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Leapmotor vende mais de 1.200 carros no Brasil em menos de dois meses

Leapmotor C10 2026 de frente na cor verde e bege
Foto | Leapmotor/Divulgação

Marca chinesa estreia no País com SUV eletrificado e aposta em tecnologia híbrida inédita para ganhar espaço no mercado nacional

Os números indicam uma estreia acima do esperado. Lançada oficialmente no Brasil em 4 de novembro, a Leapmotor encerrou 2025 com mais de 1.200 veículos comercializados no mercado nacional. O volume representa uma média superior a 21 unidades vendidas por dia, desempenho considerado robusto para uma marca recém-chegada ao País.

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Confira nosso primeiro contato com o Leapmotor C10 REEV:

Segundo a fabricante, a boa aceitação inicial reflete a confiança do consumidor brasileiro na proposta da marca, que atua no Brasil com o suporte da Stellantis.

“A resposta rápida dos consumidores demonstra a confiança do nosso público com os carros eletrificados da Leapmotor, única marca chinesa que estreou no Brasil com 50 anos de experiência em nosso mercado. A expertise da Stellantis na região sem dúvida foi um grande diferencial neste momento de implantação da marca no País”, afirma Felipe Daemon, head da Leapmotor na América do Sul.

O primeiro modelo da Leapmotor a chegar ao Brasil foi o SUV grande C10, disponível nas versões elétrica e Ultra-Híbrida. Esta última utiliza a tecnologia REEV (Range Extended Electric Vehicle), que combina tração exclusivamente elétrica com a possibilidade de recarga da bateria ou reabastecimento por meio de um gerador a combustão. De acordo com a marca, trata-se de uma solução inédita entre os veículos à venda no País, ao unir condução elétrica com maior autonomia.

Além do C10, a Leapmotor iniciou a pré-venda do B10, SUV médio oferecido em versão 100% elétrica. As primeiras unidades do modelo devem ser entregues aos clientes no início deste ano. Assim como o C10, o B10 traz um pacote completo de itens de segurança e conforto, com destaque para sete airbags, sistemas de assistência à condução semi-autônoma Leap Pilot e conectividade remota com o smartphone por meio de aplicativo próprio.

No cenário global, a Leapmotor também fechou 2025 em ritmo acelerado. Em setembro, a marca atingiu a marca de um milhão de veículos produzidos mundialmente e encerrou o ano com mais de 500 mil carros comercializados em diferentes mercados.

Foto principal | Leapmotor/Divulgação

Vendas 2025: Citroën tem o melhor resultado no Brasil em 11 anos

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Marca ficou com 1,6% de participação em vendas no mercado brasileiro

A Citroën encerrou o ano 2025 com o melhor resultado em vendas em 11 anos, a marca cresceu 18%, emplacando quase 40 mil unidades. O fabricante ficou com 1,6% de participação no mercado, em dezembro, ela registrou 1,9% de market share e mais de 5 mil exemplares comercializados. 

A marca diz que o resultado é fruto da estratégia da família C-Cubed que começou em 2022 com o C3. Em 2025, teve seu primeiro ano cheio com os três modelos sendo comercializados (Aircross, Basalt e C3). 

Em 2025, o Basalt foi o responsável por 50% das vendas da Citroën, somando quase 20 mil unidades vendidas. 

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No ano passado, a Citroën lançou as versões XTR para o Citroën Aircross, o único SUV com até 7 lugares, e C3, além da Dark Edition para o Basalt. “Ao ampliar o portifólio com essas versões reafirmamos o acerto da estratégia: ouvir o cliente e traduzir suas preferências em produtos relevantes, com design, conforto e a inovação característica da marca, preservando a acessibilidade já conhecida pelo nosso cliente”, destaca Pedro Silva, Head da Citroën para a América do Sul.

A Citroën também alcançou a marca de 1 milhão de carros produzidos no Polo Automotivo Stellantis de Porto Real a, incluindo 100 mil unidades do C3. 

