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Jeep Renegade 2027: flagra confirma painel de Compass

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Reestilização do SUV e sistema híbrido leve para o SUV Compacto foi antecipada pelo Autos Segredos em março do ano passado

O novo Jeep Renegade 2027 passará por mais uma mudança visual para segurar as pontas até a chegada da nova geração e ter novidades frente ao Avenger. O SUV compacto terá mudanças visuais na dianteira, traseira e interior. Flagra exclusivo confirma painel da linha Compass para o Renegade. 

O SUV também terá sistema híbrido leve de 48 Volts, tal qual como antecipamos em março, mas em vez do câmbio E-DCT, ele manterá a caixa automática de seis marchas atual fornecida pela Aisin como publicamos com exclusividade em setembro

O que muda no visual do Jeep Renegade 2027?

Na frente, o SUV manterá os mesmos faróis da linha 2026, mas as luzes DRL do Renegade 2027 terão quatro segmentos. A grade de sete fendas está mantida, mas também receberá novos elementos internos. Já a entrada de ar central e a inferior recebem elementos compostos por barras horizontais. 

De lado, a novidade ficará por conta de novas rodas, dependendo da versão. 

Na traseira, apesar da pesada camuflagem, as lanternas do protótipo indicam que a iluminação será  horizontal. O para-choque também deve receber pequenas modificações. 

Mas a principal novidade em mudanças visuais será o painel de Jeep Compass, o flagra exclusivo deixa a central usada pelo irmão à mostra, comprovando a troca que foi antecipada pelos colegas do site Auto+.

Versões

O Autos Segredos apurou que o Jeep Renegade 2027 será vendido nas versões Sport, Altitude, Longitude, Sahara e Willys 4×4. Mas é claro que o SUV não ficará de fora dos 85 anos da marca e terá também uma série especial para celebrar o aniversário da marca.

A versão Sport permanece com o motor 1.3 Turbo 270 Flex de 176 cv de potência com gasolina ou etanol e torque de 27,5 kgfm, não importando qual combustível.

Já as versões Altitude, Longitude e Sahara contarão com o sistema MHEV de 48 Volts.

Como será o sistema híbrido de 48 Volts do Renegade 2027?

A plataforma Bio-Hybrid tem sistema híbrido leve MHEV de 48 Volts, que equipará o novo Jeep Renegade 2027, conta dois motores elétricos, um para substituir o alternador e o motor de partida como no sistema 12 Volts. O motor elétrico adicional gera 28 cv de potência e torque de 5,6 kgfm.

A Stellantis optou por manter a caixa automática de seis marchas da Aisin para o sistema MHEV de 48 Volts. 

A bateria de 48 Volts com 0,9 kWh de capacidade dá suporte ao sistema, sendo alimentada também pelos dois motores. Assim como no sistema 12 Volts dos Pulse e Fastback, a bateria fica alojada sob o banco do motorista. 

Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos térmico, elétrico ou híbrido, otimizando eficiência e economia. 

O que muda com a troca do câmbio DCT pelo automático convencional?

Tomando como base de análise o conjunto atualmente aplicado pela Stellantis nos Fiat Pulse e Fastback e nos Peugeot 208 e 2008 híbridos, que é composto por um motor elétrico auxiliar de 12 Volts e um câmbio automático tradicional (epicíclico), a aplicação de um câmbio de dupla embreagem acarretaria em uma menor perda de potência.

Isso ocorre porque as embreagens são mais eficientes que os conversores de torque – e eventualmente de peso, dado que as transmissões DCT costumam ser mais leves que suas concorrentes tradicionais de mesmo porte.

Trazendo esta mesma análise para a simples troca do conjunto de 12 para 48 Volts, a história se mantém: a diferença é que, para o espaço físico que o motor elétrico irá ocupar, haverá mais potência no motor que opera no sistema de maior potencial elétrico.

Essa potência, por sua vez, chegaria às rodas com maior eficiência por um eventual câmbio DCT do que um automático comum, em que pese os maiores custos tanto do câmbio de dupla embreagem quanto do sistema elétrico de maior voltagem.

Ou seja, na prática, o sistema híbrido entregará potência e torque a mais no novo Jeep Renegade 2027. Mas a força extra não será entregue de imediato no automático com conversor de torque, como ocorre num câmbio DCT.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Ram Rampage 2026 fica mais cara; confira os novos preços

Ram prepara novidades e atrações inéditas para Festival Interlagos
Foto | Ram/Divulgação

Todas as versões 2026/2026 da picape estão com valores sugeridos reajustados

Assim como a Jeep, a linha 2026/2026 da Ram Rampage começa a chegar aos concessionários com preços reajustados, conforme apuração do Autos Segredos. Dependendo da versão, os reajustes nos valores sugeridos ficam entre 0,88% e 1,22%.

Com o aumento, a versão de entrada Big Horn 2.2 Turbodiesel AT9 passa a custar R$ 228.990, ela foi a opção que teve o menor ajuste. Já a versão 2.0 Turbo Gasolina Rampage R/T passa a custar R$ 272.990, com o aumento de 1,22%.

