, banco do motorista com ajuste de altura, computador de bordo, conta-giros e travamento automático das portas a 20 km/h.
O motor 1.0 12V flex entrega até 80 cv e 10,2 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas. O porta-malas comporta 300 litros.
Foto principal: Renault/Divulgação
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Porsche amplia a eletrificação da gama mesmo diante da queda nas vendas globais
A Porsche alcançou um marco importante em sua transformação energética: em 2025, pela primeira vez, o volume de veículos eletrificados vendidos pela marca na Europa superou o de modelos equipados apenas com motores a combustão. Isso sinaliza uma mudança estrutural no perfil da fabricante.
Atualmente, quase 60% das entregas no continente envolvem carros totalmente elétricos ou híbridos plug-in. Em linhas estratégicas como Cayenne e Panamera, essas versões já concentram a maioria das vendas, confirmando que a eletrificação deixou de ser uma promessa para se tornar o eixo central da estratégia da empresa na região.
Outro dado simbólico é que cerca de um terço dos Porsche comercializados na Europa já não utiliza combustível fóssil, algo impensável até poucos anos atrás para uma marca historicamente associada a motores de alto desempenho a gasolina.
Mesmo com ritmo acelerado de eletrificados, vendas da Porsche caíram em 2025
Apesar desse avanço tecnológico, o desempenho global da montadora foi negativo em 2025. As vendas mundiais recuaram aproximadamente 10% em relação ao ano anterior, com pouco menos de 280 mil unidades entregues.A retração mais expressiva ocorreu na China, onde a procura por veículos premium diminuiu significativamente, resultando em uma queda de 26%.
Na Alemanha, o mercado também apresentou recuo relevante, enquanto a América do Norte, principal destino dos modelos da marca, manteve volumes praticamente estáveis, mesmo diante de restrições na oferta de versões a combustão do Macan e do 718.
Outras regiões, incluindo mercados emergentes, registraram apenas uma leve redução, sem impacto expressivo no resultado consolidado. Segundo a Porsche, parte do desempenho inferior está ligada à menor disponibilidade de modelos com motor a combustão, sobretudo do 718 e do Macan. A empresa também reforça que sua estratégia atual prioriza rentabilidade e posicionamento premium, com controle de produção para preservar margens e exclusividade.
Executivos da marca afirmam que o recuo já era esperado e destacam a boa recepção de novos produtos eletrificados, como o futuro Cayenne totalmente elétrico. Enquanto Europa e Ásia avançam com mais rapidez na transição energética, os Estados Unidos seguem em ritmo diferente. A redução de incentivos fiscais e a menor pressão regulatória mantêm os modelos a gasolina em posição de destaque, ainda altamente lucrativos para a marca.
A próxima etapa dessa transformação começa em 2026, quando a Porsche encerrará a produção das versões a combustão do 718 e do Macan. A partir desse ponto, a eletrificação ganhará ainda mais relevância na linha da fabricante.
Fábrica da Volkswagen em Taubaté hoje produz Polo e Tera, mas já recebeu clássicos importantes na história da marca
A fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP), segundo maior complexo industrial da marca no Brasil, celebra 50 anos de atividades. Atualmente, a unidade é responsável pela produção do SUV de entrada Tera, mas iniciou sua trajetória com foco na fabricação de componentes para veículos com motor a ar e, a partir de 1978, também passou a montar a primeira geração do Passat.
O complexo foi originalmente concebido para reduzir a sobrecarga da planta de Anchieta, em São Bernardo do Campo. Com o avanço das operações, Taubaté ampliou rapidamente seu escopo industrial e passou a produzir componentes estampados, peças plásticas, itens injetados e tapeçarias.
Esses conjuntos abasteciam modelos históricos da marca no Brasil, como Fusca e Kombi, consolidando a unidade como um polo estratégico da Volkswagen no país. Abaixo, confira cinco modelos clássicos que foram feitos na planta paulista e fazem parte da história da VW no Brasil:
O primeiro modelo refrigerado a água da Volkswagen passou por Taubaté. Trata-se do hatch Passat, que começou sua jornada por aqui em 1978, onde ficou em linha até seu fim, já na mítica versão GTS Pointer, em 1989.
Criado para suceder o Fusca na linha Volks, o Gol começou sua jornada em 1980, até sair de linha em definitivo em 2022. No total, mais de 8,5 milhões de unidades do modelo, superando com folga seu antecessor Fusca, na casa dos 3 milhões, por exemplo.
