Modelo chega em dezembro com preço especial e reforça estratégia da marca no segmento de 400 cc
A Triumph Motorcycles Brasil anunciou a chegada antecipada da Scrambler 400 XC com rodas raiadas. Inicialmente prevista para o primeiro trimestre de 2026, a produção do modelo foi adiantada na Inglaterra, permitindo o início das vendas no país já em dezembro de 2025. O modelo estreia com preço especial de lançamento de R$ 37.990.
A nova versão amplia a família de 400 cc oferecendo visual mais robusto, maior capacidade off-road e o mesmo padrão de acabamento que caracteriza a linha Modern Classic. O conjunto mantém o foco em custo-benefício, com intervalos de manutenção a cada 16 mil km, garantia de dois anos sem limite de quilometragem e as duas primeiras revisões por R$ 100 cada, totalizando R$ 200 até 32 mil km.
Com rodas raiadas e pneus Metzeler Karoo Street sem câmara, a Scrambler 400 XC combina estilo clássico com elementos funcionais para uso misto. O modelo utiliza o motor TR monocilíndrico de 398 cc, que entrega 40 cv e 37,5 Nm de torque, acoplado a um câmbio de seis marchas com embreagem assistida e deslizante.
A lista de tecnologias inclui controle de tração comutável, painel misto com LCD, iluminação full-LED com DRL, carregador USB-C e imobilizador eletrônico. A moto chega às lojas em três novas opções de cores: Racing Yellow, Storm Grey e Vanilla White.
Com a antecipação, a Triumph busca atender à demanda do público brasileiro e fortalecer sua presença no segmento de médias cilindradas, apostando no desempenho, no design e na versatilidade da Scrambler 400 XC.
Picape híbrida mantém preço da linha 2024, ganha equipamentos e amplia capacidade no uso fora de estrada
A Ford apresentou no campo de provas de Tatuí (SP) a Maverick Hybrid 2025, que chega ao mercado brasileiro com novidades de estilo, melhorias no interior e a importante adoção da tração integral AWD. O preço sugerido permanece em R$ 239.900, o mesmo praticado anteriormente.
A linha 2025 passa a completar o trio de versões da Maverick, posicionada como opção híbrida dentro do segmento das picapes médias compactas. O modelo recebe faróis e grade redesenhados, mantendo o porte e a identidade visual já conhecida.
De lado, a picape traz rodas de 19 polegadas com pneus 225/55 R19. Vendida exclusivamente na versão Lariat, identifica o acabamento no para-lama dianteiro. O retrovisor tem capa preta sem pintura e integra câmera para o sistema de visão 360°. A coluna B também traz acabamento escurecido, e o pacote inclui acesso por chave presencial (Smart Entry).
A Maverick Hybrid vem em pacote fechado, oferecendo teto solar e capota marítima de série. Na traseira, o modelo preserva o desenho das lanternas e o nome “Maverick” estampado na tampa. Há preparação para reboque e sensor de estacionamento. A câmera de ré é de série, porém a tampa da caçamba não possui amortecimento.
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
A caçamba oferece 943 litros de capacidade e suporta 584 kg — superior à versão Tremor e inferior apenas à variante de entrada Black.
Interior atualizado
O interior recebe as principais evoluções da linha 2025, com nova central multimídia de 13,2 polegadas, uma das mudanças mais aguardadas. O ar-condicionado é digital e de duas zonas, operado pela própria tela.
O acabamento combina tons de azul e bege, com bancos revestidos em couro bicolor e costuras em vermelho e cinza. O console central inclui seletor rotativo de marchas, freio de estacionamento eletrônico e carregador por indução. O painel, em plástico rígido, apresenta duas tonalidades e novo desenho, com instrumentos digitais.
Entre os equipamentos, a lista inclui:
cinco modos de condução (Normal, Escorregadio, Eco, Esportivo e Rebocar/Transportar);
No banco traseiro, o espaço é favorecido pelos 3,07 metros de entre-eixos, garantindo boas condições para dois adultos. Não há saída de ar-condicionado, mas a picape traz duas entradas USB-C e apoio de braço com porta-copos. O assento central é menos confortável, apesar do túnel central baixo.