Já o Basalt foi eleito o carro mais econômico do ano pelo Ranking Folha Mauá, com 24,2 km/l em rodovia (a 90 km/h) e 14,3 km/l na cidade.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Vendas da Jeep crescem em 2025 e Compass fecha ano na liderança

Novo Jeep Avenger 2027
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Marca produzirá em Porto Real (RJ) o SUV de entrada Avenger que será posicionado abaixo do Renegade

A Jeep encerrou o ano de 2025 com cerca de 2,35% de crescimento em suas vendas em comparação a 2024. No ano passado, a marca emplacou 124.133 unidades e também celebrou a liderança do Compass em seu segmento pelo nono ano consecutivo. 

O Jeep Compass chegou a ser ameaçado pelo Toyota Corolla Cross pela liderança no segmento de SUVs médios, mas acabou encerrando na liderança com 61.262 emplacamentos, um crescimento de 22,4% em relação a 2024. O SUV encerrou 2025 com 26% de participação em seu segmento. Considerando a classificação geral, o Compass ficou entre os dez carros mais vendidos do Brasil.

Emplacando 17.790 unidades, as vendas do Jeep Commander cresceram 6% em 2025 em comparação ao ano anterior. Só em dezembro foram 2.555 exemplares vendidos.  

Em 2025, o Jeep Renegade celebrou 10 anos de Brasil, o SUV foi o primeiro produto da Stellantis a ser produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE). O SUV inclusive recebeu uma série especial para comemorar seus 10 anos. O SUV emplacou em dezembro 4.152 exemplares, terminando o ano de 2025 com 44.797 unidades comercializadas. 

“Um ano muito forte para a Jeep, com mais de 124 mil vendas, mesmo com todas as movimentações do mercado brasileiro. Conseguimos manter nossa posição de referência entre os SUVs no país, crescemos nossas vendas em relação ao ano anterior e, mais uma vez, mostramos a força do nosso Jeep Compass, líder de vendas no segmento de SUVs médios desde o seu lançamento no país e que fecha seu nono ano consecutivo como líder absoluto!”, comemora Hugo Domingues, Head da marca Jeep para a América do Sul.  

“Além do crescimento e todas as conquistas, já começamos a preparar também o ano de 2026 da Jeep, com o anúncio da chegada do Avenger, o quarto modelo da marca fabricado no Brasil. Estamos felizes e orgulhosos do que fizemos em 2025, mas muito ansiosos e preparados para 2026”, concluiu Hugo. 

Jeep Avenger

Para este ano, a marca prepara a chegada de seu quarto modelo nacional, o SUV de entrada Avenger, que será produzido em Porto Real (RJ), com previsão de lançamento ainda no primeiro semestre.  

O Jeep Avenger será produzido e comercializado no Brasil exclusivamente com o conjunto 1.0 Turbo 200 Flex Hybrid. O modelo adotará o sistema híbrido leve de 12 volts já conhecido dos Fiat Pulse e Fastback, no qual um motor elétrico multifuncional exerce as funções de alternador e motor de partida.

Esse sistema híbrido leve trabalha em conjunto com o motor 1.0 Turbo Flex 200, que entrega 130 cv quando abastecido com etanol e 125 cv com gasolina. O torque é de 20,7 kgfm em ambas as opções de combustível. A transmissão será do tipo CVT, com simulação de sete marchas, a mesma utilizada atualmente em modelos das marcas Fiat, Peugeot e Citroën.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Lançamentos Fiat 2026: novo Argo (Grande Panda) e Toro híbrida são os destaques

Flagra do novo Fiat Grand Panda (Novo Argo) 2027
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Marca também prepara séries especiais em celebração aos 50 anos no Brasil e a produção uruguaia do Ducato

Um dos principais lançamentos da Fiat para 2026, ano em que completa 50 anos de atuação no Brasil, será a nova geração do Argo, projeto conhecido internacionalmente como Grande Panda. Além dele, a marca lançará a Fiat Toro equipada com sistema híbrido leve de 48 Volts. Outras novidades incluem séries especiais alusivas ao cinquentenário e a da produção do Ducato, que passará a ser fabricado na planta da Nordex, no Uruguai.

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Fiat Grande Panda: andamos no carro que chegará ao Brasil em 2026:

Novo Fiat Argo (Grande Panda) 2026

A nova geração do Argo (Grande Panda) será lançada em julho, mês que marca as comemorações dos 50 anos da Fiat no Brasil. Até o momento, a única confirmação oficial da marca é o lançamento de um novo hatch em 2026 e o plano de renovação completa do portfólio até 2030, com a introdução de um modelo por ano.