Além do Gol, seus derivados também passaram pela história da fábrica de Taubaté. Um deles foi a perua Parati, inicialmente um “puxadinho” do sedã Voyage, também derivado do Gol e feito na planta paulista. A perua do Gol ficou em produção até sua quarta geração, descontinuada em 2012.
O subcompacto Up! também foi fabricado em Taubaté. Vindo da Europa, foi fabricado por aqui com modificações em relação ao modelo do velho continente, a maior delas a tampa traseira, que aqui era feita de aço, e não de vidro. Seu maior destaque foi a adoção do motor 170 TSI, que rendeu ótimo desempenho ao modelo, e hoje equipa o Polo.
Falando em Polo, o hatch que assumiu o espaço deixado pelo Gol também sai de Taubaté. Atualmente, o hatch fechou o ano de 2025 como o automóvel de passeio mais vendido do Brasil, onde acumulou 122.677 unidades, por exemplo.
Apresentação em Detroit marca nova fase da marca no automobilismo, com atuação na F1, endurance, Le Mans e grandes categorias off-road
A Ford apresentou na noite desta terça-feira (data do evento) seu programa global de competições para a temporada 2026, em um evento realizado na Michigan Central Station, em Detroit, nos Estados Unidos. O plano marca oficialmente o retorno da montadora à Fórmula 1, em parceria com a Oracle Red Bull Racing, além da ampliação da presença da marca em categorias de pista, endurance e off-road ao redor do mundo.
Com a presença do CEO Jim Farley, do presidente do Conselho Bill Ford e de executivos globais, a Ford exibiu pela primeira vez a pintura dos carros da Oracle Red Bull Racing que serão pilotados por Max Verstappen e Isack Hadjar. A cerimônia reuniu centenas de convidados e teve transmissão ao vivo pelo YouTube.
Durante o evento, Jim Farley destacou o papel do automobilismo no desenvolvimento tecnológico da marca. “Temos a sorte de fazer parte de uma indústria que tem o seu próprio esporte, o motorsport, e gostamos de vencer porque somos competitivos”, afirmou. Segundo o executivo, as tecnologias desenvolvidas nas pistas têm impacto direto nos produtos de produção, como o Mustang GTD e a Raptor.
Embora tenha se retirado da Fórmula 1 em 2004, a Ford segue como a terceira fabricante de motores mais vitoriosa da história da categoria, com 174 vitórias acumuladas.
Resultados recentes e estratégia de longo prazo
Em 2025, a Ford contabilizou 91 vitórias em competições realizadas em 38 países, seis continentes e com 20 veículos diferentes. Os resultados vieram principalmente com os modelos Mustang GT3, Mustang GT4 e Mustang Dark Horse R, em categorias como Australian Supercars, Fórmula Drift, Drag Racing, além do recorde estabelecido pelo Super Mustang Mach-E na subida de Pikes Peak.
Will Ford, gerente geral da Ford Racing, afirmou que o retorno à elite do automobilismo representa uma retomada estratégica da marca. “Quando vi pela primeira vez a pintura dos carros, não vi uma peça de marketing. Vi o nome da minha família de volta ao cenário global onde temos negócios inacabados”, declarou.
Le Mans e Mundial de Endurance
A Ford também confirmou o retorno à principal categoria das 24 Horas de Le Mans, a Hypercar, a partir de 2027. O time de pilotos de fábrica contará com Logan Sargeant, Sebastian Priaulx e Mike “Rocky” Rockenfeller.
O novo protótipo será equipado com um motor Coyote V8 5.4 naturalmente aspirado, que será desenvolvido integralmente pela própria Ford. A proposta é criar uma ligação direta entre os históricos títulos conquistados em Le Mans em 1966 e o novo projeto para 2027. Em 2026, a marca seguirá competindo na categoria LMP2.
Segundo Mark Rushbrook, diretor global da Ford Racing, o Mustang GT3 já foi homologado para o Mundial de Endurance (WEC) com evoluções em aerodinâmica, suspensão e sistema de freios.
Off-road e novos nomes
O programa de competições da Ford também inclui as principais provas off-road do mundo. No Rally Dakar, a marca compete com a Raptor T1+, pilotada por Carlos Sainz, Nani Roma, Mitch Guthrie e Mattias Ekström, com expectativas positivas para a edição que se encerra no dia 17.
A montadora anunciou ainda a piloto Bailey Campbell como novo nome da Ford Racing no off-road, competindo com o Bronco RTR em provas como a King of Hammers, pela RTR Vehicles Off-Road Team. Outro destaque foi a confirmação de Daniel Ricciardo, ex-piloto da Fórmula 1, como novo embaixador global off-road da Ford Racing.