Segurança
A Maverick Hybrid oferece sete airbags (frontais, laterais, cortina e joelho), controle de estabilidade, tração, assistente de partida em rampa, frenagem automática de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, alerta de colisão frontal, piloto automático adaptativo, alerta de ponto cego, entre outros recursos.
A grande novidade da linha 2025 é a adoção da tração integral AWD sob demanda, item já presente no mercado norte-americano. O sistema envia força ao eixo traseiro quando detecta perda de aderência nas rodas dianteiras, ampliando a capacidade da picape em estradas de terra e pisos escorregadios.
O conjunto híbrido é formado pelo motor 2.5 a gasolina combinado a um motor elétrico, totalizando 193 cv e 21,4 kgfm de torque. A transmissão é do tipo CVT, adotada pela Ford por integrar o motor elétrico diretamente ao conjunto. A Maverick Hybrid opera exclusivamente com gasolina.
O desempenho é suficiente para o uso cotidiano, com boas acelerações e retomadas. Sob aceleração mais intensa, o giro elevado típico do câmbio CVT faz o motor soar mais alto.
Como nas demais versões, a picape utiliza suspensão independente nas quatro rodas, oferecendo conforto e comportamento próximo ao de um automóvel de passeio. Em trechos de terra, o conjunto filtra bem as irregularidades.
A atualização visual, a central multimídia maior e a chegada da tração integral posicionam a Maverick Hybrid 2025 de forma mais competitiva no segmento. O modelo mantém bom pacote de equipamentos e reforça o foco em eficiência, conectividade e segurança.
Primeira picape híbrida lançada no Brasil, a Ford Maverick amplia sua atratividade e força a concorrência direta — como Fiat Toro, Ram Rampage e Renault Oroch — a se movimentar em preço e conteúdo.
Foto | AutoZone/Divulgação - AutoZone expande atuação no mercado brasileiro e abre vagas para os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina
Rede oferece promoções entre 17 e 29 de novembro e destaca oportunidade para manutenção preventiva antes das viagens de fim de ano
A AutoZone lança sua campanha especial de Black Friday para 2025. Entre 17 e 29 de novembro, todas as lojas da rede no Brasil terão descontos que chegam a 50% em diversos produtos.
O estoque promocional inclui acessórios, ferramentas e itens voltados para estética, customização e cuidado automotivo. Segundo a empresa, a ação mira tanto motoristas interessados em praticidade e manutenção preventiva quanto consumidores que buscam personalizar o veículo.
Com a aproximação das férias e do aumento do tráfego nas rodovias, a AutoZone reforça que o período de ofertas também é uma oportunidade para revisões preventivas antes das viagens, reduzindo riscos de imprevistos e garantindo trajetos mais seguros.
Presente no Brasil desde 2017, a AutoZone possui mais de 150 lojas no país. O portfólio reúne mais de 70 mil itens entre peças e acessórios para carros e motos. A empresa também é responsável pela marca Duralast, conhecida por sua linha de componentes automotivos com foco em durabilidade e desempenho.
Ação oferece bônus na troca, preços reduzidos e financiamento com taxa zero para vários modelos da linha
A Hyundai Motor Brasil iniciou sua campanha Black November, oferecendo descontos diretos na rede de concessionárias e condições especiais de financiamento para toda a família HB20, HB20S, Creta e também para o novo Kona Hybrid. A ação aproveita o mês da Black Friday para impulsionar as vendas da marca.
Marco reforça expansão industrial, aposta em tecnologias de eficiência energética e novos investimentos no Polo Automotivo de Betim
A Stellantis atingiu a marca de 1 milhão de motores da família GSE Turbo produzidos no Polo Automotivo de Betim (MG). Desenvolvidos no Brasil e fabricados desde 2021, os propulsores reúnem tecnologias voltadas a maior eficiência energética e redução de emissões, alinhadas às demandas atuais de performance e sustentabilidade.
A unidade mineira, que abriga o maior centro de produção de powertrains da América Latina, ampliou sua capacidade no último ano e agora pode fabricar até 1,1 milhão de motores por ano. Além dos GSE Turbo, a planta produz a família Firefly, também focada em baixo consumo e emissões.
Parte dos motores GSE Turbo é integrada ao sistema Bio-Hybrid, tecnologia utilizada nos modelos Fiat Pulse, Fiat Fastback, Peugeot 208 e Peugeot 2008. Esses veículos compõem os primeiros híbrido-flex desenvolvidos e produzidos na América do Sul.