Antecipado pelo Autos Segredos ainda em 2022, o projeto do novo hatch era conhecido inicialmente como Argo Next Gen ou 328. Com o avanço do desenvolvimento, passou a adotar o codinome F1H.

As apurações indicam que o modelo manterá o nome Argo, embora haja apostas em denominações como Novo Uno ou até mesmo Panda. Recentemente, publicamos que o Argo atual seguirá em linha com a versão Urban, equipada com o motor 1.0 Firefly associado ao câmbio manual de cinco marchas, além da opção 1.3 Firefly com transmissão CVT que simula sete marchas.

Inicialmente, o Argo atual deixaria de ser produzido em setembro, mas a versão Urban deve funcionar como uma transição até que a nova geração ganhe fôlego no mercado. Não será a primeira vez que a Fiat adota essa estratégia no Brasil.

Outra apuração confirmada pelo Autos Segredos é que o novo hatch será oferecido com motor 1.0 Firefly com câmbio manual e com o conjunto 1.0 Turbo Flex 200 Hybrid, sempre associado à transmissão CVT.

O motor 1.0 Firefly entrega atualmente 71 cv de potência a 6.000 rpm e 10 kgfm de torque a 3.250 rpm com gasolina. Com etanol, os números sobem para 75 cv a 6.000 rpm e 10,7 kgfm de torque a 3.250 rpm. Esse propulsor será combinado ao câmbio manual de cinco velocidades.

Já as versões mais caras do novo Fiat Argo (Grande Panda) contarão com sistema híbrido leve (MHEV). O conjunto associa um motor elétrico multifuncional ao motor T200, que mantém as mesmas especificações dos Peugeot 208 e 2008 GT híbridos: 130 cv com etanol, 125 cv com gasolina e torque de 20,4 kgfm em ambos os combustíveis. O câmbio seguirá sendo o CVT, com simulação de sete marchas.

Produzido no Brasil, o novo Fiat Grande Panda 2026 seguirá as mesmas dimensões do modelo europeu: 3,99 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,58 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. As medidas são próximas às do Citroën C3, já que ambos utilizam a plataforma CMP, que estreia na fábrica mineira. O porta-malas tem capacidade de 412 litros, segundo dados divulgados na Itália.

Visualmente, a versão brasileira do Grande Panda será praticamente idêntica à europeia. As principais diferenças ficam por conta da ausência do nome do modelo estampado nas laterais e de pequenas mudanças na grade dianteira e no para-choque. Na traseira, a tampa e as lanternas são basicamente as mesmas.

No interior, o novo Fiat Argo manterá o mesmo layout do Grande Panda, mas contará com easter eggs que fazem referências ao Brasil.

O novo hatch será o primeiro carro popular da Fiat a ter versões com seis airbags de série e itens ADAS.

Fiat Toro T270 Hybrid 48 Volts

A Fiat Toro 2027 será equipada com sistema híbrido leve de 48 Volts nas versões Freedom, Volcano e Ultra. A versão de entrada Endurance continuará equipada com o motor 1.3 Turbo Flex T270 sem eletrificação. Já a linha 2.2 Turbodiesel ganhará o reforço da versão Freedom, que se juntará às opções Volcano e Ranch.

A Toro híbrida de 48 Volts deverá ser lançada até o fim do primeiro semestre.

Conforme antecipado pelo Autos Segredos em setembro, a Stellantis optou por combinar o sistema híbrido de 48 Volts e o motor 1.3 Turbo Flex ao câmbio automático AT6, em vez do automatizado de dupla embreagem E-DCT.

O motor elétrico adicional entrega 28 cv de potência e 5,6 kgfm de torque. O sistema MHEV de 48 Volts pode atuar de duas formas: reforçando potência e torque ou priorizando a redução do consumo de combustível. Seguindo a nomenclatura já utilizada no sistema de 12 Volts, a configuração de 48 Volts deverá adotar o nome comercial T270 Hybrid.

Atualmente, o motor 1.3 Turbo Flex entrega 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque.

O conjunto híbrido é alimentado por uma bateria de 48 Volts com capacidade de 0,9 kWh, carregada tanto pelo motor térmico quanto pelo elétrico. Assim como nos sistemas de 12 Volts aplicados em Pulse e Fastback, a bateria fica instalada sob o banco do motorista. A gestão eletrônica define automaticamente a atuação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, sempre buscando maior eficiência energética.

