Expansão eleva presença da marca a 148 pontos de atendimento e reforça atuação em Minas Gerais e no Maranhão
A Volkswagen Caminhões e Ônibus ampliou sua atuação no mercado brasileiro com a inauguração de três novas concessionárias, elevando sua rede para 148 pontos entre concessionárias, Plenas e Postos de Assistência Técnica (PATs). As novas unidades foram abertas pelos grupos Bravo, em Minas Gerais, e Bastazini, no Maranhão, em regiões consideradas estratégicas para a marca.
Segundo Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da montadora, a expansão da rede segue critérios de mercado e foco no cliente. “Boas práticas de mercado começam com inteligência e visão. Entender a demanda do cliente, mapear oportunidades e identificar onde há espaço para crescer. É assim que a expansão da rede de concessionários segue firme e forte, como os nossos caminhões e ônibus que não podem parar”, afirma.
No Maranhão, o Grupo Bastazini inaugurou a unidade Tocauto VW Caminhões, em Balsas (MA), sua segunda concessionária da marca. De acordo com Nuno Silva, diretor sócio da Tocauto, a abertura atende a uma demanda identificada a partir do crescimento regional, especialmente do agronegócio. “Mostramos, com números de vendas e atendimentos, a necessidade de um concessionário local. Trata-se de uma área de agronegócio, um segmento que só cresce. Nós já atendíamos essa região e acompanhamos sua evolução. Quando o momento chegou, apresentamos a solução”, explica.
Entre a solicitação da concessão e a inauguração, ocorrida em novembro, foram 12 meses de investimentos e preparação. O foco esteve no pós-venda e nos serviços, com técnicos treinados na fábrica de Resende, além da construção de uma estrutura dedicada ao atendimento de frotistas e clientes da região.
Em Minas Gerais, o Grupo Bravo inaugurou duas novas lojas, em Governador Valadares e Coronel Fabriciano, reforçando a presença da Volkswagen Caminhões e Ônibus no estado. A CEO do grupo, Alessandra Lobo, destaca que a expansão está alinhada à estratégia de crescimento sustentável. “Estamos prontos para oferecer soluções completas, contribuir para o desenvolvimento da economia local e seguir fortalecendo nossa parceria com a VWCO. Planejamos a expansão para Minas Gerais e temos a intenção de continuar avançando dentro do país. Nosso posicionamento é claro: crescer e expandir de forma sustentável”, afirma.
A escolha por Minas Gerais foi baseada em estudos de mercado, infraestrutura e potencial regional. Atualmente, a operação do grupo no estado responde por mais de 30% do faturamento total. Alessandra ressalta que o desempenho está ligado à cultura organizacional da empresa, voltada para o cumprimento de acordos e construção de parcerias de longo prazo.
Para Ricardo Alouche, o movimento representa um momento de consolidação da rede no país. “Esse é um momento de consolidação. Para os grandes grupos, investir em novas lojas torna o retorno financeiro mais atrativo, pois permite diluir custos operacionais e potencializar ganhos pelo volume das operações. É gratificante saber que nossos clientes podem contar com diversos concessionários em todo o Brasil. Seguimos firmes para oferecer atendimento sob medida em todas as nossas unidades”, conclui.
Endereços das novas unidades
Tocauto VW Caminhões Av. Governador Luiz Rocha – BR 230, Parque Cidade Maravilha, Balsas (MA)
Bravo Caminhões e Ônibus Av. Rio Bahia, 2241 – Vila Isa, Governador Valadares (MG)
Bravo Caminhões e Ônibus Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 4259 – Coronel Fabriciano (MG)
Versão topo de gama do SUV Coupé da marca francesa tem desconto de R$ 10 mil sobre o preço sugerido
No site Ofertas Citroën, o Basalt Dark Edition é vendido por R$ 115.990, um desconto de R$ 10 mil, sobre o preço sugerido de R$ 125.990. As condições são válidas para unidades 2026 na cor Preto Perla Nera até dia 6 de janeiro, deixando o SUV mais em conta que o VW Tera 170 TSI.
Interessados também podem financiar o Basalt Dark Edition Turbo 200 2026 pela Stellantis Financiamentos com Entrada de R$ 81.893,00 à vista + 12 parcelas mensais de R$ 3.280,35. A Taxa de juros de 0% a.m e 0% a.a.. O Custo Efetivo Total (CET) máximo para operação de 1,81% a.m e 24,06% a.a., com alíquota máxima de IOF de 3,38% a.a para Pessoa Jurídica e IOF de 3,38% a.a para Pessoa Física. IOF, Cadastro e despesa para constituição da garantia estão inclusos nos cálculos das prestações e CET. Com os custos adicionais, o valor final a prazo será de R$ 121.257,24.
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A marca ainda oferece bônus de R$ 3 mil no usado que entrar na negociação.