Prestes a completar 50 anos, o Polo de Betim consolidou sua trajetória como uma das referências do setor automotivo brasileiro. A fábrica já produziu mais de 18 milhões de veículos e mantém autonomia tecnológica em todas as etapas de desenvolvimento. O complexo conta ainda com o Tech Center Stellantis, que reúne mais de 4 mil profissionais e concentra estruturas como Safety Center, Development Center, Virtual Center e 60 laboratórios especializados. O TechMobility, voltado ao desenvolvimento de tecnologias de eletrificação, também integra o conjunto.
Nos próximos anos, o Polo de Betim receberá mais de R$ 14 bilhões em investimentos. O montante faz parte do ciclo total de R$ 32 bilhões anunciado para a América do Sul, considerado o maior da história do setor na região. A expectativa é que os recursos reforcem projetos de descarbonização, novos produtos e oportunidades de negócios.
Foto principal | Stellantis/Divulgação
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Marca apresenta ensaios de frenagem automática, simulações de atropelamento, calibração de sistemas e crash test completo do SUV
A Volkswagen abriu as portas de seus laboratórios de segurança para mostrar como desenvolve os sistemas de proteção dos seus novos modelos. Durante a visita, foi possível acompanhar ensaios de frenagem automática, simulações de atropelamento, calibração eletrônica e um crash test completo do Volkswagen Tera.
Os testes de frenagem automática são realizados sem interferência humana. Veículos como Tera e Amarok são conduzidos por robôs, garantindo repetibilidade e precisão. Em uma das demonstrações, a Amarok puxava um reboque que simulava um carro parado. O Tera, em velocidade, identificou o obstáculo e acionou automaticamente o sistema de emergência, evitando a colisão.
Outra área visitada foi o laboratório responsável pelas simulações de atropelamento. Uma das demonstrações reproduziu o impacto de uma criança de três anos contra o capô a cerca de 40 km/h.
A estrutura inclui zonas deformáveis projetadas para absorver energia e reduzir danos físicos. O capô deformado após o teste mostra como o componente funciona como um “colchão” para minimizar o impacto.
A Volkswagen também demonstrou seu processo de calibração virtual de assistentes de faixa. Em um simulador que reproduz condições reais de rodagem, incluindo chuva, o sistema consegue validar parâmetros em dois dias — algo que levaria até três semanas em testes físicos.
Antes do crash test completo, a marca apresentou o pré-teste de impacto, onde um pistão aciona airbags e avalia dispositivos como bancos, cintos e estrutura interna em colisões de 64 km/h.
No teste principal, o Volkswagen Tera teve sua carroceria analisada previamente, exibindo a distribuição de aços de diferentes resistências para controlar a deformação em acidentes. Os dummies adulto e infantil foram posicionados com cadeirinhas ISOFIX, e as rodas receberam marcações para análise fotográfica.
A colisão foi realizada a 64 km/h, com impacto frontal deslocado para o lado esquerdo. Após o teste, a dianteira apresentou forte deformação, com recuo de suspensão e destruição de componentes frontais.
Apesar disso, a coluna A manteve integridade estrutural, comprovando a absorção planejada de energia. Airbags frontais, laterais e de cortina foram acionados, e o painel apresentou deformação programada para evitar ferimentos nos joelhos do motorista. A porta do condutor não abriu totalmente devido ao paralama deformado, comportamento esperado em casos de colisão severa.
Ao final da demonstração, a Volkswagen reforçou que todos os procedimentos fazem parte da série de validações necessárias para homologar novos modelos. Como resultado do trabalho, o Volkswagen Tera recebeu cinco estrelas nos testes de impacto do Latin NCAP.
Colunista Fernando Calmon relembra os 50 anos de lançamento do Proálcool no Brasil. Ele tambéma avaliou os novos Renault Boreal e Geely EX2
Em 14 de novembro de 1975, o Brasil tomou uma decisão importante ao criar o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), a fim de diminuir sua dependência de petróleo importado. Houve grande abalo na nossa economia em razão do primeiro choque do petróleo, em 1973, quando o barril quadruplicou de preço e o País produzia apenas 20% do que consumia. Em 1979, com o segundo choque os preços mais que dobraram.