A substituição do câmbio de dupla embreagem por uma transmissão automática convencional implica mudanças relevantes no desempenho. Em sistemas híbridos de 12 Volts já utilizados pela Stellantis, as transmissões DCT tendem a apresentar menores perdas mecânicas em comparação aos automáticos com conversor de torque, além de menor peso.

No caso da migração do sistema de 12 para 48 Volts, o princípio se mantém. O ganho adicional de potência do motor elétrico é melhor aproveitado com transmissões mais eficientes, como o DCT. No entanto, os custos mais elevados do conjunto explicam a adoção do câmbio automático convencional na Fiat Toro 2027.

Na prática, o sistema híbrido proporciona ganhos de potência e torque, mas essa força extra não é entregue de forma tão imediata em transmissões automáticas com conversor de torque quanto em uma de dupla embreagem.

Ducato produzido no Uruguai

Atualmente importado da Europa, o Fiat Ducato passará a ser montado no Uruguai. Com isso, se tornará a única opção de van da Stellantis no Brasil, já que Peugeot Boxer e Citroën Jumper deixarão de ser oferecidos no mercado nacional.

A linha Ducato produzida na Nordex, no Uruguai, seguirá equipada com o motor 2.2 Turbodiesel, que entrega 140 cv de potência e 34,6 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio manual de seis marchas. Em algumas versões, porém, o modelo contará com a transmissão automática AT9.

Séries especiais de 50 anos

Assim como ocorreu na celebração dos 125 anos da marca no mundo, quando alguns modelos receberam a série Tributo 125 anos, os 50 anos da Fiat no Brasil também serão comemorados com versões especiais. Strada, Pulse, Fastback e Toro estão entre os modelos que receberão a edição especial 50 anos.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Chevrolet Trailblazer não terá nova geração e morrerá em 2028

Foto | Chevrolet/Divulgação

SUV grande da marca americana nunca fez o mesmo sucesso da Blazer e sairá de linha com a chegada da nova geração da picape

Lançado no fim de 2012, o Chevrolet Trailblazer não terá nova geração para acompanhar a nova S10, cujo projeto é chamado de Colossus. O SUV atualizado em 2024 terá sua produção encerrada até o segundo semestre de 2028. 

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Desde seu lançamento, o Trailblazer nunca foi páreo para encarar o Toyota Hilux SW4, não passando de um coadjuvante no segmento de SUVs montados sobre chassis. 

Para se ter uma ideia, 2013 foi seu primeiro ano cheio de vendas, mesmo assim para um carro recém lançado, o Chevrolet Trailblazer encerrou o ano com apenas 3.284 exemplares vendidos. No mesmo período, o Toyota Hilux SW4 emplacou 12.354 unidades. 

Confira os números de vendas do Chevrolet Trailblazer no Brasil

Veja quantos exemplares o SUV de sete lugares emplacou de 2013 até novembro de 2025:

MODELOANOSUNIDADES EMPLACADAS











Trailblazer
20133.284
20142.285
20151.795
20161.942
20173.272
20183.853
20193.360
20202.822
20213.320
20223.208
20231.659
20242.061
2025 (Até novembro)1.923
TOTAL34.784

No mesmo período, o Toyota Hilux SW4 vendeu cerca de três vezes mais anualmente. 

Reestilizado em 2024, o Chevrolet Trailblazer vendeu menos que nos anos anteriores, foram 2.061 unidades no primeiro ano de mudança visual e 1.923 unidades no acumulado de janeiro a novembro de 2025. 

Atualmente, o Chevrolet Trailblazer é vendido para pessoas físicas na versão High Country, mas há uma versão LT destinada às vendas diretas. A linha 2026 do SUV é vendida na versão High Country por R$ 411.990.

O Chevrolet Trailblazer tem  motor 2.8 Turbodiesel com 207 cv de potência e torque de 52 kgfm quando ligado ao câmbio automático de oito marchas. Ambos contam com sistema de tração 4×4.