O Citroën Dark Basalt Edition Turbo 200 2026 segue equipado com o motor 1.0 turbo flex de até 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e 20,4 kgfm de torque, sempre ligado ao câmbio automático CVT que simula sete marchas.
Com 2,64 metros de entre-eixos, o Basalt oferece bom espaço para os passageiros traseiros e agora conta com duas entradas USB-C para a segunda fileira. O SUV mede 4,34 m de comprimento, 1,58 m de altura, 2,01 m de largura e tem vão livre de 20,8 cm, com ângulos de entrada de 20,5° e saída de 28°.
SUV médio estreará com primeiro modelo híbrido da marca no mercado brasileiro em 2026
A Nissan confirmou que o X-Trail híbrido será comercializado no Brasil em 2026. Em testes no país desde 2023, o SUV médio voltou a ser flagrado recentemente em Curitiba, em imagens registradas por Leonardo, do perfil @autoinbrasil. O modelo contará com a tecnologia híbrida e-Power e será importado, posicionando-se para disputar espaço com rivais chineses como GWM Haval H6 e BYD Song Plus.
Em maio de 2024, o site Autos Segredos já havia flagrado um protótipo do X-Trail em avaliações conjuntas com o Haval H6, reforçando os planos da marca japonesa para o segmento de SUVs híbridos no mercado nacional.
Nesta nova geração, o Nissan X-Trail adota o sistema híbrido e-Power, formado por um motor 1.5 turbo a gasolina de três cilindros e dois motores elétricos. O propulsor a combustão entrega 158 cv de potência e trabalha em conjunto com uma bateria de 2,1 kWh, que atua como geradora de energia para alimentar os motores elétricos responsáveis pela tração.
O motor 1.5 turbo utiliza tecnologia de taxa de compressão variável. Em situações que exigem maior desempenho, a compressão é reduzida, enquanto em condução mais suave ela aumenta, priorizando eficiência. Mesmo sem ligação direta às rodas nas acelerações mais intensas, o motor a combustão fornece energia suficiente para atender à demanda dos motores elétricos.
Na dianteira, o Nissan X-Trail híbrido apresenta a tradicional grade em “V” da marca e conjunto óptico dividido em dois níveis. As luzes mais estreitas ficam próximas ao capô, enquanto os faróis principais estão posicionados logo abaixo, integrados ao para-choque. O capô tem desenho quase paralelo ao solo.
De perfil, o SUV traz molduras nas caixas de roda, retrovisores fixados às portas e laterais de linhas limpas, com um vinco mais marcado na altura das maçanetas. A parte inferior das portas recebe acabamento em preto com detalhes cromados.
Na traseira, as lanternas do X-Trail e-Power lembram as do Nissan Kicks. A placa fica instalada na tampa do porta-malas, enquanto o para-choque tem a parte inferior sem pintura e conta com um skid plate no tom da carroceria.
O interior segue o padrão de acabamento em dois tons, assim como no Nissan Sentra. Painel, console central e forrações de porta combinam materiais sintéticos e plástico preto, com o painel revestido em material emborrachado. Os bancos acompanham a mesma proposta visual.
O volante é semelhante ao do Sentra, enquanto a central multimídia tem formato flutuante e disposição horizontal. O console central é elevado e abriga a alavanca de câmbio do tipo joystick, além do sistema de ar-condicionado digital de duas zonas.
Com capacidade para até sete ocupantes, o Nissan X-Trail híbrido é construído sobre a plataforma CMF-C/D. O SUV mede 4,66 metros de comprimento, 1,84 metro de largura, 1,72 metro de altura e conta com entre-eixos de 2,70 metros.
Foto principal | Leonardo/@autoinbrasil
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Produção da Warner Bros. Discovery acompanha preparação do modelo Defender Dakar D7X-R e da equipe para um dos maiores desafios do automobilismo mundial
A Warner Bros. Discovery anunciou o lançamento de um novo documentário que vai detalhar a estreia do Defender no Rally Dakar de 2026. A produção levará o público aos bastidores da preparação da equipe para uma das competições mais exigentes do automobilismo off-road, revelando desde os testes técnicos até os desafios enfrentados pelos pilotos.
O novíssimo Defender Dakar D7X-R competirá na categoria “Stock”, destinada a veículos derivados de modelos de produção, antes de iniciar uma campanha de três anos no Campeonato Mundial de Rally-Raid. Apesar das adaptações para enfrentar condições extremas, o modelo preserva a arquitetura de carroceria D7x, a transmissão, o sistema de tração integral e o motor V8 biturbo de 4,4 litros do Defender OCTA, considerado o Defender de produção mais capaz já fabricado. Recentemente, o modelo foi eleito o Melhor Off-Roader do Ano de 2026 pelo programa Top Gear, da BBC.