A estratégia do Proálcool era aumentar a adição de etanol na gasolina, exportar este derivado excedente e importar petróleo para produzir diesel. Apenas uma parte da frota circulante foi convertida para uso do etanol (álcool etílico) e os fabricantes passaram a oferecer carros que rodavam exclusivamente com o combustível de origem vegetal. O País criou usinas autônomas que só produziam combustível, enquanto outras etanol e açúcar.
Ocorreu uma crise interna no final dos anos 1980, quando o Governo Federal cortou subsídios, plantou-se menos cana e o etanol escasseou. Chegou-se a importar uma mistura chamada MEG (metanol, etanol e gasolina) para evitar um racionamento. Surgiram filas nos postos para abastecer. A situação se acomodou, mas o etanol só voltou a se firmar a partir de 2003 no lançamento de carros flex (Gol 1.6). Estes aceitam derivado do petróleo ou combustível vegetal puro ou misturado em qualquer proporção.
A importância do etanol voltou a crescer em razão das emissões de CO2. No processo de fotossíntese a plantação de cana sequestra até 80% de CO2 (gás carbônico) e devolve oxigênio à atmosfera, o que combate o efeito estufa responsável pelo aquecimento do planeta. Mais recentemente o milho no Brasil também ganhou importância na produção de etanol, a exemplo dos EUA, maior produtor mundial deste combustível usado lá para adição à gasolina.
Hoje, em média, 33% dos motores flex (estão em 85% da frota circulante de veículos leves) usam etanol hidratado. Na gasolina, há uma mistura de 30% de etanol anidro. Na soma, quase dois terços.
Importante frisar que milho e cana-de-açúcar não interferem na produção de alimentos. Nos dois casos, além de combustível vegetal há subprodutos. A cana ainda mais versátil, pois aproveita bagaço, palha, vinhaça, torta de filtro e levedura, enquanto do milho se obtém farelo rico em proteína, fibras e minerais para ração animal.
Boreal destaca-se em desempenho e espaço
O Kardian já tinha indicado as novas tendências de estilo da Renault, porém o Boreal consolidou e até avançou em razão de um desenho bem elaborado. Desde a grade imponente, as caixas de rodas (até 19 pol.) retangulares e a traseira com lanternas bem desenhadas (sem interligação) o SUV médio da marca francesa destaca-se. Chamam atenção a discrição das barras de teto, maçanetas traseiras embutidas e janelas das colunas traseiras não tão diminutas.
Dimensões e motor: comprimento, 4.560 mm; entre-eixos, 2.702 mm; largura, 1.841 mm; 1.645 mm; porta-malas, 522 L; tanque, 52 L; 1,3 L, turbo flex; 163 cv (E); 156 cv (G); 27,5 kgf·m (E) e (G). Aceleração 0 a 100 km/h, 9,5 s (E)/9,8 s (G). No interior, destaques para banco do motorista com ajuste elétrico, massagem e ventilação (na versão de topo Iconic); teto solar panorâmico elétrico (Iconic) e bom espaço atrás para pernas e cabeças. Além do carregador de celular por indução, há quatro portas USB-C (duas para passageiros do banco traseiro) e tela multimídia de 10 pol. pode ser replicada no quadro de instrumentos para melhor visualização do motorista. Outro destaque é o volume do porta-malas.
Na primeira avaliação da versão Iconic entre São Paulo e Campos do Jordão (SP), em 2,5 horas de viagem, destacou-se por respostas imediatas do motor, além do funcionamento do câmbio automatizado de duas embreagens e seis marchas sem hesitações, em especial nos trechos de subida de serra. Interessante é o modo Smart que alterna entre os padrões tradicionais do câmbio (Comfort, Eco e Sport) conforme a pressão no acelerador. Direção precisa, freios bem dimensionados e silêncio a bordo. Pacote Adas inclui 24 assistentes de segurança (Iconic) e assim completa um produto que faltava para a marca francesa, apesar do custo elevado.
Preço: R$ 214.990 (Iconic).
Tera é referência em segurança passiva e ativa
Investir em segurança pode não ser tão fundamental em um mercado orientado por preço como o brasileiro. Ao longo dos anos este se tornou um desafio que frequentemente colocou em campos opostos, dentro das fábricas, os departamentos de marketing e de engenharia. No entanto, este cenário começou a mudar nos últimos anos, impulsionado por exigências regulatórias e conscientização dos compradores que entenderam e até aceitaram pagar um pouco mais. Afinal, salvar vidas em acidentes graves implica enorme importância.