Mesmo com boas qualidades, nova geração do SUV ainda não deslanchou, preços altos não ajudam
A Nissan faz o PCD Week para a partir de amanhã 19/1 até 31 de janeiro para a nova geração do Kicks. A ação de vendas é válida em todas as concessionárias da marca do Brasil. As ofertas especiais são para clientes que se enquadram como Pessoa com Deficiência (PCD), de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
Durante a ação de vendas PCD Week, o Nissan Kicks na versão Sense poderá ser comprada por R$ 134.590. O SUV vem equipado com Alerta Inteligente de Atenção do Motorista (DAA); Alerta de Colisão Frontal com Assistente Inteligente de Frenagem e Detecção de Pedestre (PFCW+FEB); Alerta Inteligente e Assistente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDW+LDP); Controle de Cruzeiro Adaptativo de Velocidade e Distância (ICC); câmera de ré; monitoramento de pressão dos pneus; seis airbags; ar-condicionado digital; painel de instrumentos estilo “monolito” com tela de 7 polegadas; e central multimídia de 12,3 polegadas, entre outros.
Já a versão Advance poderá ser comprada por R$ 148.590. Ela vem com todos os itens da Sense e agrega carregador de telefone celular por indução, Visão 360º inteligente, rack de teto longitudinal e partida remota do motor.
O Nissan Kicks Exclusive poderá ser adquirido durante a PCD Week por R$ 162.990. Ela conta com todos os equipamentos da Sense e da Advance e acrescenta rodas de liga leve aro 19, sensor de estacionamento dianteiro, limpador de para-brisa automático por sensor e painel digital de 12,3 polegadas.
A topo de gama Platinum que conta todos os itens anteriores agrega teto solar panorâmico, assistente de centralização de faixa, monitoramento de ponto cego, sistema premium Bose de som com caixas nos encostos de cabeça dos bancos dianteiros, alerta de tráfego cruzado traseiro e sistema de auxílio à condução ProPILOT. Durante a vigência da PCD Week, ela poderá ser comprada por R$ 173.990.
Todas as versões do novo Nissan Kicks são equipadas com o motor 1.0 Turbo Flex de 135 cv de potência e 22,4 kgfm de torque com etanol e 120 cv e 20,4 kgfm de torque com gasolina no tanque. O motor é ligado ao câmbio automatizado de dupla embreagem banhada à óleo de seis marchas.
Foto principal | Nissan/Divulgação
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Modelo da Ford Racing se posiciona entre Dark Horse e GTD e traz motor V8 5.2 com foco em pista
A Ford aproveitou o Salão de Detroit para revelar o Mustang Dark Horse SC, uma nova variação extrema do muscle car criada pela Ford Racing. Posicionado entre o Dark Horse convencional e o radical Mustang GTD, o modelo estreia com motor V8 5.2 com supercharger e foco claro em desempenho de pista aliado ao uso em rua. Nos Estados Unidos, os pedidos começam no segundo trimestre de 2026, com entregas previstas para o meio do ano.
Segundo a fabricante, o Dark Horse SC nasceu diretamente da experiência da marca em competições, especialmente com o Mustang GT3, além das soluções técnicas desenvolvidas para o Mustang GTD. A proposta é clara: enfrentar esportivos premium europeus. Para a Ford, o Mustang deixou de ser apenas um ícone americano e passou a ser uma referência global em performance, o que abre caminho para a venda do modelo em outros mercados, incluindo o Brasil.
Destaque fica por conta do motor V8 5.2 supercharged
O novo Dark Horse SC representa a integração total entre as áreas de competição e os carros de produção. Ele recebeu uma série de evoluções técnicas que abrangem motor, transmissão, aerodinâmica, sistema de arrefecimento, freios, suspensão, direção e pneus. Apesar de ainda não divulgar números finais de potência, a Ford confirmou o uso do V8 5.2 supercharged, combinado a um câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas, além de um acerto especial para realçar o som do motor.
No conjunto dinâmico, o modelo estreia uma nova geração dos amortecedores MagneRide, com hardware e software revisados, molas mais rígidas, barras estabilizadoras recalibradas e novos componentes de suspensão dianteiros e traseiros. Para reduzir peso, a Ford adotou soluções como uma barra estrutural de magnésio e elos de suspensão forjados, substituindo peças de aço tradicionais.
O Track Pack, pacote opcional voltado ao uso em circuito, eleva ainda mais o desempenho. Ele inclui calibração específica da suspensão para rodas de fibra de carbono e pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 Rdesenvolvidos sob medida, com medidas 305/30 R20 na dianteira e 315/30 R20 na traseira. O sistema de controle de tração variável, derivado do GTD, permite cinco níveis de intervenção e até a desativação total do controle de estabilidade.