Produzida pela WBD, a série documental foi dividida em três episódios e acompanha a jornada do Defender até a linha de largada do Dakar. As gravações incluem testes em terrenos severos e mostram a preparação de uma equipe formada por nomes de destaque do rally-raid: o 14 vezes vencedor do Dakar, Stéphane Peterhansel, ao lado de Mika Metge; Rokas Baciuška com Oriol Vidal; e a piloto Sara Price, acompanhada de Sean Berriman.
A narração ficará a cargo da atriz vencedora do Emmy Gillian Anderson. A série também destaca a presença feminina no automobilismo e traz acesso privilegiado, entrevistas exclusivas e conteúdos inéditos, incluindo registros da trajetória de Sara Price, que estreou no Dakar no ano passado após conquistar 17 campeonatos nacionais de motocross.
O primeiro episódio, com 45 minutos de duração, estreia em 3 de janeiro de 2026, antes do início da prova, nos canais premium da WBD na Europa e na região Ásia-Pacífico, incluindo Eurosport e TNT Sports no Reino Unido, Irlanda e América Latina. Os episódios dois e três serão exibidos ainda em 2026, após a conclusão das filmagens da próxima edição do Rally Dakar.
Segundo Mark Cameron, Diretor Geral da Defender, “Participar do Dakar é o maior desafio para a Defender e estamos nos esforçando ao máximo para competir. Pegamos o já competente Defender OCTA, mantivemos grande parte de sua engenharia e tecnologia e fizemos algumas modificações para o automobilismo, criando o Dakar D7X-R – o Defender mais resistente já construído. Estamos muito felizes em poder mostrar o interior do carro para que os espectadores tenham acesso exclusivo à nossa jornada até a linha de partida.”
Ian James, Chefe de Equipe do Defender Rally, destacou a intensidade da preparação: “A preparação para o lendário Rali Dakar tem sido incrivelmente intensa e, como equipe, estamos prontos para nossa estreia competitiva. Mal podemos esperar para que os espectadores vivenciem isso conosco. Unimos o Defender mais capaz e resistente já fabricado a uma equipe incrível e uma formação de pilotos incomparável. Promete ser uma série documental especial e uma temporada de corridas ainda mais especial.”
A piloto Sara Price também comentou sobre o significado da competição em sua carreira: “Para mim, pessoalmente, o Rali Dakar é muito mais do que apenas uma corrida. É um dos maiores desafios que já enfrentei na minha vida – física, mental e emocionalmente. Já competi no Dakar duas vezes. No meu ano de estreia, em 2024, venci uma etapa e terminei em quarto lugar na classificação geral da SSV. Depois, em 2025, conquistei três vitórias em etapas.
Depois de todo o meu investimento, sacrifício e esperança, estou incrivelmente animado para retornar à corrida mais difícil do mundo com a equipe Defender Rally ao meu lado e com a ambição de realizar meu maior sonho: vencer o Rali Dakar. Mal posso esperar para encarar esse desafio.”
Para Scott Young, Vice-Presidente Executivo da Warner Bros. Discovery Sports Europa, a produção reforça a vocação da empresa para contar histórias inspiradoras: “Como uma das empresas de narrativa mais reconhecidas do mundo, temos paixão por documentar histórias inspiradoras de exploração e aventura que ultrapassam os limites do que é possível no esporte. Não há cenário melhor para isso do que o Rali Dakar, que em 2026 receberá uma marca icônica em sua linha de partida pela primeira vez, quando o Defender partir para um dos testes mais difíceis do automobilismo.
Ao estarmos integrados à equipe Defender Rally, levaremos os espectadores ainda mais perto do esporte e de seus pilotos. Esta série é uma ilustração perfeita de como a WBD pode trabalhar com marcas globais para ampliar nosso portfólio de direitos esportivos, criando maior visibilidade da corrida e de suas equipes, ao mesmo tempo que pinta um retrato autêntico do desafio definitivo do automobilismo de alta octanagem.”
Colunista Fernando Calmon ressalta a importância do uso do cinto de segurança, que muitas vezes ainda é deixado de lado
As estatísticas apontam que ainda há motoristas e, principalmente, ocupantes desatentos quanto ao uso de cintos de segurança. Nas próximas duas semanas estradas de todo o País estarão com tráfego intenso. Existe uma tendência de relaxamento com as horas a mais dentro do veículo. Se o carro para em razão de acidente ou excesso de veículos, costuma-se até desligar o motor e muitas vezes desatam-se os cintos de segurança. Importante jamais reiniciar o movimento, sem que todos a bordo estejam com os cintos afivelados de novo.
Segundo estatísticas da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), o risco de morte em um acidente cai até 60% quando os ocupantes dos bancos dianteiros usam os cintos. Para quem viaja atrás esse percentual diminui para 44%, embora ainda bastante alto. À exceção do ocupante que viaja no meio do banco traseiro: em caso de acidentes mais sérios, a possibilidade de sobrevivência é quase nula sem o cinto de dois ou três pontos. Não há os encostos dos bancos dianteiros que possam de alguma forma absorver, parcialmente, o violento choque do corpo arremessado contra partes indeformáveis como para-brisa ou painel dianteiro.