O Tera é um exemplo. Um SUV de entrada e preço razoável pelo que oferece. Embora possa ter deslocado não apenas concorrentes, mas também outros modelos da própria Volkswagen, o balanço é positivo para um produto lançado há somente cinco meses. Foi o carro de passageiros mais vendido em outubro (10.160 unidades) e o SUV de maior comercialização em setembro e outubro.
A filial da marca alemã fundou faz seis décadas seu pioneiro centro de desenvolvimento de produto. E em 1971 inaugurou o Laboratório de Segurança Veicular, onde o Fusca e depois os modelos esporte SP 1 e SP 2, lançados em 1972, passaram por testes de colisão. VW repetiu com o Tera, cinco anos após o Nivus, o teste de colisão contra barreira fixa deformável, a 64 km/h (40 milhas/h), em São Bernardo do Campo (SP) e presenciado por jornalistas sul-americanos.
Depois do T-Cross, Nivus e Taos, o novo SUV alcançou nota máxima em segurança passiva para adultos e crianças, seguindo protocolos do Latin NCAP. Igualmente foi aprovado em teste de controle de estabilidade (segurança ativa) e de limitação a danos físicos de pedestres em caso de atropelamento.
Primeiras impressões: elétrico Geely EX2
Estilo agradável com teto e colunas pintados de preto. Espaço interno generoso para até cinco ocupantes, apesar de dimensões compactas: comprimento, 4.135 mm; entre-eixos, 2.650 mm; largura, 1.805 mm; altura, 1.580 mm; porta-malas, 375 L (muito bom), outro compartimento sob o assento traseiro de 28 L e mais 75 L (na frente). Não existe estepe, apenas kit de reparação.
Motor elétrico entrega 116 cv e 15,3 kgf·m e por ser traseiro permite ter um bom diâmetro de giro (sem especificação na ficha técnica). Aceleração 0 a 100 km/h em 10,2 s do EX2 é boa para a proposta de um modelo focado no uso urbano, em percurso de impressões ao dirigir organizado pelo fabricante. Bateria de 39,4 kW·h proporciona alcance médio de 289 km, padrão Inmetro.
No interior, chama atenção o tamanho da tela multimídia de nada menos que 14,5 pol. (sem conexão para Android Auto e Apple CarPlay, o que deixa a desejar, porém poderá ser baixado em breve via nuvem). O porta-luvas do tipo gaveta oferece 10 L de capacidade. Volante só dispõe de regulagem de altura e isso dificulta ajustar a melhor posição de dirigir. Há muitas superfícies ásperas. Os bancos de couro e há ajustes elétricos no do motorista.
Preços: R$ 123.990 (Pro) e R$ 136.990 (Max).
Jetour, 16ª marca chinesa no Brasil
O apetite chinês pelo mercado de veículos no País levou a Jetour (outra integrante do Grupo Chery, embora atue de forma independente desde 2021) a iniciar importações e entregas previstas para o primeiro trimestre do ano que vem. Agora são 16 marcas, sem contar duas que desistiram: Seres e Neta.
Começa operações com híbridos, há planos de ter fábrica no Brasil no esquema SKD (semidesmontado) e híbridos flex. Portfólio inclui três SUVs: S06, de entrada, motor 1,5 turbo 128 cv, 20,4 kgf·m e outro elétrico de 203 cv, 31,1 kgf·m, bateria de 19,4 kW·h; T1 de perfil aventureiro e mesmo trem de força híbrido; T2, completa o trio com dimensões maiores e do tipo raiz, dois motores elétricos (225 cv combinados; 39,8 kgf·m) e câmbio DHT (sigla em inglês de transmissão híbrida dedicada) de três marchas.
Picape compacta da Fiat é líder na classificação geral e entre os comerciais leves. Hatch da Chevrolet lidera entre os automóveis na parcial de vendas de novembro
Na parcial de vendas de novembro de 2025, a Fiat Strada aparece na ponta com 6.136 emplacamentos, conforme números consolidados pela Fenabrave. Em segundo lugar, a surpresa é o Chevrolet Onix com 5.274 unidades vendidas, as promoções da marca surtiram efeito, já que a imagem do modelo está bem arranhada no mercado.