Aumento preços Ram Rampage 2026

Confira os valores reajustados de todas as versões da picape:

VERSÃOPREÇO 12/25REAJUSTE %REAJUSTE R$ PREÇO 1/26
Big Horn 2.2 TDR$ 226.9900,88%R$ 2 milR$ 228.990
Rebel 2.2 TDR$ 255.9901,17%R$ 3 milR$ 258.990
Laramie 2.2 TDR$ 265.9901,13%R$ 3 milR$ 268.990
R/T 2.0 HurricaneR$ 269.9901,22%R$ 3.300R$ 272.990

Nenhuma das versões teve mudanças em sua lista de itens de série nas unidades 2026/2026.

Motores

Nas versões Bighorn, Rebel e Laramie, a Ram Rampage 2026 segue com o motor 2.2 Turbodiesel com 200 cv de potência e torque de 45,9 kgfm. O câmbio é o automático de nove marchas, já a tração é 4×4 Auto. 

Já a versão R/T 2026 segue como única opção a ser equipada com o motor 2. Turbo Gasolina Hurricane 4 de 272 cv de potência e torque de 40,7 kgfm. Assim como no diesel, o câmbio é o automático de nove marchas e a tração é 4×4 Auto.

Foto principal | Ram/Divulgação

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Ford faz história no Rally Dakar 2026 e lidera geral com cinco Raptor T1+

Foto | Ford/Divulgação - Ford Raptor T1+ Nani Roma Salto

Marca norte-americana domina a terceira etapa da prova mais difícil do off-road mundial, feito inédito desde 2007

O Rally Dakar, considerado a competição off-road mais difícil do mundo, encerrou a terceira etapa nesta terça-feira (6) com um feito histórico da Ford. A marca norte-americana colocou cinco veículos na liderança geral da competição, um domínio que não era visto desde 2007, quando a Volkswagen liderou a etapa inicial da prova em Lisboa.

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Os protagonistas desse desempenho são os Ford Raptor T1+, desenvolvidos pela Ford Performance em parceria com a M-Sport. Na liderança geral aparece Mitch Guthrie, que se tornou o primeiro piloto norte-americano a assumir a ponta do Dakar nesta edição. Logo atrás vem Martin Prokop, em segundo lugar, competindo com uma Raptor T1+ por uma equipe privada.

A sequência do top 5 reforça o domínio da Ford, com Mattias Ekström, Carlos Sainz e Nani Roma, todos integrantes do time oficial Ford M-Sport, ocupando as posições seguintes da classificação geral.

Dakar 2026 percorre 8.000 km na Arábia Saudita

A 48ª edição do Rally Dakar teve largada no dia 3 de janeiro e segue até 17 de janeiro, com um percurso total de aproximadamente 8.000 quilômetros pelos terrenos extremos da Arábia Saudita. O trajeto inclui dunas gigantescas, trechos rochosos e condições climáticas severas, exigindo o máximo de pilotos, navegadores e máquinas.

O evento reúne competidores de 70 nacionalidades diferentes e conta com ampla cobertura internacional, com mais de 600 profissionais de mídia de 56 países, além de 130 fotógrafos, equipes embarcadas em 80 veículos de apoio e cinco helicópteros de transmissão de TV. A prova pode ser acompanhada pelo site oficial do World Rally-Raid Championship.

Desafio extremo e disputa apertada

A Ford já havia mostrado competitividade no Dakar do ano passado, quando estreou a Raptor T1+. Na ocasião, conquistou o terceiro lugar com Mattias Ekström e a quinta posição com Mitch Guthrie. Ícones do rali, Carlos Sainz e Nani Roma, que juntos somam cinco títulos do Rally Dakar, reforçam o time e sabem como poucos lidar com os imprevistos da prova.

“Lembro-me de quando era o detentor do título em 2015 e tive que abandonar após apenas três quilômetros da primeira especial devido à quebra do motor, o que nunca deveria ter acontecido. Essa experiência me ajuda a encarar a corrida com tranquilidade e ser cauteloso com qualquer previsão”, diz Nani Roma.

A edição de 2026 também chama atenção pelo alto nível de equilíbrio. A diferença entre o primeiro e o décimo colocado é de pouco mais de 11 minutos, um intervalo significativamente menor do que o registrado nos últimos anos. Considerando os 20 primeiros, a diferença é de cerca de 30 minutos, a menor das últimas seis edições do Rally Dakar.

Foto principal | Ford/Divulgação

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Jeep: veja os novos preços de Compass, Commander e Renegade 2026

Jeep Renegade Sahara 2026
Foto | Jeep/Divulgação

Unidades 2026/2026 dos três SUVs nacionais da Jeep terão apara aumento de preço sem quase todas as versões

A Jeep reajusta os preços da linha 2026 do Compass, Commander e o Renegade. Os preços ainda não foram divulgados, mas o Autos Segredos apurou que dependendo do modelo e da versão, os reajustes ficam entre 1,93% e 2,04%. Somente a versão Sport do Renegade não teve reajustes, tendo seu preço mantido em R$ 118.290.