Estatísticas da Polícia Rodoviária Federal apontam que entre 2007 e 2024 as multas por motorista ou passageiros não fazerem uso dos cintos subiram nada menos de 140%, bem acima do que a frota circulante aumentou no período. Câmeras de vigilâncias em estradas pedagiadas também podem flagrar motorista e passageiro ao seu lado sem os cintos e repassar imagens da infração para qualquer policiamento estadual ou federal.
Dirigir com sonolência é outro grande problema de segurança no trânsito rodoviário, principalmente à noite. Pesquisadores do Reino Unido e da China testaram quatro maneiras possíveis de usar alertas de assistentes de voz: ouvir passivamente, ouvir com atenção, repetir frases e responder perguntas. Os resultados mostraram que a interação ativa — especialmente repetir e responder — foi a mais eficaz para manter os motoristas alertas. Por enquanto, há apenas uma luz que se acende no quadro de instrumentos em caso de sonolência.
Em um mês de dezembro com retrospectivas tradicionais, pelo menos três fabricantes acenaram, ainda sem pormenores obviamente, o que pretendem lançar em 2026 e nos próximos anos.
A Ford planeja 20 ações de produtos até o final de 2027. Previsões para os mais importantes: picape Ranger híbrida plugável flex; SUV Everest de sete lugares (arquitetura da Ranger) já à venda na Argentina; SUV Territory flex importado da China. Em nível internacional, Ford e Renault assinaram um acordo para desenvolver dois automóveis elétricos para a marca americana com base na plataforma Ampere, do Grupo Renault. Poucos talvez lembrem, mas quando a Ford assumiu a Willys e lançou o Corcel em 1968, o modelo era um Renault 12 com outra carroceria. Na época, apenas uma combinação pontual.
Renault, em 2026: nova plataforma GEA (sigla em inglês para Arquitetura Elétrica Geely), com tecnologia de baixas e zero emissões; dois novos modelos Geely; renovação de um modelo da atual linha da marca francesa. Para 2027, produção de uma nova plataforma Renault com tecnologia de eletrificação, além de um produto inteiramente novo.
Primeiro híbrido flex da VW produzido em São Bernardo do Campo (SP) será lançado em 2026: um SUV compacto ainda sem nome revelado. Entre outras novidades previstas estão a nova geração do T-Cross e Tiguan atualizado importado do México. Fábrica de motores de São Carlos (SP) produzirá o 1,5 L, TSI, Evo2 flex.
União Europeia (UE) tomou decisões radicais em relação ao prazo para banir a venda em 2035 de todos os motores a combustão interna e obrigar a comercialização apenas de veículos 100% elétricos. Esta semana a inglesa Reuters, maior agência de notícias do mundo, destacou que era óbvio um recuo devido às críticas incessantes da indústria automobilística e de governos da Alemanha e Itália.
A nova proposta da Comissão Europeia (CE) permite que híbridos plug-in, elétricos com extensor de alcance (usam motor-gerador a combustão no lugar de baterias muito grandes), híbridos básicos e plenos, além de veículos apenas com motor a combustão interna “continuem a desempenhar um papel após 2035”. Também prevê créditos fiscais para veículos elétricos pequenos fabricados na UE e frotas empresariais.
Segundo a Reuters, especialistas consultados afirmam que a proposta dá à indústria automobilística e a governos dos Estados-membros mais flexibilidade para estimular veículos elétricos que concorram com os chineses. Ao mesmo tempo, assegura aos fabricantes venderem diferentes tipos de veículos a quem ainda não está preparado para a transição.
Isto ocorre, desde já, em países com população de menor poder aquisitivo e também porque montar uma rede de recarga em estradas sai caro. Afinal, poucas pessoas podem comprar um carro elétrico para uso urbano e outro com motor a combustão ou híbrido para viajar sem preocupações de perder um longo tempo com o veículo na tomada.
Foi a segunda vez este ano que a CE recuou em relação a metas rigorosas. Deu à indústria uma “margem de manobra” para cumprir regras de emissões de 2025 ao longo de três anos, acrescentou a agência noticiosa.
Nos EUA, marcas americanas se concentrarão em modelos a gasolina e híbridos, pois a demanda por veículos elétricos caiu após o término do crédito fiscal federal de US$ 7.500 (R$ 41.250).
Sempre destaquei em relação aos elétricos: rumo certo, ritmo incerto. Neste caso, marcar datas fatais não funciona. Novos recuos da CE ainda podem ocorrer.
Lexus NX 450h+: híbrido que realmente oferece mais
Híbridos plugáveis têm a seu favor um alcance muito conveniente e sem preocupações de encontrar um carregador público de maior potência (principalmente em estradas), o que dificulta viagens com carros 100% elétricos. Marca de luxo da Toyota, a Lexus oferece flexibilidade, desempenho bom e consumo de gasolina bastante razoável no NX 450h+.