Na frenagem, o Dark Horse SC utiliza freios Brembo com pinças de seis pistões na frente e quatro atrás, garantindo desacelerações de alto nível. Já o Track Pack adiciona discos carbono-cerâmica, os mesmos do Mustang GTD, que reduzem significativamente o peso. Somadas às rodas de fibra de carbono e outros componentes leves, as mudanças resultam em uma economia de cerca de 68 kg.
Versão Dark Horse SC tem foco maior em aerodinâmica
O trabalho aerodinâmico também foi intenso. A dianteira foi redesenhada para melhorar o resfriamento dos freios, enquanto o novo capô de alumínio, com grandes saídas de ar e travas aparentes, contribui tanto para o arrefecimento do conjunto mecânico quanto para a eficiência aerodinâmica. A retirada da bandeja de chuva no capô ampliou em cinco vezes a área aberta, aumentando o downforce.
Na traseira, o modelo ganhou difusor revisado e proteções inferiores que auxiliam no controle do fluxo de ar e na refrigeração dos freios. O Track Pack adiciona uma tampa de porta-malas no estilo ducktail, que serve de base para uma asa traseira de fibra de carbono mais eficiente. Esse conjunto melhora em cerca de 10% a eficiência aerodinâmica e gera aproximadamente 281 kg de downforce traseiro a 290 km/h.
Por dentro, o Dark Horse SC traz volante inspirado no GTD, com couro, Alcantara e fibra de carbono. O Track Pack inclui bancos esportivos Recaro, revestidos em couro e Dinamica, além da exclusão dos bancos traseiros para reduzir peso. Há ainda amplas possibilidades de personalização, como detalhes externos em carbono, diferentes cores de pinças de freio, grafismos e cintos de segurança personalizados.
Para 2026, a linha conta também com a Track Pack Special Edition, série limitada que combina os pacotes Track e Carbon. Ela se diferencia pelo teto preto, pinças Brembo vermelhas, grafismos exclusivos e detalhes em titânio impressos em 3D, tecnologia herdada do GTD. Essa versão especial será oferecida nas cores Shadow Black ou Oxford White, sempre com bancos Recaro com detalhes em vermelho.
SUV da Chevrolet baixa de preço em algumas versões; motores 1.0 Turbo Flex e 1.2 Turbo Flex do Tracker não sofreram alterações
O SUV compacto da GM, Tracker, segura as pontas da marca enquanto espera a chegada do irmão menor Sonic, que ocupará a posição de entrada nas ofertas da marca no segmento. Futuramente receberá um conjunto híbrido-leve de 48 Volts, por exemplo. Enquanto isso, ainda é oferecido em sete versões, sendo cinco delas com redução no preço em 2026.
A mais recente delas, a Pro, fica localizada acima da básica Turbo AT, por R$ 129.990. Assim, os preços ficam entre R$ 119.990 para versão AT e R$ 178.990, válido tanto para série especial 100 anos quanto para a esportiva RS.
Preços do Chevrolet Tracker 2026
Confira os valores de todas as versões do SUV e também da nova série especial Pro:
Turbo AT – R$ 119.990
Pro AT – R$ 129.990
LT Turbo AT – R$ 145.490 (antes R$ 154.090)
LTZ Turbo AT – R$ 160.790 (antes R$ 169.490)
RS 1.2 Turbo AT – R$ 178.990 (antes R$ 190.590)
Premier 1.2 Turbo AT – R$ 177.990 (antes R$ 189.590)
100 Anos 1.2 Turbo AT – R$ 178.990 (antes R$ 190.590)
Mesmo com a virada para 2026, não há mudanças na parte mecânica. O Tracker 2026 mantém as mesmas motorizações da linha anterior. A primeira opção é o motor 1.0 turbo Flex de três cilindros com injeção direta, que entrega 121 cv e 18,9 kgfm de torque com etanol. Quando abastecido com gasolina, o desempenho é de 117 cv e 18,3 kgfm.
A outra opção é o motor 1.2 turbo flex, também de três cilindros e com injeção direta. Nesse caso, são 141 cv e 22,9 kgfm com etanol, ou 139 cv e 22,4 kgfm com gasolina. Em ambas as motorizações, o câmbio é sempre automático de seis marchas.
As dimensões do Tracker 2026 também permanecem inalteradas. O modelo mede 4,27 metros de comprimento, 1,79 metro de largura, 1,62 metro de altura e tem entre-eixos de 2,57 metros. O porta-malas comporta até 393 litros de bagagem.