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Jeep Renegade 2026

Na linha Renegade 2026/2026, a Jeep acabou com o Pack Work 1 para a versão Sport, agora o único opcional é o PackTech com custo extra de R$ 8.700, deixando o SUV com preço sugerido de R$ 126.990.

A versão Altitude recebeu aumento de 1,93%, passando a custar R$ 147.990. Já a Longitude, que custava R$ 162.390, passou a custar R$ 165.690, com o aumento de R$ 3.300.

Confira qual foi o reajuste de cada versão do Jeep Renegade 2026 e seus novos preços:

VERSÃOPREÇO 12/25REAJUSTE %REAJUSTE R$PREÇO 01/26
SportR$ 118.290R$ 118.290
Sport Pach Tech 2R$ 118.290R$ 126.990
AltitudeR$ 145.1901,93%R$ 2.800R$ 147.990
LongitudeR$ 162.3902,03%R$ 3.300R$ 165.690
SaharaR$ 172.5901,97%R$ 3.400R$ 175.990
Willys 4×4R$ 185.7901,99%R$ 3.700R$ 189.490

Jeep Compass 2026

Todas as versões do Jeep Compass 2026/2026 receberam aumento de preços entre 2% e 2,04%. A versão Sport T270 AT6 passou de R$ 171.490 para R$ 174.990, com o reajuste de R$ 3.500. A topo de gama BlackHawk Hurricane AT9 recebeu aumento de R$ 5.400, passando a custar R$ 274.290.

Confira os novos preços do Jeep Compass 2026 

VERSÃOPREÇO 12/25REAJUSTE %REAJUSTE R$PREÇO 01/26
SportR$ 171.4902,04%R$ 3.500R$ 174.990
Longitude R$ 195.8902,04%R$ 4.000R$ 199.890
Série S T270 R$ 225.3902,00%R$ 4.500R$ 229.890
BlackHawkR$ 268.8902,01%R$ 5.400R$ 274.290

Jeep Commander 2026

O Jeep Commander 2026/2026 teve seus preços reajustados entre 2% e 2,01% .A versão de entrada Longitude 7L T270 passou a custar R$ 228.790 com o aumento de R$ 4.500. A BlackHawk Hurricane ficou R$ 6.600 mais cara, passando a ter preço sugerido de R$ 336.490.

Confira os novos preços do Jeep Commander 2026:

VERSÃOPREÇO 12/25REAJUSTE %REAJUSTE R$PREÇO 01/26
Longitude T270R$ 224.2902,01%R$ 4.500R$ 228.790
Limited T270R$ 250.6902%R$ 5.000255.690
Overland T270R$ 278.1902,01%R$ 5.600R$ 283.790
Overland 2.2 TD 4×4R$ 313.1902,01%R$ 6.300R$ 319.490
BlackHawkR$ 329.8902%R$ 6.600R$ 336.490

Nenhum modelo ou versão teve mudanças em suas listas de itens de série. 

Foto principal | Jeep/Divulgação

ZF acelera o futuro do carro definido por novos softwares de chassi

ZF acelera o futuro do Veículo Definido por Software com novos softwares de chassi
Foto | ZF/Divulgação

Tecnologias baseadas em IA elevam segurança, conforto e personalização em veículos definidos por software dentro da estratégia Chassis 2.0

O Veículo Definido por Software (SDV) deixou de ser apenas um conceito para se tornar realidade na indústria automotiva. Apostando em tecnologias by-wire, como Steer-by-Wire (direção por cabos) e Brake-by-Wire (freios por cabos), a ZF avança na digitalização do chassi e apresenta novos softwares que prometem elevar os níveis de segurança, conforto e personalização da experiência ao volante.

Como parte da estratégia Chassis 2.0 — que combina hardware inteligente, inteligência artificial e software — a fornecedora global revelou na CES duas novas soluções: Leitura Inteligente da Via por IA e Redução Ativa de Ruído, reforçando seu papel como referência em inovação para veículos definidos por software.

“Com nossa estratégia Chassis 2.0, estamos impulsionando a transformação do chassi para a era digital. Ao combinar expertise em hardware, software avançado e IA, estamos criando soluções que não apenas elevam a segurança e o conforto a um novo patamar, mas também abrem caminho para o veículo definido por software. Dessa forma, estamos moldando a mobilidade do futuro – inteligente, conectada e individualmente adaptável”, Dr. Peter Holdmann, membro do Board Mundial da ZF e Head da Divisão de Soluções para Chassis.

Leitura inteligente da via por IA antecipa as condições da estrada

A Leitura Inteligente da Via por IA é uma solução baseada em inteligência artificial capaz de adaptar o chassi em tempo real às mudanças da estrada e da superfície. Utilizando sensores de última geração, o sistema ajusta o comportamento do veículo em situações como neve, terrenos off-road ou mudanças bruscas de pavimento.

Os dados captados são processados pelo software de chassi cubiX, que coordena atuadores inteligentes, como o sistema de amortecimento semiativo CDC (Controle Contínuo de Amortecimento) e o sistema ativo sMOTION, capaz de reagir em apenas 1 milissegundo para ajustar os amortecedores. No futuro, a integração também incluirá direção e frenagem by-wire, ampliando ainda mais o controle e o desempenho dinâmico.