Dimensões típicas de um SUV médio-compacto: comprimento, 4.660 mm; entre-eixos, 2.690 mm; largura, 1.865 mm; altura, 1.670 mm; tanque, 55 L. Porta-malas de 545 L (VDA), um dos destaques. Por outro lado, a massa em ordem de marcha de 1.990 kg é alta, embora o conjunto motriz dê conta do recado. Motor a combustão quatro-cilindros, 2,5 L, entrega 187 cv e 23,6 kgf·m; os elétricos: dianteiro, 182 cv e 27 kgf·m; traseiro, 54 cv e 12,1 kgf·m. Potência combinada de 308 cv, porém o torque combinado tecnicamente não pode ser medido. Aceleração de 0 a 100 km/h em 6,3 s. Câmbio automático CVT é acionado eletricamente.
No preço estão incluídos um carregador de parede e outro portátil com instalação por conta do proprietário. O tempo de recarga da bateria de 18,1 kW·h é de 2h45. Alcance urbano de 798 km é praticamente 100 km maior do que o rodoviário, a exemplo de todo híbrido plugável. Impressionou bem as reações no para-e-anda no trânsito em cidade, apesar de sua massa de praticamente duas toneladas. Também as ultrapassagens em estradas são feitas com facilidade, em especial nas rodovias de pista única.
Entre os modos existentes está o de carregamento automático da bateria. Embora o ruído do motor a combustão eleve-se um pouco, afasta a possibilidade de os dois elétricos pararem de funcionar. Central multimídia de 14 pol. inclui Android Auto e Apple CarPlay, além de aceitar comando por voz. Isolamento acústico da cabine é de primeiro nível com vidros laminados nas portas, que têm maçanetas elétricas. Espaço interno na frente e atrás também se destaca. Garantia de 10 anos.
Preço: R$ 480.990.
(*) A todos os leitores(as) feliz Natal e um ano novo turbinado. É tempo de uma parada técnica e volto ao volante após a primeira semana de janeiro.
Foto principal | Volvo/Divulgação
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SUV da marca italiana está em promoção até o dia 5 de janeiro de 2026 ou enquanto durar o estoque de 50 unidades
No site Ofertas Fiat, o Pulse Drive 1.3 CVT 2026 é vendido por R$ 106.990, o que deixa com valor de VW Tera 1.0 MPI. Durante a ação de vendas, o SUV está com desconto de R$ 7 mil para que usar o carro usado na negociação. A marca também, a depender da avaliação da concessionária dará até R$ 2 mil de valorização no carro usado que entrar na negociação.
As condições especiais são válidas para 50 unidades na cor Preto Vulcano, sem opcionais, até o dia 6 de janeiro ou enquanto durar o estoque de 50 unidades. A Fiat informa que as condições especiais são válidas para pessoa física que adquirir, exclusivamente na modalidade varejo.
O Fiat Pulse Drive 2025 tem motor 1.3 Firefly rende potência de 98 cv a 6.250 rpm e torque de 13,2 kgfm a 4.250 rpm quando abastecido com gasolina. Já com etanol, a potência é de 107 cv a 6.250 rpm e torque de 13,4 kgfm a 4.000 rpm. Nesta versão, o câmbio é o CVT que simula sete marchas.
Itens de série do Fiat Pulse Drive 1.3 CVT 2026
O Fiat Pulse Drive 1.3 CVT 2026 aposta em uma lista de equipamentos de série voltada à praticidade no uso diário e à experiência a bordo. Na versão Drive com câmbio CVT, o modelo reúne soluções que priorizam conforto, conectividade e facilidade de condução, reforçando seu posicionamento como SUV compacto urbano.
Entre os itens de conforto e conveniência, o Pulse traz ar-condicionado automático e digital, direção elétrica e banco do motorista com regulagem de altura, facilitando o ajuste da posição de dirigir. O volante multifuncional, com regulagem de altura, concentra comandos de áudio, painel de instrumentos e o seletor do modo Sport, que altera a resposta do conjunto mecânico com acionamento direto no volante.
A central multimídia com tela de 8,4 polegadas sensível ao toque é outro destaque, oferecendo conectividade com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além de comandos de voz, Bluetooth, rádio AM/FM, MP3 e duas portas USB — uma do tipo A e outra do tipo C. Para os passageiros do banco traseiro, há ainda uma porta USB adicional.
O quadro de instrumentos digital de 3,5 polegadas em TFT é personalizável e exibe informações como consumo médio e instantâneo, autonomia, distância percorrida, velocidade média e tempo de viagem, além de relógio e calendário. O modelo também conta com piloto automático, computador de bordo completo, chave tipo canivete com telecomando, travas elétricas com acionamento automático a 20 km/h e vidros elétricos nas quatro portas com função one touch e sistema antiesmagamento.