Líder entre os automóveis em outubro, o Volkswagen Tera está em terceiro lugar provisório com 4.358 exemplares comercializados.
O Hyundai Creta aparece em quarto lugar na parcial de vendas de novembro com 4.232 emplacamentos, na sequência o HB20, registrou 4.095 unidades emplacadas, ficando com o quinto lugar provisório.
O VW T-Cross aparece na quinta colocação momentânea na primeira metade de novembro com 3.917 exemplares vendidos. A Fiat colocou o Argo em sexto com 3.870 emplacamentos e o Mobi em sétimo com 3.812 exemplares comercializados.
Na oitava colocação, o VW Polo emplacou 3.631 unidades. A nona colocação provisória é do Renault Kwid com 3.088 emplacamentos na parcial de vendas de novembro de 2025.
40 mais emplacados
Confira os 40 carros mais emplacados na parcial de vendas de novembro de 2025:
Marca chinesa lança três modelos elétricos, aposta em rede nacional de concessionárias e mira expansão até 2026
A MG Motor oficializou sua chegada ao Brasil e deu início à sua operação direta no país. A marca, fundada no Reino Unido há mais de 100 anos e hoje controlada pela chinesa SAIC Motor, amplia sua presença na América Latina e marca uma nova fase do mercado automotivo nacional.
A empresa desembarca com a estratégia de atuar no segmento de veículos premium eletrificados. O portfólio inicial inclui três modelos 100% elétricos — MG Cyberster, MG S5 e MG4 — todos com foco em desempenho, tecnologia e eficiência energética.
Estratégia de expansão
Para sustentar a operação, a MG planeja inaugurar 24 concessionárias até o fim de 2025, em parceria com 12 grupos nacionais. As lojas estarão nas capitais do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, além do interior paulista. Em 2026, a rede deve crescer para 70 unidades espalhadas por todas as regiões do país.
A empresa também chega com estoque robusto de peças para garantir atendimento ágil na rede.
O destaque inicial é o Cyberster, roadster totalmente elétrico que resgata o histórico esportivo da marca. O modelo tem tração integral sob demanda, potência de até 510 cv, torque de 725 Nm e aceleração de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos.
A autonomia homologada pelo Inmetro é de 342 km. O carregamento rápido (150 kW) leva o nível de bateria de 10% a 80% em cerca de 38 minutos.
Entre os equipamentos, há freios Brembo, portas em estilo tesoura, capota elétrica em 10 segundos e interior com três telas digitais.
O S5 estreia como SUV elétrico com motor de 305 cv, torque de 350 Nm e tração traseira. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e oferece autonomia de 351 km (Inmetro). O carregamento rápido leva a bateria de 10% a 80% em 26 minutos.
Ele utiliza a Plataforma Modular Escalável (MSP), tem sete airbags, teto-solar panorâmico e porta-malas mãos-livres. O bagageiro chega a 1.141 litros.
O interior traz telas amplas, central multimídia atualizada e assistências de condução.
O hatch elétrico MG4 será lançado no Brasil simultaneamente ao mercado global, reforçando a prioridade do país na estratégia da marca.
O modelo tem 435 cv, torque de 600 Nm, aceleração de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e autonomia de 279 km (Inmetro). No carregamento rápido, vai de 30% a 80% em 22 minutos.
Desenvolvido também sobre a plataforma MSP, o MG4 traz tração traseira, centro de gravidade baixo e porta-malas de 350 litros (1.165 litros com bancos rebatidos).
Tecnologia e conectividade
Os três modelos incluem o pacote MG Pilot, com assistências de condução como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência, permanência em faixa e alerta de tráfego cruzado.
A conectividade fica a cargo do sistema iSmart4, que permite monitoramento remoto do veículo, controle de climatização, travas, localização, planejamento de viagens e agendamento de recarga. O sistema também acessa previsões do tempo e aplicativos como Spotify, YouTube e TikTok.
Disponibilidade, preços e garantia
Os veículos chegam de forma gradual às concessionárias a partir de novembro de 2025. A tabela inicial é:
MG Cyberster: R$ 499.800
MG4 XPower: R$ 224.800 (preço promocional)
MG S5 Luxury: R$ 219.800 (preço promocional)
Todos contam com garantia de 7 anos para o carro e 8 anos para a bateria, além de conexão 4G embarcada e assistência 24h por 2 anos.