“O sistema detecta situações específicas em frações de segundo e reage mais rápido do que os reflexos humanos permitem. Isso significa que o comportamento do veículo sempre atende às expectativas, fortalecendo tanto a confiança quanto a sensação de segurança ao volante”, diz Holdmann.

Três níveis de atuação e leitura preditiva do terreno

O sistema é escalável e está disponível em três versões:

  • Standard: utiliza sinais do barramento CAN para identificar o tipo de estrada.
  • Advanced: adiciona dados de câmera para detecção e análise preditiva das superfícies.
  • Premium: incorpora tecnologia LiDAR, capaz de escanear o perfil da via até 25 metros à frente com precisão de dois centímetros, criando um modelo 3D detalhado para ajustes precisos do chassi.
  • Essa abordagem permite que o veículo antecipe irregularidades, aumentando conforto e segurança mesmo antes que o motorista perceba a mudança no terreno.

Integração de sensores diferencia a solução da ZF

Um dos diferenciais da Leitura Inteligente da Via por IA está na integração inteligente entre sensores e sistemas do chassi. Enquanto uma câmera isolada identificaria a neve apenas como uma superfície uniforme, a ZF combina imagens com dados do veículo, como derrapagem dos pneus e variações de torque.

Com isso, o sistema consegue distinguir entre neve profunda ou rasa e ajustar automaticamente o comportamento do veículo. Em condições escorregadias, por exemplo, o recurso Snow Start é ativado automaticamente, reduzindo o torque para evitar patinação.

No off-road, a IA identifica lama, areia, pedras ou neve e seleciona a estratégia ideal de condução, pré-travando tração integral e diferenciais para garantir máxima eficiência, mesmo em sulcos profundos.

Outro ponto relevante é que o sistema atua em segundo plano, sem necessidade de seleção manual de modos de condução. Ao sair de uma estrada de cascalho e entrar na rodovia, o veículo migra automaticamente para um modo mais silencioso e eficiente.

Conforto avançado com reconhecimento do comportamento do motorista

O software também pode habilitar o Reconhecimento de Comportamento do Motorista, analisando comandos de aceleração, frenagem e direção, além de fatores internos e externos ao veículo. Com isso, o sistema antecipa preferências por maior conforto ou condução mais dinâmica, ajustando chassi e trem de força de forma personalizada.

“A solução Leitura Inteligente da Via por IA representa um grande passo rumo à mobilidade inteligente e definida por software”, disse Holdmann. “Ao combinar sensoriamento avançado com controle preditivo, estamos proporcionando uma experiência de direção mais segura, confortável e altamente personalizada para maior desempenho”.

Redução ativa de ruído melhora o silêncio a bordo

Além da leitura inteligente da via, a ZF apresentou o software Redução Ativa de Ruído, voltado para minimizar o ruído de cavidade dos pneus dentro do veículo, sem a necessidade de materiais adicionais de isolamento acústico.

A tecnologia utiliza sensores de chassi de nova geração e amortecedores semiativos CDC, controlados pelo cubiX, para neutralizar vibrações. Atualmente, o sistema já permite reduções de até 3 dB, com potencial de chegar a 10 dB no futuro.

A solução faz parte da estratégia Chassis 2.0 e tem produção em série prevista para 2028, podendo ser aplicada em diferentes tipos de veículos.

“Graças à nossa expertise em sistemas, podemos oferecer nossos atuadores mecatrônicos como verdadeiros motores de inovação com a ajuda de algoritmos inteligentes e expandiremos nossa abordagem de controle baseada em software para outros atuadores ZF no futuro. O objetivo para nós é claro: atuadores mecatrônicos capazes de reduzir eficientemente tanto o ruído próprio como o externo com a ajuda de software”, explica Holdmann.

Software como o novo DNA do chassi

Softwares como o cubiX, aliados às funções de Leitura Inteligente da Via por IA e Redução Ativa de Ruído, consolidam a estratégia Chassis 2.0 da ZF, já em uso comercialmente.

“A mobilidade do futuro será moldada pela rede inteligente dos veículos, pelo rápido desenvolvimento da direção automatizada e pela crescente importância do software como motor de inovação”, disse Holdmann. “A ZF não está apenas fornecendo hardware, mas ajudando nossos clientes a moldar o DNA digital de seus veículos com nossa expertise.”

Foto principal | ZF/Divulgação

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Confira nosso primeiro contato com o novo Honda WR-V EXL 2026:

Ford Série F completa 49 anos como a picape mais vendida da América do Norte

Ford F-150 Tremor
Foto | Ford/Divulgação

Linha de picapes mantém liderança absoluta no continente, ultrapassa 800 mil unidades em 2025 e reforça estratégia baseada em inovação e diversificação

A Ford Série F alcançou em 2025 um marco histórico ao completar o 49º ano consecutivo como a picape mais vendida da América do Norte e o 44º ano seguido como o veículo mais vendido do mercado em geral. No último ano, a linha superou a marca de 800 mil unidades registradas no continente, um feito sem precedentes na indústria automotiva.