No conjunto externo, o Pulse Drive 1.3 CVT utiliza rodas de aço aro 16 com calotas, faróis principais e luzes diurnas em LED, além de lanternas traseiras também em LED. Os retrovisores externos possuem regulagem elétrica e função tilt down, que auxilia nas manobras em marcha à ré.
Já no pacote de segurança, o modelo vem equipado com quatro airbags — frontais, de tórax e de cabeça —, controles eletrônicos de estabilidade (ESP) e de tração (ASR), além do sistema TC+, que melhora a tração em pisos de baixa aderência. O conjunto é complementado por freios ABS com EBD, assistente de partida em rampa (Hill Holder), sinalização de frenagem de emergência (ESS) e alerta de não utilização do cinto de segurança para todos os ocupantes.
SUV terá leve tapa no visual externo para marcar a chegada do sistema híbrido leve MHEV de 48 Volts. Estreia poderá ocorrer em meados do ano
Nosso amigo e leitor Lucas Barros, flagrou em em Recife, o Jeep Renegade 2027 que terá o sistema híbrido MHEV de 48 Volts, juntamente com uma leve mudança visual. Ao Lucas, nossos agradecimentos. O SUV compacto deverá estrear em meados do próximo ano.
Como antecipamos em setembro, a Stellantis optou por manter o câmbio automático de seis marchas da Aisin, em vez de usar o sistema E-DCT. A estreia deve ocorrer somente no começo do segundo semestre.
O motor elétrico adicional entrega 28 cv de potência e 5,6 kgfm de torque. O sistema MHEV de 48 Volts, no entanto, pode atuar de duas formas distintas: reforçando potência e torque ao Jeep Renegade 2027, ou priorizando a redução no consumo de combustível. Seguindo a nomenclatura adotada no sistema de 12 Volts, a solução de 48 Volts deverá receber a denominação T270 Hybrid.
Para alimentar o conjunto, a bateria de 48 Volts tem capacidade de 0,9 kWh e é carregada tanto pelo motor térmico quanto pelo elétrico. Assim como ocorre nos sistemas de 12 Volts dos Pulse e Fastback, a bateria fica posicionada sob o banco do motorista. A operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido é gerenciada por um sistema eletrônico, que atua de forma automática para maximizar a eficiência energética e a economia de combustível.
O que muda com a troca do câmbio DCT pelo automático convencional?
Peugeot 208 e 2008 híbridos — formado por um motor elétrico auxiliar de 12 Volts associado a um câmbio automático tradicional do tipo epicíclico —, a adoção de uma transmissão de dupla embreagem resultaria em menores perdas de potência.
Isso se deve ao fato de que as embreagens são mais eficientes do que os conversores de torque, além de, em muitos casos, apresentarem menor peso. Transmissões DCT costumam ser mais leves do que os câmbios automáticos convencionais de mesmo porte, o que contribui para ganhos adicionais de eficiência.
Ao aplicar esse mesmo raciocínio na transição do sistema de 12 para 48 Volts, o cenário se repete. A diferença é que, para o mesmo espaço físico ocupado pelo motor elétrico, o sistema de maior voltagem permite entregar mais potência, ampliando o potencial do conjunto híbrido.
Essa potência adicional tende a ser transmitida às rodas com maior eficiência quando associada a um câmbio de dupla embreagem, em comparação a um automático convencional. Em contrapartida, essa solução envolve custos mais elevados, tanto pela transmissão DCT quanto pelo sistema elétrico de maior voltagem.
Na prática, o sistema híbrido passa a oferecer ganhos reais de potência e torque. Contudo, no câmbio automático com conversor de torque, essa força extra não é entregue de forma imediata, como ocorre nas transmissões de dupla embreagem.
Em março deste ano, o Autos Segredos antecipou que o Renegade teria mais uma reestilização no próximo ano, para marcar a estreia do sistema híbrido de 48 Volts. No mês de julho, conseguimos o primeiro flagra do SUV de visual renovado.
Conforme apontam nossas apurações, o Jeep Renegade 2027 será vendido nas versões Sport, Altitude, Longitude, Sahara e Willys. Mas é claro que o SUV não ficará de fora dos 85 anos da marca e terá também a série especial para celebrar o aniversário da marca.
A unidade de testes do Jeep Renegade 2027 estava com camuflagem pesada, mas as mudanças serão basicamente os novos para-choques dianteiro e traseiro. Faróis e lanternas eram os mesmos da linha atual.
No interior, o Renegade 2027 terá um banho completo de loja, painel, bancos e forrações de porta serão redesenhados.
Foto principal | Lucas Barros
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Visando ampliar o atendimento aos seus clientes, Ford irá focar em uso de inteligência digital
A Ford treinou os gerentes de marketing e relacionamento com o cliente da sua rede de concessionárias no Brasil, para mostrar os novos conceitos desenvolvidos pela marca para oferecer uma experiência cada vez mais personalizada aos clientes, integrando a sua jornada digital ao atendimento físico nas lojas.