Itens de série do Chevrolet Trailblazer 2026

Entre os itens de série do Chevrolet Trailblazer High Country 2025 abertura das portas e alarme anti-furto através de sensor de aproximação na chave “Easy Entry”,ar-condicionado digital, ar-condicionado traseiro com controle de intensidade e difusores no teto, banco do motorista com ajuste elétrico, câmera de ré digital de alta resolução, carregador de celular por indução, Chevrolet MyLink com tela LCD sensível ao toque de 11″, integração com smartphones através do Android Auto e Apple CarPlay, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, espelho retrovisor interno eletrocrômico e espelhos retrovisores externos elétricos com luz indicadora de direção integrada e rebatimento elétrico.

A lista ainda inclui estribos laterais, faróis de neblina em LED, faróis em LED, farol alto com ajuste automático, grade dianteira com barra cromada, lanternas em LED, luz de condução diurna, luz de posição em LED, OnStar, painel de instrumentos digital de 8″ com 3 configurações de personalização, informações de conta-giros, hodômetro parcial, marcador de nível de combustível e demais funções, partida do motor por controle remoto e acionamento do ar-condicionado – Remote Start, rodas de Alumínio 18″, sensor de chuva, sistema premium de áudio com quatro alto-falantes e dois tweeters, Wi-Fi embarcado, entre outros itens no veículo para até 7 dispositivos eletrônicos.

A lista de itens de segurança o Chevrolet Trailblazer High Country 2025 conta com seis airbags (duplo frontal, duplo laterais e duplo de cortina, alerta de colisão frontal, alerta de ponto cego, alerta de pressão dos pneus, alerta de saída de faixa, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de partida em aclive (HSA), assistente Inteligente de frenagem (IBA), controle de oscilação de trailer ou reboque (TSC), controle de tração, controle de velocidade em declive (HDC), controle eletrônico de estabilidade, freios a disco nas quatro rodas com ABS, EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e assistência de frenagem de urgência (“PBA”) frenagem automática de emergência (AEB) com detecção de pedestres, regulagem de altura dos faróis, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e sistema de fixação de cadeiras para crianças (“ISOFIX”).

Foto principal | Chevrolet/Divulgação

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Confira nossa avaliação com o Chevrolet Tracker Premier 2026:

Dodge Forza é o Fiat Siena que a ex-FCA fabricou na Venezuela

Dodge Forza é o Fiat Siena que a ex-FCA fabricou na Venezuela
Foto | Dodge/Divulgação

Sedã matinha basicamente o mesmo desenho da versão Fiat, se diferenciando externamente pela logo Dodge

Em agosto de 2012, quando ainda trabalhava no jornal Estado de Minas, antecipei que a antiga Fiat Chrysler Automotive (FCA) produziria o antigo Siena na Venezuela com a marca Dodge. A fabricação começou em 2013, onde o sedã recebeu o nome de Forza. 

Por lá, ele foi produzido até 2017, o Dodge Forza tinha o mesmo desenho do Fiat Siena, as diferenças eram a logo Dodge na grade dianteira e traseira, e claro o nome Forza estampado na tampa do porta-malas. No interior, somente a logo Dodge no volante diferenciava o Siena do Forza.

No mercado venzuelano, o Dodge Forza era vendido nas versões LE e LX, sempre equipadas com o motor 1.4 Fire movido a gasolina e gás natural veicular, que gerava 79 cavalos de potência e torque de 9,1 kgfm com gasolina e com GNV ele tinha 67 cv 7,8 kgfm de torque. O câmbio é manual de cinco marchas.

A ex-FCA, atual Stellantis, fabricou o Dodge Forza na cidade de Valência. Na época, o sedã era bem equipado para o mercado venezuelano. As versões LE e LX saiam de fábrica com direção com assistência hidráulica, ar-condicionado, rádio com MP3, USB e Bluetooth, trava central, computador de bordo, vidros elétricos e airbags dianteiros. 

O LX agregava rodas de liga leve, molduras e maçanetas pintadas na cor da carroceria, faróis de neblina e grade cromada.

O Dodge Forza tinha 4,15 metros de comprimento, 2,37 m de distância de entre-eixos, 1,63 m de largura e 1,51 m de altura. Seu peso era de 1.076 quilos. Já o porta-malas podia levar até 50 litros de bagagens. 