O desempenho reforça a força de um modelo que ultrapassou gerações e se consolidou como um ícone global. Segundo a Ford, o segredo dessa liderança está no processo contínuo de inovação com propósito, pilar central da estratégia da Série F desde o seu lançamento.

Ícone global desde 1948

Lançada em 1948, a Ford Série F já soma mais de 41 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. De acordo com a marca, se todas fossem alinhadas para-choque a para-choque, formariam uma fila de 241 mil quilômetros, o suficiente para dar mais de seis voltas completas ao redor da Terra.

Para a Ford, o histórico de sucesso está diretamente ligado à capacidade de ouvir o consumidor e antecipar tendências do mercado.

“A história da indústria é repleta de exemplos de produtos de consumo dominantes que desapareceram porque as empresas se acomodaram e pararam de ouvir os clientes”, diz Marcel Bueno, diretor de Marketing da Ford América do Sul. “Mais do que produzir picapes, estamos resolvendo problemas que nossos clientes nem sempre sabem como expressar. É isso que nos tem mantido um passo à frente da concorrência.”

Com mais de 800.000 unidades vendidas na América do Norte em 2025, a linha amplia o seu domínio na indústria mundial
Foto | Ford/Divulgação – Com mais de 800.000 unidades vendidas na América do Norte em 2025, a linha amplia o seu domínio na indústria mundial

Diversificação como estratégia

Um dos marcos da linha foi a introdução da carroceria de liga de alumínio de alta resistência, de nível militar, exclusividade da F-150 no segmento. A solução ajudou a reduzir peso, melhorar a eficiência e manter a robustez exigida pelo público de picapes grandes.

No Brasil, um dos exemplos mais recentes dessa estratégia é a F-150 Tremor, versão com apelo off-road que amplia o alcance da linha para diferentes perfis de consumidores. Já no mercado norte-americano, a Série F oferece uma gama ainda mais ampla, incluindo a F-150 Lobo, com proposta urbana, e a F-150 Lightning, totalmente elétrica.

Atenta às demandas por maior autonomia, a Ford também trabalha no desenvolvimento da F-150 Lightning Extended Range Electric Vehicle (EREV) de nova geração. O modelo combina propulsão elétrica com um gerador embarcado, prometendo autonomia superior a 1.100 km.

Liderança construída em evolução constante

Para a montadora, o domínio da Série F não é resultado de um objetivo isolado, mas de uma evolução contínua do produto.

“A Ford não é líder mundial em picapes porque atingiu uma meta. Nós somos líderes porque não paramos de avançar”, completa Marcel Bueno. “Cada recurso adicionado à linha é feito para atender uma necessidade do consumidor.”

Com quase cinco décadas de liderança consecutiva, a Ford Série F segue como referência no segmento e peça-chave da estratégia global da marca para os próximos anos.

Foto principal | Ford/Divulgação

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Honda WR-V EX 2026: veja em detalhes como é a versão de entrada

Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

SUV compacto parte de R$ 152.100 e traz motor 1.5 Flex com câmbio CVT de série

O Honda WR-V EX estreou no mercado brasileiro no último trimestre de 2025 com preço sugerido de R$ 144.990, mas já entrou em 2026 custando R$ 147.100. Atualmente, o SUV compacto também é vendido na versão topo de gama EXL por R$ 152.100. Neste artigo, detalhamos como é a versão de entrada do SUV japonês.

Visual externo

No visual, o Honda WR-V EX 2026 se diferencia da versão EXL pela ausência dos faróis auxiliares e do rack de teto. Em contrapartida, mantém os faróis com iluminação em LED e as rodas de liga leve de 17 polegadas com acabamento diamantado, calçadas com pneus 215/55 R17.

Interior e acabamento

Por dentro, a versão de entrada do SUV, que concorre com Volkswagen Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian, traz bancos revestidos em tecido e volante sem acabamento em couro. Outro item ausente em relação à EXL é o carregador de celular por indução.

Itens de série do Honda WR-V EX 2026

Entre os itens de conforto e conveniência, o Honda WR-V EX 2026 sai de fábrica equipado com sensores de estacionamento traseiro com aviso sonoro, ar-condicionado automático com ventilação para os bancos traseiros, painel digital TFT de alta resolução de 7 polegadas e central multimídia de 10 polegadas com interface sem fio para smartphones, compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de comando por voz (Voice Tag).

A lista inclui ainda botão de partida do motor (START/STOP), comandos de áudio no volante, sistema de som com quatro alto-falantes, banco traseiro bipartido (60/40), botão de travamento das portas para motorista e passageiro com acionamento automático em velocidade e alavanca de seta com função One-Touch (pisca três vezes com um toque).

Completam o pacote coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, porta-revistas no banco do passageiro, desligamento automático dos faróis após 15 segundos, tomadas de 12 Volts dianteira e traseira, jogo de tapetes em carpete com trava antiescorregamento e duas entradas USB dianteiras.