De acordo com a Ford, além de técnicas de relacionamento, otimização de campanhas e jornada digital, o programa incluiu uma experiência prática com diferentes veículos da marca. Os participantes puderam dirigir e testar os recursos da Ranger, F-150, Maverick, Bronco Sport, Territory e Transit nas pistas do Centro de Desenvolvimento e Tecnologia da Ford em Tatuí, no interior de São Paulo. O projeto incluiu a inauguração de dois novos espaços: o Ford Academy, dedicado a treinamentos e difusão de conhecimento sobre a marca, e o Centro de Diagnóstico Avançado de Engenharia, estrutura construída junto à pista de testes para análise de dados de veículos em tempo real.
Os funcionários de sua rede de concessionárias tiveram uma imersão prática, dirigindo os carros em diferentes condições de pista de asfalto e off-road, é um dos grandes diferenciais desse treinamento, considerando que o bom atendimento começa com um conhecimento aprofundado do produto, para poder tirar as dúvidas e entender as necessidades de cada cliente.
Segundo Gabriela Castejon, especialista de Marketing e CRM da Ford, a hiperpersonalização é hoje uma tendência no mercado, que depende de um grande trabalho de desenvolvimento de tecnologia e uma base robusta de dados. Por ter uma linha de veículos 100% conectada, com modem embarcado de fábrica, a Ford tem a vantagem de já contar com essa estrutura.
Hoje, 99% dos clientes que adquirem um carro novo da Ford permitem o compartilhamento remoto de dados pelo aplicativo Ford, em conformidade com a lei de proteção de dados. Além desse aplicativo, o email marketing e o Whatsapp – através da ferramenta de IA Fordi – são os principais canais de comunicação da marca com os clientes.
“Podemos enviar, por exemplo, alertas próximo do período de revisão, promoções e convites especiais para eventos de acordo com o perfil de cada cliente. Quanto maior a base de dados, aumentam as possibilidades de personalização e queremos avançar cada vez mais”, completa Gabriela.
Planta paulista responde por mais de 30% da produção nacional da marca e hoje fabrica os líderes de vendas Tera e Polo
A fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté alcançou um marco histórico ao somar 8 milhões de veículos produzidos desde sua inauguração, em 1976. Prestes a completar 50 anos, em 14 de janeiro de 2026, a unidade mantém papel central na estratégia industrial da montadora, atualmente responsável pela fabricação de dois dos modelos mais vendidos da marca no País: o SUV Tera e o Polo.
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Com processos produtivos de alta tecnologia e foco em qualidade, Taubaté responde por 30,5% das 26,2 milhões de unidades produzidas pela Volkswagen do Brasil ao longo de 72 anos. A montadora também lidera as exportações do setor automotivo nacional, com mais de 4,4 milhões de veículos enviados a 147 mercados desde 1970.
Ao longo de sua trajetória, a planta paulista foi responsável pela produção de modelos que marcaram gerações, como Passat, Gol, Voyage, Parati, Saveiro e up!, consolidando-se como um dos principais polos industriais do País.
Tera e Polo puxam volumes e exportações
Produzido exclusivamente em Taubaté desde abril de 2025, o SUV Tera já ultrapassou 70 mil unidades fabricadas. O modelo, desenvolvido integralmente no Brasil, tornou-se o SUV mais vendido do País em setembro, outubro e novembro e soma 43.897 unidades comercializadas até 17 de dezembro. No mercado externo, o Tera é o segundo veículo mais exportado pela Volkswagen do Brasil em 2025, com 25.722 unidades destinadas a 18 mercados da América Latina.
Já o Polo, fabricado em Taubaté e também na unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), lidera o segmento de hatches e é o automóvel de passeio mais vendido do Brasil no acumulado do ano, com 118.845 unidades emplacadas. O hatch também é o modelo mais exportado pela marca no País em 2025, com 32.553 unidades enviadas a 11 mercados. Neste ano, a Volkswagen do Brasil alcançou a marca de 1 milhão de unidades do Polo produzidas nacionalmente.
Para viabilizar a produção do Tera, a montadora promoveu uma readequação logística entre suas fábricas, redistribuindo volumes de produção entre Taubaté, Anchieta e São José dos Pinhais (PR), de forma a otimizar capacidade e fluxo industrial.