Foto principal | Dodge/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o novo Fiat Argo (Grande Panda):

Hilux, Ranger e S10: quanto desvalorizam as picapes mais vendidas do Brasil em um ano

Ford Ranger Limited V6 2024
Foto | Ford/Divulgação - Apesar de custar R$ 319.990,00, a Ford Ranger 2024 Limited não tem pacote ADAS de série

Levantamento com base na Tabela Fipe mostra que, mesmo líderes de vendas, picapes médias registram desvalorização relevantes de valor entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026

As picapes médias seguem como um dos segmentos mais fortes do mercado brasileiro, lideradas por Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10. No entanto, mesmo com alta demanda, esses modelos não escapam da desvalorização natural do mercado de usados. Um levantamento com base na Tabela Fipe revela quanto cada uma perdeu em reais e percentual após 12 meses.

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Vale sempre ressaltar que a Tabela Fipe é usada para o cálculo do IPVA, para apólices de seguro e para referência na venda de usados e nas negociações com as concessionárias na troca por um novo modelo. 

Toyota Hilux mantém o melhor valor de revenda

Conhecida historicamente pela forte valorização no mercado de usados, a Toyota Hilux SRX Plus 2.8 confirmou sua reputação. Em janeiro de 2025, o preço do modelo zero quilômetro era de R$ 331.272. Após 12 meses, em janeiro de 2026, o modelo 2025 aparece na Fipe por R$ 317.484.

A perda foi de R$ 13.788, o que corresponde a uma desvalorização de apenas 4,2%, a menor entre as três picapes líderes de vendas no Brasil.

Chevrolet S10 fica no meio do caminho

A Chevrolet S10 High Country 2.8 também registrou uma perda significativa, embora menor que a da rival da Ford. Em janeiro de 2025, o modelo zero quilômetro custava R$ 302.112. Já em janeiro de 2026, a unidade modelo 2025 passou a valer R$ 273.008 segundo a Fipe.

Isso significa uma desvalorização de R$ 29.104, o equivalente a cerca de 9,6% no período analisado.

Ford Ranger é a que mais perde valor no período

A Ford Ranger Limited Plus 3.0 V6 foi a que apresentou a maior desvalorização entre as três líderes. Em janeiro de 2025, o modelo zero quilômetro tinha preço de R$ 355.225 na Tabela Fipe. Um ano depois, em janeiro de 2026, a versão 2025 passou a ter preço médio de R$ 316.069.

Na prática, a picape da Ford acumulou uma desvalorização de R$ 39.156, o que representa uma queda de aproximadamente 11,0% em apenas 12 meses.

Resumo da desvalorização em 12 meses

  • Ford Ranger Limited Plus 3.0 V6
    R$ 39.156 | -11,0%
  • Chevrolet S10 High Country 2.8
    R$ 29.104 | -9,6%
  • Toyota Hilux SRX Plus 2.8
    R$ 13.788 | -4,2%

Os dados mostram que a Hilux segue como referência em valor de revenda, enquanto Ranger e S10 sofrem perdas mais expressivas, especialmente no primeiro ano de uso — um fator decisivo para quem pensa na revenda futura da picape.

Foto principal | Ford/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com a Ram Dakota Laramie:

Flagra: Ram Rampage 2.0 Turbo Flex Hurricane 4 2027 estreará no primeiro semestre

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Picape média compacta da marca do carneiro terá o motor Hurricane 4 flex nas versões Rebel, Laramie e R/T

Desde março de 2025, a engenharia da Stellantis avalia a Rampage com o motor 2.0 Turbo Flex Hurricane 4, a novidade acabou não sendo apresentada na linha 2026, mas será a principal novidade da linha 2027 da picape. O Autos Segredos flagrou protótipos da picape com o motor 2.0 Turbo Flex na versão R/T, mas ela também terá a tecnologia nas versões Rebel e Laramie, como antecipamos no dia 10 de dezembro.

A estreia será ainda no primeiro semestre, a ordem de lançamentos do motoro 2.0 Turbo Flex Hurricane 4 começará com o Jeep Compass na sequência, ainda no primeiro semestre será a vez da picape a contar com a tecnologia. O Commander será o último a receber a atualização.

Atualmente, o motor 2.0 Turbo Hurricane 4 movido a gasolina entrega 272 cv de potência e 40,7 kgfm de torque. Nossa aposta é que com o sistema flex, o motor ganha cavalos extras com o etanol, mas mantendo o torque de 40,7 kgfm para os dois combustíveis.