Segurança

Desde a versão de entrada, o WR-V 2026 já conta com o pacote Honda Sensing, que inclui:

  • Frenagem para mitigação de colisão (CMBS);
  • Assistente de permanência em faixa (LKAS);
  • Mitigação de evasão de pista (RDM);
  • Controle de cruzeiro adaptativo (ACC);
  • Comutação automática do farol alto (AHB).

A lista de segurança é complementada por seis airbags (frontais, laterais e de cortina), freios ABS com EBD, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis.

Motor do Honda WR-V EX 2026

O Honda WR-V 2026 é equipado com motor 1.5 DI i-VTEC Flex, que entrega até 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque com etanol, ou 15,5 kgfm com gasolina. O conjunto trabalha sempre em conjunto com o câmbio automático CVT, que simula sete marchas.

O consumo do WR-V 2026 com etanol é de 8,2 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada. Com gasolina, o consumo urbano é de 12 km/l e rodoviário fica em 12,8 km/l.

Dimensões e capacidade

O Honda WR-V EX 2026 mede 4,32 metros de comprimento, 1,65 m de altura, 1,79 m de largura e 2,65 m de entre-eixos. A altura mínima em relação ao solo é de 22,3 centímetros. Já os ângulos de entrada e saída são de 17,42° e 27,18°, respectivamente.

O porta-malas acomoda até 458 litros de bagagem, enquanto o peso em ordem de marcha da versão de entrada é de 1.273 quilos.

Foto principal | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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Confira nosso primeiro contato com o novo Honda WR-V EXL 2026:

Ram celebra bons números de vendas de suas quatro picapes em 2025

Ram 3500 2025
Foto | Ram/Divulgação

3500 liderou o segmento de picapes full-size com mais de 1.400 exemplares vendidos

A Ram encerrou o ano de 2025 na liderança de vendas picapes grandes (full-size), segmento no qual a marca é representada pela 1500, 2500 e 3500. A Rampage apresentou alta de 8% em suas vendas em comparação a 2024, emplacando mais de 26 mil unidades. 

“Os números comprovam o sucesso da Ram no Brasil. A liderança de nossas picapes grandes e o sucesso da Rampage na categoria demonstram o acerto de nossa estratégia ao comercializar as picapes mais poderosas e capazes em seus segmentos”, comenta Juliano Machado, head da Ram para a América do Sul.

Somando as vendas das picapes full-size, composta por 1500, 2500 e 3500, a Ram manteve a liderança, com mais de 3.200 unidades vendidas, o que representa mais de 56% de participação. A 3500, a maior e mais capaz picape do Brasil, liderou o segmento com mais de 1.400 veículos comercializados, tornando-se a picape grande mais vendida do mercado.

Vale lembrar que em 2025, a marca do carneiro renovou a linha Heavy Duty, com as novas 2500 e 3500. As picapes mais poderosas do Brasil receberam uma atualização visual, além do novo motor Cummins 6.7 Turbodiesel High-Output de 436 cv de potência e 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque combinado com uma nova transmissão automática de 8 velocidades. A dupla é complementada pela 1500, que segue sendo a picape mais rápida do país, com aceleração de 0 a 100 km/h em somente 5,3 segundos.

A Rampage encerrou o ano de 2025 com mais de 26 mil emplacamentos, ocupando a vice-liderança do segmento. Em 2025, a picape também recebeu novidades como o ADAS L2+ e o lançamento da série especial R/T NFL Edition. Disponível com o motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv ou com o 2.0 Hurricane 4 Turbo a gasolina de 272 cv, o modelo segue sendo a picape mais potente e veloz fabricada na América do Sul.

Ao longo de 2025 a Ram conquistou oito prêmios na indústria, incluindo o bicampeonato em “Os Eleitos”, da Quatro Rodas, com a Rampage; Selo Maior Valor de Revenda da Autoinforme com a 1500; e, Marca de Caminhão Semileve do Prêmio Lótus. No período também foram celebradas diversas parcerias com os embaixadores da marca, participação em eventos (Festival Interlagos, GAFFFF, Circuito Rancho Primavera, e NFL São Paulo Game) e benefícios especiais para o Ram Society,  programa exclusivo para clientes da marca do carneiro montanhês que, entre diferentes atividades, puderam participar de uma expedição no Parque Nacional de Aparados da Serra, ter acesso antecipado no Festival Churrascada em São Paulo, visitar o polo industrial da Stellantis em Goiana (PE), além de participar de uma viagem ao Cumbuco-CE com aulas de Kite surf.

A nova Ram Dakota também conquistou os holofotes, seja em sua primeira aparição em solo nacional no Salão do Automóvel, seja na exclusiva Casa Ram Dakota, ação gratuita para convidados da marca, onde foi possível até fazer um test drive com a primeira picape média da história da marca desde sua independência, em 2009. O modelo será lançado no Brasil este ano e já foi revelado nas versões Warlock e Laramie.