“Celebrar 8 milhões de veículos produzidos em Taubaté é reconhecer a importância dessa fábrica para a história da Volkswagen e para o setor automotivo brasileiro. Desde 1976, Taubaté foi berço de ícones que marcaram gerações, como Gol, Voyage, Parati, Saveiro, Passat e up!, e hoje continua escrevendo essa história com novos protagonistas: o Tera e o Polo, que são fenômenos de vendas no Brasil e em outros importantes mercados da América Latina. A fábrica de Taubaté responde por mais de 30,5% da produção da Volkswagen do Brasil, a maior fabricante de automóveis do País, com total de 26,2 milhões de unidades fabricadas em 72 anos, e é símbolo de inovação, qualidade e dedicação. Por trás de cada veículo estão milhares de pessoas colaboradoras que transformam tecnologia em mobilidade e sonhos em realidade. Esse marco é, acima de tudo, uma homenagem a essas pessoas que ajudam a construir a nossa trajetória de sucesso todos os dias com engajamento e paixão; e a todas elas, nosso muito obrigado!”, afirma Vilque Roja
Impacto econômico e investimentos
A chegada do Tera gerou 260 novos empregos diretos na unidade de Taubaté — 40% ocupados por mulheres — e cerca de 2.600 vagas indiretas na cadeia de fornecedores. Apenas em 2025, o modelo deve movimentar R$ 3,23 bilhões em compras de peças, o equivalente a 12% do total previsto pela Volkswagen do Brasil no ano.
Com índice de nacionalização de 80%, o Tera conta com 241 fornecedores, dos quais mais de 230 são empresas brasileiras, incluindo 21 localizadas no Vale do Paraíba. Atualmente, 58% dos fornecedores de peças da Volkswagen do Brasil atendem o novo SUV, evidenciando seu peso na cadeia produtiva.
Dentro do plano de investimentos de R$ 20 bilhões da Volkswagen na América do Sul até 2028 — sendo R$ 16 bilhões destinados ao Brasil —, a fábrica de Taubaté recebeu inovações em todas as áreas. Estamparia, Armação, Pintura, Montagem Final e Logística passaram por ampliações e modernizações, com aumento expressivo de robôs, ferramentas, equipamentos de medição e sistemas automatizados.
Na área de sustentabilidade, a unidade integra o projeto pioneiro de uso de biometano na matriz energética da empresa, permitindo redução de até 99% das emissões de CO₂ no processo de pintura de carrocerias, em comparação a fontes fósseis.
Edição especial celebra a estreia da Daytona 660 Cup no MOTO1000GP e chega às lojas com visual exclusivo e pacote voltado ao uso esportivo
A Triumph Motorcycles Brasil apresentou oficialmente a Daytona 660 Cup Limited Edition durante a etapa final do MOTO1000GP 2025, realizada em Cascavel. A série especial foi criada para marcar o primeiro ano da Daytona 660 Cup no campeonato e terá produção limitada a apenas 60 unidades numeradas.
O modelo chega às concessionárias da marca em todo o país até o fim de dezembro, com pré-venda já iniciada em função da procura antecipada. O preço sugerido da Daytona 660 Cup Limited Edition é de R$ 64.990, enquanto a versão convencional da Triumph Daytona 660 parte de R$ 58.190.
Foto | Triumph/Divulgação
Entre os diferenciais da edição limitada estão a pintura exclusiva em preto metálico com detalhes em Triumph Yellow Performance e a customização desenvolvida por Teydi Deguchi, da Shibuya Garage. O conjunto inclui ainda monoposto original da marca, banco com acabamento em Alcântara e costuras contrastantes em amarelo, além da identificação individual de cada exemplar, reforçando o caráter colecionável da motocicleta.
A série especial também acompanha um escapamento full da Jeskap, entregue em caixa separada e destinado exclusivamente ao uso em autódromos, ampliando a conexão do modelo com o ambiente das pistas e com a proposta esportiva da Daytona Cup.
A apresentação da edição limitada ocorre como parte do balanço positivo da estreia da categoria monomarca no MOTO1000GP, que contou com disputas equilibradas, revelou novos pilotos e ampliou a presença da Triumph no cenário do motorsport nacional.
“Lançar a Daytona 660 Cup Limited Edition no palco da final do MOTO1000GP é um marco para a Triumph. Esta moto simboliza o sucesso do primeiro ano da Daytona Cup e reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento do motorsport no Brasil. A Limited Edition nasce para ser realmente única. É uma motocicleta que traduz o espírito competitivo da Daytona Cup e leva esse DNA direto para as ruas. Ter a Shibuya Garage assinando a customização reforça o cuidado e a personalidade que queríamos entregar. Cada detalhe foi pensado para fazer da Limited Edition um objeto de desejo para quem vive a cultura do motociclismo”, declara Tiago Silva, gerente de Motorsport da Triumph Brasil.
Tecnicamente, a Daytona 660 mantém o motor tricilíndrico de 660 cm³ da marca, com potência de 95 PS e torque de 69 Nm. O conjunto prioriza entrega linear e respostas progressivas, com foco em baixas e médias rotações, além de potência em altas. Segundo a fabricante, o modelo registra ganhos de 17% em potência e 9% em torque em relação à Trident, além de contar com sistema de escape atualizado, que contribui para a identidade sonora esportiva da motocicleta.
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