Itens de série do Chevrolet Tracker 2026
Confira os itens de série de todas as versões da linha reestilizada do SUV:
O Chevrolet Tracker AT 2026 sai equipado de fábrica com seis airbags (frontais, laterais e de cortina), alarme anti-furto, ar-condicionado, assistente de partida em aclive, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro bipartido e rebatível, Bluetooth para até 2 celulares simultaneamente, Chevrolet MyLink com tela LCD sensível ao toque de 8″, integração com smartphones através do Apple CarPlay e Android Auto, rádio AM/FM, coluna de direção com regulagem em altura e profundidade, computador de bordo com informações de viagem, do veículo e consumo, conjunto de alto-falantes (4 unidades), controlador de limite de velocidade, controle de velocidade de cruzeiro, controle de estabilidade e tração, controles de rádio e do celular no volante, direção elétrica progressiva, Easy Entry (abertura das portas e alarme anti-furto através de sensor de aproximação na chave), Easy Start (partida sem chave), faróis dianteiros em LED, grade frontal com detalhes cromados e limpador e lavador elétrico do vidro traseiro.
A lista ainda inclui luz de condução diurna, maçanetas externas na cor do veículo, maçanetas internas na cor prata, OnStar, painel de instrumentos 3,5″, para-choques pintados na cor do veículo, projeção da tela do smartphone sem uso de cabo, rodas de aço High-vent aro 17″ com calotas esportivas, sensor crepuscular e sensor de estacionamento traseiro. Há também sistema de fixação de cadeiras para crianças (Isofix e Top Tether), sistema de freios com ABS, sistema de distribuição de frenagem (EBD) e assistência de frenagem de urgência (PBA), transmissão automática de seis velocidades com opção de troca manual (modo de seleção de marcha eletrônico ERS), USB (2 dianteiras e 2 traseiras). Completam a lista vidros elétricos nas portas dianteiras e traseiras com acionamento por “um toque”, anti-esmagamento e fechamento/abertura automática pela chave, Wi-Fi.
Pro AT (edição limitada)
A versão Pro, posicionada entre a Turbo AT e a LT, tem apenas alguns acessórios a mais que a opção básica acima, como rack de teto na cor preta, rodas de liga leve aro 17, cobertura para o porta-malas e um console central com apoio de braço, por exemplo. Além disso, não consta no site configurador da marca, além de ser uma série com produção limitada a 3.495 unidades. Provavelmente só ocupa a lacuna a ser tomada pelo futuro Sonic, especula-se.
A versão LT do Chevrolet Tracker 2026 vem com todos os itens da AT Turbo, agregando câmera de ré digital de alta resolução, Chevrolet MyLink, com Tela LCD sensível ao toque de 11″, integração com smartphones* através do Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, cobertura do porta-malas, conjunto de alto-falantes composto por seis unidades, console central com descansa-braço, espelhos retrovisores externos elétricos na cor do veículo, painel de instrumentos digital de 8″, rack de Teto na cor preta e rodas de aço High-vent aro 17″com calotas esportivas em dois tons.
Já o Chevrolet Tracker LTZ 2026 vem com todos os equipamentos da anterior, acrescentando alerta de colisão frontal, alerta de ponto cego, ar-condicionado digital, bancos com revestimento premium, frenagem automática de emergência em baixa velocidade, lanterna em LED e volante esportivo com revestimento premium.
Na linha 2026, o Chevrolet Tracker Premier passa a ser comercializado somente com o motor 1.2 Turbo Flex. Ele conta com todos os itens das anteriores agregando carregador sem fio, Easy Park- sistema de estacionamento automático, faróis de neblina em LED, espelho retrovisor interno eletrocrômico e espelhos retrovisores externos elétricos com luz indicadora de direção. Há também faróis dianteiros em LED com luz auxiliar para manobras, monitoramento de pressão de pneus, rack de teto na cor prata, sensor de chuva com ajuste automático de intensidades sensores de estacionamento dianteiro, lateral e traseiro e e teto solar elétrico panorâmico.
Outra mudança na linha 2026, é que a RS passa a ser a topo de gama, ela conta com todos os itens das anteriores, mas tem visual exclusivo externamente e internamente.
100 anos
Foto | Chevrolet/Divulgação –
Por fim, o SUV ainda tem a série especial 100 anos, vendida na cor Azul Noronha. Ela vem com todos os itens da RS, adicionando as logos comemorativas aos 100 anos da Chevrolet no Brasil.
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