O motor seguirá ligado ao câmbio automático de nove marchas e a tração seguirá a 4×4 Auto.

Não haverá mudanças visuais para marcar a chegada das Rampage 2.0 Turbo Flex na linha 2026. Mas, a marca deve agregar novos itens de série como é de praxe.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Confira nosso primeiro contato com a Ram Dakota Laramie:

Honda HR-V 2026 também fica mais caro e se distancia do WR-V

Novo Honda HR-V Touring 2026
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Todas as quatro versões do SUV compacto da marca japonesa tiveram reajustes; a versão topo de gama já custa R$ 214 mil

Depois de aumentar os preços do WR-V 2026, a Honda reajusta os valores sugeridos do HR-V 2026 para manter o distanciamento de preços entre seus SUVs. Os aumentos ficaram em R$ 3.200 para a versão de entrada EX e chegam a R$ 4.100 na topo de gama Touring.

Preços do Honda HR-V 2026

Confira o reajuste de todas as versões do SUV compacto:

VERSÃOPREÇO 12/25AUMENTOPREÇO 01/26
EXR$ 163.200R$ 3.200R$ 166.400
EXLR$ 170.900R$ 3.400R$ 174.300
ADVANCER$ 199.400R$ 3.900R$ 203.300
TOURINGR$ 209.900R$ 4.100R$ 214 mil

Agora, com o reajuste, a versão de entrada EX do Honda HR-V 2026 passa a custar R$ 166.400, ficando R$ 14.300 mais cara que o Honda WR-V em sua versão topo de gama EXL, vendida a R$ 152.100.

O distanciamento de preços do WR-V EXL para o HR-V EXL é ainda maior, chegando a R$ 22.200.

A versão de entrada da linha turbo do HR-V, a Advance, passou de R$ 199.400 para R$ 203.300. Já a topo de gama Touring recebeu aumento de R$ 4.100, passando a custar R$ 214 mil.

Motores do novo Honda HR-V 2026

As versões EX e EXL do novo Honda HR-V 2026 contam com motor 1.5 DI i-VTEC com injeção direta de combustível, que entrega 126 cv de potência com etanol ou gasolina a 6.200 rpm e torque de 15,8 kgfm (E) e 15,5 kgfm (G) a 4.600 rpm. O câmbio é o automático CVT.

Nas opções Advance e Touring, o motor é o 1.5 Turbo Flex DI i-VTEC, com 177 cv de potência tanto com etanol quanto com gasolina a 6.000 rpm e torque de 24,5 kgfm entre 1.700 e 4.500 rpm. O câmbio também é automático CVT.

Segurança do Honda HR-V

O novo Honda HR-V 2026 traz o pacote de segurança Honda Sensing desde a versão de entrada, composto por:

  • ACC – Controle de cruzeiro adaptativo
  • LSF – Controle de aceleração e desaceleração em baixa velocidade
  • CMBS – Frenagem automática de emergência
  • LKAS – Ajuste de direção para permanência na faixa de rolamento
  • RDM – Detector de saída da pista
  • AHB – Comutação automática de farol baixo/farol alto

A lista de segurança ainda inclui seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina), freios ABS com EBD, assistente de descida, assistente de partida em rampa, controles de tração e estabilidade, sistema de fixação de cadeirinha infantil ISOFIX, entre outros itens.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Confira nosso primeiro contato com o Honda HR-V Touring 2026:

BYD Dolphin EV desvaloriza 5 vezes mais que o GWM ORA 03 Skin

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Dados da Tabela Fipe apontam uma desvalorização significativamente maior do modelo da BYD em relação ao concorrente da GWM no período de 12 meses

A Tabela Fipe é amplamente utilizada como referência para cálculo de seguro, IPVA e negociações de veículos usados na compra de um carro novo. Apesar disso, ainda há quem questione os números. O fato é que os dados são claros e indicam que o BYD Dolphin EV desvalorizou cerca de cinco vezes mais que o GWM ORA 03 Skin em apenas um ano.

Para este comparativo, foram considerados os preços de ambos os carros elétricos zero quilômetro em janeiro de 2025 e os valores médios do modelo ano 2025 apurados em janeiro de 2026, sempre com base na Tabela Fipe.