Foto principal | Ram/Divulgação

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Novo Volkswagen Tera fecha 2025 como líder de seu segmento  

VW Tera 2025
Foto | VW/Divulgação

SUV produzido em Taubaté supera rivais diretos, gera milhares de empregos e consolida a Volkswagen em uma nova fase no Brasil

O Volkswagen Novo Tera encerrou 2025 da mesma forma que iniciou sua trajetória no mercado brasileiro: em ritmo acelerado. Com apenas sete meses de vendas, o SUV terminou dezembro com 10.449 unidades emplacadas, garantindo a segunda posição entre os SUVs mais vendidos do mês e também o segundo carro de passeio mais vendido do País, atrás apenas do T-Cross, que liderou os dois rankings com 10.721 unidades.

O desempenho consistente ao longo do segundo semestre permitiu ao Novo Tera fechar 2025 com 48.143 unidades emplacadas, tornando-se o SUV mais vendido de seu segmento, mesmo tendo iniciado as vendas apenas em junho. Na comparação direta com os principais concorrentes, o modelo da Volkswagen registrou 8,4% mais vendas que o segundo colocado e um volume 148,8% superior ao terceiro mais vendido da categoria.

Desde o lançamento, o Novo Tera mostrou força acima da média. A estreia foi marcada por um recorde expressivo: 12 mil pedidos em menos de uma hora durante o evento Open Doors, um indicativo claro do apelo do modelo junto ao consumidor brasileiro.

Foto | VW/Divulgação

“Desde o início, sabíamos do potencial do Novo Tera, em virtude de reunir tudo aquilo que o cliente busca: design, inovação, tecnologia, segurança, performance e qualidade, por isso o modelo sempre foi chamado de um novo ícone pop. Evidentemente que um ícone é construído pelo seu desempenho no mercado, mas é exatamente isso que o Tera demonstra desde sua estreia. Depois de um início extremamente marcante na abertura das vendas, com 12 mil pedidos em menos de uma hora no Open Doors, o SUV se consolidou como uma força do mercado, e a cada mês cresce mais em vendas. Por isso, a expectativa para 2026 é a melhor possível”, afirma Fernando Silva, Vice-Presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil.

Produção nacional e impacto econômico

Desenvolvido integralmente no Brasil, o Novo Tera simboliza uma nova fase da Volkswagen no País. O SUV é fabricado na planta de Taubaté (SP), que passou por um amplo processo de modernização para receber o modelo. A fábrica, que completa 50 anos em 2026, tornou-se uma das mais atualizadas do grupo no mundo.

Somente em 2025, o Novo Tera foi responsável por R$ 3,23 bilhões em compras de peças, movimentando uma cadeia robusta de fornecedores. Ao todo, o modelo conta com 241 fornecedores, número que representa 58% do total de parceiros industriais da Volkswagen do Brasil, que soma 414 empresas.

Para viabilizar a produção do SUV, parte da fabricação do Polo Track foi transferida para a unidade Anchieta (SP), primeira fábrica da marca fora da Alemanha. O impacto direto na economia local também é significativo: o Novo Tera gerou 260 novos empregos diretos em Taubaté, com 40% das vagas ocupadas por mulheres, além da criação de aproximadamente 2.600 empregos indiretos na cadeia de fornecedores.

Com resultados expressivos em vendas, forte aceitação do público e impacto relevante na indústria nacional, o Volkswagen Novo Tera fecha 2025 consolidado como um dos principais protagonistas do mercado automotivo brasileiro — e com expectativas ainda mais altas para 2026.

Foto principal | VW/Divulgação 

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GWM Brasil cresce 46% em 2025, bate recorde de vendas e lidera entre os híbridos  

GWM Haval H6 2026
Foto | GWM/Divulgação - GWM Haval H6 2026

Com quase 43 mil veículos vendidos, montadora supera projeções, amplia portfólio, inaugura fábrica em Iracemápolis e fecha o ano como uma das marcas que mais crescem no País

A GWM Brasil encerrou 2025 com o balanço mais positivo desde o início de sua operação no País. Ao longo do ano, a montadora comercializou 42.785 veículos, volume 22% acima da expectativa inicial, que previa 35 mil unidades. O resultado foi impulsionado por um recorde mensal de vendas, com 5.480 veículos emplacados em um único mês, evidenciando a rápida consolidação da marca no mercado brasileiro.

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Na comparação com 2024, quando foram vendidas 29.217 unidades, a GWM registrou um crescimento de aproximadamente 46% em 2025, desempenho muito superior ao do mercado automotivo nacional, que avançou cerca de 2% no mesmo período. O contraste reforça a força da estratégia adotada pela fabricante chinesa no Brasil.

Liderança consolidada entre os híbridos

A GWM manteve a liderança absoluta no segmento de veículos híbridos, posição sustentada principalmente pelo Haval H6, que registrou 3.379 unidades vendidas em um único mês e acumulou cerca de 32 mil unidades ao longo de 2025. O SUV consolidou-se como o híbrido mais vendido do Brasil, tornando-se o principal pilar de vendas da marca.

O desempenho comercial foi sustentado por uma estratégia baseada na ampliação do portfólio, expansão estruturada da rede de concessionárias, investimentos industriais e fortalecimento das áreas de pós-venda, capacitação técnica e logística de peças.