Como oferta de lançamento, os compradores receberão um Wallbox residencial de 7 kW e um carregador portátil de 3,4 kW, além de taxa zero no financiamento.
Depois de um hiato de sete anos, a mostra automotiva abrirá suas portas no dia 22 de novembro
O Salão do Automóvel de São Paulo 2025 será muito diferente das últimas edições, principalmente, em relação a última realizada em 2018. No dia 22 de novembro, as portas do Distrito Anhembi ficarão abertas até o dia 30/11, onde os entusiastas automotivos não irão encontrar marcas tradicionais como BMW, Chevrolet, Ford, Volvo, Mercedes-Benz, Volkswagen, entre outros que sempre marcaram presença na mostra.
Por outro lado, o Salão do Automóvel de São Paulo 2025 estará repleto de marcas chinesas. Entre elas, estão BYD, GWM, CAOA Chery, GAC, OMODA & JAECOO, Geely, Leapmotor e a recém apresentada MG que mostrará seus modelos MG Cyberster, MGS5 e MG4.
A mostra automotiva também marcará a chegada da CAOA Changan que estreará com os modelos Avatr11, CS455 e UNI-T.
A CAOA Chery também terá os novos Tiggo 5X, Tiggo 8 e Tiggo 9 no Salão do Automóvel de São Paulo de 2025.
A Geely que estreou com o EX5 e recentemente lançou o EX2 também terá novidades. Agora sócia da Renault no Brasil, a marca chinesa anunciará qual será o primeiro modelo a ser nacionalizado. Outra novidade no estande da Geely será o Galaxy Starship 7, que estreará em 2026, como primeiro híbrido do fabricante no mercado brasileiro.
Um dos destaques da BYD será sua picape média compacta híbrida flex que estreará no Brasil em 2026. A marca chinesa também apresentará o Song Pro reestilizado, revelando mais detalhes sobre seu sistema híbrido flex.
Na GWM, a marca dará destaque a seus recentes lançamentos como a picape Poer P30, Haval H9 e WEY 07.
Já a Leapmotor terá como destaque o C10 em suas versões híbrida e elétrica, além do SUV elétrico B10.
Entretanto, o Salão do Automóvel de São Paulo de 2025, ainda terá alguns laços com o passado: Fiat, Peugeot, Citroën, Ram, Jeep, Renault, Toyota, Kiam Hyundai e Honda.
A Fiat promete um conceito exclusivo que deve antecipar seus próximos lançamentos.
Peugeot terá como destaque o elétrico E-208 GTI e seus modelos atuais como o 208 e 2008. A Citroën confirmou o Basalt Vision Concept e também mostrará suas novidades recentes como o C3 e Aircross XTR e o Basalt Dark Edition.
A Ram terá como destaque a Dakota que estreará no mercado brasileiro em 2026. A picape média será comercializada nas versões Big Horn, Laramie, Laramie Night Edition e o Warlock.
Na Honda, o destaque será a nova geração do WR-V, além do HR-V 2026 e de sua linha City.
No estande da Kia, a marca coreana confirmou que terá o Sportage reestilizado. Mas o Autos Segredos aposta que a picape Tasman também estará em seu estande. Vale lembrar que cravamos em outubro de 2024 que ela será produzida no Uruguai.
No estande da Renault, o destaque será o SUV médio Boreal, a linha Kardian 2026 e o Kwid E-Tech. A marca francesa também deverá expor o conceito Niagara para dar um spoiler de sua futura picape que chegará em 2026.
A Toyota terá em seu estande sua linha atual como o Corolla, Corolla Cross, Hilux e SW4. O fabricante japonês também deve apresentar os SUV Yaris Cross que será produzido no Brasil e a nova geração do RAV4.
Já Hyundai mostrará o Creta NLine com motor 1.6 TGDi e também deve mostrar o Ioniq 9 , o Kona EV e o novo Santa Fe.
O Salão do Automóvel também terá a Lecar que promete mostrar seus futuros carros nacionais híbridos flex. Na mostra paulista, saberemos se os modelos existem ou existirão ou se são apenas devaneios de uma noite de verão.
Montagem sobre fotos de Marlos Ney Vidal
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