Em janeiro de 2025, o GWM ORA 03 Skin tinha preço de R$ 144.979. Um ano depois, em janeiro de 2026, o modelo 2025 passou a ter preço médio de R$ 138.027, o que representa uma desvalorização de 4,8%, equivalente a R$ 6.952.

Já o BYD Dolphin EV zero quilômetro custava R$ 156.840 em janeiro de 2025. Em janeiro de 2026, o modelo 2025 passou a ter preço médio de R$ 121.730, o que corresponde a uma queda de 22,4%, ou R$ 35.110.

Em valores absolutos, o BYD Dolphin EV perdeu aproximadamente 5,05 vezes mais dinheiro do que o GWM ORA 03 Skin. Considerando apenas o percentual, a desvalorização do modelo da BYD foi cerca de 4,7 vezes maior do que a do elétrico da GWM.

A maior desvalorização do Dolphin acompanha o comportamento observado em outros modelos da BYD no mercado brasileiro, como o sedã King e o SUV Song Plus. Isso ocorre, principalmente, devido às estratégias comerciais da marca, que frequentemente alteram os preços por meio de bônus, campanhas promocionais ou reduções diretas de valor, o que impacta negativamente o preço dos veículos usados.

A GWM, por outro lado, adota uma política de preço único em todo o Brasil e tende a manter valores mais estáveis ao longo do tempo. Embora a marca utilize estratégias comerciais, como financiamento com taxa zero, essas ações não afetam diretamente a referência de preços da Tabela Fipe, contribuindo para uma menor desvalorização de seus modelos.

Motores e desempenho

O GWM ORA 03 Skin é equipado com motor elétrico dianteiro de 171 cv e 25,5 kgfm de torque. O hatch acelera de 0 a 100 km/h em 8,2 segundos. A versão Skin utiliza bateria de 48 kWh, com recarga de 10% a 80% entre três e cinco horas em corrente alternada (AC) ou 30 a 40 minutos em corrente contínua (DC). Segundo o PBEV do Inmetro, a autonomia é de 232 quilômetros.

O BYD Dolphin GS conta com motor elétrico de 95 cv e 18,3 kgfm de torque, com tração dianteira. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 10,9 segundos, e a velocidade máxima é de 160 km/h. O modelo utiliza bateria Blade (LFP) de 44,9 kWh, com recarga de 30% a 80% em cerca de 30 minutos em carregadores DC. A autonomia no padrão PBEV do Inmetro é de 291 quilômetros.

Itens de série

O GWM ORA 03 Skin sai de fábrica com painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas, mesma dimensão da central multimídia, sistema de som com seis alto-falantes, vidros elétricos nas quatro portas com função one-touch e antiesmagamento, além de retrovisores externos com setas integradas e rebatimento elétrico. Todo o conjunto de iluminação é em LED, incluindo faróis, DRL, lanternas, brake light e iluminação interna.

Em segurança, o modelo oferece sete airbags, incluindo frontal, lateral, de cortina e airbag central dianteiro. Há ainda cintos de três pontos para todos os ocupantes, pré-tensionadores, freios ABS com EBD, assistente de frenagem de emergência, controle de tração, mitigação de segunda colisão e sistema Smart Cornering, que ajusta a velocidade em curvas.

Entre os recursos de assistência à condução, o ORA 03 Skin traz monitoramento de ponto cego com alerta de abertura de portas, frenagem autônoma com detecção de tráfego cruzado traseiro, reconhecimento de placas de velocidade e desvio inteligente para ultrapassagens mais seguras.

O BYD Dolphin GS oferece faróis Full LED, sensor crepuscular, vidros elétricos com subida automática, retrovisores elétricos com aquecimento e rebatimento, rodas de liga leve de 16 polegadas, freio de estacionamento eletrônico com auto-hold, banco do motorista com ajuste elétrico, quadro de instrumentos digital de 5 polegadas e central multimídia de 12,8 polegadas, entre outros itens.

No quesito segurança, o Dolphin GS conta com seis airbags, freios ABS com EBD, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa (HHC), sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e monitoramento indireto da pressão dos pneus (TPMS). O modelo não dispõe de sistemas avançados de assistência à condução (ADAS).

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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