Rede de concessionárias chega a 130 lojas

Em 2025, a GWM atingiu a marca de 130 concessionárias em operação no Brasil, ampliando a capilaridade da rede e garantindo maior proximidade com os consumidores.

“Encerrar 2025 acima das nossas projeções confirma a consistência da estratégia que estamos implementando no Brasil. O crescimento das vendas, a expansão da rede e a inauguração da fábrica criam uma base sólida para a próxima fase da GWM no País. Em 2026, nosso foco será escalar essa operação com eficiência e ampliar nossa presença nos principais segmentos”, afirma Diego Fernandes, COO da GWM Brasil.

Portfólio ampliado e novos segmentos

Ao longo de 2025, a GWM expandiu de forma consistente seu portfólio no Brasil, avançando no conceito multienergia e passando a atuar em novos segmentos.

Lançado em novembro, o novo Haval H6 passou por uma ampla atualização baseada em dados reais de uso e avaliações de clientes brasileiros. O SUV recebeu melhorias em dirigibilidade, conforto e experiência digital, além de nova calibração de suspensão e frenagem mais progressiva, elevando o padrão de condução tanto no uso urbano quanto rodoviário.

Com o Tank 300, a marca ingressou no segmento de SUVs off-road premium, mirando consumidores que buscam elevada capacidade fora de estrada aliada a tecnologia e sofisticação.

Já o ORA 03 BEV58 ampliou a atuação da GWM entre os veículos 100% elétricos, oferecendo maior autonomia e foco no uso urbano, reforçando a estratégia de eletrificação da marca no País.

O Haval H9, SUV de sete lugares com motorização turbodiesel, fortaleceu a presença da fabricante entre consumidores que priorizam espaço, robustez e versatilidade. A estreia da Poer P30 marcou a entrada da GWM no competitivo segmento de picapes médias a diesel, com foco em durabilidade, capacidade de carga e tecnologia embarcada.

No segmento de luxo eletrificado, o Wey 07 ampliou a atuação da marca em propostas mais exclusivas, combinando design refinado, alto nível de conectividade e sistemas avançados de assistência à condução.

Fábrica de Iracemápolis inaugura nova fase no Brasil

Outro marco decisivo de 2025 foi a inauguração da fábrica da GWM em Iracemápolis (SP), a primeira unidade produtiva da marca nas Américas e no Hemisfério Sul. A planta ocupa uma área total de 1,2 milhão de m², com 94 mil m² de área construída, e possui capacidade instalada para produzir 50 mil veículos por ano.

Atualmente, a GWM conta com 1.000 colaboradores no Brasil, com potencial de superar 2.000 postos de trabalho conforme a produção e as exportações para a América Latina avancem. A unidade opera no sistema peça por peça, com pintura de 100% dos veículos produzidos localmente e participação inicial de 20 fornecedores brasileiros, número que deve crescer gradualmente.

Prêmios reforçam reconhecimento da marca

Ao longo de 2025, a GWM acumulou 23 prêmios concedidos por diferentes entidades e publicações especializadas. O destaque ficou para o Prêmio UOL Carros, no qual a marca foi a maior vencedora entre os veículos, com quatro categorias conquistadas pelos modelos Haval H6, Tank 300, Haval H9 e Poer P30.

O Haval H6 recebeu reconhecimentos como Melhor Revenda entre os híbridos até R$ 250 mil, prêmios de Veículo Híbrido do Ano, Melhor Compra 2025 e Menor Custo de Uso, consolidando sua posição no mercado.

O Tank 300 foi eleito Melhor Compra entre os híbridos acima de R$ 300 mil, além de receber títulos como Melhor Híbrido acima de R$ 300 mil e Carro Híbrido em diferentes premiações. O Haval H9 foi reconhecido como Melhor SUV de sete lugares, enquanto o ORA 03 se destacou no prêmio Melhor Revenda entre os elétricos até R$ 300 mil.

“Os reconhecimentos obtidos ao longo de 2025 refletem a crescente aceitação da GWM no mercado brasileiro e reforçam a credibilidade da marca junto a consumidores e especialistas do setor”, destaca Fernandes.

Pós-venda, capacitação e logística como pilares

O fortalecimento do pós-venda foi outro destaque do ano. Em agosto, a GWM inaugurou o centro técnico da GWM Academy, no SENAI Ipiranga (SP), com investimento de R$ 13,7 milhões. Até o momento, 901 profissionais da rede já foram treinados, com foco em eletrificação e tecnologias avançadas.

A estrutura é complementada pelo Centro de Distribuição de Peças em Cajamar (SP), que conta com mais de 600 mil peças em estoque, avaliadas em R$ 70 milhões. Em 2025, o índice médio de atendimento de peças alcançou 98%, reforçando o compromisso da marca com a eficiência logística.

“Encerramos 2025 com uma operação muito mais madura e integrada. Em 2026, nosso foco será acelerar a produção local, ampliar o portfólio e seguir investindo em qualidade, tecnologia e experiência do cliente”, conclui Diego Fernandes.

Foto principal | GWM/Divulgação

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